A 18ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza, inaugurada em 20 de maio, está sendo uma verdadeira materialização do tema O laboratório do futuro, definido por Lesley Lokko. A curadora convidou "arquitetos e profissionais de um campo ampliado de disciplinas criativas a buscarem exemplos nas práticas contemporâneas que apresentem um caminho para que o público avance, imaginando eles mesmos o que o futuro pode trazer".
O Pavilhão do Chile, com a curadoria de Gonzalo Carrasco, Alejandro Beals e Loreto Lyon (Beals Lyon Arquitectos), explorou o tema Ecologias em Movimento. A exposição apresenta os desafios atuais acerca da reparação e restauração ecológica com o estudo dos processos de recuperação do solo com sementes endêmicas.
https://www.archdaily.com.br/pt/1003257/ecologias-em-movimento-o-futuro-nao-sera-apenas-construido-sera-semeado-e-plantadoArchDaily Team
A cidade de San Miguel de Allende está localizada no estado de Guanajuato, na região centro-norte do México, limitando-se geograficamente com os estados de Zacatecas, San Luis Potosí, Querétaro, Michoacán e Jalisco. Tem uma área de 43,6 ha e é uma das regiões mais populosas de seu estado. Em 2008, foi declarada Patrimônio Mundial pela UNESCO, caracterizando-se por sua arquitetura barroca e espanhola. Faz parte da lista de Pueblos Mágicos do México. Além disso, a cidade abriga a Paróquia de San Miguel Arcángel, construída com a cantera rosa típica da região.
Por mais que eu seja crítico ao impacto dos shopping centers na vida urbana paulistana, ainda não consigo evitá-los completamente. Seja porque tenho pouco tempo, mas preciso passar no supermercado e também comprar um presente de aniversário; seja porque o filme que quero ver só está sendo exibido naquele horário e naquele shopping; seja porque meus filhos adoram o espaço de brincar no terraço do Shopping Pátio Higienópolis e, como preciso mesmo comprar um tênis novo, acabamos indo lá.
https://www.archdaily.com.br/pt/1003394/quanta-gente-quanta-alegria-o-papel-dos-shopping-centers-na-vida-urbanaVitor Meira França
Solução de Material com Baixo Carbono - ECOPlanet. Imagem Cortesia de Holcim
Cidades são definidas como áreas geográficas densamente povoadas, caracterizadas pelo desenvolvimento urbano. Elas funcionam como centros econômicos, políticos e culturais, oferecendo diversos serviços, infraestrutura e oportunidades. No entanto, o adensamento urbano frequentemente é associado a aspectos negativos, tais como problemas de saúde, poluição e desigualdades sociais. Países como a Índia e a China, com suas populações massivas que ultrapassam a marca dos bilhões, enfrentam uma demanda significativa por serviços e moradia.
Pesquisas recentes, incluindo estudos de instituições como a Berkeley Cool Climate Network, trouxeram uma mudança de paradigma na percepção do adensamento urbano. Essa mudança visa reduzir a pegada de carbono das cidades e apoiar esforços colaborativos para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O adensamento é proposto como uma estratégia crucial para promover a prosperidade social, o bem-estar e o combate às mudanças climáticas. Diante disso, surge uma questão relevante: como podemos viabilizar o adensamento de forma eficaz e, ao mesmo tempo, enfrentar o aquecimento global? Empresas como a Holcim têm respondido a esse desafio desenvolvendo soluções construtivas sustentáveis e promovendo discussões produtivas com profissionais de arquitetura, como Shajay Bhooshan, diretor associado na Zaha Hadid Architects. Essas colaborações trazem reflexões valiosas sobre o conceito de adensamento urbano como um catalisador para a ação climática.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138527/repensando-o-desenvolvimento-urbano-adensando-as-cidades-para-uma-acao-climatica-aceleradaEnrique Tovar
Surgida originalmente como uma maneira de reaproveitar sobras de pedras naturais — como mármore, quartzo e granito —, a técnica de 600 anos para a criação de superfícies em terrazzo vive um momento de grande destaque na atual cultura de reutilização. No entanto, a sustentabilidade está longe de ser o seu único atrativo.
