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Da NASA aos pula-pulas: a evolução dos infláveis

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A arquitetura inflável deu asas à imaginação de visionários ambientais de todos os tipos. De figuras como Buckminster Fuller ao grupo Ant Farm, as estruturas infláveis prometem libertar as pessoas das intempéries da natureza ou da tirania da arquitetura. Desenvolvidos originalmente pelas Forças Armadas dos EUA como coberturas para radares no Ártico, os infláveis foram adotados pela NASA antes que seus segredos fossem revelados ao público, que passou a utilizá-los para resolver os mais diversos problemas, desde a cobertura de piscinas até estádios.

Quando o vintage encontra o moderno: 5 luminárias estilo celeiro que alcançam uma estética contemporânea

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Caracterizada por uma estrutura simples e telhado de duas águas, a tipologia tradicional de celeiro responde à sua função original: abrigar produtos agrícolas e gado. Nos últimos anos, no entanto, a estética dos celeiros evoluiu drasticamente, despertando o interesse de designers por seu charme rústico duradouro, forma minimalista, ornamentação refinada e modularidade — qualidades que há muito a tornam popular em refúgios de campo. Reinterpretada para se adequar a um estilo contemporâneo, essa tipologia vintage conquistou projetos modernos que buscam oferecer um refúgio da realidade densa e acelerada da vida urbana. Ao reformar fazendas históricas ou construir novas residências projetadas para se assemelharem a celeiros, arquitetos e arquitetas têm se inspirado nas origens industriais das instalações agrícolas tradicionais, mas com um toque moderno.

Um museu monolítico em Portugal e um centro de patrimônio digital na Coreia do Sul: 10 projetos culturais não construídos enviados ao ArchDaily

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Um museu monolítico em Portugal e um centro de patrimônio digital na Coreia do Sul: 10 projetos culturais não construídos enviados ao ArchDaily - Imagem de Destaque
The Library of SONGDO International City por DROO Da Costa Mahindroo Architect. Imagem © Visual Depiction

A seleção curada desta semana de Melhor Arquitetura Não Construída destaca projetos educacionais e culturais enviados pela comunidade do ArchDaily. A partir de exemplos de diversas partes do mundo, o artigo explora como esses espaços de conhecimento e descoberta são projetados para inspirar e informar.

Com um museu monolítico em Portugal, um centro de patrimônio digital com fachada de mídia na Coreia e um centro de pesquisa em mobilidade na Turquia, esta seleção abrange vários tipos de espaços educacionais e culturais, bem como diferentes abordagens em relação ao ambiente construído ou natural. Os projetos a seguir revelam as ideias que moldam os espaços de conhecimento em diferentes contextos, ilustrando diversas abordagens sobre o que constitui uma instituição cultural.

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Arquitetura e Cor: Explore 15 projetos com escadas externas vermelhas

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As escadas costumam ser um elemento inevitável no DNA de uma edificação. Hoje em dia, elas não apenas cumprem uma função prática, mas também se tornaram verdadeiros elementos de destaque, especialmente quando combinadas com uma cor que certamente atrairá olhares. Entre as cores quentes, o vermelho é considerado a mais poderosa. Se, por um lado, evoca sensações de alegria e energia, por outro, remete a alerta e perigo. O vermelho é capaz de estimular uma ampla gama de emoções e, por isso, seu uso deve ser cuidadoso, delicado e bem planejado. 

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A graphic novel como narrativa arquitetônica: Berlin e Aya

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As tiras de quadrinhos, a bande dessinée, a graphic novel. Todas fazem parte de um meio com uma conexão intrínseca com a narrativa arquitetônica. Trata-se de um meio que há muito tempo é utilizado para fantasiar e especular sobre possíveis futuros arquitetônicos ou, em um contexto menos espetacular, usado simplesmente como um recurso para mostrar o percurso em perspectiva por um projeto de arquitetura. No entanto, quando os quadrinhos mesclam ficção e imaginação arquitetônica, não ocorre apenas a especulação sobre cenários futuros. Há também o registro e a crítica das condições urbanas de nossas cidades contemporâneas ou do passado.

