Ao longo dos anos, as cafeterias se tornaram muito mais do que apenas um lugar para tomar um café delicioso. Desde que as primeiras cafeterias foram criadas, elas têm sido utilizadas como lugares sociais de reunião e pontos de encontro para o público. Paralelamente ao desenvolvimento das cafeterias veio a "cultura do café", um conjunto de tradições e regras sobre o modo como os cafés são usados e a maneira como essas deliciosas bebidas são apreciadas.
Os cafés estão por toda parte, não apenas nas ruas movimentadas de nossa cidade, são amados globalmente. Eles oferecem uma atmosfera calorosa e convidativa, com foco no interiores e na estética do espaço, bem como nos serviços que oferecem, visto que alguns cafés abrigam múltiplas funções. Portanto, a pergunta permanece: como as cafeterias estão explorando hoje a criação de novos espaços que são interessantes e trazem nova vida a esta cultura?
Uma das maravilhas do mundo antigo, as Pirâmides do Egito são ricas em história e mistério. Usando seus inigualáveis recursos para criar estruturas em uma escala sem precedentes, os antigos usaram a forma de pirâmide para construir ícones estruturalmente resistentes e visualmente poderosos, que sobrevivem à ação do tempo. Apresentando uma nova definição em termos de monumentalidade, essas maravilhas arquitetônicas são atemporais e continuam influenciando projetos hoje.
Embora suas origens sejam históricas por natureza, essa icônica estrutura está ressurgindo em muitos projetos arquitetônicos pelo mundo. Arquitetura de pirâmide moderna, para diferentes funções e usos. Em edifícios sustentáveis, museus, shoppings e estruturas residenciais, a tipologia piramidal é visualmente cativante e pode ser construída em uma variedade de materiais e ambientes.
Nos últimos anos, a indústria da construção tem enfrentado desafios sem precedentes. A falta de trabalhadores qualificados está aumentando os custos da mão-de-obra, há uma escassez global de moradias e os efeitos das mudanças climáticas em todo o mundo estão mais claras do que nunca. Portanto, questionar os métodos tradicionais de construção e empurrar os limites da inovação tornou-se uma prioridade, forçando o setor a implementar novas tecnologias à medida que eles embarcam na era da transformação digital. Há uma inovação, no entanto, que parece particularmente promissora: impressão em construção em 3D. Embora relativamente recente, a tecnologia já foi testada com sucesso em inúmeras estruturas, casas e prédios de apartamentos, reformulando a construção residencial como a conhecemos. Portanto, a impressão 3D poderia muito bem ser uma alternativa viável para soluções de moradias em massa mais eficientes, sustentáveis e econômicas em um futuro próximo, impactando positivamente a vida das pessoas e contribuindo para cidades mais verdes e saudáveis.
O processo de expansão das cidades, com o surgimento de novas frentes de povoamento, ocasiona uma consequente migração de partes da população residente e dos setores produtivo e comercial para novas áreas. Esse fenômeno tem, como um de seus resultados, o esvaziamento funcional e demográfico de regiões consolidadas das cidades brasileiras, levando a uma concentração de terrenos e edificações ociosos, subutilizados e degradados.
https://www.archdaily.com.br/pt/983566/a-gestao-ineficiente-dos-imoveis-publicos-nas-cidades-brasileirasPedro Duarte e Naiara Amorim
O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast explícito sobre design, arquitetura e cotidiano. Apresentado por David Lee e Marina Bourderonnet, profissionais da arquitetura, o programa recebe diferentes profissionais das áreas criativas em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Diversos temas são abordados com franqueza e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para profissionais de design, análises de edifícios e projetos, ou reflexões informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana David e Marina conversam com o arquiteto de interiores e designer Jaime Bush, diretor e fundador da Jamie Bush + CO., sobre crescer cercado por profissionais do design, da fotografia e das artes; estudar arquitetura no exterior, em Veneza; a transição para a arquitetura de interiores; o distanciamento entre a arquitetura e o design de interiores; como diferenciar as duas disciplinas; modelos de cobrança e muito mais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1135126/the-second-studio-podcast-entrevista-com-jamie-bushThe Second Studio Podcast
Pelos mais variados motivos, arquitetos são conduzidos para longe da prática profissional. Às vezes, no entanto, seguem projetando edifícios em outros meios e suportes. Vinicius Libardoni é um arquiteto e artista ítalo-brasileiro que migrou do Autocad para a gravura em metal, com passagem pela xilogravura, e vem construindo arquiteturas imaginárias desde então.
