Cortesia de SCHOOL OF ARCHITECTURE AND URBAN PLANNING, NANJING UNIVERSITY
Ler um livro é frequentemente visto como uma atividade individual; no entanto, na era digital, as bibliotecas evoluíram para oferecer muito mais do que o mero empréstimo de livros. As bibliotecas públicas se transformaram em centros comunitários contemporâneos, proporcionando diversas oportunidades de engajamento social ao mesmo tempo em que ocupam um espaço urbano mínimo. Ao enfatizar a importância de construir um senso de coletividade, essas instituições priorizam conectar pessoas com interesses em comum.
Diante de uma grande escassez de moradia em nível global e de um crescimento acelerado das cidades, o fenômeno residencial do co-living se expande para consolidar uma vida em comunidade onde a socialização constitui um de seus preceitos fundamentais, por meio do compartilhamento de recursos, valores, interesses e até mesmo experiências que consolidam novas formas de habitar. Embora os edifícios de co-living também envolvam a concepção de espaços de individualidade, essa nova forma de domesticidade comunitária se apresenta como uma alternativa viável para diferentes usuários/as — não apenas estudantes ou jovens adultos, mas também idosos —, pois favorece o aproveitamento dos espaços e a interação entre diferentes gerações.
Nova York é uma cidade em constante transformação. Desde o final do século XVIII, quando se tornou um dos maiores portos do mundo, a metrópole se estabeleceu como um polo de inovação, comércio e diversidade cultural, atraindo imigrantes de todas as partes. A rápida industrialização do século XIX impulsionou a proliferação de fábricas, armazéns e bairros de classe trabalhadora, como o Brooklyn e o Lower East Side, que moldaram o crescimento urbano e econômico da cidade.
A tipologia dos edifícios de escritórios surgiu da necessidade de reunir milhares de pessoas em um ambiente de trabalho relativamente rígido. Nas grandes cidades, essas estruturas se concentraram em Distritos Centrais de Negócios (CBDs), que se tornaram bairros dedicados a abrigar o comércio e as empresas. No entanto, a pandemia de COVID-19 interrompeu esse modelo, impulsionando a ascensão do trabalho remoto e híbrido. Hoje, quase quatro anos depois, as taxas de ocupação nesses centros urbanos continuam abaixo dos níveis pré-pandemia, sinalizando uma mudança de longo prazo no ambiente de trabalho. Para enfrentar esse desafio, incorporadores/as têm buscado cada vez mais o "reposicionamento" de seus projetos, procurando redefinir sua imagem ao adaptá-los às demandas contemporâneas. Essa tipologia considera a malha urbana circundante, visando expandir o uso do edifício para além de seu propósito original e atrair as pessoas de volta aos CBDs.
O Office ParkScheerbarth, selecionado como uma das Novas Práticas de 2024 do ArchDaily, foi fundado em Berlim em 2019 pelos sócios Moojin Park e Benjamin Scheerbarth. Juntos, criam uma síntese entre arquitetura, planejamento urbano e ciências sociais, baseando-se em contextos culturais e educacionais da Coreia, dos EUA e da Alemanha. Seu trabalho gera espaços que acolhem a versatilidade, os desafios e o crescimento. A dupla personifica uma fusão de culturas, nacionalidades e diversas disciplinas, abordando cada projeto sob múltiplas perspectivas e enfatizando a adaptabilidade, o respeito pela apropriação do espaço e a busca contínua por conhecimento e inovação. Desafiando normas e regulamentações do ambiente construído, Moojin Park e Benjamin Scheerbarth compartilham o compromisso de expandir e explorar os limites do design. Eles se conheceram durante o mestrado nos EUA, onde a visão compartilhada de ambos tomou forma e marcou o início de sua trajetória conjunta.