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De espaços rígidos a flexíveis: redefinindo os limites dos interiores de escritórios modernos

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À medida que continuamos a lidar com as repercussões da pandemia, o futuro dos escritórios e espaços de trabalho tem sido amplamente debatido. No entanto, alguns efeitos imediatos já são evidentes: o modelo rígido, essencialmente presencial, foi rapidamente substituído pelo trabalho híbrido, no qual a adaptabilidade e o conforto se tornaram as principais prioridades. Assim, embora as consequências a longo prazo ainda não estejam totalmente claras, as empresas certamente precisarão buscar o equilíbrio ideal entre os métodos tradicionais e o trabalho remoto, visando promover a eficiência e o bem-estar das equipes. Sob a perspectiva do design e da arquitetura, a demanda se concentrará em ambientes de trabalho flexíveis que estimulem a criatividade, a produtividade e o conforto – além de responderem aos desafios tecnológicos, econômicos e de sustentabilidade associados.

O telhado de ferro ondulado: vanguarda ou antiestético?

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É um elemento arquitetônico essencial, que costumamos notar imediatamente ao olhar para edifícios novos — o telhado. As coberturas que abrigam os edifícios de nossas cidades apresentam tipologias diversas. Telhados planos são comuns nos centros das grandes metrópoles, coberturas em quatro águas são escolhas populares para residências no mundo todo, e o telhado em duas águas é indiscutivelmente o mais comum de todos, sendo o tipo de cobertura mais frequente nas representações estilizadas de uma casa padrão.

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Painéis metálicos angulados para fachadas modulares, criativas e sustentáveis

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Seja integrando-se ao contexto urbano ou destacando-se para atrair a atenção, a fachada conta a história de um edifício. Trata-se de um meio expressivo pelo qual interagimos com a arquitetura, definindo as primeiras impressões e determinando o tom do interior ao experimentar com transparência, movimento, textura e cor, entre outras possibilidades estéticas. Naturalmente, o envelope também desempenha um papel funcional crucial, atuando como barreira protetora contra condições climáticas extremas e impactando diretamente a transmissão de luz, a eficiência energética e o conforto acústico. Os arquitetos e arquitetas enfrentam, portanto, um desafio importante: alcançar o equilíbrio entre uma estética atraente e o desempenho técnico. Para tanto, é fundamental especificar os materiais adequados ainda na fase de projeto.

Em busca do equilíbrio: 14 estúdios de yoga que apresentam espaços de prática harmoniosos

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Com origens na Índia antiga e transmitido oralmente ao longo das eras, o yoga tornou-se uma prática amplamente difundida e popular que engaja o corpo e o espírito para alcançar a quietude da mente e uma autoconsciência clara. Embora existam variadas vertentes de yoga que refletem diferentes origens e tipos de práticas, todas elas exigem uma combinação de movimento físico com consciência mental e espiritual. Os benefícios para as saúdes física e mental que uma prática regular pode proporcionar, mesmo em tempos turbulentos ou difíceis, foram reconhecidos pelas Nações Unidas no Dia do Yoga de 21 de junho de 2022, sob o tema "Yoga pela Humanidade". 

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Reconstruindo e destigmatizando o bairro Quarticciolo, em Roma

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

À primeira vista, Quarticciolo é um bairro atraente de Roma. Trata-se de um complexo de habitação social em escala humana, composto por edifícios de média altura vermelhos e amarelos dispostos em torno de pátios internos e jardins. Projetado pelo arquiteto Roberto Nicolini durante o regime fascista, esse aspecto de vilarejo não é encontrado nos massivos conjuntos residenciais do pós-guerra em outras partes da capital. À semelhança de outros/as arquitetos/as racionalistas, Nicolini se inspirou na cidade antiga. Baseando o traçado em uma malha ortogonal clássica, ele permitiu apenas uma estrutura alta: a Casa del Fascio (sede do partido fascista), uma torre fortificada que se impõe sobre a praça principal. A maioria dos edifícios foi construída entre 1938 e 1943 para abrigar uma população de classe trabalhadora que foi transferida à força do centro histórico de Roma para a periferia, abrindo caminho para as grandes obras públicas de Mussolini. 

