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Que tipo de cidade é uma cidade voltada para as pessoas? Ranking das cidades chinesas

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Que tipo de cidade é uma cidade orientada para as pessoas? Esta é uma pergunta difícil de responder, pois as cidades humanistas avaliam o espaço urbano com foco nas "pessoas", e estas são extremamente diversas, gerando padrões de avaliação individuais e distintos. Por exemplo, uma cidade amigável para motoristas pode não ser tão acolhedora para pedestres.

Ainda assim, há uma percepção geral de que algumas cidades parecem ser mais acolhedoras para as pessoas do que outras. Por que isso acontece?

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Princípios práticos para lugares que se recuperam do desinvestimento

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Dos quatro tipos de recuperação enfrentados pelas cidades e vilas norte-americanas — desastres, dispersão urbana, desinvestimento e a recuperação comunitária para populações em fuga das mudanças climáticas —, a recuperação de locais que sofreram desinvestimento severo é, sem dúvida, a que menos recebe atenção da imprensa hoje em dia. No entanto, com um esforço razoável, é o tipo de recuperação com maior probabilidade de gerar frutos. Isso se deve a vários fatores, a começar pela probabilidade de que a estrutura fundamental do placemaking sustentável ainda esteja preservada. Novos empreendimentos urbanos, mesmo quando projetados com maestria, frequentemente enfrentam críticas por sua "falta de autenticidade", ao passo que locais em recuperação após o desinvestimento transbordam marcas autênticas de décadas de declínio. Além disso, assentamentos de origens humildes costumavam ser construídos em etapas menores do que áreas historicamente abastadas; assim, os ritmos mais densos e fragmentados desses espaços são, por natureza, mais interessantes no início do processo de recuperação do que aqueles de escala monumental.

Um parque fluvial digital na China e um refúgio de montanha em Aspen, Estados Unidos: 9 projetos não construídos de escritórios consagrados

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A seleção com curadoria desta semana das melhores propostas de arquitetura não construída destaca projetos enviados por escritórios consagrados. De um museu dedicado à história judaica a um centro de transporte ferroviário de alta velocidade e um centro estudantil universitário, a seleção a seguir apresenta uma variedade de conceitos, abordagens de projeto e programas desenvolvidos por escritórios globais de arquitetura.

Com a presença de escritórios como KPF, Aedas, Fala Atelier, ADP Architecten e Peter Pichler Architects, a seleção de projetos não construídos desta semana explora intervenções arquitetônicas e urbanas em diferentes escalas e em vários estágios de desenvolvimento. Sejam trabalhos conceituais, em andamento, planejados para execução ou até mesmo em construção, cada projeto busca oferecer uma resposta adequada às necessidades espaciais, funcionais, sociais e ambientais de seu contexto.

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Uma instalação de saúde em um antigo shopping nos Estados Unidos e um zoológico voltado para o futuro no Canadá: 8 projetos não construídos de escritórios consagrados

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Uma instalação de saúde em um antigo shopping nos Estados Unidos e um zoológico voltado para o futuro no Canadá: 8 projetos não construídos de escritórios consagrados - Imagem de Destaque
New Goyang City Hall Now Architects, ING Group Archi, Henning Larsen A/S. Imagem © Marta

A seleção desta semana de Melhores Projetos de Arquitetura Não Construída destaca propostas enviadas por escritórios de arquitetura renomados, reunindo trabalhos conceituais, propostas de concursos e projetos em diferentes etapas de desenvolvimento. Desde a transformação de um antigo shopping center em uma instalação de saúde nos Estados Unidos, passando pelo plano diretor para a remodelação de um zoológico no Canadá, até a regeneração de uma cervejaria na China, a seleção a seguir explora uma variedade de projetos desenvolvidos por escritórios globais de arquitetura.

