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Artigos

A prolífica carreira de um dos primeiros inovadores da Bauhaus: Laszlo Moholy-Nagy

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O artista húngaro László Moholy-Nagy foi um dos mais influentes pensadores, designers e educadores de arte da primeira metade do século XX. Suas experimentações com luz, espaço e forma atraíram atenção internacional. Entre aqueles que se impressionaram com o trabalho de Moholy-Nagy estava Walter Gropius, arquiteto alemão e fundador da escola Bauhaus, que tornou Moholy-Nagy um dos docentes mais jovens da história da instituição. Em sua passagem pela Bauhaus, Moholy-Nagy utilizou práticas artísticas multidisciplinares para revolucionar os meios da arte abstrata.

Mas quem foi, afinal, este artista?

Em memória de Will Alsop: o Cavaleiro da Távola Quadrada

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Em memória de Will Alsop: o Cavaleiro da Távola Quadrada - Image 2 of 4
Will Alsop. Imagem via Malcolm Crowther [Wikipedia] CC BY-SA 3.0

Nesta ocasião, o arquiteto Luis Bretón, do Coletivo ARKRIT, nos traz um artigo que se aprofunda na vida e na obra do recentemente falecido arquiteto Will Alsop.

No dia 12 de maio passado, faleceu, após uma breve enfermidade, o arquiteto britânico Will Alsop. O mais polêmico, controverso e irreverente a serviço de Sua Majestade.

A renúncia a ocultar as marcas dos processos materiais na edificação

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Nesta ocasião, o arquiteto Rodrigo Rieiro Díaz, do Coletivo ARKRIT, nos traz um artigo que analisa como alguns/as arquitetos/as contemporâneos/as têm se recusado a ocultar as feridas das edificações decorrentes de seus processos materiais em projetos de reabilitação, numa espécie de aposta para enfatizar a preexistência como atrativo plástico.

Embora seja verdade que não pintar — ou não cobrir com mata-juntas — os sinais dos processos materiais na edificação durante as etapas voltadas à sua reutilização represente uma economia financeira, parece haver por parte de certos/as arquitetos/as contemporâneos/as uma vontade que vai além da mera eliminação de um item do orçamento.

De fato, existe uma tradição contemporânea, a da reutilização de edificações industriais como espaços de arte, na qual essa prática é habitual. Esse modelo de centro expositivo, a meio caminho entre a galeria e o ateliê de artistas e voltado a um público jovem e urbano, já conta com uma tradição de pelo menos 40 anos. Há, no entanto, algo de consagração do método em sua utilização pelas prefeituras de grandes cidades europeias para suas instituições culturais, bem como na excelente recepção dessas intervenções nos meios acadêmicos e profissionais.

Como será o planejamento urbano em 2052?

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O planejamento pode, por vezes, parecer um trabalho de Sísifo. Tecnologias emergentes, economias em transição e mudanças de governo podem provocar transformações dramáticas e imprevisíveis em curto prazo. Sendo assim, de que adianta planejar o futuro — e, menos ainda, um futuro a quase meio século de distância?

Esta questão estará no centro do “Planning 2052”, uma conferência de um dia que será realizada em Londres como parte da programação da Trienal de Arquitetura de Oslo de 2019. A equipe de curadoria, que concentra a próxima Trienal no conceito de “Decrescimento”, liderará uma série de workshops intensivos e interdisciplinares voltados para a formulação de métodos estáveis de planejamento para o futuro. O sucesso, segundo a equipe, reside em afastar-se dos ciclos previsivelmente imprevisíveis e encarar o planejamento sob uma perspectiva mais essencial.

Formas alternativas para os/as arquitetos/as fazerem arquitetura

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Quanto mais converso com estudantes de arquitetura, mais ouço este descontentamento comum: “Não quero me tornar arquiteto/a”. Apesar de enfrentarem longas horas de ateliê para obter um diploma profissional de cinco anos, curiosamente poucos/as colegas de fato desejam se tornar o tipo de arquiteto/a que projeta edifícios.

Além das alternativas convencionais, como o design de interiores ou o design gráfico, há uma tendência crescente de escritórios que utilizam habilidades arquitetônicas para além do escopo de projetar condomínios de luxo para clientes ricos. Para futuros/as arquitetos/as (e também para os/as que já atuam), apresentamos a seguir exemplos de escritórios que podem não corresponder ao que se imagina inicialmente fazer com o diploma, mas que dão uma amostra do potencial de atuação que possuem.

