O prêmio bienal International VELUX Award for Students of Architecture retorna em sua edição de 2024, convidando estudantes de todo o mundo a inovarem sob o tema da luz natural na arquitetura, mais especificamente, a idealizarem a "Luz do Amanhã". Este tema abrangente norteia o prêmio desde seu lançamento em 2004. Desde então, foram submetidos mais de 6.000 projetos de 130 países que adotam uma abordagem aberta e experimental em relação à luz natural no ambiente construído.
Lienzo / Maka Arquitectura. Image Cortesía de Porcelanosa
A escolha de materiais é parte intrínseca do conceito e da função de um projeto de arquitetura. Projetar um espaço com madeira, por exemplo, cria um ambiente e um propósito totalmente diferentes daqueles de um espaço projetado com porcelanato, tijolo ou concreto. Contudo, isso não significa que cada material esteja sempre fadado a um único tipo de função. É aí que entram a criatividade e a inovação para conceber espaços que integrem uma variedade de materiais, resultando em propostas que evocam diferentes estilos, experiências e usos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138176/o-design-como-expressao-de-emocoes-as-criacoes-do-projeto-10-de-10Daniela Porto
Nascido no período pós-guerra no Reino Unido, o movimento brutalista inicialmente foi recebido com ceticismo, mas posteriormente cativou a imaginação de novos designers fascinados pela interação entre formas geométricas impactantes e os materiais brutos expostos com os quais são concebidos. Este artigo se aprofunda nas particularidades que definem a contribuição da Itália para o movimento brutalista, explorando o estilo pelas lentes de Roberto Conte e Stefano Perego. Os dois fotógrafos também publicaram um ensaio sobre o tema no livro intitulado "Brutalist Italy: Concrete Architecture from the Alps to the Mediterranean Sea".
Reforma do Robert C. Weaver Federal Building de Marcel Breuer / Brooks + Scarpa. Imagem Cortesia de Brooks + Scarpa
Explorar projetos de arquitetura, propostas de concursos e obras não construídas de arquitetos/as de renome é um passo importante para fomentar a inovação, incentivar o intercâmbio multicultural e desenvolver abordagens diversas de projeto. Analisar esses conceitos não realizados pode oferecer insights sobre a evolução do pensamento arquitetônico, explorando um espectro mais amplo de abordagens e perspectivas de design. A seleção curada desta semana de Melhor Arquitetura Não Construída destaca propostas enviadas por escritórios de arquitetura consolidados.
Reunindo escritórios reconhecidos internacionalmente como Brooks + Scarpa, Penoyre & Prasad, Aedas, Pininfarina e Opposite Office, esta seleção exemplifica a ampla gama de projetos e intervenções desenvolvidos por arquitetos/as em diversas escalas e programas. De releituras criativas de ícones arquitetônicos conhecidos a museus de arte, inserções urbanas e propostas ativistas conceituais, estes projetos demonstram a variedade de abordagens que os/as profissionais adotam ao projetar em contextos específicos e em resposta a limitações, desafios e oportunidades locais.
Ciclovia da Avenida Paulista. Imagem: Prefeitura de São Paulo
O estudo intitulado Priorizar o transporte ativo por bicicletas!, publicado pelo Centro de Estudos da Metrópole (CEM), núcleo de pesquisa da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo, apresenta uma análise instrumental de planejamento relacionado ao sistema cicloviário de São Paulo, comparando o cenário atual com o que foi planejado para o futuro, sob o panorama das desigualdades.
O jornalista Flávio Soares, mestrando da Escola Politécnica (Poli) da USP, integrante da equipe de pesquisa do CEM e um dos autores do artigo, explica os principais pontos analisados para a construção de ciclovias e ciclofaixas nas cidades.
