Estima-se que o registro mais antigo de abóbadas de berço date de 4000 a.C. Elas estruturavam os vãos no zigurate sumério de Nipur, na Babilônia, construído com tijolos cozidos assentados com argamassa de argila. Esse tipo de abóbada era construído como um arco de volta inteira contínuo e tornou-se um elemento arquitetônico característico da arquitetura romana, sendo posteriormente utilizado também na arquitetura renascentista.
Hayden Library. Imagem cortesia de Ayers Saint Gross
A arquitetura e o planejamento centram-se na experiência humana e na aproximação das pessoas. Poucos escritórios estruturaram sua prática em torno dessas ideias como a Ayers Saint Gross. Fundada em 1912, a empresa conta com mais de um século de experiência, com a maior parte de sua atuação voltada ao apoio a faculdades, universidades e instalações culturais. Hoje, o escritório, que conta com 185 profissionais, possui filiais em todo o país, incluindo Baltimore, Washington, D.C. e Tempe, no Arizona.
Que tipo de cidade é uma cidade orientada para as pessoas? Esta é uma pergunta difícil de responder, pois as cidades humanistas avaliam o espaço urbano com foco nas "pessoas", e estas são extremamente diversas, gerando padrões de avaliação individuais e distintos. Por exemplo, uma cidade amigável para motoristas pode não ser tão acolhedora para pedestres.
Ainda assim, há uma percepção geral de que algumas cidades parecem ser mais acolhedoras para as pessoas do que outras. Por que isso acontece?
Patrimônio Ilustrado é um projeto chileno de caráter digital e analógico criado por Mario Rojas Torrejón (bacharel em Conservação de Bens Culturais e diretor da Corporación Patrimonio Cultural de Chile) junto a Fernando Imas, do Estudio Brugmann (escritório dedicado à pesquisa, conservação, documentação e divulgação do patrimônio chileno). Nesse contexto, Mario desenvolve este sutil e preciso projeto de ilustração que resgata as técnicas tradicionais do desenho arquitetônico e valoriza as fachadas de relevantes obras de arquitetura no Chile.
Dos quatro tipos de recuperação enfrentados pelas cidades e vilas norte-americanas — desastres, dispersão urbana, desinvestimento e a recuperação comunitária para populações em fuga das mudanças climáticas —, a recuperação de locais que sofreram desinvestimento severo é, sem dúvida, a que menos recebe atenção da imprensa hoje em dia. No entanto, com um esforço razoável, é o tipo de recuperação com maior probabilidade de gerar frutos. Isso se deve a vários fatores, a começar pela probabilidade de que a estrutura fundamental do placemaking sustentável ainda esteja preservada. Novos empreendimentos urbanos, mesmo quando projetados com maestria, frequentemente enfrentam críticas por sua "falta de autenticidade", ao passo que locais em recuperação após o desinvestimento transbordam marcas autênticas de décadas de declínio. Além disso, assentamentos de origens humildes costumavam ser construídos em etapas menores do que áreas historicamente abastadas; assim, os ritmos mais densos e fragmentados desses espaços são, por natureza, mais interessantes no início do processo de recuperação do que aqueles de escala monumental.
O Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado por David Bruce Lee e Marina Bourderonnet, profissionais de arquitetura, o programa traz diferentes profissionais da área criativa em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. O The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Nesta semana, David e Marina respondem a duas perguntas dos ouvintes: como lidar com a sensação de fracasso na faculdade de arquitetura e se a arquitetura é ou não difícil e estressante. A dupla discute por que estudantes recém-ingressos costumam ter falsas expectativas de sucesso, a importância de aceitar o fracasso, por que não se deve buscar aprovação de professores/as ou clientes, como lidar com exercícios de projeto "bobos", como superar o bloqueio criativo, os principais motivos pelos quais a prática da arquitetura é desafiadora, entre outros temas!
https://www.archdaily.com.br/pt/1134288/the-second-studio-podcast-superando-o-fracasso-na-faculdade-de-arquiteturaThe Second Studio Podcast
fala - Casa com Três Gestos. Imagem Cortesia de fala
A seleção com curadoria desta semana das melhores propostas de arquitetura não construída destaca projetos enviados por escritórios consagrados. De um museu dedicado à história judaica a um centro de transporte ferroviário de alta velocidade e um centro estudantil universitário, a seleção a seguir apresenta uma variedade de conceitos, abordagens de projeto e programas desenvolvidos por escritórios globais de arquitetura.