Dia Mundial da Fotografia: uma seleção de fotógrafos e fotógrafas de arquitetura no México

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Arturo Arrieta

Painéis acústicos que proporcionam liberdade criativa: isolamento acústico de um edifício flutuante elíptico

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Os ruídos –especialmente aqueles que não podemos controlar– afetam profundamente tanto a saúde física quanto a mental. Sejam provenientes da rua, da vizinhança do andar de cima ou do cômodo ao lado, pesquisas sugerem que eles podem aumentar o estresse, reduzir a produtividade, interferir na comunicação e contribuir para o desenvolvimento de problemas como a hipertensão arterial. Em última análise, a qualidade acústica define a experiência de uso e (literalmente) dá o tom para o restante do interior. A má notícia é que a maioria dos materiais de construção convencionais utilizados hoje na arquitetura moderna –concreto, vidro, alvenaria– possui superfícies extremamente duras e propriedades acústicas limitadas, o que faz o som reverberar várias vezes e força as pessoas a elevarem a voz para se fazerem entender. Somado ao crescimento da densidade urbana e à adoção de layouts de uso misto nos projetos, tudo isso resulta em ambientes de vida e trabalho cada vez mais barulhentos, desconfortáveis e dispersivos.

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Wenk Associates: Trabalhando com a Água

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A necessidade de se adaptar rapidamente às mudanças climáticas assumiu, com razão, o centro das atenções. No entanto, as conexões entre as mudanças climáticas e a gestão de águas pluviais frequentemente passam despercebidas. As mudanças climáticas impactam o ciclo hidrológico ao aumentar a escassez de água e a frequência e intensidade das inundações, além de contaminar os cursos d'água. Gerenciar melhor as águas pluviais é fundamental para a gestão dos recursos hídricos e para a proteção de nossa segurança e da saúde do meio ambiente.

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Máxima flexibilidade: as possibilidades das paredes operáveis de dobra vertical

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Como resposta a um mundo em rápida transformação, a flexibilidade tornou-se prioridade absoluta no design de interiores contemporâneo. Isso explica, por exemplo, a crescente demanda por espaços amplos e multifuncionais em detrimento de layouts rígidos e fechados — como demonstra a tendência das cozinhas integradas. Essa mudança nas necessidades espaciais sugere que projetar para o presente e para o futuro significa criar espaços capazes de se adaptar facilmente a múltiplos usos: em um dia, uma sala pode ser destinada a um grande evento; no outro, pode ser necessária para atividades menores e mais reservadas. Diante disso, materiais, produtos e outros elementos do design de interiores devem responder à altura, integrando tecnologia e inovação para criar espaços flexíveis e, ao mesmo tempo, funcionais.

Se, como arquiteto/a, você não entende de negócios, está fora

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O ensino de arquitetura nunca foi concebido para preparar você para o lado empreendedor da gestão de um escritório. Na mente dos criadores que construíram o sistema que hoje define o caminho para a obtenção do registro profissional, a ideia nunca foi que você iniciasse um negócio de arquitetura de forma precoce. Existe um código, um conjunto de regras que o/a impulsiona a obedecer e a seguir uma visão unilateral de sucesso. 

