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Arquitetura arco-íris de Istambul, fotografada pelo fotógrafo Yener Torun

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Ao pensar em Istambul, mesquitas imponentes e bazares movimentados logo vêm à mente. No entanto, o arquiteto e fotógrafo Yener Torun direciona suas lentes para uma outra faceta da cidade: documentar bairros locais pouco conhecidos para revelar uma Turquia surpreendente e colorida como um caleidoscópio.

Yener Torun frequentemente utiliza seus amigos, familiares e até a si mesmo como modelos, recorrendo à fotografia como meio para narrar histórias visuais lúdicas e peculiares. As figuras sob suas lentes parecem integradas à composição, complementando as paletas de cores das imagens. Torun define o processo de buscar e registrar esses edifícios como uma espécie de “caça ao tesouro”, com o objetivo de apresentar uma Istambul diferente e pouco explorada, desconstruindo a imagem orientalista e homogênea que se costuma ter do país.

Por que não deveríamos construir um memorial para o incêndio de Grenfell — pelo menos não por enquanto

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge como "Por que a melhor resposta ao incêndio da Torre Grenfell não é um memorial".

Os memoriais desempenham um papel fundamental na homenagem a pessoas, momentos ou eventos marcantes. Nos últimos anos, eles se transformaram em glorificações da tragédia, buscando expressar horrores inimagináveis de maneira poética e esteticamente atraente. O problema com as diversas formas que os memoriais assumem é que eles tentam aplacar a reação imediata e a dor de um acontecimento — uma resposta social compreensível, mas que muitas vezes parece protocolar e vazia.

Mas e se os memoriais buscassem preservar a memória das pessoas afetadas oferecendo uma solução que enfrentasse as causas da tragédia? A resposta internacional a tragédias tornou-se, por padrão, instalar uma estátua, construir um muro, criar um espelho d'água contemplativo, erguer uma escultura aspiracional ou simplesmente renomear um parque. Nenhuma dessas respostas é inerentemente ruim — costumam ser bem-intencionadas e, ocasionalmente, bastante comoventes —, mas existe outra abordagem possível: mudar a percepção pública dos memoriais ao analisá-los sob a ótica de soluções, incentivando as pessoas a pensar neles como um testemunho ou uma resposta adequada à tragédia, e não apenas como uma placa que, com o tempo, passa despercebida. Embora essa abordagem possa ser difícil em alguns casos, o incêndio da Torre Grenfell, em Londres, apresenta uma solução bastante óbvia.

Projete banheiros acessíveis para todas as pessoas com este guia de banheiros ADA

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Neste artigo, apresentamos as ferramentas para projetar uma arquitetura mais inclusiva. Embora cada região e país tenha suas próprias diretrizes de acessibilidade — que devem ser analisadas detalhadamente antes do início de qualquer projeto —, o material apresentado a seguir, baseado nas normas da ADA e ANSI, ajudará você a projetar espaços confortáveis e eficientes para todas as pessoas.

A seguir, confira diagramas detalhados com as medidas recomendadas para projetar um banheiro acessível.

Estes são os projetos do segundo ano vencedores do Concurso Arquitectura Caliente 2018

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Após analisar 94 projetos de estudantes de graduação provenientes de 20 escolas de arquitetura distribuídas em 8 regiões do Chile, o júri do Concurso Arquitectura Caliente 2018 apresentou os projetos vencedores de sua mais recente edição.

Trata-se de projetos de todo o país e em diversas tipologias: desde planejamento urbano até residências estudantis, passando por projetos de paisagismo e iniciativas estruturais para emergências.

A seguir, apresentamos os projetos premiados do segundo ano:

Píer mecanizado de Caldera, vida e morte de um gigante de aço no deserto chileno

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Píer mecanizado de Caldera, vida e morte de um gigante de aço no deserto chileno - Imagem de Destaque
© Valentina Soto + Sandro Maino + Claudia Torres

A equipe liderada pela arquiteta e acadêmica da Universidade do Chile Claudia Torres registrou uma série de ruínas industriais em áreas rurais ao longo de todo o Chile para o projeto “Do ruído ao silêncio, valorização de ruínas industriais em áreas rurais”, pesquisa financiada pelo Fondart 2017.