O tema maconha é um tabu. Baseados em suas crenças culturais e religiosas, os países têm opiniões diferentes sobre a legalização de produtos oriundos da cannabis. Nos Estados Unidos especificamente, cada Estado decide como lidar com a questão e a cada ano, mais e mais deles (agora 18 e o Distrito de Columbia, num total de 50) têm legalizado a venda e o uso recreativo de uma quantidade limitada de cannabis — embora ela continue ilegal em nível federal.
Sundance Square, um novo local central para a cidade de Fort Worth, TX, EUA. Imagem cortesia de PPS
Espaços públicos desempenham um papel significativo na organização de cada comunidade, mas definir o que os diferencia de outros espaços da cidade não é uma tarefa fácil. Uma vez que esses espaços começam a se instalar na memória coletiva das comunidades locais, tornam-se elementos-chave que concentram a imagem mental de uma cidade. Enquanto esse processo geralmente acontece com espaços urbanos, monumentos e elementos arquitetônicos isolados também podem se tornar marcos para a vida urbana de uma determinada região. Então, o que acontece quando eventos catastróficos como incêndios, guerras ou mesmo a pandemia alteram essa imagem?
Big meeting: Le Corbusier's LC4 Chaise Longue meets Eileen Gray's Adjustable table, Alvar Aalto's Stool 60, Verner Panton's Flowerpot pendant and Mies van der Rohe's Barcelona chair
O século XX é o período mais importante quando se trata de ícones de design de interiores. A lista de protagonistas que contribuíram para fazer essa era de design tão grandiosa é certamente muito grande para realmente fazer justiça a todos eles e seus designs clássicos de móveis. Por esse motivo, aqui apresentamos apenas uma pequena seleção de arquitetos e designers como Eileen Gray, Le Corbusier e Verner Panton, que escreveram a história do design ao longo do século passado, e que ainda continuam impressionando até hoje - todos os quais podem ser encontrados no Architonic. Nossa jornada inclui talentos extraordinários de todos os cantos do mundo: um olhar para o mundo dos móveis do passado, futuro e que no presente continua de destaque com a atemporalidade de sempre.
SUPERTOMATO é uma empresa de serviços focada em design corporativo. Centrados no cliente, oferecemos soluções de design de escritórios eficazes, sustentáveis e voltadas para o futuro.
A SUPERTOMATO está constantemente explorando as formas como as pessoas trabalham, buscando criar, por meio do design, ambientes de trabalho que reflitam a cultura de marca das empresas. Acreditamos que tais espaços são capazes de estimular e aumentar a produtividade, além de promover a saúde física e mental de forma dinâmica.
A SUPERTOMATO auxilia seus clientes a otimizarem seus investimentos em espaços corporativos de maneira inteligente, entregando ambientes que aliam estética e funcionalidade como retorno de valor.
Além de participar do desenvolvimento do Centro de Serviços ao Cidadão de Xiong'an — um projeto de escala nacional —, a equipe da SUPERTOMATO também conta com projetos realizados em Hong Kong, nos Estados Unidos, na Índia, entre outras regiões.