Com a presença de escritórios como KPF, Aedas, Fala Atelier, ADP Architecten e Peter Pichler Architects, a seleção de projetos não construídos desta semana explora intervenções arquitetônicas e urbanas em diferentes escalas e em vários estágios de desenvolvimento. Sejam trabalhos conceituais, em andamento, planejados para execução ou até mesmo em construção, cada projeto busca oferecer uma resposta adequada às necessidades espaciais, funcionais, sociais e ambientais de seu contexto.
A seleção desta semana de Melhores Projetos de Arquitetura Não Construída destaca propostas enviadas por escritórios de arquitetura renomados, reunindo trabalhos conceituais, propostas de concursos e projetos em diferentes etapas de desenvolvimento. Desde a transformação de um antigo shopping center em uma instalação de saúde nos Estados Unidos, passando pelo plano diretor para a remodelação de um zoológico no Canadá, até a regeneração de uma cervejaria na China, a seleção a seguir explora uma variedade de projetos desenvolvidos por escritórios globais de arquitetura.
Com a participação de escritórios como Perkins +Will, Henning Larsen Architects, URBANUS ou Mandaworks, a seleção de projetos não construídos desta semana destaca intervenções globais que ilustram uma variedade de ideias, abrangendo estratégias de reuso adaptativo, intervenções em patrimônios históricos e novos modelos de edifícios públicos.
De acordo com uma pesquisa realizada pela Harris Poll/Lego com crianças nos Estados Unidos, Reino Unido e China, quase um terço das que têm entre oito e 12 anos deseja ser "YouTuber" quando crescer. Esse número é três vezes maior do que o de crianças que diziam querer ser astronautas há apenas uma década. As implicações de como essa geração de futuros/as influenciadores/as e criadores/as de conteúdo pode impactar significativamente o campo do design e da arquitetura nos levam a uma pergunta: estaríamos prestes a testemunhar a ascensão dos/as influenciadores/as de arquitetura?
Baseball Dream Park / HAEAHN Architecture, Inc.. Imagem cortesia de HAEAHN Architecture
O esporte desempenha um papel fundamental na vida de qualquer cidade; no entanto, os edifícios que abrigam essas atividades impõem um conjunto específico de desafios para os/as arquitetos/as. Escala e dimensões precisam ser adaptadas para permitir movimentos livres, as alturas são ajustadas à força do arremesso dos/as atletas e a iluminação, as superfícies e os acabamentos exigem atenção minuciosa. A questão torna-se ainda mais complexa quando essas atividades passam a sediar eventos de grande escala. O fluxo de pessoas transforma-se em parte integrante do projeto, uma vez que diferentes perfis de usuários/as demandam rotas de circulação independentes.
A seleção com curadoria desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca o desenho de centros esportivos enviados pela comunidade do ArchDaily. De um estádio de tênis na Itália a um pavilhão de ioga nas falésias de Portugal, esta seleção apresenta propostas focadas no movimento, na prática, no acompanhamento e no aproveitamento dos esportes, seja tênis, beisebol, ioga ou futebol. O artigo reúne projetos de diversos países, como Coreia do Sul, Canadá, Portugal e Argentina.
