Situamo-nos na Madri dos anos 80. Concretamente na Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Madrid [E.T.S.A.M.], uma universidade à sombra da de Barcelona, cidade otimista em relação às transformações urbanas. Uma cidade que confiou em seus/suas arquitetos/as, estimulando sua participação na reconstrução da própria identidade. Enquanto isso, a cidade de Madri parecia se ativar a partir de outras perspectivas. Esta estimulava outros setores artísticos, deixando os/as jovens arquitetos/as sem muitas possibilidades para exteriorizar seu entusiasmo compartilhado. Iñaki Ábalos e Juan Herreros pertenciam a essa geração madrilenha. Eles, como tantos/as outros/as, tiveram que esperar e traçar estratégias intelectuais para definir esses novos limites profissionais e territoriais que reconstruiriam a Madri do futuro.
A obra de Ábalos & Herreros não é apenas um exercício virtuoso de superfícies e técnicas construtivas, mas soma a isso o estabelecimento de mesclas, de conexões e relações espaciais. Estabelecer vínculos que façam dialogar todas as peças: o existente com o novo, as pessoas e os objetos, o edifício e a paisagem, etc. Sua arquitetura recolhe o legado da Modernidade para traduzir seus gestos em algo, talvez novo e inovador para um/a observador/a menos atento/a, embora intrinsecamente carregado de toda a experiência tecnológica acumulada durante o século XX. Fazem tudo isso de uma forma ilustrativamente modesta, propondo-se a resolver os problemas de sempre de uma maneira diferente. A sua não é uma arquitetura revolucionária nem radical — entendendo esta última palavra sob o ponto de vista de querer romper com uma totalidade. Não existem origens, mas sim achados em seu caminho. Reconsideram-se tópicos estabelecidos, utilizam-se tecnologias, materiais, gestos e formas que, por razões diversas, continuam armazenados nos arquivos de ideias de muitos/as que ainda não souberam como implementá-los de maneira engenhosa e criativa.
O KTK-BELT Studio, uma organização sem fins lucrativos sediada na área rural do Nepal, está trabalhando atualmente com comunidades locais para criar uma fascinante "Universidade Vertical". A iniciativa ensinará estudantes sobre biodiversidade e conservação ambiental em 6 "salas de aula vivas" posicionadas ao longo de um corredor florestal vertical que se estende de 67 metros acima do nível do mar ao topo de um pico de 8.856 metros. Essas 6 paradas encapsulam as 5 zonas climáticas do leste do Nepal: tropical, subtropical, temperada, subártica e ártica.
O projeto explora os impactos específicos das mudanças climáticas em cada zona climática, criando "salas de aula" onde estudantes podem caminhar de Koshi Tappu ao Monte Kanchenjunga, o terceiro pico mais alto do mundo, e aprender no local com agricultores/as indígenas sobre a biodiversidade de cada área. Ao ensinar habilidades ancoradas no território nesses hubs de microconservação, o projeto visa conservar e ativar o conhecimento local. Cada uma dessas "salas de aula" responde às referências visuais e culturais de sua paisagem singular; assim, um dos campi foca em um projeto à prova de enchentes em uma área de monções intensas, enquanto outro mimetiza o estilo de vida seminômade dos/as pastores/as de iaques locais.
O Lumion sempre buscou definir o que a renderização deve ser: rápida, sem estresse e com resultados excepcionais. Agora, com a versão mais recente do software de renderização 3D, o Lumion 9, ficou ainda mais fácil apresentar seus modelos 3D em ambientes vivos, cercados por céus deslumbrantes e realistas, paisagens infinitas e materiais e iluminação de excelência. E o melhor: o processo leva apenas alguns minutos, não horas.
