The Cali Industrial por Futuris Architects. Imagem cortesia de Futuris Architects
A habitação é uma das funções primordiais da arquitetura, circunscrevendo inúmeras tipologias e abrangendo uma variedade de questões. A seleção com curadoria desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca diferentes formas de habitação enviadas pela comunidade do ArchDaily. De empreendimentos urbanos a microcasas, de uma profunda conexão com a paisagem a tecnologias de ponta, este artigo explora o tema da arquitetura residencial, apresentando diferentes abordagens ao redor do mundo.
Com uma estratégia para reabilitar a típica quadra urbana de Barcelona para abrigar moradias para a terceira idade, uma torre de energia líquida zero na Itália e uma villa poética na Grécia, a seleção abrange uma infinidade de escalas e cenários habitacionais. Além disso, um conceito de microcasas impressas em 3D aborda a escassez de moradia, enquanto um empreendimento urbano na Índia resgata os valores das aldeias tradicionais. Os projetos a seguir revelam diversas ideias em torno da arquitetura residencial em suas inúmeras formas.
Perla on Broadway é o primeiro novo arranha-céu construído no Broadway Theater District, em Los Angeles. Projetada pelo escritório CallisonRTKL, a torre é a primeira novidade no distrito em mais de um século. Matt Hickman explora essa recente adição à silhueta urbana do centro de L.A. em um artigo originalmente publicado no The Architect's Newspaper.
Simples na forma, mas complexa em sua essência, "O que é arquitetura?" continua sendo uma questão existencial para estudantes de arquitetura e jovens profissionais. Na tentativa de definir essa interrogação em constante evolução e expor as diferentes visões existentes, a série de entrevistas : WIA – What is architecture? faz quatro perguntas diretas a designers e pensadores/as da arquitetura de destaque global. Buscando revelar suas opiniões sobre o que é a arquitetura e o que ela pode realizar, estes vídeos curtos apresentam respostas para as seguintes perguntas: “O que é arquitetura? O que a arquitetura pode fazer? Qual é o seu posicionamento arquitetônico? e Qual é o seu método de projeto?”.
Nesta semana, destacamos as oportunidades de trabalho em dois dos principais escritórios de arquitetura da China: o People's Architecture Office (PAO), baseado em Pequim, e o Meng Architects, consolidado na região de Lingnan. Com linguagens singulares, ambos atuam de forma expressiva em diferentes campos da arquitetura e buscam arquitetos/as talentosos/as para integrar suas equipes.
https://www.archdaily.com.br/pt/1131064/vagas-da-semana-peoples-architecture-office-meng-jianmin-original-designMilly Mo
A Her City é uma plataforma dedicada a ampliar a participação de mulheres e meninas no planejamento urbano, visando construir cidades melhores para todas as pessoas. Ao propor uma mudança de perspectiva, o projeto posiciona o público feminino no papel de especialista, com o objetivo de criar comunidades e centros urbanos mais sustentáveis, igualitários e inclusivos. Esta iniciativa disponibiliza a gestores e gestoras urbanas de todo o mundo metodologias e ferramentas que facilitam a integração das mulheres no planejamento estratégico de longo prazo das cidades.
Focada em planejamento e desenho urbano, a plataforma foi lançada no Dia Internacional da Mulher de 2021, fruto de um esforço conjunto entre o ONU-Habitat (Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos) e o think tank independente sueco GlobalUtmaning. O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com a equipe responsável pelo projeto para discutir a trajetória de desenvolvimento da plataforma, o processo de elaboração de suas diretrizes e as perspectivas para o planejamento inclusivo em escala global.
A Graham Foundation anunciou a concessão de 69 novas bolsas para pessoas de todo o mundo que apoiam projetos de arquitetura. Os projetos subsidiados representam diversas linhas de pesquisa com ideias originais que avançam nossa compreensão do ambiente projetado. Selecionados entre mais de 500 propostas, os projetos financiados incluem exposições, publicações, filmes e performances que promovem estudos acadêmicos rigorosos, estimulam a experimentação e fomentam o discurso crítico na arquitetura. Os projetos inovadores são liderados por profissionais de arquitetura, artes visuais, curadoria, cinema, história e fotografia, tanto consagrados quanto emergentes, entre outras áreas.