Vista externa do hospital l’Eau Vive, Soisy-sur-Seine, França, anos 1960. Imagem cortesia dos Arquivos de Nicole Sonolet, coleção de Christine de Bremond d’Ars
O que significaria projetar edifícios que transcendam a contabilidade econômica da biopolítica liberal, oferecendo, em vez disso, uma lógica inteiramente diferente para a promoção da saúde? Nos anos em que Michel Foucault conceituou o termo biopolítica, ele fazia parte de uma constelação de pesquisadores/as e arquitetos/as que desenvolveram práxis de cuidado que definiam o valor da vida e de sua manutenção por meio de um cálculo baseado no desejo. As instituições do Estado de bem-estar social da arquiteta Nicole Sonolet, em particular — hospitais psiquiátricos, conjuntos de habitação social e novas tipologias de aldeias construídas principalmente na França do pós-guerra e na Argélia pós-colonial, entre as décadas de 1950 e 1980 —, foram projetadas não apenas para apoiar, mas para centralizar as necessidades de pessoas frequentemente excluídas dos processos de projeto. Os centros de saúde mental de Sonolet para residentes do 13º arrondissement de Paris, em especial, foram projetos fundamentais para a descoberta de uma prática projetual vinculada à prestação do cuidado em si.
As janelas desempenham múltiplas funções essenciais em qualquer projeto, desde emoldurar vistas até fornecer iluminação e ventilação naturais. À medida que as necessidades humanas mudaram e a tecnologia avançou significativamente ao longo dos anos, elas evoluíram em caráter, forma e uso de materiais. O que começou como pequenas seteiras usadas para defesa em fortificações medievais mais tarde se transformou em aberturas mais amplas que simbolizavam status e riqueza. Os romanos foram os primeiros a usar o vidro, mas este foi considerado um bem precioso por séculos. Painéis complexos de vitrais adornavam inúmeras igrejas e catedrais medievais, enquanto a maioria dos moradores de residências comuns tinha que se contentar em cobrir suas “janelas” com madeira, peles de animais e outros materiais.
“A cor é vida; pois um mundo sem cor nos parece morto.” O ilustre pintor Johannes Itten descreveu com essas palavras o poder excepcional da cor em nossa percepção do mundo. Como um evento sensorial, a cor define não apenas o que vemos, mas também como nos sentimos e pensamos; comprovadamente, ela é capaz de alterar a produtividade, inspirar a tomada de decisões, moldar nossa perspectiva e influenciar nosso bem-estar. Especialmente na arquitetura, esses efeitos se materializam e atingem seu esplendor máximo. O design é, afinal, uma forma visual de comunicação, e as paletas de cores –combinadas com luz, sombra, textura e brilho– desempenham um papel fundamental na transmissão da mensagem de um edifício. Elas criam a atmosfera que apoia a função de um espaço, transformando completamente a experiência de uso. Até mesmo os grandes nomes reconheceram esse poder: “A policromia é uma ferramenta arquitetônica tão poderosa quanto a planta e o corte,” disse uma vez Le Corbusier.
A palavra em inglês para arquiteto/a, architect, pode ser dividida em três partes: “Arch”, o arco arquitetônico que, em seus radicais de origem grega, representa o “máximo, mais forte, maior”; no centro, o “I” (“eu”, em inglês); e, por fim, “Tect”, que remete às “ferramentas técnicas”. Assim, a própria origem da identidade do/a arquiteto/a carrega a premissa de “utilizar o ‘eu’ como consciência subjetiva para realizar a melhor construção possível através de ferramentas técnicas”.
Ao longo do tempo, o “Arch” almejado pelo/a arquiteto/a, o “I” da perspectiva subjetiva e o “Tect” das ferramentas técnicas de viabilização transformaram-se de acordo com as mudanças das eras e do contexto social. No entanto, o significado essencial desses três elementos e sua relação de sinergia mútua não sofreram alterações substanciais.