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Completando a obra inacabada de Utzon: concurso Utzon UNBUILT convida arquitetos/as de todo o mundo a participar

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Para a maioria das pessoas, o nome de Jørn Utzon (Jørn Utzon) está intrinsecamente ligado à sua obra mais famosa, a Ópera de Sydney. Concluída em 1973 e declarada Patrimônio da Humanidade em 2007, a Ópera fez de Utzon o segundo arquiteto a receber essa distinção em vida, precedido apenas por Oscar Niemeyer. Trata-se de uma consagração histórica. O projeto é, sem dúvida, uma das obras arquitetônicas mais célebres e importantes do século XX, além de ser uma criação muito à frente de seu tempo. A obsessão pelo detalhe e o caráter futurista de suas propostas fizeram com que muitos de seus projetos permanecessem não construídos ou desconhecidos até o momento de sua morte, em 2008.

Quando o Parque Bustamante se tornou um ponto de referência em Santiago?

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O Parque Bustamante é atualmente uma das áreas urbanas mais frequentadas da comuna de Providencia. Concluído em 1946, resulta da renovação do que outrora foram as antigas linhas ferroviárias que conectavam a antiga Estação Pirque — atual praça que nos reúne — e o vilarejo de Puente Alto.

Como um dos muitos parques lineares da cidade, vale a pena nos perguntarmos quais são as qualidades que tornaram o Parque Bustamante um ponto de referência em Santiago.

O fracassado memorial do terremoto no México que mostra como o protesto ainda pode moldar o ambiente urbano

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O fracassado memorial do terremoto no México que mostra como o protesto ainda pode moldar o ambiente urbano - Image 1 of 4
O memorial proposto para as vítimas do terremoto na Cidade do México encontrou forte resistência por parte dos moradores, que sentiram que as autoridades não haviam feito o suficiente pelas pessoas que ficaram desabrigadas pela tragédia. Imagem via Common Edge

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge como "Carta da Cidade do México: um memorial insidioso para uma tragédia ainda em curso."

Quem olha para a Cidade do México hoje — uma metrópole densamente povoada, onde espaços vazios são raridade — dificilmente imaginaria que, décadas atrás, após um terremoto devastador em 19 de setembro de 1985, mais de 400 edifícios desmoronaram, deixando uma série de feridas abertas espalhadas pela paisagem urbana.

Exatamente 32 anos depois, o aniversário daquele desastre foi sinistramente lembrado com um exercício de evacuação de emergência. Então, em um daqueles episódios estranhos em que a realidade se mostra mais surpreendente que a ficção, um tremor repentino apenas duas horas após o simulado desencadeou o que viria a ser outro dos terremotos mais letais da história da cidade. Edifícios desmoronaram mais uma vez, deixando um número de mortos que subia a cada hora — chegando a 361 no total —, além de multidões de pessoas atordoadas vagando pelas ruas, tentando freneticamente falar com seus entes queridos em meio ao sinal fraco de celular. "Tínhamos acabado de evacuar no simulado", as pessoas diziam, como um mantra coletivo. "Como isso pôde acontecer de novo?"

Transparência e Conectividade: A passarela de vidro que conecta os edifícios American Copper Buildings do SHoP Architects

Dançando harmonicamente em um ritmo próprio, a famosa silhueta de Nova York ganhou um novo marco com um impressionante par de arranha-céus às margens do East River. As duas torres residenciais revestidas de cobre lembram um casal dançando, levemente inclinadas para trás e unidas por uma passarela com acabamento metálico reflexivo a meia altura. O vidro para a passarela elevada de 100 metros de altura deste projeto extraordinário foi desenvolvido pela empresa suíça especializada Glas Trösch, que criou um vidro duplo insulado complexo com uma malha metálica laminada internamente para proporcionar um acabamento brilhante.

O projeto dos American Copper Buildings superou os desafios impostos pelas diretrizes de desenvolvimento e zoneamento urbano, que ajudaram a determinar a implantação e os volumes arquitetônicos. Isso torna o resultado final ainda mais impressionante: o escritório nova-iorquino SHoP Architects criou um complexo de edifícios singular para a incorporadora JDS, que se destaca tanto pela escolha dos materiais quanto por sua forma — mesmo em uma cidade com uma identidade arquitetônica tão marcante quanto Nova York. O elemento central do projeto é a passarela suspensa (Skybridge), que vai além de uma função puramente estética, pois interliga a infraestrutura de instalações de ambas as torres e está integrada ao projeto estrutural estático do edifício.