No campo em constante evolução do design arquitetônico, a trajetória das tecnologias de visualização está nos impulsionando rumo a um futuro onde a criatividade não conhece limites. Diversas novas ferramentas lideram essa revolução, oferecendo softwares inovadores que redefinem os limites da visualização arquitetônica. Neste artigo, analisamos uma dessas ferramentas, o Eyecad VR, e seus pontos fortes, explorando como a renderização em tempo real, as experiências imersivas, os recursos de realidade virtual e uma vasta biblioteca de blocos 3D estão ajudando a remodelar o panorama do projeto de arquitetura.
O mundo da arquitetura é uma fusão cativante entre expressão artística e precisão científica. Minha jornada nesse campo começou com uma investigação profunda de sua rica história. Foram as obras impressionantes dos mestres do Renascimento que me impulsionaram em uma trajetória de transformação, guiando-me no sentido de aproveitar o imenso potencial da inteligência artificial e dos algoritmos no projeto de arquitetura.
“Duas cabeças pensam melhor do que uma”, diz o ditado popular. E com razão. Como seres sociais que somos, os seres humanos prosperam por meio de interações interpessoais e da troca dinâmica de ideias. São essas reflexões coletivas que tendem a florescer, evoluir e atingir seu potencial pleno, alimentadas por uma diversidade de perspectivas e experiências. É justamente por isso que o trabalho em equipe se consolida como um dos pilares mais valorizados em qualquer ambiente corporativo, o que também explica por que profissionais de escritório passam, em média, 37% do seu tempo semanal em reuniões. Não surpreende, portanto, que os escritórios modernos incorporem salas de reunião como espaços dedicados à ideação colaborativa e à tomada de decisões. Mas não da forma como muitos imaginam. Ficaram para trás os dias de salas de conferência monótonas, compostas apenas por uma grande mesa, cadeiras desconfortáveis e paredes brancas, que agora dão lugar a modelos novos e mais inovadores, alinhados a uma mudança de paradigma.
O Spacon & X é um estúdio de design e arquitetura com sede em Copenhague que atua na criação de identidades espaciais em diferentes mídias. Seu trabalho transdisciplinar promove a fusão entre campos tradicionalmente separados, contribuindo para uma experiência física e holística de marca. Selecionado pelo ArchDaily como parte das nossas Novas Práticas de 2023, o estúdio trabalha com uma abordagem exploratória em arquitetura, design, cenografia e produção.
O estúdio é liderado por três sócios e sócias de trajetórias distintas: Arquitetura, Design de Moda e Design Cenográfico. Em entrevista com Nikoline Dyrup Carlsen, Svend Jacob Pedersen e Malene Hvidt, o ArchDaily investiga sua prática profissional, explorando suas habilidades singulares e sua ética de trabalho colaborativa e exploratória. A entrevista também vai além da prática cotidiana, discutindo sua metodologia única e sua estratégia de desenvolvimento de negócios comerciais. Com uma equipe de 25 pessoas de diversas origens, o estúdio conta com profissionais de arquitetura, carpintaria, construção civil e artesanato, dedicando-se a expandir os limites do design e da arquitetura.
Com o objetivo de garantir o abastecimento de alimentos para a população de Berlim, em rápido crescimento no final do século XIX, o Kornversuchsspeicher foi construído em 1898 no antigo terreno dos depósitos de carga de Hamburger e Lehrter. Um edifício com vocação científica, sua função era pesquisar novos métodos de armazenamento de grãos. Após anos de desuso e, posteriormente, um período de ocupação temporária como espaço criativo, o edifício de tijolos foi cuidadosamente renovado nos últimos anos pelo escritório AFF Architekten, ampliado com a adição de um sétimo pavimento e transformado em um moderno edifício de eventos, gastronomia e escritórios, com foco na preservação total de seu charme industrial. Este foi um projeto que exigiu grande conhecimento técnico em todas as frentes, inclusive por parte da Solarlux, especialista acionada para fornecer soluções personalizadas de esquadrias e fachadas.