Além da estética: tecnologias de cores funcionais para fachadas e coberturas

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O mistério das cores nos intriga desde a infância. Misturar tintas para criar novos tons ou observar os raios de sol e cristais formando arco-íris torna-se uma parte fascinante da nossa infância muito antes de ouvirmos falar em química e óptica. À medida que crescemos, a cor continua a desempenhar um papel fundamental em como vivenciamos o mundo, impactando o humor, as emoções, a produtividade e o comportamento. Isso explica por que os seres humanos são naturalmente atraídos por certas tonalidades; trata-se de algo intrínseco ao cérebro humano. Há uma percepção comum, por exemplo, de que as paletas de vermelho, laranja e amarelo geram uma sensação de calor e alegria, ao passo que tons de marrom, cinza e preto evocam tristeza e melancolia. Naturalmente, o mesmo se aplica ao design e ao ambiente construído, pois, juntamente com a textura, a luz e a sombra, os espaços ao nosso redor são definidos por tons e nuances que moldam o que vemos e como nos sentimos. Assim, a cor acaba transformando a maneira como percebemos, sentimos e vivenciamos a arquitetura.

O contínuo domínio asfixiante do grande setor imobiliário sobre Nova York

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Recentemente, o economista vencedor do Prêmio Nobel Paul Krugman escreveu no New York Times sobre as causas da crise de moradia inacessível em Nova York. Ele atribuiu o problema a alguns fatores, incluindo uma poderosa "monocultura" financeira na cidade, os NIMBYs (movimento "não no meu quintal") e o fato de a própria prefeitura bloquear novas construções. Esse último argumento, contudo — o de que o poder público municipal impede novas obras —, é um mito cada vez mais difundido e que precisa ser examinado.

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Como projetar espaços de conversa rebaixados?

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Entre todas as tendências inusitadas de design de interiores residencial que estão voltando com força, o poço de conversa — ou espaço de conversa rebaixado — é talvez uma das mais inesperadas. Esse famoso elemento dos anos 1970, simultaneamente retrô e moderno, oferece um refúgio acolhedor na residência, totalmente livre das distrações da televisão e do cinema. Longe de ser um local para se conectar a dispositivos eletrônicos, trata-se de uma ampla área projetada para que as pessoas se sentem e conversem de verdade — um espaço de que, talvez, todos nós precisemos atualmente.

Um pavilhão flutuante na Eslovênia e uma ciclovia entre as copas das árvores na Itália: 10 projetos de espaços públicos não construídos enviados ao ArchDaily

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Uma das principais responsabilidades de urbanistas e designers é criar locais na cidade para encontros, manifestações, lazer e descanso. A seleção a seguir de espaços públicos não construídos apresenta projetos que expandem essas áreas para além de margens ou orlas fluviais, devolvem às comunidades locais espaços antes subutilizados e buscam otimizar áreas frequentemente negligenciadas. Intervenções desse tipo são fundamentais para melhorar a qualidade de vida da população e tornar as cidades mais agradáveis de se viver.

A seleção desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily. Localizados próximos a um patrimônio mundial da UNESCO na Itália, sobre um lixão ilegal em Dallas, no Texas, ou em uma cidade medieval no norte da Espanha, os projetos reunidos nesta curadoria mostram como arquitetos/as e urbanistas reconhecem o potencial dos espaços urbanos.

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Livros Model: 90 publicações de arquitetura na Praça Real de Barcelona

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Livros Model: 90 publicações de arquitetura na Praça Real de Barcelona - Imagem 9 de 4
Libros Model: uma seleção de livros internacionais na Plaza Real de Barcelona. Imagem

“Libros Model” apresenta-se na Plaza Reial de Barcelona sob os cuidados de sua própria curadora, Ethel Baraona. Com o apoio de Santiago Bogani, eles conversam com cada um dos visitantes curiosos que perguntam o motivo daquele muro e mesa de madeira repletos de publicações de arquitetura.

Trata-se de uma seleção de 90 livros de diferentes editoras internacionais que promovem e difundem obras e ideias no campo da arquitetura, convidando à reflexão sobre o tema principal do Model. Festival de Arquiteturas de Barcelona: Re-crescer.

Como parte do “Libros Model”, um conjunto de livrarias e bibliotecas de Barcelona também apresentará coleções especiais para refletir sobre os os cinco eixos desta primeira edição do festival: Entre-Classes, Entre-Culturas, Entre-Espécies, Entre-Gerações e Entre-Matérias.