A história dos materiais na construção é uma trajetória de inovação e adaptação às necessidades do entorno. Em suas formas mais rudimentares, por exemplo, os primeiros adesivos eram fabricados a partir de fontes naturais, como misturas de resinas de árvores, cal e água. Posteriormente, culturas como a egípcia refinaram esses métodos, utilizando amido e caseína (proteína do leite) para unir elementos em suas edificações. Essa evolução atingiu um marco com a Revolução Industrial, quando a industrialização e a introdução de compostos sintéticos lançaram as bases para os produtos avançados que conhecemos hoje. Os métodos de produção desses materiais transformaram a construção, otimizando processos e promovendo avanços significativos em prol da sustentabilidade.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140208/adesivos-arquitetonicos-uma-trajetoria-de-inovacao-rumo-a-um-futuro-sustentavelEnrique Tovar
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As coleções de metais da Villeroy & Boch impressionam pelos seus materiais de alta qualidade e são ideais para banheiros exclusivos. Imagem cortesia de Villeroy & Boch
Além de louças com design elegante, mobiliário sofisticado e acessórios práticos, a gama de banheiros da Villeroy & Boch também inclui elegantes metais. Assim como ocorre com todos os produtos da marca, sua ampla variedade oferece qualidade duradoura e funcionalidade confiável, garantindo vida útil prolongada graças aos materiais de alto padrão e ao acabamento meticuloso. Além disso, os metais são perfeitamente coordenados com as coleções de banheiro da própria empresa em termos de design e funcionalidade — o selo Top-Together, apresentado pela Villeroy & Boch, destaca combinações particularmente harmoniosas para profissionais de arquitetura e projetistas de banheiros. Ao todo, estão disponíveis 13 coleções de metais, oferecendo uma ampla gama de estilos, tamanhos e formas.
Em 1900, Paris sediou seus primeiros Jogos Olímpicos. Tratava-se da segunda cidade a receber o evento, logo após a edição inaugural em Atenas. Aquele foi também o ano da *Exposition Universelle* (Exposição Universal), ocasião em que a capital francesa pôde demonstrar, mais uma vez, como havia se reinventado em menos de 30 anos. Até hoje, Paris permanece como um polo de inovação e desenvolvimento arquitetônico de toda ordem, impulsionado por projetos ousados que transformam o modo de viver, além de novas técnicas e materiais. A cidade justapõe, de forma fascinante, a grandiosidade e o monumentalismo de suas obras predominantemente barrocas, "segundo império" e *art nouveau* a propostas que buscam reformas na habitação social, como nos trabalhos experimentais de Le Corbusier ou nas intervenções sensíveis de Lacaton & Vassal.
É essa abertura para o mundo que atrai não apenas milhões de visitantes anualmente, mas também mentes inovadoras e profissionais da arquitetura que se estabeleceram na cidade e fizeram dela seu segundo lar. Mais uma vez, Paris se transforma à medida que canteiros de obras de grande porte, reformas e restaurações se espalham por todo o território para receber atletas do mundo inteiro nas Olimpíadas de 2024.
A criação de imagens por meio da inteligência artificial (IA) nos surpreendeu há alguns anos. Utilizando algoritmos como redes neurais convolucionais (CNNs), esses sistemas são treinados para identificar padrões visuais em imagens do imenso banco de dados da internet, interpretá-los e gerar novas composições. Inicialmente, os resultados tendiam a ser rudimentares, frequentemente distorcidos e estranhos, mas com a evolução dos sistemas e dos métodos de treinamento, a IA passou a produzir imagens altamente detalhadas e visualmente impressionantes, desafiando os limites da criatividade digital. Na arquitetura, isso não tem sido diferente. À medida que o projeto de arquitetura evolui, as tecnologias que permitem a arquitetos e arquitetas dar vida às suas visões progridem no mesmo ritmo. As renderizações por IA estão transformando a maneira como visualizamos e conceituamos espaços, com potencial para reduzir significativamente os custos, aumentar a eficiência e melhorar a precisão, especialmente em termos de fidelidade de escala e representação espacial.
Há muito tempo, os pátios constituem um aspecto fundamental da arquitetura tradicional chinesa, atuando como espaços centrais em torno dos quais a vida doméstica se organiza. Esses locais desempenham um papel vital na criação de um ambiente residencial harmonioso, oferecendo benefícios que vão desde a regulação da temperatura interna até o estímulo às interações sociais e a promoção de uma estreita conexão com a natureza.