Com a participação de escritórios como Perkins +Will, Henning Larsen Architects, URBANUS ou Mandaworks, a seleção de projetos não construídos desta semana destaca intervenções globais que ilustram uma variedade de ideias, abrangendo estratégias de reuso adaptativo, intervenções em patrimônios históricos e novos modelos de edifícios públicos.

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Arquitetura, Memes e Influenciadores de Redes Sociais

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De acordo com uma pesquisa realizada pela Harris Poll/Lego com crianças nos Estados Unidos, Reino Unido e China, quase um terço das que têm entre oito e 12 anos deseja ser "YouTuber" quando crescer. Esse número é três vezes maior do que o de crianças que diziam querer ser astronautas há apenas uma década. As implicações de como essa geração de futuros/as influenciadores/as e criadores/as de conteúdo pode impactar significativamente o campo do design e da arquitetura nos levam a uma pergunta: estaríamos prestes a testemunhar a ascensão dos/as influenciadores/as de arquitetura?

Um estádio de beisebol na Coreia do Sul e um centro aquático no Canadá: 8 instalações esportivas não construídas enviadas ao ArchDaily

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O esporte desempenha um papel fundamental na vida de qualquer cidade; no entanto, os edifícios que abrigam essas atividades impõem um conjunto específico de desafios para os/as arquitetos/as. Escala e dimensões precisam ser adaptadas para permitir movimentos livres, as alturas são ajustadas à força do arremesso dos/as atletas e a iluminação, as superfícies e os acabamentos exigem atenção minuciosa. A questão torna-se ainda mais complexa quando essas atividades passam a sediar eventos de grande escala. O fluxo de pessoas transforma-se em parte integrante do projeto, uma vez que diferentes perfis de usuários/as demandam rotas de circulação independentes.

A seleção com curadoria desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca o desenho de centros esportivos enviados pela comunidade do ArchDaily. De um estádio de tênis na Itália a um pavilhão de ioga nas falésias de Portugal, esta seleção apresenta propostas focadas no movimento, na prática, no acompanhamento e no aproveitamento dos esportes, seja tênis, beisebol, ioga ou futebol. O artigo reúne projetos de diversos países, como Coreia do Sul, Canadá, Portugal e Argentina.

Cuidado além da biopolítica

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O que significaria projetar edifícios que transcendam a contabilidade econômica da biopolítica liberal, oferecendo, em vez disso, uma lógica inteiramente diferente para a promoção da saúde? Nos anos em que Michel Foucault conceituou o termo biopolítica, ele fazia parte de uma constelação de pesquisadores/as e arquitetos/as que desenvolveram práxis de cuidado que definiam o valor da vida e de sua manutenção por meio de um cálculo baseado no desejo. As instituições do Estado de bem-estar social da arquiteta Nicole Sonolet, em particular — hospitais psiquiátricos, conjuntos de habitação social e novas tipologias de aldeias construídas principalmente na França do pós-guerra e na Argélia pós-colonial, entre as décadas de 1950 e 1980 —, foram projetadas não apenas para apoiar, mas para centralizar as necessidades de pessoas frequentemente excluídas dos processos de projeto. Os centros de saúde mental de Sonolet para residentes do 13º arrondissement de Paris, em especial, foram projetos fundamentais para a descoberta de uma prática projetual vinculada à prestação do cuidado em si.

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Como as esquadrias minimalistas maximizam a luz, as vistas e a transparência

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As janelas desempenham múltiplas funções essenciais em qualquer projeto, desde emoldurar vistas até fornecer iluminação e ventilação naturais. À medida que as necessidades humanas mudaram e a tecnologia avançou significativamente ao longo dos anos, elas evoluíram em caráter, forma e uso de materiais. O que começou como pequenas seteiras usadas para defesa em fortificações medievais mais tarde se transformou em aberturas mais amplas que simbolizavam status e riqueza. Os romanos foram os primeiros a usar o vidro, mas este foi considerado um bem precioso por séculos. Painéis complexos de vitrais adornavam inúmeras igrejas e catedrais medievais, enquanto a maioria dos moradores de residências comuns tinha que se contentar em cobrir suas “janelas” com madeira, peles de animais e outros materiais.

