O que fazer com as casas do império?

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Em junho de 2020, a estátua do traficante de escravizados do século XVII Edward Colston foi derrubada na cidade de Bristol, no sudoeste da Inglaterra. Antes disso, o monumento ficava sobre um pedestal em um proeminente parque público, até ser arrastado e jogado no porto de Bristol por manifestantes do movimento Black Lives Matter. O ato desencadeou um confronto com o passado há muito esperado no Reino Unido e em outras nações ocidentais — um debate que exige uma análise mais profunda sobre os monumentos que ocupam nossas cidades e sobre quão profundamente o imperialismo pode estar interligado a elementos do ambiente construído. Diante disso, a eterna questão que se coloca é: o que fazemos com esses edifícios?

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O Reino Unido abriga uma grande variedade de imponentes casas de campo — grandes mansões no interior britânico que historicamente pertenciam à nobreza ou à aristocracia rural. Esses locais tornaram-se destinos de lazer populares, atraindo visitantes interessados em contemplar sua arquitetura e paisagismo. Antes do início da pandemia de COVID-19, por exemplo, os locais geridos pela English Heritage recebiam mais de 10 milhões de visitantes por ano.

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Sobre este autor
Cita: Maganga, Matthew. "O que fazer com as casas do império?" [What Do We Do With the Houses of Empire?] 07 Jul 2026. ArchDaily em Português. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/1135228/o-que-fazer-com-as-casas-do-imperio> ISSN 0719-8906

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