A indústria da construção civil, tradicionalmente dependente do uso intensivo de materiais naturais não renováveis, encontra-se em um momento decisivo para reavaliar seus processos e mitigar seu significativo impacto ambiental. Como atender à crescente demanda por infraestrutura, habitação, saúde e educação sem esgotar os recursos naturais? Embora as iniciativas de reciclagem estejam ganhando força, elas ainda se mostram insuficientes. Nesse cenário, surgem soluções mais inovadoras, que propõem o aproveitamento de resíduos agrícolas, como o bagaço da cana-de-açúcar, para criar alternativas sustentáveis e disruptivas para o setor.
Arquitetos/as de todo o mundo estão convidados/as a participar do concurso "Best House in the World", uma nova competição internacional criada para descobrir e premiar projetos de arquitetura residencial inovadores que ainda não foram construídos e seguem em fase de desenvolvimento. A marca inHAUS, com o patrocínio de Geberit, Porcelanosa, Schüco, Joquer e S&P, apresenta o desafio da construção industrializada para os projetos mais ousados e criativos. Trata-se de projetos reais, com clientes e terrenos reais, desenvolvidos por profissionais que buscam alcançar novos padrões de excelência e qualidade em suas construções residenciais. Desafie os limites com o inovador sistema de construção off-site da inHAUS!
O Factory 52, batizado em referência à produção de baralhos de 52 cartas que outrora ocorria no local, é um exemplo notável de reuso adaptativo, transformando uma antiga fábrica em uma vibrante comunidade de uso misto. Localizado em Norwood, Ohio, no antigo edifício da U.S. Playing Card Company, o projeto de renovação reimagina o patrimônio industrial ao integrar o design moderno sem perder de vista suas raízes históricas, incorporando áreas residenciais, comerciais e de lazer. O uso de revestimento de tijolos desempenha um papel crucial na conexão entre o passado e o futuro, oferecendo uma textura rústica que homenageia a história industrial ao mesmo tempo em que destaca as novas estruturas com seus tons singulares em um cenário contemporâneo.
Ao longo das últimas duas décadas, o Holcim Foundation Awards destinou US$ 20 milhões para destacar projetos transformadores de arquitetos/as, designers e engenheiros/as pioneiros em práticas de design e construção sustentáveis. Para registrar essas trajetórias, a Fundação lançou uma série de curtas-metragens intituladaWords withWinners.
A série oferece um olhar detalhado sobre projetos premiados de design sustentável por meio de entrevistas exclusivas com seus autores e autoras. A produção inclui um dos primeiros filmes a apresentar o BIG U, também conhecido como DryLine, em sua forma construída, trazendo um diálogo exclusivo com Bjarke Ingels, diretor criativo e fundador do Bjarke Ingels Group (BIG).
One City Park em Bradford, Inglaterra. Imagem Cortesia de Rieder Facades / Ditz Fejer
A arquitetura contemporânea evolui em consonância com os materiais e as técnicas construtivas disponíveis em cada região. Para além das tendências arquitetônicas do momento ou de referências históricas que possam inspirar a criatividade, compreender como os materiais são utilizados, conservados e mantidos, bem como suas propriedades técnicas e estéticas, é fundamental para os conceitos idealizados por profissionais de arquitetura. Cada material carrega sua própria lógica inerente. De fato, o arquiteto Louis Kahn sugeriu que a maneira como os materiais interagem pode levar a combinações inevitáveis de estrutura, vedações e montagem nos edifícios. Os produtos da Rieder exemplificam isso ao oferecer soluções modulares e flexíveis que ajudam os edifícios a se adaptarem harmoniosamente ao ambiente urbano, valorizando tanto os espaços internos quanto os externos, sem abrir mão da viabilidade econômica.