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Brincando com tons e matizes: o poder da cor nas fachadas de edifícios

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“A cor é vida; pois um mundo sem cor nos parece morto.” O ilustre pintor Johannes Itten descreveu com essas palavras o poder excepcional da cor em nossa percepção do mundo. Como um evento sensorial, a cor define não apenas o que vemos, mas também como nos sentimos e pensamos; comprovadamente, ela é capaz de alterar a produtividade, inspirar a tomada de decisões, moldar nossa perspectiva e influenciar nosso bem-estar. Especialmente na arquitetura, esses efeitos se materializam e atingem seu esplendor máximo. O design é, afinal, uma forma visual de comunicação, e as paletas de cores –combinadas com luz, sombra, textura e brilho– desempenham um papel fundamental na transmissão da mensagem de um edifício. Elas criam a atmosfera que apoia a função de um espaço, transformando completamente a experiência de uso. Até mesmo os grandes nomes reconheceram esse poder: “A policromia é uma ferramenta arquitetônica tão poderosa quanto a planta e o corte,” disse uma vez Le Corbusier.

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Como os/as arquitetos/as usam arquitetos de inteligência artificial? (Inclui benefícios)

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A palavra em inglês para arquiteto/a, architect, pode ser dividida em três partes: “Arch”, o arco arquitetônico que, em seus radicais de origem grega, representa o “máximo, mais forte, maior”; no centro, o “I” (“eu”, em inglês); e, por fim, “Tect”, que remete às “ferramentas técnicas”. Assim, a própria origem da identidade do/a arquiteto/a carrega a premissa de “utilizar o ‘eu’ como consciência subjetiva para realizar a melhor construção possível através de ferramentas técnicas”.

Ao longo do tempo, o “Arch” almejado pelo/a arquiteto/a, o “I” da perspectiva subjetiva e o “Tect” das ferramentas técnicas de viabilização transformaram-se de acordo com as mudanças das eras e do contexto social. No entanto, o significado essencial desses três elementos e sua relação de sinergia mútua não sofreram alterações substanciais.

Nas últimas duas ou três décadas, a aceleração das tecnologias de ponta impulsionou os/as arquitetos/as a tentar inventar e reconstruir novas ferramentas “técnicas” voltadas ao projeto e à construção, buscando acompanhar o ritmo da era da informação. Com a chegada de uma nova onda tecnológica liderada por inteligência artificial, Big Data e computação em nuvem, o mundo caminha decisivamente rumo à digitalização e à inteligência artificial. Como resultado, as definições e as relações entre “Arch”, “I” e “Tect” precisam mudar para que os/as profissionais de arquitetura possam realmente romper com as amarras das relações de produção tradicionais.

O “I” do/a arquiteto/a deixa de ser o único agente do projeto e da construção. Em vez disso, a fusão plena entre “I” e “Tect” gera uma consciência híbrida que une a inteligência humana à da máquina para moldar o nosso objetivo final, o “Arch”. A mentalidade de projeto e os fluxos de trabalho estão se transformando, e esse paradigma de colaboração coletiva inaugura novos modelos profissionais para a arquitetura.

Qual é a diferença fundamental nessa mudança de agente?
Trata-se da transição entre a tomada de decisão individual do/a arquiteto/a e a decisão compartilhada entre o ser humano e o computador.

Como os espaços de coliving em Londres estão oferecendo soluções para o crescente adensamento urbano e o mercado imobiliário?

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O co-living é um modelo de moradia comunitária residencial, que se refere a uma forma moderna de habitação coletiva que transformou significativamente a vida em Londres e no Reino Unido como um todo. O conceito de co-living popularizou-se ainda mais com a ascensão de startups do setor habitacional, muitas das quais oferecem moradia acessível em casas e apartamentos compartilhados por um grupo de moradores/as.

