
Nesta ocasião, o arquiteto Rodrigo Rieiro Díaz, do Coletivo ARKRIT, nos traz um artigo que analisa como alguns/as arquitetos/as contemporâneos/as têm se recusado a ocultar as feridas das edificações decorrentes de seus processos materiais em projetos de reabilitação, numa espécie de aposta para enfatizar a preexistência como atrativo plástico.
Embora seja verdade que não pintar — ou não cobrir com mata-juntas — os sinais dos processos materiais na edificação durante as etapas voltadas à sua reutilização represente uma economia financeira, parece haver por parte de certos/as arquitetos/as contemporâneos/as uma vontade que vai além da mera eliminação de um item do orçamento.