Aproximadamente 3.550 estudantes se matriculam anualmente nos Estados Unidos em programas credenciados de Bacharelado em Arquitetura (BArch), segundo o National Architectural Accrediting Board (NAAB), e cerca de 70% desse contingente acaba se formando em arquitetura. Existem 51 programas de BArch credenciados nos Estados Unidos, em comparação com mais de 2.000 programas de arquitetura em todo o mundo. Os Estados Unidos têm um número muito reduzido de escolas de arquitetura em termos globais. Um fato interessante é que existem duas vezes mais programas de Mestrado em Arquitetura (MArch) nos EUA, mas o volume inicial de matrículas em cada programa é bastante semelhante.
Vértigo Horizontal, pavilhão da Argentina na Bienal de Veneza 2018, explora os conceitos de humanidade e espírito democrático propostos por Freespace, propondo um diálogo transversal entre espaços geográficos e lugares arquitetônicos.
A exposição, com curadoria dos arquitetos Javier Mendiondo, Pablo Anzilutti, Francisco Garrido e Federico Cairoli, é um convite para redescobrir o território como uma construção coletiva e para compreender a arquitetura em sua capacidade de despertar generosidades inesperadas em cada projeto.
Uma mesa e um banco. Uma mesa de centro e um espelho? Talvez um banquinho e uma tábua de corte.
Não se trata de uma crise de identidade do mobiliário, mas sim do Varia: uma coleção de móveis de seis peças combináveis que permite criar mais de 25 peças diferentes, economizando dinheiro, espaço e tempo. As idealizadoras, Jamie e Laura, lançaram o projeto no Kickstarter após Jamie se ver mudando constantemente de residência, sentindo a necessidade de peças versáteis em vez de acumular móveis antigos e sem utilidade. Com apenas algumas estruturas leves de metal e acessórios de madeira maciça, a coleção é ideal para a vida urbana em espaços compactos, podendo ser transformada em diferentes peças de mobiliário rapidamente.
Em resumo, este é o Varia, e ele pode ser praticamente o que você desejar.
A campanha do Varia no Kickstarter termina em 31 de agosto; apoie o projeto de Jamie e Laura aqui.
120 quilômetros de Bogotá se transformam, a cada manhã de domingo, em um extenso circuito para bicicletas. Trata-se de La Ciclovía, uma atividade cultural e recreativa na qual algumas das ruas da capital colombiana são destinadas a se tornarem amplas ciclovias, permitindo tanto a seus habitantes quanto a turistas se deslocarem de bicicleta por Bogotá.
Em uma entrevista de rádio transmitida pela RCN, o arquiteto Jaime Ortiz relembra as origens da ciclovia nos anos 1970, quando o projeto surgiu como uma proposta desenvolvida em conjunto com outros profissionais da arquitetura para viabilizar o uso das avenidas como espaços para bicicletas todos os domingos.
A Gran Vía de Madri é iluminada por lâmpadas LED ao longo de 1.300 metros graças à intervenção luminosa do Brut Deluxe. A instalação foi encomendada pela prefeitura da cidade e se inspira em nebulosas e galáxias. A mostra, instalada para o Natal deste ano, foi fotografada pelas lentes do Imagen Subliminal
Alguns jogadores trabalham diligentemente para recriar estruturas historicamente precisas ou projetar suas próprias interpretações.
Tanto gamers ávidos quanto observadores/as casuais provavelmente já ouviram falar de The Sims, um jogo de simulação de vida e uma das franquias mais populares da Electronic Arts (EA). O jogo, que passou por diversas versões e expandiu seu universo virtual inúmeras vezes ao longo da última década, permite que os/as jogadores/as idealizem e controlem histórias complexas para seus Sims. Essa "casa de bonecas virtual", como descreve o criador de The Sims, Will Wright, também oferece a quem joga a capacidade de personalizar e construir infinitamente suas próprias casas e cidades para seus Sims – um recurso que tem permitido a muitos/as gamers interagir mais de perto com o mundo real da arquitetura.
No início, eram apenas um ou dois guindastes, uma discreta renovação urbana na Westlake, o boato de que Paul Allen estava limpando a área e queria um grande parque com ciclovias. Achei que seria uma boa ideia e não pensei mais nisso por um tempo.