Nas últimas duas ou três décadas, a aceleração das tecnologias de ponta impulsionou os/as arquitetos/as a tentar inventar e reconstruir novas ferramentas “técnicas” voltadas ao projeto e à construção, buscando acompanhar o ritmo da era da informação. Com a chegada de uma nova onda tecnológica liderada por inteligência artificial, Big Data e computação em nuvem, o mundo caminha decisivamente rumo à digitalização e à inteligência artificial. Como resultado, as definições e as relações entre “Arch”, “I” e “Tect” precisam mudar para que os/as profissionais de arquitetura possam realmente romper com as amarras das relações de produção tradicionais.
O “I” do/a arquiteto/a deixa de ser o único agente do projeto e da construção. Em vez disso, a fusão plena entre “I” e “Tect” gera uma consciência híbrida que une a inteligência humana à da máquina para moldar o nosso objetivo final, o “Arch”. A mentalidade de projeto e os fluxos de trabalho estão se transformando, e esse paradigma de colaboração coletiva inaugura novos modelos profissionais para a arquitetura.
Qual é a diferença fundamental nessa mudança de agente? Trata-se da transição entre a tomada de decisão individual do/a arquiteto/a e a decisão compartilhada entre o ser humano e o computador.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134228/como-os-as-arquitetos-as-usam-arquitetos-de-inteligencia-artificial-inclui-beneficios韩爽 - HAN Shuang
Há alguns dias, tive a oportunidade de conversar com Emilio Hernández, do Centro de Imaginación Oaxaca, um dos participantes daCocina CoLaboratorio. Em nossa conversa, surgiram temas como a participação coletiva, a gestão social do habitat, o altruísmo, o racismo e muitas outras questões de cunho social. Durante o bate-papo, mencionamos as diferentes nuances, luzes e sombras em torno de temas relacionados ao assistencialismo e à “ajuda” às comunidades; bem como o quão contraproducente e violento pode ser agir a partir do privilégio e da verticalidade.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134221/cozinha-colaboratorio-gestao-social-do-habitat-em-chiapasValeria Rubio García
O co-living é um modelo de moradia comunitária residencial, que se refere a uma forma moderna de habitação coletiva que transformou significativamente a vida em Londres e no Reino Unido como um todo. O conceito de co-living popularizou-se ainda mais com a ascensão de startups do setor habitacional, muitas das quais oferecem moradia acessível em casas e apartamentos compartilhados por um grupo de moradores/as.
Reforma em Sants, Um oásis no coração de Poblenou, Apartamento THE DUKE, Reforma de habitação na rua Calábria. Montagem com fotografias de reformas em Barcelona. Imagem via ArchDaily
Atualmente, a reforma completa de apartamentos em Barcelona é uma das atividades a que mais se dedicam tanto arquitetos/as autônomos/as quanto escritórios de arquitetura locais. Este dado não é surpreendente em se tratando de uma cidade com mais de 4.000 anos de história, onde há muitos edifícios construídos e pouco espaço para novas obras.
Ao superar o arranha-céu Tour First, a HEKLA Tower, com seus 48 pavimentos e 220 metros de altura, será o edifício mais alto do distrito financeiro de La Défense, em Paris, além do segundo edifício mais alto de toda a França. Atualmente em construção e projetada pelo vencedor do Prêmio Pritzker Jean Nouvel, a torre está destinada a se tornar um forte manifesto arquitetônico. Com conclusão prevista para este ano de 2022, em meio ao programa de revitalização do setor, o arranha-céu futurista distribui seus 76.000 m² de área construída em escritórios, serviços, lobbies, um anfiteatro, salas de projeção e espetáculos, restaurantes, bares, academias e loggias. Tudo isso com o objetivo de proporcionar uma experiência de uso única, com espaços de trabalho amplos e flexíveis que promovem a interação e o bem-estar.