As características que realmente colocam esse material composto no topo da lista de desejos de profissionais de design e arquitetura são sua alta durabilidade, a impermeabilidade livre de fissuras e uma paleta de cores e padrões quase infinitamente personalizável. E embora o uso do terrazzo tenha surgido, como o próprio nome sugere, no revestimento de pisos, o material também se adapta perfeitamente a outras superfícies e até mesmo ao design de produtos.
A Índia ultrapassou recentemente a China, sua vizinha subcontinental, tornando-se o país mais populoso do mundo, com uma população de mais de 1,4286 bilhão de pessoas. Com dados das Nações Unidas estimando também uma taxa de crescimento populacional anual de 0,7%, o ambiente construído do país está prestes a interagir com um novo discurso demográfico e a apresentar sua própria perspectiva sobre como construir para bilhões. Diante disso, o país enfrentará novos desafios de infraestrutura, transporte e habitação adequada que, à primeira vista, forçarão as cidades a uma expansão constante para responder a essas demandas dinâmicas. Contudo, um olhar crítico sobre a distribuição demográfica interna revela que a maioria dos indianos ainda vive em áreas rurais, as quais abrigam 65% da população, apesar da crescente migração campo-cidade. Esse cenário aponta para um caminho diferente — um em que o planejamento e o desenvolvimento das áreas rurais têm precedência sobre as cidades. Um caminho que explora a arquitetura no meio rural, sua relação com os centros urbanos e seu futuro como estrutura primordial para abrigar esse contingente populacional em rápida expansão.
Há uma frase popular que diz "o México é feito de muitos Méxicos", o que se traduz de diferentes formas. O tema da multiculturalidade neste país é muito marcado: desde os tempos pré-colombianos, era possível reconhecer que, embora existissem pontos em comum associados a características gerais da humanidade, à disponibilidade de materiais e à influência mútua, havia uma diferença em termos de discursos e necessidades, de acordo com as condições geográficas onde a arquitetura era erguida.
Imagem de termovisão infravermelha que mostra a falta de isolamento térmico. Imagem via Ivan Smuk / Shutterstock
Como tem sido amplamente divulgado, o setor de edificações em escala global é responsável por 36% do consumo de energia final (Global ABC, 2022) — em seu ciclo completo, isto é, desde a extração de materiais até o fim de sua vida útil. No entanto, o mais relevante é que a energia consumida na operação desses edifícios equivale a mais de 80% do total do ciclo de vida da edificação. Além disso, sabe-se que 66% dessa energia é consumida principalmente em climatização [1].
Nesse contexto, uma série de medidas tem sido promovida globalmente para reduzir o consumo de energia na operação de edifícios, tais como a melhoria do isolamento térmico das envoltórias, as proteções solares, a incorporação de energias renováveis, a substituição de equipamentos por outros mais eficientes, entre outras.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138248/relevancia-e-calculo-da-demanda-energetica-de-edificiosPaola Valencia M.
Cortesia de Foster + Partners | Ampliação da Sede do Banco de Compensações Internacionais (BIS)
Os espaços de escritório no design e na arquitetura desempenham um papel crucial na definição de como trabalhamos e interagimos em ambientes profissionais. Eles são concebidos de maneira cuidadosa para promover a produtividade saudável, incentivar o trabalho em equipe e proporcionar aos/às profissionais um ambiente acolhedor e motivador. Após a pandemia de Covid-19, o estilo de vida corporativo passou por uma transformação significativa. Diante disso, as empresas vêm se adaptando e redesenhando novas formas de trabalhar, implementando horários flexíveis e políticas de trabalho híbrido.