A SUPERTOMATO busca novos impulsos por meio de um constante questionamento interno:
Poucos espaços são tão íntimos e contemplativos quanto as salas de oração. Projetadas como estruturas autônomas e parte de projetos maiores, as salas de oração são feitas como uma arquitetura de introspecção. Localizados dentro de uma casa de culto ou espaço funerário, ou para fins próprios, estas salas silenciosas oferecem áreas tranquilas para considerar a vida e a passagem do tempo. Refletindo ideias mais amplas sobre fé e espiritualidade específicas, elas são projetadas como espaços de simbolismo e santuário.
Cerca de cinco hectares tem a Plaza de Cataluña, um dos centros nevrálgicos de Barcelona. Um lugar de convergência para os diversos bairros e turistas de todas as culturas e origens. Aqui, o escritório de arquitetura MAIO projetou e construiu uma cozinha urbana para o Festival Model - um evento que durante dez dias no mês de maio tomou a cidade como um campo de experimentação e debate.
Em projetos residenciais, os elementos de conforto ambiental são centrais para a concepção de propostas que estabeleçam um sentido de aconchego, acolhimento e sensação de pertencimento em um lugar protegido e seguro. A iluminação talvez seja o aspecto mais importante na conformação desse conjunto, já que ela é capaz de apontar usos específicos nos ambientes internos e externos das casas, estabelecer funções de uso prático ou de relaxamento, e destacar elementos arquitetônicos que atribuem grande valor às obras.
Por mais transitórios que sejam as tendências, elas sempre têm uma maneira de retornar. Vemos isso o tempo todo na moda, com a volta em grande estilo de peças de roupas que pensávamos que nunca mais veríamos. O design de interiores não é exceção. Embora este século tenha estabelecido o ideal sobre sofisticação e simplicidade sutis - com superfícies brancas, linhas limpas e acabamentos lisos -, elementos retrô ousados estão sendo revistos em interiores residenciais e comerciais. Seja na forma de paredes coloridas vibrantes, pisos com padrões geométricos intrincados ou peças de móveis de aparência vintage, parece haver uma apreciação renovada por elementos de design inspirados nas tendências da segunda metade dos anos 1900, principalmente dos anos 50 aos anos 80.
Assim como muitas decisões projetuais no campo da arquitetura, a escolha de elevar uma casa em relação ao terreno não tem impactos apenas estéticos, mas também - ou sobretudo - funcionais. Elevar um edifício do solo ajuda a afastar a umidade e melhorar a circulação do ar, ao mesmo tempo em que minimiza seu apoio no plano e, consequentemente, a necessidade de movimentação de terra para executar a obra. Assim, lajes suspensas são simultaneamente soluções arquitetônicas e bioclimáticas passivas, adequando-se bem ao clima quente e úmido que caracteriza a maior parte do Brasil.
Na história da arquitetura o conceito de beleza sempre esteve atrelado a diferentes fatores que representam, principalmente, os valores da sociedade em determinado período. O zeitgeist (espírito de época) certamente é crucial para essas definições, por isso, algo que já foi considerado belo no passado é passível de receber outra conotação hoje em dia. Nesse sentido, as preferências estéticas na arquitetura parecem estar atreladas a referências simbólicas implícitas na própria construção e na relação dela com o mundo. São preferências que exprimem convicções, ideologias e posicionamentos, assim como sentimentos morais, religiosos, políticos e, claro, símbolos de status de classe.
A concepção das janelas de um edifício é fator determinante para a salubridade e conforto térmico dos ambientes. No caso das janelas de piso a teto, a dupla vantagem que se tem a partir da boa iluminação dos espaços internos e ampla vista para a paisagem talvez seja o fator mais atrativo para a sua adoção em edifícios residenciais. Normalmente localizadas em pontos estratégicos, como nos espaços de convívio ou em quartos não direcionados à rua, esse tipo de janela promove uma eficiente integração entre os espaços internos e externos.