O parque nunca saiu do papel. No entanto, um dia desci ao novo Whole Foods, que fica embaixo do meu local de trabalho, e percebi que um habitat inteiramente novo havia surgido na Westlake: uma filial de uma cara rede de restaurantes mexicanos, um restaurante italiano caro, um tailandês caro e alguns bares caros para o pós-expediente. Também notei pequenos grupos de homens, todos brancos ou indianos, todos usando crachás no pescoço. Esses grupos circulavam pelas ruas conversando animadamente; recém-saídos de seus cubículos, iam almoçar alheios a qualquer outra pessoa na rua.
A revista digital Arquetipos, editada pela Fundación Arquia, publicou uma nova edição centrada na entrevista realizada por Moisés Puente com o designer Guillermo Santomà, com fotografias de José Hevia. Além disso, este número da revista também traz outros artigos relacionados ao protagonista, nos quais figuram nomes como Le Corbusier, Arne Jacobsen ou Buckminster Fuller.
Desta vez, Moisés Puente se baseia, copia e repete as mesmas perguntas da famosa entrevista que L. Amic fez a Charles Eames em 1972, intitulada “What is design?”, que serviu de base conceitual para a exposição realizada no Museu de Artes Decorativas de Paris naquele mesmo ano. A “cópia” dessa entrevista permite, por um lado, fazer uma alusão ao próprio entrevistado — que utiliza essa estratégia em seu processo de trabalho — e, por outro, convida o público leitor a estabelecer um interessante jogo de paralelismos e conexões temporais entre as respostas de Eames sobre design e as que Santomà apresenta agora, 45 anos depois.
Dibujo en Torre de Donamaría. Image Cortesía de Premio Rafael Manzano
Organizada pelo INTBAU e pelo Prêmio Rafael Manzano de Nova Arquitetura Tradicional, a mais recente edição da Escola de Verão de Arquitetura Tradicional centrou seus trabalhos no Vale do Baztán (Navarra, Espanha). Nela, foram estudados a construção, a arquitetura e o urbanismo tradicionais com o objetivo de produzir um manual para a conservação e a nova construção tradicional na região. O desenho à mão e o levantamento de dados dos edifícios foram, além disso, as principais atividades desenvolvidas por estudantes participantes desta edição.
Embora a área de atuação se estendesse a todo o Vale do Baztán, a maior parte do estudo foi realizada em Amaiur, localidade que acolheu o grupo durante aquelas duas semanas. Articulada em torno do ramal do Caminho de Santiago que a atravessa, sua malha urbana se configura praticamente como um desenvolvimento linear. Ao longo desse eixo, revela-se toda a riqueza, diversidade e versatilidade de sua tradição arquitetônica, um verdadeiro mostruário de soluções de diversas épocas que se adaptam, sem nunca perder sua essência, a múltiplas tendências e funções. Dessa forma, procedeu-se ao estudo de toda a arquitetura do núcleo urbano, desde o detalhe até a sua estrutura urbana.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117684/a-arquitetura-tradicional-do-vale-do-baztan-protagonista-da-escola-de-verao-rafael-manzanoJavier García Librero
Após duas semanas de uma disputa acirrada, leitores e leitoras do ArchDaily selecionaram, entre mais de 300 projetos, os 10 finalistas do prêmio Obra do Ano.
Durante a etapa de indicações, testemunhamos o papel positivo que esta premiação desempenha no desenvolvimento da arquitetura. Os finalistas são, sem dúvida, os projetos que mais inspiraram e engajaram nosso público.
Além de escritórios consolidados e líderes no setor, a seleção conta com estúdios menores e obras de forte identidade autoral. A premiação também destaca projetos focados na melhoria do nosso ambiente construído.
Projetado por Cristian Fuhrhop, o projeto Arquitectura y Emergencia foi eleito o Grande Vencedor na categoria Projetos de Conclusão de Curso do Concurso Arquitectura Caliente 2018 (CAC 2018), premiação chilena organizada pelo Grupo Arquitectura Caliente e financiada pelo Ministério das Culturas, das Artes e do Patrimônio.