Essa evolução nos estilos de vida corporativos influenciou ainda mais o design de escritórios, que agora se concentra prioritariamente na saúde, na segurança, no espaço pessoal e na colaboração. Há décadas os espaços de trabalho no design e na arquitetura vêm se adaptando às transformações desse panorama. À medida que eles evoluem para atender às novas demandas dos/as profissionais, diversas iterações de projeto são exploradas, promovendo diferentes valores.
A seleção desta semana de Melhores Projetos Não Construídos apresenta propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily que destacam diferentes espaços corporativos. Variando de uma sede bancária mais formal na Suíça a um centro de negócios de uso misto na Ucrânia, esses projetos exercem forte influência sobre a maneira como as pessoas trabalham nos espaços.
A sensibilidade na escolha de novos escritórios e a atenção à acessibilidade e sustentabilidade por si só colocam as últimas edições da CASACOR na rota dos eventos de arquitetura que deveriam ser acompanhados com atenção. No entanto, o tema deste ano “Corpo & Morada” dá um passo além, e indica como o evento tem se mantido atento aos temas emergentes e instigantes da profissão.
Imagem criada no DALL-E por Lucas Reitz sob o prompt: "an illustration of shopping mall sitting and waiting areas with couches and arm chair only occupied by white middle class men"
O espaço como adjacência de gênero e a dimensão espacial da sexualidade são temas recentes no campo da arquitetura. O caso do banheiro como dispositivo regulador de gênero, tem sido uma temática constantemente discutida, tanto dentro das pautas LGBTQIA+, de uma forma mais ampla, quanto nas intersecções da teoria queer na arquitetura.
A água, e suas conotações religiosas enquanto símbolo de purificação e vida, tem um significado enorme em muitas culturas. Mas em nenhum outro lugar esse respeito pela água é mais evidente do que na Índia, um país que reverencia seus rios como sagrados. Os corpos d'água servem como testemunho da veneração e uso da água em rituais religiosos, incorporando o patrimônio cultural como espaços públicos, locais de rituais e locais de cremação. Central para a vida diária na Índia, a água e a arquitetura aquática entrelaçam a espiritualidade e as tradições culturais, oferecendo um vislumbre das ricas tradições das comunidades.
Quando se fala de arquitetura, inevitavelmente, fala-se em escala. Tanto para a representação gráfica e bidimensional, quanto para a área construída, tamanho do terreno, extensão da cidade. Normalmente, a arquitetura pretende-se uma disciplina grandiosa, construções robustas, metragens quadradas amplas. Mas amplo é o campo de atuação, que engloba as escalas "menores": a habitação essencial, o terreno restrito, a pequena cidade.
Gênova, Itália. Criado por @dailyoverview. Fonte da imagem: @maxartechnologies
A instalação de portos marítimos comerciais em diversos locais ao redor do mundo, sobretudo no início do processo que hoje chamamos de globalização, foi um fator preponderante e estruturador para a fundação de inúmeras cidades. Assim, abordar a relação entre certas cidades e seus portos é também discutir sobre sua própria história, conformação e desenvolvimento ao longo do tempo, uma vez que essas áreas desempenharam um papel fundamental para o crescimento do comércio, da economia e, inevitavelmente, da própria vida urbana, fazendo dessas cidades centros vitais e estratégicos de intercâmbio cultural, comercial e social.
O Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais do campo criativo em conversas espontâneas que dão espaço a análises profundas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e projetos, ou explorações informais sobre a vida cotidiana e o design. O Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Nesta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, recebem Denise Scott Brown — arquiteta, urbanista, teórica, escritora e educadora — para conversar sobre sua trajetória e criação na África do Sul; seus primeiros passos na arquitetura; suas viagens pelo mundo; o impacto da docência em sua vida e carreira; as reformas na National Gallery e em outros de seus projetos; e muito mais!