A atual produção arquitetônica enfrenta diversos paradigmas e um deles é o estético. Num cenário de constantes incertezas, edifícios com projeções, hologramas ou completamente automativos que a ficção científica tanto deslumbrou, assim como a própria tecnologia aponta como uma possibilidade porvir, parecem cada vez mais distantes da realidade. Hoje, a busca por uma maior identificação com o espaço construído tem sido ampliada ao invés de idealizar o novo pelo novo. Por isso, olhar para o passado tem apresentado diferentes perspectivas e é nessa mirada que talvez possamos imaginar uma nova estética futurística.
Localizado na área entre a avenida Sachsendamm e a estação de trem S-Bahn Berlin Südkreuz, em Schöneberg, o novo complexo de uso misto EDGE Suedkreuz Berlin foi concluído no mês passado pelo/a arquiteto/a radicado/a em Berlim Sergei Tchoban e seu escritório Tchoban Voss Architekten, que conta com filiais em Hamburgo e Dresden. O complexo é composto por duas estruturas independentes: o edifício Carré, de maior porte, e o edifício Solitaire, menor. Juntos, eles ocupam uma quadra inteira. Trata-se atualmente do maior complexo de edifícios em estrutura híbrida de madeira da Alemanha e um dos maiores da Europa.
"Os detalhes não são os detalhes. Eles fazem o design." -Charles Eames. A criação de espaços atraentes que antecipem as necessidades dos usuários depende de vários fatores: escala, circulação, funcionalidade e conforto. No entanto, as últimas décadas provaram que o apelo visual de um projeto também é muito importante para o espaço interno. Neste artigo, exploraremos o lado estético do design de interiores, analisando estilos populares em todo o mundo e como arquitetos e designers usam elementos como cores, móveis, acessórios e acabamentos para definir sua identidade espacial.
Todos os movimentos de arquitetura ao longo da história surgiram de mudanças na sociedade que exigiram um novo estilo que refletisse melhor a maneira como a tecnologia avançou e como as pessoas expressam suas crenças e valores políticos, religiosos e morais. Enquanto algumas mudanças ocorrem ao longo de um período de vários anos, outras são vivenciadas de maneira repentina. A Secessão de Viena foi, sem dúvida, o último caso. No final do século XIX, um grupo de artistas e arquitetos pretendia explorar o que a arte deveria ser no que se refere à restrições de influências globais que poderiam introduzir um novo modernismo.
Soluções para apartamentos de pequena escala estão se tornando cada vez mais necessárias, haja vista a redução da área dos apartamentos que vêm sendo construídos nos centros das maiores cidades do país. O alto preço do solo, associado às legislações em vigor, tem estimulado a construção de unidades cada vez mais diminutas – o que pode, por vezes, ser associado a uma redução na qualidade de vida dos residentes.
Mas isso nem sempre é o caso, e o projeto arquitetônico pode desempenhar um papel fundamental em tornar uma pequena caixa de concreto e alvenaria em um lar agradável e que atenda às necessidades de quem lá habitará. A seguir, reunimos 10 exemplos de apartamentos entre 24m2 e 48m2 construídos no Brasil que convertem as limitações físicas em qualidades espaciais.
No início da era do automóvel, suponha que Henry Ford e John D. Rockefeller tivessem perguntado como os planejadores urbanos poderiam aumentar a demanda por carros e gasolina. Considere três opções. Primeiro, divida a cidade em zonas separadas (moradia aqui, empregos ali, compras acolá) para criar viagens entre as zonas. Depois, limite a densidade para espalhar tudo e aumentar ainda mais as viagens. Terceiro, exija amplo estacionamento fora das vias em todos os lugares, para que os carros sejam a maneira mais fácil e barata de viajar.
Vitrines de lojas são o meio de comunicação com a clientela, a camada de transição entre a rua e o estabelecimento comercial. De seu surgimento no século II, no Império Romano, até hoje, muitas mudanças ocorreram até chegarmos nas vitrines atuais, que não exibem apenas produtos, mas também a identidade das marcas. Veja aqui o que considerar ao projetar uma vitrine.