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Uma jornada contemplativa pelo Pavilhão de Conferências de Tadao Ando

Uma jornada contemplativa pelo Pavilhão de Conferências de Tadao Ando - Imagem de Destaque
via 9sekunden no Youtube

Em meio à revolução digital de hoje, a representação arquitetônica não se baseia mais apenas em fotografias. Arquitetos agora trabalham em colaboração com profissionais do audiovisual para transformar seus projetos em verdadeiras experiências cinematográficas.

No início deste ano, a empresa alemã de design 22quadrat fundou o 9sekunden, um estúdio especializado em documentários sobre paisagem e arquitetura. No curta-metragem do Pavilhão de Conferências de Tadao Ando, o estúdio leva os espectadores a uma jornada meditativa, retratando a atmosfera calma e contida daquela estrutura de concreto.

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As cidades com maior custo de vida em 2019

Na 25ª edição do ranking das cidades com maior custo de vida no mundo, realizado pela Mercer, Hong Kong permanece em primeiro lugar, dando sequência à tendência das cidades asiáticas como os lugares mais caros para se viver.

Os fatores que determinam o custo de vida nesta edição são: alimentação, moradia, suprimentos pessoais e domésticos, álcool e tabaco, roupas e calçados, serviços domésticos e públicos, transporte, recreação e entretenimento.

Veja a seguir as 10 cidades com o maior custo de vida no mundo e as 5 mais caras da América do Norte, América do Sul, Ásia, Pacífico, Europa Oriental, Europa Ocidental, Oriente Médio e África.

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Artista recria antigas pinturas persas com arquiteturas contemporâneas

O arquiteto e artista visual Mohammad Hassan Forouzanfar mesclou ícones contemporâneos com edifícios tradicionais iranianos em uma série de imagens intitulada Retrofuturism. Em sua última postagem, o arquiteto persa deslocou edifícios emblemáticos de nossa era, reinserindo-os em pinturas do século XIX que retratam o Irã, feitas pelo artista Eugène Flandin.

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Quais são e onde estão os maiores arranha-céus do Brasil

Debater a legislação urbana levanta, via de regra, a questão da altura das edificações - ponto crucial para compreender e prever se o tecido urbano tem capacidade de comportar a multiplicação de pavimentos. No Brasil, o problema é fundamental, haja vista a ineficiência da rede urbana da maioria das cidades, entretanto, ainda há certo exagero em afirmar que, mesmo em nossos centros mais urbanizados, o eixo Z é excessivamente explorado. 

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Reconstruindo a Nigéria: arquitetura como ferramenta de transformação cultural

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Ao longo da última década, a Nigéria viveu sobre o espectro sombrio e a constante ameaça do grupo terrorista Boko Haram. De Maiduguri a Abuja, o conflito dilacerou o país, matando centenas de milhares de pessoas, destruindo milhões de casas e causando consideráveis impactos à já precária infraestrutura pública do país. Felizmente a situação está começando a mudar, isso porque ao longo dos últimos anos, grupos militares nigerianos conseguiram libertar várias das cidades ocupadas, dando início a um amplo trabalho de reconstrução do país. Entretanto, os efeitos da guerra deixaram uma marca indelével que transformou para sempre os espaços urbanos destas cidades. A Nigéria viu seu país ser completamente destruído, não apenas vidas foram perdidas mas também os espaços públicos e a infraestrutura básica, forçando a população a reconstruir o país do zero.

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Escola de Arquitetura de Kharkiv celebra inauguração de bacharelado e Prêmio Mies da UE 2019

A Kharkiv School of Architecture está comemorando um ano próspero de conquistas acadêmicas e internacionais. Além de sediar os projetos indicados ao prêmio Mies van der Rohe da UE 2019, a instituição concluiu seu primeiro ano de bacharelado em Arquitetura. Para celebrar esses marcos, a escola organizou uma exposição dupla que apresenta os trabalhos de estudantes do primeiro ano, além de exibir os projetos dos/as arquitetos/as mais inovadores da Europa.

Ao conectar essas duas exposições, a escola estabeleceu uma ponte entre duas gerações de profissionais: o Prêmio Mies, que exibe as melhores obras de arquitetos/as e designers europeus contemporâneos, e a mostra "Open/Work" da própria instituição, que oferece um vislumbre das inovações da futura arquitetura ucraniana.