A condição do Chile como um país exposto a catástrofes, sejam de origem antrópica ou natural, tem fomentado uma reflexão constante no campo do design sobre como as emergências devem ser enfrentadas por meio da arquitetura. De maneira aparentemente irreflexiva, desviamos nossa atenção para uma corrida constante por soluções habitacionais temporárias, sob um viés estritamente técnico-eficientista ou por meio de propostas praticamente inviáveis, totalmente descontextualizadas da realidade operacional da gestão de emergências no país.
Ignorando claramente o plano nacional de proteção civil e as áreas de atuação da arquitetura nesse âmbito, deixamos de lado necessidades igualmente urgentes, como equipamentos urbanos ou serviços, que frequentemente catalisam ou agravam os problemas da habitação temporária.
Onde mora a criatividade? O nível mais alto de produção cultural pode surgir logo ali na esquina? O que significa exercer uma boa vizinhança, praticar uma boa gestão? Como isso se materializa quando existem tantas forças agindo para manter as pessoas isoladas? Como enxergar valor naquilo que outros descartam? Podemos aprender a falar sobre momentos de sucesso em nossos bairros vulneráveis não como algo aleatório e mágico, mas como uma flexibilidade sofisticada? O que é empatia cívica?
Essas são algumas das perguntas que o Place Lab — uma parceria da Universidade de Chicago entre o Arts + Public Life e a Harris School for Public Policy — explorou em um exercício realizado no ano passado com o apoio da John S. and James L. Knight Foundation: trata-se da articulação de um conjunto de nove princípios chamados coletivamente de Redesenvolvimento Ético.
Projetado por Andrea Fuentes Núñez, o projeto Habitação de uso misto foi eleito um dos 10 vencedores na categoria Trabalhos de Conclusão de Curso do Concurso Arquitectura Caliente 2018 (CAC 2018), prêmio chileno organizado pelo Grupo Arquitectura Caliente e financiado pelo Ministério das Culturas, das Artes e do Patrimônio.
Existe hoje a necessidade de que a habitação saia da especificidade doméstica. A forma como a economia tem se comportado no país e no mundo gerou uma inquietude e a busca por novas formas de sustento por parte das pessoas, que souberam suprir suas necessidades apegando-se ao que possuem, utilizando o único solo disponível e próprio, mesclando trabalho e moradia. Diante disso, a questão é: até que ponto a habitação cede para abrigar a produtividade?
Com base no número de visualizações, selecionamos os 20 projetos de arquitetura mais populares publicados pelo ArchDaily este ano, tanto na China quanto no mundo!
https://www.archdaily.com.br/pt/1117701/os-20-edificios-mais-populares-de-2017-segundo-as-visualizacoes-do-site韩爽 - HAN Shuang
Projetado por Esteban Ramírez, o projeto Teatro Navegante foi eleito um dos 10 vencedores na categoria Trabalhos de Conclusão de Curso do Concurso Arquitectura Caliente 2018 (CAC 2018), premiação chilena organizada pelo Grupo Arquitectura Caliente e financiada pelo Ministério das Culturas, das Artes e do Patrimônio.
O Arquipélago de Chiloé tem sido historicamente definido por seus próprios habitantes como um anexo ao território continental, devido ao isolamento físico, social e cultural existente desde o início do século passado. O mar e a terra definem o cotidiano de seu povo. Desses meios, extraem-se os produtos para sua própria sobrevivência, e seus caminhos terrestres se estendem através dos canais e fiordes, vitais para conectar as ilhas e seus habitantes. Um território isolado e fragmentado, onde as condições climáticas e geográficas dificultam o acesso de quase 15.000 habitantes à infraestrutura educacional, de saúde e cultural, que se concentra nos centros urbanos da região, a quilômetros de distância — uma problemática que ainda é uma dívida do Estado.