Nesta ocasião, a equipe do projeto —Claudia Torres, Sandro Maino, Ricardo Labra, Valentina Soto e Laura Gallardo— nos conta a história do píer mecanizado de Caldera, símbolo do boom da mineração de ferro no Chile.

Na década de 1950, a pequena e média mineração de cobre passou por um período de depressão, enquanto a mineração de ferro surgiu com um crescimento exponencial nas regiões de Atacama e Coquimbo. Parte da mão de obra das minas de cobre e de salitre, desocupada devido à crise, foi absorvida pela florescente mineração de ferro.

Fábrica Puigneró, uma alternativa para intervir em zonas industriais obsoletas na Espanha

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Fábrica Puigneró é o título do projeto de Santi Julià Xercavins e Bernat Pedro Planas, que desenvolveram como tema a adaptação de infraestruturas industriais abandonadas em vilarejos que outrora foram fortemente dependentes de sua produção.

Realizado no contexto de seu projeto final de mestrado na Universitat Politècnica de Catalunya, os/as autores/as projetam uma intervenção total na antiga fábrica Hilados y Tejidos Puigneró, no vilarejo de Sant Bartomeu (Espanha). "Esta transformação e adequação da fábrica são propostas para gerar um novo suporte habitável, utilizando a demolição seletiva e a infiltração do espaço público como principais estratégias", explicam os/as autores/as.

Fábrica Puigneró, uma alternativa para intervir em zonas industriais obsoletas na Espanha - Image 1 of 4Fábrica Puigneró, uma alternativa para intervir em zonas industriais obsoletas na Espanha - Image 2 of 4Fábrica Puigneró, uma alternativa para intervir em zonas industriais obsoletas na Espanha - Image 3 of 4Fábrica Puigneró, uma alternativa para intervir em zonas industriais obsoletas na Espanha - Image 4 of 4Fábrica Puigneró, uma alternativa para intervir em zonas industriais obsoletas na Espanha - Mais Imagens+ 16

Como ver e fotografar a arquitetura

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Os seres humanos são “máquinas de ver”. Exceto no caso de quem não possui essa condição, os olhos são o nosso maior produtor de informação. Posteriormente, o cérebro de cada pessoa interpreta essas imagens conforme o caso… Não se deve confundir o "olhar" com o ato de "ver" algo. O olhar, uma resposta automática e passiva, deve se converter no ato de ver, de processar todos esses bits de informação em algo concreto, tangível. Sherlock Holmes observava o lóbulo de uma orelha a fim de deduzir um parentesco; Proust, a bainha de um vestido ou a nuca para compreender profundamente uma mulher… Onde se oculta o signo? Como saber, em uma imagem, seja ela verbal, visual ou sonora, qual é a parte significante e qual é o fundo neutro e vazio, o ruído que se deve descartar?

Nossos olhos são responsáveis por captar e absorver essa informação; nosso cérebro, por tratá-la e traduzi-la; mas é a fotografia, mais especificamente a nossa câmera, que consegue retê-la, congelando-a sob a forma de foto, para que, uma vez que nossos olhos tenham deixado de olhar, comecem a ver. Como dizia Le Corbusier, de forma simples, “é preciso ver o que se olha”.

5 escritórios de arquitetura que usam VR para apresentar seus projetos

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Apresentar projetos a terceiros pode ser uma tarefa desafiadora. Embora o/a arquiteto/a compreenda perfeitamente os espaços que projetou, para os clientes costuma ser difícil imaginar ou sentir um espaço; por isso, cada vez mais escritórios de arquitetura incorporam a realidade virtual em seus fluxos de trabalho e nas apresentações de projetos.

A seguir, apresentamos 5 escritórios de arquitetura que utilizam o SentioVR para apresentar seus projetos. Para ver o conteúdo em 360º, clique sobre eles e mova o mouse.

Os barceloneses dedicam até 43% de seu salário ao aluguel de suas moradias

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O Observatório Metropolitano de Habitação de Barcelona, criado com o objetivo de fornecer tanto à cidadania quanto às administrações públicas as informações e ferramentas necessárias para avaliar e formular políticas habitacionais, divulgou os primeiros resultados obtidos a partir do trabalho realizado durante o ano de 2017.