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A ‘ergonomia corporificada’ de Neufert

A ‘ergonomia corporificada’ de Neufert - Image 15 of 4
Human-Reification. Imagem © Paul Gisbrecht

A relação entre o corpo humano e a arquitetura sempre foi um elemento fundamental no projeto e na prática arquitetônica; no entanto, esse vínculo só passou a ser sistematicamente registrado e aceito em tempos relativamente recentes. Diante disso, a questão que se coloca hoje é: como o corpo humano é interpretado na contemporaneidade? De que maneira essas visões influenciam a forma como projetamos edifícios e espaços? Embora a ergonomia seja frequentemente vista como uma disciplina que enfatiza a separação entre corpo e objeto, ela vai além: não apenas conecta ambos, mas funciona como um plano predefinido para ampliar e sincronizar a eficiência dessa relação. Em seu nível mais básico, a ergonomia constitui um discurso técnico sobre uma habitação humana cada vez mais mecanizada.

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BeOffice Architects redefine a tipologia da mesquita

Em todas as religiões, as salas de oração e edifícios religiosos visam separar o visitante do caos da vida cotidiana e proporcionar serenidade e paz, mesmo no breve momento em que eles fazem suas orações. Na cidade turca de Şanlıurfa, o BeOffice Architects projetou uma mesquita circular e independente, com foco na natureza circundante, tranquilidade e acessibilidade.

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Cidade-esponja: a natureza é a solução para inundações

Cidades que absorvem a água da chuva e permitem que a água siga seu fluxo natural. Deveria ser fácil, mas inventamos de canalizar nossas águas e não deixamos a própria natureza fazer a parte dela: absorver e purificar. Para o arquiteto chinês Kongjian Yu, essa é a questão central para solucionar um dos maiores problemas da atualidade em grandes centros urbanos: as inundações. 

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Alberto Kalach, Rozana Montiel, Tatiana Bilbao e Manuel Cervantes desenvolvem projeto para a conservação das abelhas com a Pienza Sostenible

Alberto Kalach, Rozana Montiel, Tatiana Bilbao e Manuel Cervantes desenvolvem projeto para a conservação das abelhas com a Pienza Sostenible - Imagen 1 de 4Alberto Kalach, Rozana Montiel, Tatiana Bilbao e Manuel Cervantes desenvolvem projeto para a conservação das abelhas com a Pienza Sostenible - Imagen 2 de 4Alberto Kalach, Rozana Montiel, Tatiana Bilbao e Manuel Cervantes desenvolvem projeto para a conservação das abelhas com a Pienza Sostenible - Imagen 3 de 4Alberto Kalach, Rozana Montiel, Tatiana Bilbao e Manuel Cervantes desenvolvem projeto para a conservação das abelhas com a Pienza Sostenible - Imagen 4 de 4Alberto Kalach, Rozana Montiel, Tatiana Bilbao e Manuel Cervantes desenvolvem projeto para a conservação das abelhas com a Pienza Sostenible - Mais Imagens+ 49

Como parte de uma iniciativa da PienZa Sostenible, um grupo de arquitetos/as formado por Alberto Kalach, Rozana Montiel, Tatiana Bilbao e Manuel Cervantes, em parceria com a empresa de design Pirwi, somou esforços para criar uma série de peças que serviriam como habitáculos para abelhas, promovendo, assim, o crescimento da população, o cuidado e a preservação desses insetos. Este projeto é complementado pelo trabalho de Betsy de la Vega, que incorpora uma interpretação em tecelagem feita à mão por artesãs da Fundação León XIII, servindo como elo para alinhar o trabalho artesanal aos requisitos de design.

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Mentoria online com Kengo Kuma: as escolhas de carreira de profissionais de arquitetura

No podcast semanal Design: ED, renomados/as profissionais de design compartilham suas trajetórias, do anonimato ao reconhecimento global, revelando os altos e baixos dessa jornada e trazendo reflexões profundas e inspiradoras sobre o campo da arquitetura. Para quem busca desenvolvimento profissional, essas histórias funcionam como referências valiosas para impulsionar a carreira.

Neste episódio do Design: ED, o apresentador Aaron Prinz conversa com Kengo Kuma sobre os motivos que o levaram a escolher a arquitetura, os desafios enfrentados no início de seu próprio escritório e o impacto da formação transcultural em sua abordagem projetual.