Em 28 de agosto, a cerimônia de fundação da Divisão de Projeto de Espaços de Performance da Associação Chinesa de Tecnologia de Equipamentos de Performance, juntamente com o 1º Fórum de Discussão sobre Projeto de Espaços de Performance da China, coorganizados pelo Instituto de Projeto e Pesquisa Arquitetônica da Universidade de Tsinghua Co., Ltd., foi realizada solenemente em Pequim, a capital do país. A divisão tem como objetivo fortalecer a integração interdisciplinar entre o setor de turismo cultural e artes cênicas e o campo do projeto arquitetônico. Juntos, buscam promover o planejamento e o projeto científico de espaços de performance no país, otimizar processos integrados, expandir funções multifuncionais e elevar a qualidade de projeto, construção e operação desses espaços na China, contribuindo para o desenvolvimento do setor.
Após duas semanas de votação acirrada, os leitores do ArchDaily elegeram os 10 finalistas do Prêmio Obra do Ano de 2022 na China, selecionados entre mais de 800 projetos indicados. Durante a etapa de indicações, testemunhamos o impacto positivo que esta premiação exerce sobre o desenvolvimento da arquitetura. Os projetos finalistas são, sem dúvida, aqueles que mais inspiram nossos leitores e que melhor refletem os rumos sociais da disciplina hoje.
As cidades sempre foram, e sempre serão, locais multifacetados e dinâmicos. Trata-se de assentamentos em constante evolução, moldados pela proximidade com recursos naturais, por fluxos migratórios e pelo capital. Apesar da diversidade de caráter urbano entre diferentes metrópoles, costuma-se dizer que hoje as cidades se parecem mais do que nunca — uma homogeneidade que faz com que uma torre de vidro e aço em Cingapura não pareça fora de lugar no Bandra Kurla Complex, em Mumbai.
Milão, um centro global de moda e finanças, consolida-se cada vez mais como um polo de destaque na arquitetura e no design. Sua condição de segunda maior cidade da Itália sustenta uma cena cultural vibrante, que atrai tanto talentos criativos consagrados quanto emergentes. Além disso, a cidade abriga prestigiadas instituições de ensino, reconhecidas por sua ênfase na preservação e conservação do patrimônio. Sua importância cultural e no campo do design torna-se cada vez mais evidente, à medida que um número crescente de profissionais da criação se estabelece nesse dinâmico polo criativo.
Entre os marcos mais icônicos de Milão estão o exuberante gótico do Duomo di Milano, a historicamente e artisticamente relevante Santa Maria delle Gracie e a ornamentada Galleria Vittorio Emanuele II, além de inúmeros monumentos renascentistas e barrocos. A cidade também ostenta algumas das obras de arquitetura moderna e contemporânea mais inovadoras, revelando um diálogo singular entre tradição e modernidade. Essa sinergia é exemplificada pelas contribuições de profissionais da arquitetura como Aldo Rossi,Gio Ponti,Stefano Boeri, Mario Cucinella, Zaha Hadid, Grafton Architects, Herzog & de Meuron e Foster and Partners.
O guia a seguir destaca importantes marcos históricos ao lado de obras exemplares de arquitetura contemporânea selecionadas pelo ArchDaily. Este roteiro serve como um recurso indispensável para quem planeja explorar Milão durante a Semana de Design de 2026, apresentando uma seleção de locais essenciais projetados por renomados/as arquitetos/as locais e internacionais.
Com o objetivo de moldar edifícios e cidades no sul da Europa, o BIG abriu seu escritório mais recente em Barcelona, na Espanha. Liderado pelo sócio João Albuquerque, o estúdio busca gerar um impacto positivo e se integrar à cidade e à comunidade espanhola. Com uma série de projetos que se estendem do oeste ao leste da região mediterrânea — com destaque para o campus da Farfetch e do Fuse Valley em Portugal, o Joint Research Center em Sevilha para a Comissão Europeia e o Gastronomy Open Ecosystem para o Basque Culinary Center —, o BIG Barcelona está em constante evolução.
O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com o sócio do BIG Barcelona, João Albuquerque, sobre a criação do escritório catalão, sua trajetória no BIG, os próximos projetos da empresa e sua atuação nos mercados espanhol e do sul da Europa.