Lembre-se da última vez que se reuniu com clientes para apresentar um projeto. Mesmo após preparar uma grande quantidade de documentos, diagramas, renderizações e desenhos técnicos, ainda parecia que algo faltava para uma apresentação verdadeiramente completa. Para piorar, os clientes às vezes se apegam a uma ou duas imagens renderizadas e não conseguem avançar.
Após apresentar "Architectural Classics", uma série de clássicos icônicos da arquitetura representados em perspectiva axonométrica, agora Diego Inzunza, o arquiteto e artista visual chileno por trás do Rosamente, compartilha conosco uma coleção de 22 desenhos criados durante 2021 em colaboração com 16 arquitetos e arquitetas de 5 países — entre os quais estão Cristian Danke, David Carcamo, Anita Catricura, Roberto Ibàñez, Rodrigo Ortiz, Charlotte Bazonnard, Javiera Muñoz, Sofía Montealegre, Juan Pablo Santamaría, Tom Gardner, Joel R, Sergio Pita, José Tello, Francisco Guerrero, José Tomás Infante e Camilo Carrascal.
O título desta nova série é “Abstract Architecture” e baseia-se em desenhos conceituais que giram em torno da arquitetura, da natureza e de outras narrativas gráficas.
"Domingos Libro" é apresentado por Carmelo, do Enorme Studio. A cada 15 dias, ele analisa detalhadamente publicações de arquitetura esquecidas, além de livros e revistas de arquitetura das décadas de 1960, 70 e 80 que guardam as histórias mais interessantes por trás de suas páginas.
Neste novo episódio, ele aborda o catálogo da exposição "Houses For Sale", publicado pela Rizzoli e por B.J. Archer em 1980. Na mostra, por meio da galeria de Leo Castelli, era possível adquirir os projetos de oito residências concebidas por profissionais de tempo da arquitetura (Emilio Ambasz, Peter Eisenman, Vittorio Gregotti, Arata Isozaki, Charles Moore, Cesar Pelli, Cedric Price, Oswald M. Ungers), invertendo a lógica tradicional na qual o/a cliente encomenda a um/a arquiteto/a a casa dos seus sonhos.
Open House por Framlab. Imagem cortesia de Framlab
O projeto residencial tornou-se um verdadeiro desafio. Seja pela crise habitacional e suas repercussões, pela crescente consciência ambiental ou pelo fato de as pessoas passarem mais tempo dentro de suas moradias, arquitetos e arquitetas agora se concentram no desenvolvimento de projetos que vão além da casa típica e que oferecem respostas a questões como: como profissionais de arquitetura podem oferecer privacidade e conforto aos moradores e, ao mesmo tempo, manter a conexão com o exterior? E de que forma esses espaços podem atender às necessidades espaciais e funcionais de todos os membros da família, especialmente quando as fronteiras entre trabalho, lazer e descanso se tornam difusas?
De um complexo habitacional inspirado em Matrix na Arábia Saudita à primeira estrutura de aço impressa em 3D do mundo para casas modulares na Sardenha, esta seleção de projetos residenciais não construídos demonstra como arquitetos e arquitetas vêm reimaginando a tipologia residencial tradicional, investigando como essas estruturas podem atender aos usuários, ao local e ao meio ambiente. Esta seleção também inclui projetos nos Países Baixos, na Sibéria, na Suécia e na Itália.
O que há por trás de um nome? Bem, quando se trata de edifícios, a resposta é: muita coisa. Se por um lado algumas denominações são passageiras, mudando conforme o lance mais recente do melhor pagador, por outro, alguns nomes são indeléveis e deixam uma marca permanente no imaginário público. Nomes de clientes, cidades, corporações e ruas oferecem farto material de inspiração, mas alguns/as arquitetos/as adotam uma postura mais estratégica. Arquitetos/as como Peter Eisenman criaram séries numeradas (House I, House II, etc.), ao passo que os/as profissionais do escritório MOS adotam um sistema de nomenclatura genérico semelhante ao de compositores (House with 10 trees, House with 2 Chimneys). Para esses/as arquitetos/as, o nome situa cada edifício dentro de uma coleção mais ampla de projetos. Isso garante que as pessoas vejam cada ato de construir como parte de um plano maior. Por fim, às vezes, por mais que uma equipe de marketing se esforce, um edifício acaba recebendo um apelido do qual simplesmente não consegue se livrar... Gherkin. Este vídeo analisa todos esses aspectos ao explorar como os edifícios recebem seus nomes.