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Tons de cinza em Londres: série de fotografias explora o brutalismo britânico

A arquitetura brutalista está desaparecendo da cidade de Londres. No princípio, essas estruturas eram percebidas como rebeldes e desajustadas, posteriormente, no entanto, este estilo se tornou o mais recorrente dentre os edifícios comerciais e governamentais do pós-guerra. Atualmente, com as demandas do mercado imobiliário e o domínio da arquitetura contemporânea, essas monumentais estruturas acinzentadas de concreto estão pouco a pouco desaparecendo.

O arquiteto e fotógrafo Grégoire Dorthe desenvolveu a paixão pela fotografia durante o serviço militar, quando percebeu que, através de suas imagens, era capaz de congelar momentos e preservar o que será perdido com o tempo. Em sua série fotográfica intitulada Brutal London, o fotógrafo suíço registra as formas brutas e as qualidades gráficas da arquitetura brutalista da cidade, antes que esses edifícios sejam para sempre perdidos.

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O Mosteiro Brutalista de Hans Broos em Vinhedo

A tensão entre a modernidade e a tradição é o traço mais marcante da obra de Hans Broos, o que fica evidente nos projetos para a Cia Hering, onde edifícios ecléticos são confrontados com construções em concreto aparente, numa simbiose de tempos históricos.

Nisso consiste a radical contemporaneidade do seu trabalho: Broos entende o contemporâneo como a convivência de épocas distintas, que se encontram num mesmo momento, conformando o maravilhoso emaranhado de que é feito o tempo, como dizia Lina Bo.

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Como cidades antigas se tornam acessíveis

À medida que a população urbana mundial continua a crescer vertiginosamente, estima-se que até 2050 mais de um bilhão de pessoas, com algum tipo de restrição motora, estarão vivendo em áreas urbanizadas. Infelizmente, a maioria dos centros urbanos mas principalmente aqueles mais antigos - com centenas e até milhares de anos -, não estão preparados para atender a esta preocupante demanda. Existe, portanto, um desafio imediato para nós arquitetos, urbanistas e autoridades locais: abordar com a devida atenção e sensibilidade a questão da acessibilidade em centros urbanos históricos. O grande desafio é, portanto, encontrar maneiras e métodos que possibilitem um convívio saudável entre a crescente demanda por acessibilidade e a manutenção das características específicas do patrimônio histórico urbano de nossas cidades mais antigas.

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O que não entendemos sobre as mudanças climáticas

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Colegas arquitetos e arquitetas, podemos conversar? Isso vai doer, mas precisa ser dito. Se eu fosse poeta, escreveria: O fim está próximo, e a culpa é nossa. Como não sou bardo, porém, direi da seguinte forma: a maioria de nós suspeita que as mudanças climáticas antropogênicas levarão ao fim da civilização. Há quem negue a ciência na arquitetura (“O clima está sempre mudando!”), enquanto outros ignoram o óbvio (a negação é um excelente mecanismo de defesa), mas, no fundo de cada mente criativa consumida pela angústia, reside o medo de que as crianças de hoje possam ser as últimas da nossa espécie.

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Faço uma pausa aqui para permitir que o peso desse pensamento nos deprima.

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Brutalismo e Abandono: Santa Paula Iate Clube pelas lentes de Guilherme Pucci

O fotógrafo especializado em arquitetura Guilherme Pucci compartilhou conosco seu ensaio da garagem de barcos que integra o complexo Santa Paula Iate Clube, projetada pelo arquiteto João Batista Vilanova Artigas no início da década de 1960 e fechada em meados de 1980. Atualmente, o edifício, um dos ícones da arquitetura moderna paulistana, localizado na beira da Represa Guarapiranga, na Zona Sul da cidade de São Paulo, encontra-se em estado de mal conservação e abandono.

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Reflexões sobre Cidades e o Corpo Humano - Olhos e Ouvidos da Cidade / ZHANG, (Brian) Li para a Bienal de Shenzhen (UABB) 2019

O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Às vésperas da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Urban Interactions" (Interações Urbanas), o ArchDaily está colaborando com os/as curadores/as da seção "Eyes of the City" (Olhos da Cidade) na Bienal para estimular uma discussão sobre como as novas tecnologias – e a Inteligência Artificial em particular – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aqui você pode ler o manifesto curatorial de "Eyes of the City", elaborado por Carlo Ratti, Politecnico di Torino e SCUT.

O corpo humano, ao menos em termos de ideais antropomórficos, esteve no centro dos debates arquitetônicos ocidentais desde a antiguidade greco-romana até o Renascimento. Embora o conceito de corpo em si não tenha se apresentado de forma explícita nos tratados tradicionais de arquitetura do Oriente, a noção de que o corpo (ou o invólucro da alma) conecta a mente ao mundo físico era constantemente revisitada e reinterpretada.