No dia 6, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, solicitou à CET-Rio, empresa que cuida da gestão de tráfego na capital carioca, a readequação dos limites de velocidade nas vias da orla. A medida é de extrema importância considerando que, segundo a Prefeitura, mais de 600 pessoas perderam as suas vidas em sinistros no trânsito do Rio no ano passado, e mais de 60% foram devido a atropelamentos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1010498/entenda-por-que-o-rio-de-janeiro-precisa-de-vias-mais-segurasITDP Brasil
Uma atração familiar em cidades mais populosas, diz-se que os bistrôs nasceram em Paris, onde moradores/as empreendedores/as montavam barracas improvisadas em frente às suas casas, vendendo suas sobras de produtos para ganhar uma renda extra. O que começou como uma atividade secundária despretensiosa transformou-se nos restaurantes e cafés acolhedores e aconchegantes que conhecemos hoje como bistrôs. Com espaço interno mínimo em suas instalações de pequena escala, esses estabelecimentos gastronômicos de dimensões reduzidas frequentemente dão continuidade à tradição de seus antecessores, dispondo mesas e cadeiras ao ar livre.
Lutando pela sobrevivência nos meses incertos da pandemia, pequenos estabelecimentos de hospitalidade e gastronomia aproveitaram o momento em que as grandes cidades flexibilizaram suas regras para refeições ao ar livre. Por toda parte, de pizzarias voltadas para praças no Porto a sanduicherias em becos de paralelepípedos em Edimburgo, delimitou-se o pouco espaço disponível com o máximo de mesas e cadeiras possível. Ao mesmo tempo em que viabilizava refeições seguras ao ar livre, o mobiliário também servia para atrair clientes — assim que isso passou a ser permitido.
Caminhar rumo à modernidade implica questionar conceitos estabelecidos. Atualmente, testemunhamos diversos projetos e abordagens na arquitetura que exploram alternativas a sistemas construtivos, materiais e tecnologias de alto consumo energético comumente utilizados na construção civil contemporânea. Longe de adotar posturas que rejeitam a tecnologia, esses projetos buscam promover práticas arquitetônicas conscientes. O objetivo é retornar ao essencial por meio de estratégias passivas, utilizando materiais naturais e uma compreensão contextual para desenvolver uma arquitetura sustentável.
Para impulsionar a arquitetura sustentável, é fundamental contar com modelos construtivos e materiais que se tornem ícones reconhecíveis em seu contexto imediato, estabelecendo assim um precedente para o desenvolvimento de propostas futuras. Um exemplo disso está na Espanha, com o projeto "Impulso Verde", realizado na cidade de Lugo, que se destaca por seu modelo construtivo baseado em estratégias passivas e materiais regionais. Nesse projeto, a utilização da ardósia natural como revestimento do sistema de fachada ventilada e o emprego de recursos locais na estrutura foram essenciais para reduzir a pegada ecológica do edifício. Além disso, esses elementos fortalecem a identidade da edificação ao conectá-la com a paisagem circundante.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138573/modelos-de-construcao-sustentavel-uma-estrutura-ecologica-de-ardosia-natural-em-um-bairro-multiecologicoEnrique Tovar
No dia 2 de dezembro, o Teatro Biobío foi palco do encerramento do 26° Congresso Nacional de Arquitetos. A emocionante cerimônia incluiu a entrega das Distinções CA 2023, uma palestra do vencedor do Prêmio Nacional de Arquitetura, Fernando Pérez Oyarzún, e a apresentação da síntese das conclusões do congresso, que se traduzirá em um mandato de mudança para a Diretoria Nacional do Colégio de Arquitetos do Chile.
Comumente conhecida como a "Cidade da Música", Viena se destaca como um testemunho vivo da evolução arquitetônica ao longo dos séculos. Ao abranger uma variedade de estilos, desde os palácios barrocos imponentes até os projetos inovadores do Art Nouveau e o movimento de Secessão de Viena, a cidade atrai visitantes por suas maravilhas arquitetônicas. O passado movimentado de Viena se reflete em sua paisagem arquitetônica, resistindo a guerras, expansões imperiais e mudanças nas tendências artísticas, enquanto mantém sua identidade única como símbolo de resiliência e reinvenção.