Ao longo de sua história relativamente recente, os museus evoluíram para condensar aspectos específicos de uma cultura e apresentá-los de forma coerente e unificada. Desse modo, a relação entre a arquitetura e a exposição torna-se crucial, pois cabe ao/à arquiteto/a desenhar não apenas o suporte e o plano de fundo das obras de arte ou artefatos expostos, mas também se responsabilizar pelo percurso do/a visitante, aliando o enriquecimento cultural com a experiência espacial vivenciada ao percorrer as salas de exposição. Contudo, nem todos os museus foram originalmente construídos para essa finalidade.
Por toda a Europa, museus estão sendo instalados ou se expandindo a partir de monumentos históricos e edifícios que perderam sua função original. Frequentemente em estado de deterioração, a decisão de convertê-los em espaços culturais interrompe essa degradação e preserva a matéria histórica, agregando uma nova camada de complexidade às exposições planejadas. O papel do/a arquiteto/a passa a ser o de introduzir uma ordem e um sistema capazes de equilibrar o patrimônio do local com as demandas de funcionalidade modernas, garantindo a preservação da essência da estrutura original enquanto atende às necessidades das exposições contemporâneas e do engajamento do público.
"Pensamos que somos diversos e que temos igualdade, mas será que esse é realmente o caso?"
Destacando as histórias de mulheres na arquitetura que moldam o ambiente construído, o documentário "Women in Architecture", dirigido por Boris Noir, retorna para seu segundo capítulo. Iniciada pela Sky-Frame, em colaboração com o ArchDaily, esta nova edição da série documental aprofunda-se nas trajetórias de Dorte Mandrup e Tosin Oshinowo, traçando um paralelo entre suas vidas e focando em seus caminhos e desafios singulares. Fique atento/a para a exibição online em 12 de novembro, às 7h30 EST / 12h30 CET no ArchDaily.
A Wagner pega a estrada em 2025 com o Airstream Roadshow, uma experiência imersiva que inspira novas perspectivas sobre os espaços de escritório. Sob o lema "É hora do design de interiores sob medida", a exposição itinerante destaca o icônico Airstream Bambi de 1962, convertido em um espaço de trabalho móvel para apresentar o sistema de interiores sob medida D2 da Wagner, projetado pelos renomados escritórios Gonzalez Haase AAS e Stefan Diez. À medida que o Airstream viaja pela Alemanha, pessoas entusiastas do design são convidadas a explorar a leve estrutura de alumínio e a acompanhar de perto a impressão 3D ao vivo.
Os revestimentos cerâmicos são uma forma decorativa quase tão antiga quanto o próprio tempo, com origem na antiga Mesopotâmia, onde foram utilizados pela primeira vez há cerca de 4.000 anos. Hoje, funcionam como um elemento estético global, ao mesmo tempo ascético e pictórico, disponíveis em uma ampla gama de cores e texturas. Produzidos a partir do processo elementar de queima de argila, minerais e água a altas temperaturas, tornam-se um material robusto e altamente resistente, com uma infinidade de aplicações.
Na região que hoje corresponde à Itália, o uso e a produção de revestimentos proliferaram na era romana — sobretudo sob a forma de mosaicos complexos e multicoloridos —, e as estéticas adotadas na antiguidade estabeleceram um precedente histórico para as soluções contemporâneas. Esse uso expandiu-se ainda mais no final do período renascentista, com artesãos e artesãs italianos aperfeiçoando a técnica como um meio de expressão artística. Como resultado, o país continua sendo, talvez, o produtor por excelência de revestimentos cerâmicos e porcelanatos.
A identidade de uma região está profundamente vinculada aos seus espaços comunitários. Esses locais — sejam parques, praças públicas ou centros comunitários — refletem a cultura, a história e os valores das pessoas que os frequentam. Eles não apenas preservam a identidade regional, mas também moldam ativamente a interação das comunidades com o seu entorno, promovendo uma relação dinâmica entre as pessoas e o lugar. Mais do que simples localizações físicas, os espaços comunitários funcionam como polos sociais vitais que fomentam o engajamento, a expressão cultural e o sentimento de pertencimento. Esses ambientes simbolizam uma identidade e um propósito compartilhados.