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Em foco: Kengo Kuma

Kengo Kuma (nascido em 8 de agosto de 1954) é um dos arquitetos japoneses de maior expressividade atualmente. Suas reinterpretações de elementos tradicionais da arquitetura japonesa envolvem inovações no uso de materiais naturais e novas formas de pensar a relação da luz com o espaço.

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Arquitetas, estamos vendo vocês

As mulheres são membros imperativos da comunidade arquitetônica, criando trabalhos inovadores e inspiradores nas áreas de arquitetura, design e planejamento urbano. No entanto, mesmo com a ascensão do movimento de mulheres, suas contribuições ainda são questionadas ou comparadas.

A Metropolis Magazine analisou a história do feminismo na arquitetura, lançando luz sobre os momentos em que foi testemunhado um progresso sem precedentes e os momentos em que se perdeu a vantagem.

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Nem todo prédio espelhado é ruim: 15 soluções em várias escalas

Solução recorrente em edifícios comerciais e corporativos, as fachadas espelhadas costumam despertar sentimentos variados entre arquitetos, frequentemente negativos. Argumentos contra esta opção não faltam e geralmente fazem sentido, citando desde a falência da arquitetura moderna e massificação de suas fachadas de vidro até aspectos relativos ao clima e a negligência às especificidades locais que transparece nessas superfícies espelhadas. 

Os espaços livres da cidade e a liberdade das crianças: novos caminhos para a infância ao ar livre

A temática da ausência da criança na cidade contemporânea, e a busca por soluções que permitam sua mobilidade com mais autonomia e divertimento, norteou um estudo com cerca de 130 crianças, de 7 a 12 anos, de diferentes classes sociais, moradoras do distrito da Consolação, na cidade de São Paulo. Depois de caminhar, conversar e desenhar com as crianças um percurso ideal entre a praça e a escola, foi desenvolvida uma proposta de intervenção [2], que costura os bairros de Vila Buarque e Higienópolis e pretende trazer os pequenos para brincarem em grupo, ao ar livre, todos os dias.

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Como a luz pode transformar o espaço? Conheça a obra do artista Dan Flavin

Daniel Flavin foi um dos representantes da chamada arte minimalista das décadas de 1960 e 1970 nos Estados Unidos. A classificação foi usada pela primeira vez pelo filósofo Richard Wollheim no ensaio “Minimal Art” em 1965 para agrupar obras que, como os ready-mades de Duchamp, não pretendiam representar uma realidade externa: o objeto exposto deveria ser entendido como obra por si e a experiência do espectador não deveria depender de associações a outros fatores.

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A equipe do Hello Wood sobre como criar uma comunidade forte em uma semana

O Hello Wood, como talvez você já saiba, é um festival anual que reúne centenas de pessoas em um vilarejo húngaro durante uma semana. Divididos em grupos, profissionais de arquitetura e estudantes, cuidadosamente selecionados pela equipe organizadora, constroem instalações de madeira com as próprias mãos. O resultado é surpreendente — dezenas de belas estruturas surgem ali a cada ano, conferindo cada vez mais originalidade ao local.

Palavras não bastam para descrever a atmosfera da Hello Wood Project Village — todas as "pessoas bonitas", como se chamam entre si, formam uma grande família. Não há competição: as equipes se ajudam mutuamente para garantir que todos os projetos sejam concluídos dentro do prazo, momento em que todos caminham juntos até o vilarejo vizinho para celebrar a semana compartilhada.

Mas qual é a ideia por trás desse festival? Qual é o segredo para construir uma comunidade sólida de profissionais e estudantes em tão pouco tempo? Assista à nossa entrevista com a equipe do Hello Wood para descobrir como respondem a essas perguntas.

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Open More Doors, Episódio 3: Conheça o Supervoid, ao lado do Coliseu de Roma

"Abra as Portas" (Open More Doors) é uma nova seção desenvolvida em parceria pelo ArchDaily e pelo MINI Clubman que, por meio de entrevistas em vídeo instigantes e ensaios fotográficos exclusivos, convida a explorar as histórias por trás dos estúdios de design mais inovadores do mundo.

Este mês, conversamos com o escritório de arquitetura italiano Supervoid para discutir suas estratégias de projeto e como a equipe utiliza e transforma o espaço interno de seu próprio estúdio.

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