O relatório traz resultados preocupantes e permite dar visibilidade à complexa e problemática realidade vivida por muitos cidadãos e cidadãs, para quem é muito difícil ou simplesmente impossível arcar com valores de aluguel tão elevados quanto os atuais em Barcelona e em praticamente todo o resto das cidades espanholas.

Ensemble San Borja, segundo lugar no concurso Passarelas San Borja no Chile

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A proposta Ensamble San Borja conquistou o segundo lugar no concurso Pasarelas San Borja, no Chile. O objetivo principal do concurso foi reconhecer "as melhores ideias de desenho urbano que contribuam para definir critérios de intervenção e geração de propostas para o Bairro San Borja".

Segundo explica a equipe de autoria, a proposta premiada com o segundo lugar busca criar "um espaço vivo que se transforma conforme as necessidades e se adapta às exigências".

Allied Works e OLIN criam um museu tanto para as pessoas quanto para a cidade

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Desde sua fundação em 1994, o escritório Allied Works tornou-se conhecido por seu portfólio de obras delicadamente equilibradas e de forte caráter cívico. Seu Clyfford Still Museum, em Denver, foi especialmente reconhecido em diversas premiações e publicações — mas talvez venha a ser eclipsado por seu projeto construído mais recente.

O National Veterans Memorial and Museum, localizado em Columbus, Ohio, eleva o que poderia ter sido um programa austero e solene a um espaço público de vocação urbana. O museu, composto por faixas que se cruzam em concreto branco, abre-se para uma paisagem exuberante (projetada pelo escritório OLIN) e conecta a outrora negligenciada orla fluvial ao centro da pequena cidade.

Como um(a) arquiteto(a) cego(a) percebe a cidade?

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As dinâmicas dos habitantes das cidades se moldam de acordo com seu cotidiano, o que inclui as atividades que realizam, seus horários e o meio de transporte que utilizam. Além disso, a condição física e mental sustenta a interação entre as pessoas e as ruas. Trata-se de uma experiência completamente subjetiva, associada à idade, à estatura ou a alguma condição física que implique a ausência de algum dos sentidos ou de parte do corpo.

As pessoas caminham, atravessam a rua quando o semáforo indica, enquanto ouvem, simultaneamente, uma playlist no celular. Conhecem as texturas porque as veem; sabem para onde o vento sopra através do olhar. Sabem que sentem a cidade, mas sem se aprofundar nas informações recebidas por meio de cada sentido.

Etimologia na Arquitetura: A origem das palavras

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Nós as pronunciamos todos os dias no meio arquitetônico, mas será que conhecemos seus fundamentos, origens e derivações?

Etimologia: o estudo da origem das palavras. Embora sua complexidade possa abranger diferentes teorias, processos e fatores dentro de uma construção coletiva, podemos ter certeza de que se trata de algo interessante de se aplicar em relação à arquitetura.  

Apresentamos a seguir uma seleção das principais palavras que utilizamos na disciplina, com suas origens e significados. 

Prison to Prison: Pavilhão do Uruguai na Bienal de Veneza 2018

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Prison to Prison, a representação oficial do Uruguai na Bienal de Veneza 2018, investiga a existência de um inédito Freespace presente na relação íntima de dois modelos arquitetônicos distintos de prisões.

A exposicição, com curadoria de Sergio Aldama, Federico Colom, Diego Morera, Jimena Ríos e Mauricio Wood, é um convite para iniciar outros diálogos e discussões que vão além dos próprios objetos de estudo, permitindo enriquecer e nos reencontrar com a dimensão cultural da arquitetura.

É possível viver em 15 metros quadrados? O caso da habitação da SUMATORIA para a Casa FOA

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No contexto da Casa FOA, a mostra de arquitetura, design de interiores, paisagismo e indústria mais importante da América Latina, a equipe de arquitetura da SUMATORIA foi selecionada para a edição de 2018 no Chile como representante do design emergente para desenvolver uma habitação mínima, ou Tiny House, em 15 metros quadrados — o equivalente a um módulo de contêiner.