A água e a arquitetura estão intimamente relacionadas no projeto de residências, desde o aspecto funcional até o estético. A melhor opção é levar isso em conta desde o início do processo de projeto, pois a implementação de tecnologias e sistemas adequados definirá o consumo desse recurso. Hoje em dia, é nossa responsabilidade como profissionais pensar em como podemos reduzir o consumo e reciclar a água em nossas próprias casas. Há várias maneiras de atender a essas necessidades, incluindo a instalação de dispositivos de baixo fluxo em torneiras e chuveiros, vasos sanitários com descarga de vazão baixa e alta, e sistemas de irrigação eficientes para o paisagismo. Além disso, sistemas de coleta e reutilização de água da chuva podem ser implementados para irrigação e limpeza.
Ainda que os experimentos e observações de Isaac Newton tenham levado ao desenvolvimento da roda de cores durante o século 17, sua revolução na compreensão e aplicação das cores continua a influenciar a criação de projetos de arquitetura e design até hoje. Arranjando-as em um formato circular, Newton mapeou o espectro de cores, que é uma representação visual de como cada uma se relaciona com as outras. A roda de cores tornou-se uma ferramenta fundamental para artistas, arquitetos e designers entenderem as relações e, portanto, criarem paletas atraentes para os projetos. Além de apenas "observar" as combinações de cores, aplicar a teoria da cor com base nas relações geométricas na roda de cores ajuda os designers a determinar quais cores são adequadas juntas. Cores têm a capacidade de brincar com a percepção espacial, criar um senso de atmosfera e evocar respostas emocionais, tornando-se essencial para o design.
Ao explorar as múltiplas possibilidades da roda de cores, criamos um guia para melhorar o design arquitetônico por meio de três combinações de cores: monocromáticos, análogos e complementares.
Hoje, passamos mais de 90% do nosso tempo dentro de edifícios. Agora também sabemos que nosso cérebro e corpo são influenciados pelo contato com a arquitetura, e o interesse em entender o impacto do meio ambiente no bem-estar humano é crescente. Há diversos novos estudos sobre este tema lançados a cada ano, e os escritórios de arquitetura estão empregando cada vez mais os serviços de pesquisadores e consultores de design da experiência humana.
Quando se pensa em espaços públicos, a imagem de uma piscina raramente vem à mente. Espaços públicos são o centro da vida cívica, lugares onde a maioria das interações, atividades e comportamentos seguem normas sociais e culturais estritas para garantir a segurança e o conforto de todos os usuários. Em contraste, nadar e tomar banho representam algo mais íntimo e primordial, uma experiência sensorial distinta de qualquer outra. Além dos benefícios para a saúde, o ato de flutuar no espaço cria uma ruptura com a vida cotidiana e suas restrições.
Como espaços sociais, banhos públicos e piscinas oferecem uma experiência ainda mais incomum. Aqui, regras e normas de conduta usuais não se aplicam mais. A nudez social se torna a nova norma e, à medida que as pessoas se despem, elas também perdem seus marcos de status, transformando a piscina em um oásis igualitário. Ao longo da história, esses espaços muitas vezes desacreditados ofereceram uma experiência social intensificada, fomentando conexões e trazendo um novo elemento a ambientes urbanos densos. Como uma tipologia presente desde a antiguidade, banhos públicos e piscinas também foram um espaço disputado, como uma manifestação de tópicos difíceis, como a segregação de gênero e raça, gentrificação e vigilância em contraste com a liberdade que prometem.
Proposal Comparison, Autodesk Forma. Image Courtesy of Autodesk
A profissão de arquiteto enfrenta cada vez mais as pressões de uma era em rápida mudança marcada pela urbanização, crescimento populacional e mudanças climáticas. Para navegar efetivamente nas complexidades que envolvem projetos arquitetônicos e urbanos, tem havido uma aceleração na adoção e integração de tecnologias orientadas por dados, como a Inteligência Artificial (IA) e o aprendizado de máquina. No entanto, surgiram preocupações válidas sobre a possível perda de controle criativo do designer, com medo de que seu papel possa ser reduzido a um mero "ajustador de parâmetros". Isso é uma possibilidade genuína ou apenas um reflexo de resistência à mudança?