Cuidadosamente projetada ou relegada à sua mera funcionalidade, a iluminação pode ser um fator determinante na qualidade de um espaço, influenciando a maneira como ele é percebido e habitado por quem o utiliza.
Embora muitas vezes considerada um objeto independente da maioria dos elementos arquitetônicos, a iluminação frequentemente se integra a paredes, tetos e pisos, desaparecendo quase por completo para que seu brilho surja apenas quando necessário. Como iluminar sutilmente uma estrutura e, ao mesmo tempo, criar uma atmosfera impressionante?
Uma das principais marcas da cultura mexicana – além de sua arquitetura e de toda a rica história das civilizações pré-hispânicas – é a sua gastronomia, tanto que, atualmente, o país conta com o reconhecimento da UNESCO, que declarou sua culinária tradicional como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. No entanto, uma das comidas mais emblemáticas e versáteis é o famoso taco – e se há algo em que os/as mexicanos/as são especialistas, é em transformar absolutamente tudo (ou quase tudo) em um taco.
Uma ilha é, por definição, uma porção de terra inteiramente cercada por água; nesse sentido, o elemento água é limite, fronteira e, ao mesmo tempo, lugar.
O Hotel Punta Caliza, projetado pelo escritório Estudio Macías Peredo Arquitectos, utiliza esses mesmos significados para que o líquido por natureza salgado e de tom água-marinha seja ilha — isto é, funcione como centro e superfície —, tendo como limite e fronteira o elemento construído, configurando um conjunto que envolve a água, a contém e lhe dá forma.
108 horas de aulas, um workshop de 60 horas e estágios/palestras ministrados por escritórios de arquitetura de renome internacional como Foster+Partners (Londres), Studio Libeskind (Nova York), Partisans (Toronto), Emmanuelle Moureaux Architecture+Design (Tóquio), Dejaco+Partner (Bolzano), Alberto Apostoli (Verona), Veneziano+Team (Milão) e Matteo Thun & Partners (Milão).
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O BricsCAD® Shape é uma nova ferramenta gratuita de modelagem 3D da Bricsys
Tire os projetos da cabeça e apresente-os diretamente a seus clientes. Em um fluxo de trabalho convencional, um projeto começa com uma entrevista com o/a cliente. Depois, você volta ao escritório para desenvolver a proposta e elaborar o projeto. Em seguida, acontece uma nova reunião para apresentar o conceito. E o ciclo se repete.
Não seria excelente se você e seu/sua cliente pudessem se sentar para uma sessão de projeto interativa? Para isso, seria necessária uma ferramenta que funcionasse como uma “argila digital”. Seria preciso um software tão fácil de usar e responsivo que permitisse capturar, esculpir e modificar o conceito livremente.
Foi em Granada, mais especificamente no Palácio de Alhambra, que, nos dias 14 e 15 de outubro de 1952, um grupo de arquitetos e arquitetas espanhóis — entre os quais figuravam nomes como Miguel Fisac, Secundino Zuazo e Fernando Chueca — se reuniu para refletir e estabelecer os novos rumos ou as novas bases da arquitetura moderna espanhola. O que resultou desse encontro foi resumido em um documento escrito cujas premissas possuem um caráter contemporâneo ainda aplicável em nossos dias, conhecido como o Manifesto de Alhambra [pdf].
Sessenta e cinco anos depois, e embora sob intenções e circunstâncias históricas, sociais e culturais muito distintas daquelas da época, arquitetos e arquitetas de toda a Espanha são convocados a se reunir novamente em Granada para o III Congresso Nacional do Futuro do(a) Arquiteto(a), que ocorre desde ontem, quinta-feira, 11 de abril, até amanhã, sábado, 13 de abril, e que servirá para compartilhar experiências, analisar o estado atual do setor da arquitetura e debater o futuro e as possibilidades que esta apaixonante profissão pode oferecer.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117747/o-futuro-da-arquitetura-espanhola-passa-por-granadaJavier García Librero