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Tendências de design: As novas reformas residenciais em Barcelona

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Atualmente, a reforma completa de apartamentos em Barcelona é uma das atividades a que mais se dedicam tanto arquitetos/as autônomos/as quanto escritórios de arquitetura locais. Este dado não é surpreendente em se tratando de uma cidade com mais de 4.000 anos de história, onde há muitos edifícios construídos e pouco espaço para novas obras.

A Assembleia de Fundação da Filial de Design de Espaços de Artes Cênicas da Associação Chinesa de Tecnologia de Equipamentos para Artes Cênicas foi realizada com sucesso!

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A Assembleia de Fundação da Filial de Design de Espaços de Artes Cênicas da Associação Chinesa de Tecnologia de Equipamentos para Artes Cênicas foi realizada com sucesso! - Image 1 of 4A Assembleia de Fundação da Filial de Design de Espaços de Artes Cênicas da Associação Chinesa de Tecnologia de Equipamentos para Artes Cênicas foi realizada com sucesso! - Image 2 of 4A Assembleia de Fundação da Filial de Design de Espaços de Artes Cênicas da Associação Chinesa de Tecnologia de Equipamentos para Artes Cênicas foi realizada com sucesso! - Image 3 of 4A Assembleia de Fundação da Filial de Design de Espaços de Artes Cênicas da Associação Chinesa de Tecnologia de Equipamentos para Artes Cênicas foi realizada com sucesso! - Image 4 of 4A Assembleia de Fundação da Filial de Design de Espaços de Artes Cênicas da Associação Chinesa de Tecnologia de Equipamentos para Artes Cênicas foi realizada com sucesso! - Mais Imagens+ 16

Em 28 de agosto, a cerimônia de fundação da Divisão de Projeto de Espaços de Performance da Associação Chinesa de Tecnologia de Equipamentos de Performance, juntamente com o 1º Fórum de Discussão sobre Projeto de Espaços de Performance da China, coorganizados pelo Instituto de Projeto e Pesquisa Arquitetônica da Universidade de Tsinghua Co., Ltd., foi realizada solenemente em Pequim, a capital do país. A divisão tem como objetivo fortalecer a integração interdisciplinar entre o setor de turismo cultural e artes cênicas e o campo do projeto arquitetônico. Juntos, buscam promover o planejamento e o projeto científico de espaços de performance no país, otimizar processos integrados, expandir funções multifuncionais e elevar a qualidade de projeto, construção e operação desses espaços na China, contribuindo para o desenvolvimento do setor.

Prêmio ArchDaily Obra do Ano 2022 na China: finalistas anunciados

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Após duas semanas de votação acirrada, os leitores do ArchDaily elegeram os 10 finalistas do Prêmio Obra do Ano de 2022 na China, selecionados entre mais de 800 projetos indicados. Durante a etapa de indicações, testemunhamos o impacto positivo que esta premiação exerce sobre o desenvolvimento da arquitetura. Os projetos finalistas são, sem dúvida, aqueles que mais inspiram nossos leitores e que melhor refletem os rumos sociais da disciplina hoje.

Lendo entre as silhuetas urbanas

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As cidades sempre foram, e sempre serão, locais multifacetados e dinâmicos. Trata-se de assentamentos em constante evolução, moldados pela proximidade com recursos naturais, por fluxos migratórios e pelo capital. Apesar da diversidade de caráter urbano entre diferentes metrópoles, costuma-se dizer que hoje as cidades se parecem mais do que nunca — uma homogeneidade que faz com que uma torre de vidro e aço em Cingapura não pareça fora de lugar no Bandra Kurla Complex, em Mumbai.

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Guia de Arquitetura de Milão: 43 projetos, de marcos históricos a obras contemporâneas

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Milão, um centro global de moda e finanças, consolida-se cada vez mais como um polo de destaque na arquitetura e no design. Sua condição de segunda maior cidade da Itália sustenta uma cena cultural vibrante, que atrai tanto talentos criativos consagrados quanto emergentes. Além disso, a cidade abriga prestigiadas instituições de ensino, reconhecidas por sua ênfase na preservação e conservação do patrimônio. Sua importância cultural e no campo do design torna-se cada vez mais evidente, à medida que um número crescente de profissionais da criação se estabelece nesse dinâmico polo criativo.