Em uma conversa com Carl Christensen, Vice-Presidente de Produto da Autodesk, exploramos o impacto da IA sobre o papel tradicional do arquiteto e as oportunidades que surgem com esses avanços tecnológicos. À medida que os paradigmas mudam, os arquitetos e designers com visão de futuro podem se sentir especialmente capacitados para expandir sua influência e moldar um novo futuro para a disciplina.
A Yonge and Dundas Square de Toronto, repleta de painéis digitais, pertence ao município, mas é gerida por meio de uma parceria público-privada. Embora abrigue primordialmente conteúdos e atividades comerciais, os espaços e as telas da praça são frequentemente utilizados para eventos culturais e manifestações artísticas. À medida que cidades, organizações artísticas, governos e corporações buscam, cada vez mais, engajar as pessoas nos espaços públicos por meio da combinação de mídia e arquitetura, quais são as possibilidades e os riscos associados a essas abordagens, tanto individualmente quanto em conjunto? De que maneira a arquitetura de mídia articula interesses e impactos cívicos, criativos e comerciais?
Cairo, a vibrante capital do Egito, é uma síntese única de arquitetura histórica e contemporânea. Uma das cidades mais populosas da África, essa aglomeração urbana movimentada possui uma longa e rica história e abriga quase 20 milhões de pessoas. Além das famosas Pirâmides de Gizé e da Esfinge, que atraem turistas há séculos, a cidade tem sido um caldeirão de culturas, histórias e arquiteturas.
A cidade do Cairo passou por várias eras, cada uma caracterizada por estilos arquitetônicos únicos. Após os antigos egípcios, o período islâmico viu o surgimento de prédios icônicos, como a Mesquita de Ibn Tulun e a Mesquita do Sultão Hassan. Esses foram seguidos pelo período mameluco, durante o qual foram construídas estruturas como a Mesquita Al Rifai e a Mesquita Madraça do Sultão Barquq, com belíssimos entalhes em pedra, minaretes imponentes e motivos decorativos complexos. A era otomana trouxe seus próprios marcos, incluindo a Mesquita de Muhammad Ali e a Cidadela de AlQalaa. No final do século XIX e no século XX, Cairo testemunhou uma influência colonial que resultou na construção de estruturas notáveis, como a Ópera do Cairo e a Torre do Cairo.
A relação entre a arquitetura e a música sempre existiu ao longo da história, podendo ser observada sob diversos aspectos. A maneira como os espaços arquitetônicos são projetados pode afetar a qualidade do som e a experiência auditiva de uma peça musical. A acústica de um lugar, determinada pela forma, dimensão e materiais utilizados em sua construção, pode influenciar o modo como se percebem os sons e a música. Por essa razão, a arquitetura desempenha um papel essencial no projeto de auditórios e salas de concerto; os aspectos a serem considerados incluem a distribuição do espaço, a disposição dos assentos, a geometria do recinto e a acústica, de modo a garantir uma experiência sonora ideal.
O Plano de Implementação para a Construção do Sistema Nacional de Educação para o Desenvolvimento Verde e de Baixo Carbono na China estabelece claramente que o desenvolvimento verde e de baixo carbono deve ser integrado como uma meta na construção de campi. Produtos tecnológicos inovadores de economia de energia e redução de emissões têm prioridade nas obras escolares, a fim de orientar docentes e estudantes do sistema educacional a consolidarem o conceito de desenvolvimento verde e de baixo carbono, estabelecendo bases ideológicas e operacionais sólidas para atingir as metas de pico de emissões e neutralidade de carbono.