É possível viver em 15 metros quadrados? O caso da habitação da SUMATORIA para a Casa FOA - Image 1 of 4É possível viver em 15 metros quadrados? O caso da habitação da SUMATORIA para a Casa FOA - Image 2 of 4É possível viver em 15 metros quadrados? O caso da habitação da SUMATORIA para a Casa FOA - Image 3 of 4É possível viver em 15 metros quadrados? O caso da habitação da SUMATORIA para a Casa FOA - Image 4 of 4É possível viver em 15 metros quadrados? O caso da habitação da SUMATORIA para a Casa FOA - Mais Imagens+ 7

Bogotá segundo a fotografia de Paul Beer

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A modernização de Bogotá entre 1940 e 1970, registrada em fotorreportagens urbanas e arquitetônicas, foi documentada em diversos livros, revistas e fotolivros da época, bem como em imagens de acervos públicos e privados da cidade. Todos esses registros revelam uma abordagem intencional, e até mesmo crítica, de como a arquitetura moderna reconfigurou os centros das cidades e articulou as novas edificações e espaços urbanos com a paisagem urbana existente.

Ao analisar o impacto da fotografia a partir da arquitetura, é fundamental mencionar Paul Beer e Germán Téllez. Dentro do seu amplo espectro de temas retratados, esses dois fotógrafos se dedicaram de maneira mais específica à fotografia de arquitetura. Eles receberam encomendas dos escritórios de arquitetura mais prestigiados da época, e seus registros revelam valores, relações e aspectos distintos e complementares da arquitetura e da cidade moderna.

Nesta edição de Bogotá sob o olhar de 10 fotógrafos/as, conheceremos o legado de Paul Beer:

Bogotá segundo a fotografia de Paul Beer - Imagen 1 de 4Bogotá segundo a fotografia de Paul Beer - Imagen 2 de 4Bogotá segundo a fotografia de Paul Beer - Imagen 3 de 4Bogotá segundo a fotografia de Paul Beer - Imagen 4 de 4Bogotá segundo a fotografia de Paul Beer - Mais Imagens+ 1

Madeira e Concreto: Exemplos Impressionantes na Arquitetura Indiana

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Madeira e Concreto: Exemplos Impressionantes na Arquitetura Indiana - Imagem de Destaque
© Shamanth Patil J.

Com forte influência do movimento moderno — e, em especial, da presença de Le Corbusier — a arquitetura indiana contemporânea reflete uma mescla de referências tradicionais e ocidentais. Utilizando principalmente materiais locais, como tijolo, concreto e pedra, os edifícios indianos destacam-se por seu alto impacto visual e por uma robustez marcante. 

Devido à sua escassez, a madeira é utilizada majoritariamente em detalhes e acabamentos, e não em estruturas principais. Alguns dos principais nomes da arquitetura na Índia conseguiram equilibrar com sutileza o uso do concreto e da madeira, em um gesto delicado que evoca elegância e texturas brutas.

Apresentamos a seguir alguns dos melhores exemplos da arquitetura indiana contemporânea que utilizam tanto o concreto quanto a madeira de maneira harmoniosa e atraente.

10 resoluções de ano novo para ser melhores arquitetos/as (e pessoas) em 2018

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Feliz Ano Novo! Champanhe, abraços, telefonemas e novas metas. Passam-se alguns dias e dá a impressão de que, neste ano, você finalmente alcançará tudo o que deseja. É uma boa atitude, mas nem sempre temos clareza sobre quais são essas metas ou para onde direcionar nossa carreira. Nos dias de hoje, tudo parece possível. Se uma amiga viaja pelo mundo, você também quer ir. Se um amigo começa a frequentar a academia, você também quer entrar. Se alguns colegas decidem fazer um mestrado, você também quer, mas sabemos que não dá para fazer tudo ao mesmo tempo.

Guia de Santa Cruz de la Sierra: um panorama local da arquitetura crucenha

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Às margens do rio amazônico Piraí, os anéis e canais de Santa Cruz de la Sierra não apenas abrigam edifícios da arquitetura contemporânea e moderna da Bolívia (são curiosos os exemplos do racionalismo formalista, brutalismo e pós-modernismo que aqui se manifestaram), mas também parte de sua diversa arquitetura antiga e cotidiana: de um centro histórico repleto de galerias coloniais e casarões a mercados locais e abrigos rústicos como o pahuichi cruzeno.