Reflexões sobre a eternidade das obras na Argentina

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Quando perguntaram a Clorindo Testa o que sentia ao saber que uma de suas obras, a Casa Di Tella, seria demolida, ele respondeu: “Eu acredito que as obras não são feitas para durar. Pode-se dizer que o Coliseu de Roma vai perdurar. Não vão colocar abaixo a Catedral de Notre Dame, nem o Duomo de Milão. Mas, quando se faz uma obra, não se fica pensando que ela será memorável e durará para sempre. Obras com essas características têm proprietários/as, e os/as proprietários/as mudam de ideia. As pessoas e a sociedade também mudam: o que era válido vinte anos atrás, hoje não é mais. É inevitável que seja assim. Pessoalmente, não me incomoda em nada que demolam uma obra minha: não faço as coisas para que durem para sempre. Você faz as coisas para que funcionem quando são encomendadas, e elas duram o que têm que durar. A Casa Di Tella foi feita para Di Tella, e Di Tella morreu. Em certo sentido, já não é mais a casa dele... Passou a fazer parte de um instituto que a comprou. Portanto, as funções de que necessita agora são outras”. [1]

No discurso de Testa, nota-se uma notável humildade que parece pouco frequente no DNA do/a arquiteto/a que anseia pela eternidade de suas obras. Afinal, esse desejo de eternidade nos foi imposto quase como uma ordem, uma necessidade. Palladio bem sabia disso ao mencionar Vitrúvio: “utilidade, perpetuidade e beleza”.

Parque María Behety, segundo lugar no XXXII Concurso CAP Chile

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A equipe formada por Francisca Méndez, Francisca Campos e Lucero Arce (Universidad Mayor) conquistou o segundo lugar no XXXII Concurso CAP Chile. Projetado para Punta Arenas, o projeto conhecido como Parque María Behety propõe “levar o Chile a Punta Arenas”, uma ideia que busca trazer diversas espécies do país para a cidade como atração turística, segundo as autoras.

O júri do certame destaca que se trata de um projeto “que ousa por meio de elementos claros e categóricos para gerar grandes vãos, onde as peças de aço se destacam para dar origem a três volumes que surgem como icebergs ao longo do parque. E é justamente essa clareza o que se exige no nível de resolução das estruturas, perfeitamente ajustáveis”.

Estes são os projetos vencedores das distinções do Concurso Arquitectura Caliente 2018

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Após analisar 94 projetos de estudantes de graduação provenientes de 20 escolas de arquitetura distribuídas em 8 regiões do Chile, o júri do Concurso Arquitectura Caliente 2018 apresentou os projetos vencedores de sua mais recente edição.

Trata-se de projetos de todo o país e de diversas tipologias: desde planejamento urbano até residências estudantis, passando por projetos de paisagismo e iniciativas estruturais para emergências.

Nesta ocasião, apresentamos os projetos premiados com as distinções regionais a seguir:

Bogotá, segundo a fotografia de Manuel H.

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A modernização de Bogotá entre 1940 e 1970, capturada em reportagens fotográficas urbanas e arquitetônicas, foi registrada em diversos livros, revistas e fotolivros da época, bem como em imagens de arquivos públicos e privados da cidade. Todas essas imagens revelam uma abordagem intencional, e até mesmo crítica, de como a arquitetura moderna reconfigurou os centros urbanos e relacionou os novos edifícios e espaços com a paisagem urbana existente.

Quando se trata de analisar o impacto do fotojornalismo, é necessário falar de Sady González, Manuel H. e Daniel Rodríguez. A arquitetura e a cidade funcionam como o pano de fundo para as cenas da vida urbana, personagens, acontecimentos e atividades cotidianas, e suas fotografias são um testemunho gráfico imprescindível para compreender a transformação da cidade e seu contexto histórico.

Nesta edição de Bogotá sob o olhar de 10 fotógrafos e fotógrafas, conheceremos o legado de Manuel H.:

Mesquita Amir Shakib Arslan fotografada por Bahaa Ghoussainy

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Na cidade de Moukhtara, no Monte Líbano, o escritório L.E.FT Architects transformou uma estrutura de 100 metros quadrados em uma mesquita pitoresca e simbólica. A Mesquita Amir Shakib Arslan é uma releitura do antigo versus o novo, com uma estrutura de aço branco sobreposta a um edifício de alvenaria preexistente com abóbadas de aresta. A geometria angular das chapas de aço é resultado do alinhamento da estrutura em relação a Meca.