De Adolf Loos e Otto Wagner, pioneiros do modernismo, aos tempos de hoje, o horizonte de Viena é marcado por arquitetos internacionalmente renomados. Um exemplo é Zaha Hadid, cujos designs fluidos e futuristas ultrapassam os limites da arquitetura. O trabalho de Hadid na Biblioteca e Centro de Aprendizado na Universidade de Economia e Negócios, estabelece um contraste dinâmico com a paisagem histórica da cidade. Além disso, escritórios como o CRAB Studio, fundado por Sir Peter Cook e Gavin Robotham, introduzem experimentalismo na arquitetura de Viena, incorporando conceitos contemporâneos ao tecido urbano. Esses arquitetos e estúdios contribuem para a riqueza arquitetônica de Viena, acrescentando novos capítulos à sua história.
Quais materiais de isolamento são necessários para enfrentar os desafios do ambiente construído moderno, inclusive sobre como criar um futuro mais sustentável? E se alguns deles já estiverem disponíveis? O centro de inovação da Kingspan, IKON, reuniu um painel de especialistas para discutir algumas das principais questões e explorar soluções. Michael Bol, arquiteto e Diretor de Conceituação na Buro Kade, Benjamin Constant, Diretor de Desenvolvimento e Parcerias na Neo-Eco Partner, e Sandra Del Bove, Diretora Global de Inovação do Kingspan Group, trouxeram diferentes perspectivas e compartilharam suas experiências sobre esses temas cruciais.
Ao longo de nossas vidas, somos expostos a diversos estímulos e agentes poluentes que impactam diretamente o nosso bem-estar. Embora a poluição do ar e da água costumem atrair maior atenção devido aos efeitos visíveis e negativos que provocam, a poluição sonora às vezes é subestimada, mesmo representando um risco para a saúde física e mental, segundo a Agência Europeia do Ambiente.
Parte das estratégias para enfrentar esse desafio tem se concentrado em políticas que controlam o tráfego de veículos e estabelecem horários para atividades específicas. No âmbito da arquitetura, no contexto mexicano, as normas locais abordam cenários concretos relacionados ao ruído produzido por maquinários e usos específicos, como centros de entretenimento e serviços. Essa regulamentação estabelece como limite uma intensidade sonora de 65 dB (decibéis). No entanto, considerando que as residências representam possivelmente a manifestação mais arquetípica da arquitetura e que diversas fontes de ruído podem afetá-las, cabe a pergunta: Como posso isolar acusticamente uma residência? Em resposta a essa questão, a Soprema desenvolveu diversas soluções para criar um ambiente acusticamente isolado por meio dos diferentes elementos que compõem uma casa.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138204/como-isolar-acusticamente-os-elementos-que-compoem-uma-residenciaEnrique Tovar
Villa Groot, Bélgica / Lemaire & Longeval. Imagem cortesia de Randers Tegl
Os tijolos são materiais de construção versáteis e duráveis, que aliam qualidades técnicas e estéticas. Disponíveis em uma ampla variedade de formatos, dimensões, texturas e cores — dependendo do processo de fabricação e do tipo de argila —, a incorporação de tijolos na arquitetura resulta em fachadas e estruturas dinâmicas. Do estilo tradicional ao moderno, esses elementos versáteis podem ser organizados em diferentes paginações e integrados facilmente a outros materiais de construção, possibilitando as mais diversas expressões arquitetônicas. Além dessas qualidades, o uso de tijolos na arquitetura contemporânea destaca-se pela experimentação com o posicionamento, a orientação e as texturas do material, bem como pela adoção de princípios de design minimalistas focados em linhas simples e limpas.