O conceito de arquitetura inclusiva tem ganhado destaque à medida que o ambiente construído evolui para refletir e atender às diversas necessidades da humanidade. Essa abordagem prioriza a empatia, a acessibilidade e a equidade, buscando criar espaços que ressoem com indivíduos de diferentes perfis demográficos, habilidades e contextos culturais. O conceito vai além do mero cumprimento de normas de acessibilidade ou da incorporação de elementos de desenho universal; em vez disso, representa uma mudança de paradigma que humaniza a arquitetura e a alinha a valores sociais fundamentais. Sob essa ótica, a arquitetura inclusiva estimula conexões, acolhe a diversidade e garante que os espaços físicos contribuam para o bem-estar coletivo.
Este artigo explora quatro temas interligados — Empatia, Arquitetura Inclusiva, Equidade Espacial e Acessibilidade — por meio de artigos selecionados publicados em 2024. Juntos, esses temas revelam como a arquitetura pode responder aos desafios e aspirações da sociedade, ilustrando seu potencial como catalisadora de transformação social. Desde projetar para a conexão emocional até enfrentar as desigualdades espaciais, as lições de 2024 enfatizam a responsabilidade de profissionais de arquitetura em criar espaços que transcendam a funcionalidade, promovam a inclusão em todas as escalas e fomentem ambientes onde todas as pessoas se sintam vistas, valorizadas e integradas.
Equilibrar elementos funcionais e estéticos no projeto de edifícios é uma tarefa crucial, porém frequentemente complexa. Isso ocorre porque uma estrutura construída abrange múltiplas funções, sistemas, materiais, produtos e requisitos de toda ordem. Um aspecto crítico dos espaços é a acústica, que pode influenciar significativamente a usabilidade e o conforto, nunca devendo ser negligenciada, especialmente em áreas comuns como restaurantes, centros de convenções, museus e instalações esportivas. Uma boa acústica contribui para o bem-estar e a produtividade dos ocupantes, ao passo que uma acústica deficiente pode causar estresse, fadiga e danos auditivos. Esses problemas podem ser causados por ruídos externos, diversas fontes sonoras ou impactos (como passos, saltos ou movimentação de móveis), além da reflexão das ondas sonoras dentro do próprio ambiente, criando ecos e reverberações que comprometem a inteligibilidade da fala.
A Rotatória Aebayah projetada pelo ARCHMA Studio. Imagem cortesia de Mujassam Wattan
As cidades são ambientes vibrantes onde a arquitetura, os espaços públicos e a arte se entrelaçam para moldar a experiência humana. Esculturas e marcos urbanos são componentes essenciais do desenho urbano, pois criam conexões culturais e aprimoram tanto a funcionalidade quanto a estética. Essas intervenções definem a identidade de uma cidade, ao mesmo tempo em que estimulam a interação comunitária e o orgulho cívico.
Em Al Khobar, na Arábia Saudita, a arte pública tem desempenhado um papel transformador na reconfiguração da paisagem urbana, com projetos como Alarda, Alkhobar Memory, a Rotatória Aebayah e a Rotatória Albairaq. Essas iniciativas, muitas das quais impulsionadas pelo concurso Mujassam Wattan (MW Award), destacam o profundo impacto da integração da arte ao desenho urbano.
Com a passagem do Dia de Ação de Graças e a chegada de dezembro, as festas de fim de ano se aproximam rapidamente. Essa época do ano traz celebrações, férias e planos de viagem a todo vapor. Particularmente no Hemisfério Norte, há uma forte associação entre as festividades de fim de ano e o clima frio e com neve.
Entre as muitas tradições que celebram a estação, uma das mais desafiadoras em termos de logística e arquitetura é a instalação da gigante árvore de Natal do Rockefeller Center, em Nova York. Esse espetáculo de mover uma árvore com mais de 20 metros de altura e cerca de 10 toneladas para um dos centros urbanos mais movimentados do mundo continua a cativar o público e a evocar o espírito natalino todos os anos.