Entre os marcos mais icônicos de Milão estão o exuberante gótico do Duomo di Milano, a historicamente e artisticamente relevante Santa Maria delle Gracie e a ornamentada Galleria Vittorio Emanuele II, além de inúmeros monumentos renascentistas e barrocos. A cidade também ostenta algumas das obras de arquitetura moderna e contemporânea mais inovadoras, revelando um diálogo singular entre tradição e modernidade. Essa sinergia é exemplificada pelas contribuições de profissionais da arquitetura como Aldo Rossi, Gio Ponti, Stefano Boeri, Mario Cucinella, Zaha Hadid, Grafton Architects, Herzog & de Meuron e Foster and Partners.

O guia a seguir destaca importantes marcos históricos ao lado de obras exemplares de arquitetura contemporânea selecionadas pelo ArchDaily. Este roteiro serve como um recurso indispensável para quem planeja explorar Milão durante a Semana de Design de 2026, apresentando uma seleção de locais essenciais projetados por renomados/as arquitetos/as locais e internacionais.

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"A arquitetura pode ser o veículo para mudar a forma como pensamos as tipologias tradicionais": em conversa com o sócio do BIG, João Albuquerque

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Com o objetivo de moldar edifícios e cidades no sul da Europa, o BIG abriu seu escritório mais recente em Barcelona, na Espanha. Liderado pelo sócio João Albuquerque, o estúdio busca gerar um impacto positivo e se integrar à cidade e à comunidade espanhola. Com uma série de projetos que se estendem do oeste ao leste da região mediterrânea — com destaque para o campus da Farfetch e do Fuse Valley em Portugal, o Joint Research Center em Sevilha para a Comissão Europeia e o Gastronomy Open Ecosystem para o Basque Culinary Center —, o BIG Barcelona está em constante evolução.

O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com o sócio do BIG Barcelona, João Albuquerque, sobre a criação do escritório catalão, sua trajetória no BIG, os próximos projetos da empresa e sua atuação nos mercados espanhol e do sul da Europa. 

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Habitar após o desterro: Novos habitats no Putumayo, Colômbia

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Este artigo de Jheisson Joseph Lasso Imbachi foi publicado originalmente com o título "Habitar tras el destierro: Desplazamiento forzado y retorno como configurador de nuevos hábitats en el Putumayo" na edição nº 30 da revista Dearq em 1º de maio de 2021 (DOI: https://doi.org/10.18389/dearq30.2021.05).

O texto explora os processos migratórios no sul do país, decorrentes de economias extrativistas que determinaram a organização territorial e provocaram desterros, deslocamentos forçados e dois fenômenos menos debatidos: o estabelecimento e a permanência da população em um território de acolhimento e o retorno ao seu lugar de origem. Para tanto, foram estudadas, analisadas e interpretadas fontes documentais e testemunhais que permitem uma aproximação direta com a comunidade deslocada pela violência, a fim de analisar as diversas formas de habitar após o deslocamento, concluindo com algumas considerações para futuras propostas de habitação rural de fácil acesso para a população vítima.

A seguir, apresentamos o texto como parte de uma colaboração conjunta para contribuir com a difusão de pesquisas, análises e opiniões que a comunidade acadêmica nacional e internacional elabora sobre arquitetura, temas urbanos e áreas afins.

Causa Comum: Novas perspectivas em Santiago do Chile

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A quarta temporada do podcast Causa Comum, uma coprodução entre a Fundación Lepe e a Fundación Aldea para o festival OH! Stgo, realizado em meados de janeiro em Santiago do Chile, aborda o passado, o presente e o futuro da capital, bem como o papel que seus/suas habitantes nela ocupam, priorizando o bem comum e a forma colaborativa de fazer, habitar e imaginar o lar compartilhado.