O The Second Studio (antigo The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pela arquiteta Marina Bourderonnet e pelo arquiteto David Lee, o programa traz diferentes profissionais da área criativa em conversas sem roteiro que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, avaliações de edifícios e outros projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Nesta semana, David e Marina discutem o processo de projeto. A dupla debate sobre pesquisa, o uso da intuição, suas seis formas diferentes de testar se um "projeto em desenvolvimento" é bom e como ele pode ser aprimorado (o teste dos diferentes meios, o teste de abstração, o teste de critérios arquitetônicos, o teste de desenvolvimento, o teste de sequência conceitual e o teste de entusiasmo), por que um processo passo a passo rígido é problemático, como o processo de projeto é visto de forma diferente por designers e não-designers (clientes), e como superar o bloqueio criativo.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130730/o-podcast-the-second-studio-sobre-compartilhamento-de-dicas-de-processo-de-projeto-para-designers-e-arquitetos-asThe Second Studio Podcast
REDES é uma associação cuja atuação se concentra na região de Xochimilco e Milpa Alta, na Cidade do México; o grupo busca resolver situações e problemas ambientais para melhorar a qualidade de vida, bem como contribuir para a conservação da região. Nesta ocasião, conversamos com Elsa Valiente – diretora executiva e fundadora da REDES Restauración Ecológica y Desarrollo AC – sobre os esforços para a retomada da produção nas chinampas na Cidade do México e a conservação da água em Xochimilco.
Fora da China, as projeções arquitetônicas costumam se comportar como individualistas orgulhosas, competindo pela atenção da noite. Na China, no entanto, é comum encontrar em diversas áreas metropolitanas conjuntos de projeções de fachadas que transmitem uma mensagem unificada. Essas projeções integram visualmente múltiplos arranha-céus em uma entidade panorâmica única. Mas por que esse fenômeno ocorre especificamente na China? E como ele começou? A Bienal de Arquitetura de Mídia conecta política e cultura para oferecer respostas sobre a emergência dessa paisagem digital chinesa.
No dia 9 de márço, celebra-se o nascimento de um dos arquitetos mexicanos mais importantes do mundo, pioneiro do Movimento Moderno no México e cuja obra transcendeu as fronteiras geográficas para ser estudada por diferentes gerações de arquitetos e arquitetas, que reescreveram seus ensinamentos para torná-los seus. Luis Barragán, arquiteto tapatio e vencedor do Prêmio Pritzker de 1980, deixou um legado atemporal que continua abrindo caminho para novas investigações e descobertas.
O tarot é frequentemente descrito como um espelho da alma. Assim como nos espaços que habitamos, podemos olhar para os símbolos contidos no baralho de 72 cartas e enxergar reflexos de nós mesmos e de nossos sistemas de crenças. O objeto e a própria prática contêm diversas associações arquitetônicas: não é incomum que termos como “estruturas”, “fundações” e “lar” surjam em uma leitura de tarot. Cartas tradicionais retratam torres, castelos e igrejas. Às vezes, as cartas são descritas como chaves; outras vezes, como portais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130743/a-arquitetura-fantastica-de-niki-de-saint-phalleLeilah Stone
O conforto acústico é afetado pelos níveis e pela natureza do som vivenciado em um espaço interno, medido em decibéis. A funcionalidade e a estética dos espaços residenciais e de trabalho costumam ser o foco principal de quem projeta; no entanto, com frequência excessiva, negligenciam-se os fatores que contribuem para a produtividade de colaboradores/as ou para o conforto de moradores/as. Proporcionar um ambiente acústico confortável contribui significativamente para o bem-estar geral e a saúde das pessoas que nele atuam.