O/A fotógrafo/a de arquitetura libanês/esa Bahaa Ghoussainy divulgou uma nova série de imagens que acentuam o contraste existente entre o projeto arquitetônico da mesquita e a representação tradicional das mesquitas e orações islâmicas. A justaposição de um local sagrado islâmico construído em uma cidade não islâmica se traduz no próprio desenho arquitetônico, fundindo dois estilos dissonantes em uma única estrutura complementar.

Mesquita Amir Shakib Arslan fotografada por Bahaa Ghoussainy - Image 1 of 4Mesquita Amir Shakib Arslan fotografada por Bahaa Ghoussainy - Image 2 of 4Mesquita Amir Shakib Arslan fotografada por Bahaa Ghoussainy - Image 3 of 4Mesquita Amir Shakib Arslan fotografada por Bahaa Ghoussainy - Image 4 of 4Mesquita Amir Shakib Arslan fotografada por Bahaa Ghoussainy - Mais Imagens+ 13

Parque Cultural Ruínas de Chambeque, um dos 10 vencedores do Concurso Arquitectura Caliente 2018 em projetos de graduação

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Projetado por Nicolás Moraga, o projeto Parque Cultural Ruinas de Chambeque foi escolhido um dos 10 vencedores na categoria Projetos de Graduação do Concurso Arquitectura Caliente 2018 (CAC 2018), premiação chilena organizada pelo Grupo Arquitectura Caliente e financiada pelo Ministério das Culturas, das Artes e do Patrimônio.

A ruína não anuncia apenas o fim de um ciclo, mas é também a primeira etapa de um longo processo de transformação. Partindo dessa premissa, propõe-se a recuperação progressiva do setor de Chambeque por meio de uma série de intervenções arquitetônicas que darão forma a um novo parque de uso público, cultural e educativo para a cidade de Lota e para a região.

Estes são os 10 edifícios mais altos da América Latina

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A humanidade sempre foi obcecada em superar seus próprios limites, estabelecendo recordes apenas para quebrá-los repetidamente. Assim, o skyline das nossas cidades sempre foi definido por quem detém o poder em cada época: se antes foram as igrejas, depois vieram as instituições do Estado e, nas últimas décadas, são os arranha-céus privados que nos lembram quem pode chegar mais alto, literalmente.

Você sabe qual é o edifício mais alto da América Latina? Instituições especializadas como o CTBUH (Council on Tall Buildings and Urban Habitat) estabeleceram parâmetros para definir objetivamente a altura de um edifício, desconsiderando antenas e outros artifícios para somar alguns metros. Vejamos o que o CTBUH nos diz sobre os arranha-céus mais altos da América Latina.

A atualização mais recente desta lista é de julho de 2018.

Todo es cancha, um dos 10 vencedores do Concurso Arquitectura Caliente 2018 em projetos de graduação

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Com autoria de Sebastián Simonetti, o projeto Todo es cancha foi escolhido como um dos 10 vencedores na categoria Trabalhos de Conclusão de Curso do Concurso Arquitectura Caliente 2018 (CAC 2018), premiação chilena organizada pelo Grupo Arquitectura Caliente e com o financiamento do Ministério das Culturas, das Artes e do Patrimônio do Chile.

O futebol amador, por meio de sua tipologia arquitetônica do campo de bairro, é um meio de organização e de identidade local. Sua importância reside no limite do campo, onde toda a comunidade que envolve esse espaço público expressa sua identidade.

Parte dos 207 campos de Santiago encontra-se em processo de abandono, tornando-se problemas para as comunidades locais. Esses espaços foram fechados em seus limites com muros herméticos, desperdiçando seu potencial programático. A proposta Todo es Cancha propõe uma crítica a esse espaço público em potencial e defende a combinação do campo de futebol com intervenções arquitetônicas que transformem essas tipologias em espaços permanentemente ativos.