Sob a direção e coordenação de Francisca Cordero, Soledad Díaz de la Fuente, Magdalena Novoa e Trinidad Piriz, ao longo de seis capítulos são analisados histórias, comunidades, monumentos e espaços públicos que habitamos diariamente, sob novas perspectivas, apresentando temas que vão desde as múltiplas identidades de uma praça, a liderança feminina nos projetos de habitação e a construção da memória na cidade, até os cerros isla (morros-ilha) como oportunidades socioambientais, o habitar urbano mapuche e o edifício do GAM como expoente da arquitetura e da mudança social.

Pergunta séria: Como a indústria da construção deve avançar no caminho rumo ao net zero?

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É sabido que a indústria da construção está entre as maiores produtoras de CO2. Embora muito se tenha avançado na tecnologia e nos processos de projeto e construção, ainda há um longo caminho a percorrer para reduzir ao mínimo ou a quase zero as emissões de carbono no desenvolvimento dos habitats construídos. 

Afinal, hoje em dia, por mais revolucionária que a indústria da construção possa parecer, ela é responsável por quase 40% das emissões de dióxido de carbono do mundo, das quais 11% são resultado da fabricação de materiais de construção como o aço, o cimento e o vidro.

Quais são as últimas tendências para reduzir as emissões tanto no projeto quanto na fabricação de materiais? Como a indústria deve avançar rumo ao caminho da arquitetura net zero? Estas são algumas das perguntas que queremos que você nos ajude a responder. 

Quem ganhou o Prêmio Nacional de Arquitetura no Chile?

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O Prêmio Nacional de Arquitetura do Chile é concedido pelo Colegio de Arquitectos como reconhecimento a "uma vida dedicada ao serviço da arquitetura", segundo a instituição. Sua primeira edição ocorreu em 1969, ano em que Juan Martínez foi o primeiro vencedor do Prêmio Nacional de Arquitetura do Chile, sendo autor de obras históricas como a Faculdade de Direito da Universidade do Chile e o Templo Votivo de Maipú.

"The Lava Landscape", a mostra do David Pompa Studio é apresentada na Semana de Design de Milão 2022

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O estúdio David Pompa, fundado em 2013 e sediado na Cidade do México, é composto por profissionais de design, engenharia e fabricação estabelecidos no México e na Áustria. David Pompa cresceu em ambos os países e estudou design de produto em Londres. Ao longo do tempo, o estúdio tem demonstrado um forte interesse pelos materiais e pelas técnicas tradicionais e, desde a sua fundação, mantém um compromisso com a cultura mexicana, o que se reflete na criação de objetos de design estéticos e acessíveis. Desta vez, apresentam uma nova coleção para a Semana de Design de Milão 2022 na Via Simone Saint Bon, como parte do Fuorisalone de 5 a 12 de junho.

Pergunta aberta: Qual será o material do futuro?

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Embora a indústria da construção venha avançando há anos em novos campos, como biomateriais, nanotecnologia e impressão 3D, entre outros, ela continua sendo uma das mais atrasadas no que diz respeito ao uso da tecnologia. Muitas dessas inovações não passam de uma fase experimental. Como essa situação pode ser revertida?

"Mercado Retablo", uma nova proposta de design para o Mercado Municipal Playa Grau em Ayacucho

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“Mercado Retablo” é a proposta vencedora do II Concurso Semilla promovido pela organização MURU, que consiste em uma nova proposta de projeto para o Mercado Municipal Playa Grau, localizado na cidade de Ayacucho. Os/as arquitetos/as Santiago Nieto Valladares e Lucía Uribe Osores comentam que “o mercado propõe espaços públicos de qualidade que o constituem como um lugar de encontro, deixando de ser apenas um local de passagem e de comércio para acolher e abrigar atividades de integração social”.

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