De 'A Bestiary of the Anthropocene' a 'Icebergs, Zombies, and the Ultra-Thin', apresentamos a seguir a seleção completa de livros com curadoria de Baraona.

A desconcertante arquitetura das cidades cobertas

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O Urbanismo de Interiores descreve espaços internos tão amplos que se comportam como verdadeiras cidades. Esse tipo de construção pode se desenvolver tanto a partir de um crescimento ad hoc ao longo do tempo quanto como um conjunto de volumes planejado e projetado de maneira coesa. Cada abordagem apresenta oportunidades e desafios próprios no que diz respeito à eficiência e à integridade arquitetônica. Este vídeo explora ambas as vertentes, utilizando como exemplos o Pedway de Chicago e o hotel Hyatt Regency, projetado por John Portman próximo ao aeroporto de O'Hare. Stewart Hicks visita esses locais, discute as implicações de trazer o urbanismo para os ambientes internos e compara as qualidades espaciais de cada um — o urbanismo contingente e cru do Pedway em contraste com a perfeição impecável do lobby e do centro de convenções do hotel.  

Explore o caminho para a arquitetura de carbono zero chinesa a partir da Avaliação do Carbono no Ciclo de Vida (LCA)

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A mitigação das mudanças climáticas tornou-se uma questão prioritária, com o setor da arquitetura e da construção sendo responsável por 38% das emissões globais de CO2 relacionadas ao uso de energia. Em dezembro de 2015, o Acordo de Paris propôs limitar o aquecimento global a menos de 2 °C acima dos níveis pré-industriais, com esforços para não ultrapassar 1,5 °C. Para atingir a meta do Acordo de Paris, o setor deve alcançar emissões líquidas zero de carbono até 2050.

Durante a 75ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, em 22 de setembro de 2020, a China declarou o compromisso de atingir o pico das emissões de dióxido de carbono antes de 2030 e alcançar a neutralidade de carbono até 2060. O país definiu sua meta de neutralidade de carbono e suas estratégias de execução com o objetivo de enfrentar as preocupações climáticas e ambientais globais de maneira eficaz.

O que fazer com as casas do império?

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Em junho de 2020, a estátua do traficante de escravizados do século XVII Edward Colston foi derrubada na cidade de Bristol, no sudoeste da Inglaterra. Antes disso, o monumento ficava sobre um pedestal em um proeminente parque público, até ser arrastado e jogado no porto de Bristol por manifestantes do movimento Black Lives Matter. O ato desencadeou um confronto com o passado há muito esperado no Reino Unido e em outras nações ocidentais — um debate que exige uma análise mais profunda sobre os monumentos que ocupam nossas cidades e sobre quão profundamente o imperialismo pode estar interligado a elementos do ambiente construído. Diante disso, a eterna questão que se coloca é: o que fazemos com esses edifícios?

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A Forma Segue a Diversão: O Novo Paradigma

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Se a cultura de rua é o amálgama que mantém coeso o ambiente urbano, o que acontece quando seus habitantes não precisam mais sair de casa? Esta é uma das questões fundamentais enfrentadas por profissionais da arquitetura hoje, décadas após o movimento do Novo Urbanismo ter popularizado — ou melhor, resgatado — o conceito de ruas de uso misto, e mais de sessenta anos depois de Jane Jacobs ter defendido, de forma célebre, as ruas caminháveis como essenciais para a construção de comunidades urbanas vibrantes.

Há muito ficaram para trás, naturalmente, os dias em que as ruas da cidade eram nossa única alternativa ou opção de acesso ao comércio e a outros serviços. Hoje, a internet nos oferece tudo isso e muito mais: compras remotas, transações bancárias, educação e até mesmo cuidados de saúde. Paralelamente, as redes sociais transformaram a forma como nos comunicamos com as pessoas em nossas redes de amizades e vizinhança. Tudo isso para dizer que já não precisamos sair para interagir socialmente ou obter serviços; nós escolhemos fazer isso.

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