É uma crença comum entre o público leigo (e até mesmo entre alguns/as arquitetos/as) que os telhados de duas águas são inerentemente superiores aos planos. O argumento geralmente é de que a cobertura em duas águas demonstra uma sensibilidade de “a forma segue a função”, escoando facilmente a água e a neve por meio da geometria e da gravidade. Sendo assim, os telhados planos seriam propensos a infiltrações. Embora isso seja verdade, este vídeo desmistifica o assunto ao analisar mais detalhadamente alguns pontos que podem fazer você mudar de ideia. Isso inclui o motivo original de Louis Sullivan para escrever a frase “a forma sempre segue a função”, bem como a capacidade das coberturas planas de oferecer espaços públicos ao ar livre, receber telhados verdes, proporcionar simplicidade estrutural e apresentar melhor comportamento em relação ao vento, entre muitos outros fatores. Há também outra razão funcional e formal concorrente pela qual uma cobertura com pouca inclinação pode ser mais prudente do que uma inclinação mais acentuada, mesmo em áreas com ocorrência de neve, como Chicago.
O National Provincial Bank em Plymouth, sudoeste da Inglaterra, concluído em 1959 e projetado pelo departamento de arquitetura do banco, com BC Sherren como arquiteto-chefe. Imagem cortesia de Elain Harwood
O termo “mid-century modern” evoca imagens de um elegante Don Draper, armários esguios de teca e cadeiras escandinavas sofisticadas. Essa é, pelo menos, uma das perspectivas desse movimento de design, uma visão que remete muito mais aos escritórios de Manhattan nos anos 1950 do que a qualquer outra coisa. No entanto, na Grã-Bretanha, esse estilo manifestou-se de forma ligeiramente diferente, expressando-se em escolas, catedrais, habitações e em um festival que definiu a época — tudo isso eloquentemente descrito e ilustrado pela prolífica historiadora da arquitetura Elain Harwood em Mid-Century Britain: Modern Architecture 1938-1963.
FOUN’TA’SY. Imagem cortesia de Public Housing Enterprise J.S.C
Com foco no ambiente urbano, a seleção desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca intervenções em espaços públicos, enviadas pela comunidade do ArchDaily. Alinhado ao nosso tema do mês, o artigo destaca abordagens globais que enfrentam os desafios dessas áreas por meio de soluções inovadoras.
Explorando uma variedade de métodos adequados a diferentes contextos, esta seleção apresenta uma estratégia de urbanismo tático implementada em um bairro no Kosovo e medidas de micromobilidade na Itália. Outros projetos propõem abordagens públicas em empreendimentos privados e o fortalecimento de conexões históricas e culturais entre parques, edifícios e cidades. Além disso, esta compilação traz intervenções conceituais que respondem ao distanciamento social e aos desafios da pandemia, com o objetivo de permitir que as pessoas se desloquem livre e seguramente pelo espaço.
Durante a semana de seleção final dos Prêmios Obra do Ano 2021 do ArchDaily China, recebemos um total de 75.000 votos, graças a leitores e leitoras de todo o mundo. O ArchDaily China se empenha em trazer mais escritórios chineses para a onda de intercâmbios globais e apresentar a arquitetura chinesa ao mundo.