5 lições da palestra de Norman Foster no Barbican

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Após ser condecorado cavaleiro em 1990 por seus serviços à arquitetura, vencer o Prêmio Pritzker em 1999 e, no mesmo ano, tornar-se membro da nobreza britânica, pode-se argumentar que não há arquiteto/a vivo/a que tenha causado maior impacto na vida urbana do que Norman Foster. Em uma palestra recente, Foster falou para um Barbican Hall lotado sobre o futuro de nossa paisagem urbana em crescimento, na sétima edição da série Architecture On Stage, organizada pela The Architecture Foundation em parceria com o Barbican. Embora o conteúdo estivesse repleto de declarações e previsões grandiosas, em uma escala semelhante à dos projetos realizados pelo escritório de Foster, foi a sua abordagem de resolução de problemas que ofereceu uma visão mais profunda sobre o homem por trás da obra. As 5 lições a seguir, extraídas da apresentação, não garantem níveis de sucesso semelhantes aos de Foster, mas podem ajudar a navegar pelos desafios que a arquitetura impõe, tanto pessoal quanto profissionalmente.

Teste seus conhecimentos sobre a arquitetura britânica com as perguntas do teste de cidadania do Reino Unido

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Para quem deseja obter a cidadania britânica, é necessário cumprir todos os requisitos do processo, o que inclui passar no aparentemente difícil teste Life in the UK. Grande parte da própria população britânica teria dificuldades com algumas das perguntas apresentadas, apesar de viver no Reino Unido desde o nascimento, uma vez que elas exigem conhecimentos históricos, geográficos e literários.

O teste contém 24 questões de múltipla escolha que podem abranger desde o sistema político britânico até o festival de Glastonbury e o tradicional almoço de domingo (roast beef). Como a arquitetura e a arte ocupam um papel central na cultura britânica, o conhecimento sobre esses temas é considerado essencial para qualquer pessoa que queira se tornar cidadã do Reino Unido. Faça o teste você também e descubra quanto conhece sobre a arquitetura britânica:

Ouça 'Música para maquetar', uma playlist do ArchDaily en Español no Spotify

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Como você sabe, o ArchDaily uniu forças com o Spotify, a maior plataforma de streaming de música do mundo. Desde o primeiro momento, temos compartilhado nossas próprias playlists para esses momentos da vida de todos os arquitetos e arquitetas. Paralelamente, convidamos arquitetos e arquitetas da América Latina e da Espanha para compartilhar a música que os inspira ou, melhor ainda, aqueles sons que marcaram suas carreiras.

Nesta edição de ArchDaily em Espanhol + Spotify, compartilhamos nossa playlist mais popular: Música para Maquetear. Se você precisa passar horas entre papel-cartão e renders, esta lista de dez horas acompanhará você durante essa longa madrugada.

Como julgar um edifício: ele faz você se sentir mais, ou menos, vivo?

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Este trecho foi originalmente publicado no Common Edge como "O Legado de Christopher Alexander: Critérios para uma Arquitetura Inteligente."

Em sua monumental obra de quatro volumes, The Nature of Order, Christopher Alexander discorre sobre uma arquitetura inteligente, sensível e responsiva às necessidades e à sensibilidade humanas por meio da adaptação aos edifícios existentes e à natureza. Trata-se de uma nova maneira de ver o mundo — uma forma de nos conectarmos a ele e a nós mesmos — que, no entanto, assemelha-se profundamente às formas mais antigas de conexão.

Mais massa não significa menos luz: experimentar com maquetes de concreto

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Entre maquetes e mãos, um contato que nunca deve ser perdido. Essa experiência nos provoca silêncio. Parar no tempo para pensar no cuidado ao fazer uma maquete de concreto. Não é preciso dizer muito, pois tudo é dito através dessas expressivas maquetes acompanhadas de um texto pessoal, que transmite com beleza e simplicidade a importância deste processo manual para a prática da arquitetura.

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'Flocking Tejas': gerar um corpo geométrico complexo com telhas de argila suspensas

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BASE Studio, estúdio de design e pesquisa de sistemas arquitetônicos inovadores, projetou o "Flocking Tejas", um pavilhão composto por telhas artesanais de argila que surge como um sistema arquitetônico, potencializando as possibilidades de materiais feitos à mão e sistemas adaptativos, gerando, em essência, uma experiência que alimenta a curiosidade de seus usuários e usuárias.

O projeto foi finalista no concurso YAP_Constructo 8, dirigido pelo arquiteto Marcelo Sarovic e pela arquiteta Jeannette Plaut.

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Eligemadera.com: software e curso online de estruturas de madeira

Atualmente, a indústria da construção civil enfrenta exigências cada vez maiores por projetos ecologicamente corretos, como certificações de construção sustentável e eficiência energética. Diante disso, torna-se essencial reconhecer o valor ecológico da madeira como um substituto renovável de outros materiais mais intensivos em consumo energético e causadores de altas emissões de CO2.

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