Por ocasião do recente encontro latino-americano de estudantes de arquitetura (ELEA), para o qual recebemos o convite para realizar uma cobertura in loco, selecionamos dez desses lugares que podem ajudar a ter um panorama geral da cidade e de sua heterogênea arquitetura.

No México, estes 7 projetos para o INFONAVIT exploram as possibilidades de regeneração urbana e social

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O Infonavit, em conjunto com profissionais de arquitetura, Fundación Hogares, construtores, autoridades municipais, CONAGUA, CFE, CONAFOR e outros parceiros, realiza o Esquema Integral de Regeneração Urbana e Social.

O objetivo deste projeto é realizar intervenções físicas e sociais de maneira preventiva em Unidades Habitacionais do Infonavit, de modo a recuperar a imagem urbana e a integração comunitária.

O Paradoxo do Espaço de Trabalho: Participe da Master Class da IE School of Architecture and Design

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Na IE School of Architecture and Design, sabemos que o mundo do trabalho está mudando tão rapidamente que nem sempre conseguimos acompanhar. Fatores de disrupção do setor, como as tecnologias emergentes, estão desestabilizando a configuração do escritório tradicional. As exigências dos profissionais, a constante disputa por talentos e a ameaça de substituição de postos de trabalho por Inteligência Artificial contribuem para uma força de trabalho sob enorme pressão, gerando novas dinâmicas corporativas.

Paisagens Arquetípicas: 10 Projetos do Workshop Barozzi / Veiga no Chile

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A segunda edição do workshop organizado pela Escola de Arquitetura (EA) da Universidad San Sebastián (Chile) teve como convidado principal o arquiteto espanhol Alberto Veiga, sócio-fundador do escritório Barozzi / Veiga e autor de projetos como a Filarmônica de Szczecin e a Sede de Ribera del Duero. Além de participar de uma série de debates com os participantes do workshop, Veiga manteve uma conversa pública com o arquiteto chileno Pedro Alonso (vencedor do Leão de Prata na Bienal de Veneza de 2014), compartilhando a produção do escritório e suas reflexões sobre a arquitetura em uma aula magna.

Um total de 10 equipes de diferentes escolas de arquitetura do país reuniu-se na edição de 2017 desta iniciativa, somando 67 participantes entre estudantes e docentes. Buscando incentivar a produção de projetos capazes de promover o debate, cada dia do workshop abordou um tema diferente com acadêmicos/as convidados/as: Ernesto Silva, diretor da Escola de Arquitetura (estratégias), Pedro Alonso, renomado professor e pesquisador (argumentos) e Albert Tidy, decano da Faculdade de Arquitetura (materialização do projeto). Para o encerramento, na sexta-feira, 13 de outubro, foi realizada uma exposição coletiva com os projetos finais produzidos pelas diferentes equipes (que permaneceu aberta ao público pelas duas semanas seguintes) e uma atividade de integração para celebrar tanto o encontro das escolas quanto a qualidade da experiência e de seus resultados.

Algumas considerações se você pensa em ser o/a autopromotor(a) do seu projeto

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Construir a própria casa. Este talvez seja um dos grandes desejos de muitas pessoas — não apenas de arquitetos e arquitetas, mas de qualquer um que queira ver materializada a imagem de sua casa dos sonhos. Outros, no entanto, encaram esse desejo sob a perspectiva do legado: frases como “esta casa foi construída pelo meu bisavô” são o leitmotiv que os move. Preservar a própria memória em forma de construção.

Contudo, é preciso lembrar os inconvenientes de ser o próprio promotor, de não depender do trabalho de nenhuma imobiliária. Um caminho árduo. É por isso que muitas pessoas abandonam esse sonho para evitar complicações, acabando por optar pela compra de um apartamento ou de uma casa.

Esqueça a espera com a renderização em tempo real

Uma pesquisa independente recente, realizada com mais de 2.000 profissionais de visualização arquitetônica, revelou uma tendência intrigante. Mais de 20% desses profissionais de design e arquitetura já utilizam a renderização em tempo real em seus fluxos de trabalho de apresentação, enquanto outros 40% estão testando a tecnologia para adotá-la.

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