Este ano, o escritório CCTN Design, com o Museu do Alto-Forno Nº 3 de Shougang, foi selecionado para o primeiro lugar, adotando a estratégia de projeto de “selar o antigo, desmontar o excedente e reabastecer o novo”, transformando as ruínas industriais de Pequim em um espaço urbano acolhedor. O MAD Architects, com o Jardim de Infância YueCheng Courtyard, conquistou o segundo lugar ao desmontar e expandir uma tradicional casa com pátio. Já o escritório gad, com o Mountain & Sea Art Museum, ficou com o terceiro lugar ao solucionar o desafio da construção em encostas montanhosas e moldar a forma escultórica do museu de arte.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130608/entrevista-com-os-vencedores-do-premio-archdaily-china-obra-do-ano-2021韩爽 - HAN Shuang
#Chapas de alumínio anodizado Nos últimos anos, as chapas de alumínio anodizado vêm se consolidando como um material emergente, amplamente aplicado em projetos de interiores e exteriores na arquitetura contemporânea chinesa. O alumínio anodizado apresenta as seguintes características principais: 1. Aparência metálica, com a película de anodização transparente que protege o material, preservando plenamente a textura metálica natural e suave do alumínio; 2. Maleabilidade, apresentando excelente usinabilidade, com ótimas propriedades de moldagem e dobra; 3. Consistência superficial, mantendo uma tonalidade uniforme independentemente da volumetria e complexidade do edifício; 4. Resistência à corrosão, graças ao processo de anodização que cria uma camada de óxido densa na superfície metálica, proporcionando alta resistência à corrosão e aumentando a dureza e a resistência estrutural da edificação; 5. Alta resistência intempérica, com uma superfície eletrostaticamente neutra que repele a poeira, facilitando a limpeza e mantendo o brilho original mesmo após sucessivas lavagens, o que garante fachadas duradouras — projetos executados há 40 anos com chapas de alumínio anodizado mantêm-se hoje com a mesma aparência original; 6. Sustentabilidade, tratando-se de um material ecologicamente correto, classificado com nível A de incombustibilidade.
#Chapas de alumínio anodizado Almeco A Almeco, especialista global em alumínio com tratamento de pré-superfície, oferece uma ampla gama de produtos inovadores de alumínio anodizado para fachadas e decorações internas e externas. Sua textura metálica incomparável, variedade de cores e excelente trabalhabilidade conferem uma nova vitalidade e expressão artística à arquitetura, transformando cada edifício em uma obra de arte singular. Por essas qualidades, a marca tornou-se a escolha de arquitetos/as de renome internacional, como Jean Nouvel, Thom Mayne, MAD e UNStudio.
A Bienal de Arquitetura de Veneza 2021 finalmente abriu suas portas ao público no dia 22 de maio, apesar de todas as adversidades e após dois adiamentos. Ao apresentar 115 respostas diferentes para "Como viveremos juntos?", a exposição de arquitetura reuniu propostas inovadoras de todo o mundo, todas nascidas de uma determinação comum de transformar o status quo. Ao aproximar pessoas que enfrentam os mesmos desafios para participar de uma troca essencial de ideias, esta 17ª edição ampliou o papel e a relevância da Bienal como a maior plataforma voltada à arquitetura.
Diretamente de Veneza, o ArchDaily teve a oportunidade de conversar com o curador Hashim Sarkis para discutir mais uma vez a crescente relevância da bienal, as diferentes escalas e áreas que se sobrepõem, os aspectos recorrentes e a linguagem global da arquitetura. Na expectativa de que “as pessoas saiam da bienal acreditando ainda mais na arquitetura como um meio capaz de fazer a diferença”, Sarkis fala, nesta sua terceira entrevista, sobre um imaginário coletivo que pode inspirar novos pactos espaciais.
# Red Dot Design Award 2020 - Product Design # Longlist Archiproducts 2019 # Exposto no ADI DESIGN INDEX 2020
Quando Mies van der Rohe nos incentivou a reduzir as quatro paredes ao seu estado mais essencial com a célebre frase "menos é mais", ele talvez não imaginasse que acabaríamos nos cansando de caixas perfeitamente uniformes. Embora o minimalismo continue sendo uma vertente estética dominante em todo o mundo, há um desejo crescente de ir além da simplicidade pura, introduzindo detalhes engenhosos que quebrem a monotonia e tragam calor e refinamento estético. É dessa busca que nasce o Eclisse 40.
O batente da série Eclisse 40 não representa apenas uma inovação técnica, mas também uma releitura da estética do marco como elemento decorativo e de design. Seu perfil inclinado esculpe o volume e dialoga com a luz para criar um efeito cenográfico único. Um elemento estrutural que outrora era puramente invisível — o batente — assume o protagonismo do design, transformando a porta em uma presença marcante e altamente expressiva no design de interiores.