Entre os diferentes tipos de tijolos, projetar com um estilo linear ou alongado envolve explorar arranjos horizontais e verticais — ou a combinação de ambos —, criando padrões modulares com um apelo visual rítmico e harmonioso. Alinhada a esse formato, a Randers Tegl desenvolveu a coleção de tijolos Ultima waterstruck, que integra processos artesanais, materiais de alta qualidade e um apelo atemporal. A partir da análise de diferentes projetos, mostramos como a estética dos tijolos lineares é aplicada na arquitetura contemporânea.
O respeito ao próximo parece algo ainda distante de prevalecer na humanidade. Num mundo no qual as notícias nos abocanham com as mais distintas formas de violência, é sempre necessário buscar formas de encontrar o valor e a dignidade de cada pessoa e formas de respeitar o diferente. É necessário trabalhar a nossa tolerância perante o que desconhecemos e, neste sentido, a arquitetura pode ser uma importante aliada.
Ao transformar as áreas não utilizadas escondidas no telhado, pode-se acrescentar quartos extras, salas de jogos ou simplesmente obter um espaço de armazenamento mais acessível, sem a necessidade de mudança de residência ou de aprovação de projeto. Com mais partes de nossas vidas ocorrendo agora sob nossos próprios telhados, a demanda por espaço adicional proporcionado por uma conversão de sótão está mais alta do que nunca.
Sem a capacidade de alterar a inclinação do telhado, entretanto, as áreas de baixa altura de um sótão frequentemente permanecem inutilizáveis, e o espaço utilizável resultante é restrito pela altura mínima das funções que podem ser acomodadas. Ao posicionar características e atividades de baixa altura nestes cantos e recantos, os sótãos podem aproveitar ao máximo o espaço disponível.
Em meio à crise ambiental que enfrentamos atualmente, a bioeconomia tem ganhado destaque em diversas áreas, o que inclui o setor da construção civil e seus esforços para tornar-se mais sustentável. Esse pensamento também trouxe reverberações para o campo da arquitetura de interiores, e assim, à medida em que a consciência sobre as mudanças climáticas e a necessidade de preservar nosso planeta aumentam, os arquitetos e designers têm recorrido aos biomateriais, elaborando espaços que não apenas encantam visualmente, mas que também têm um compromisso positivo em relação ao meio ambiente.
Historicamente, a arquitetura tem servido como um meio para a expressão artística. Elementos de construção eram adornados e esculpidos em relevo, com inscrições, murais, afrescos, bustos e esculturas figurativas de diferentes estilos. No entanto, a industrialização do século XIX trouxe uma mudança nos ideais, que despojou os componentes arquitetônicos de seus elementos decorativos. Em vez disso, preferiu-se a busca pela beleza a partir da padronização e acessibilidade econômica proporcionadas pelos elementos de construção produzidos em massa.
Mas há espaço para a arte na produção em massa? Os artistas podem estar envolvidos nos processos industriais de fabricação de elementos de construção? E como a nova tecnologia pode facilitar a personalização em massa de componentes de construção com fins artísticos? Essas perguntas nos levam a considerar o potencial de expressão, comunicação e reflexão dos elementos de construção em espaços interiores e exteriores.
Inundações recentes causaram estragos na Líbia, danificando infraestruturas importantes e tirando a vida de mais de seis mil pessoas. Incêndios florestais no Canadá queimaram 18,5 milhões de hectares, uma área equivalente ao tamanho da Síria. Setembro de 2023 registrou recordes de calor surpreendentes que alarmaram os cientistas climáticos.
Os eventos registrados ao longo dos últimos meses reforçam a urgência de os países corrigirem o rumo na luta contra as mudanças climáticas. A próxima conferência climática da ONU (COP28), que acontece em Dubai, é uma ótima oportunidade para isso.
O espaço de escritório tradicional do século XX, com suas enormes estantes de arquivos, impressoras industriais e salas de reuniões de alta capacidade, já não é a única forma de fazer negócios. Com tecnologias como armazenamento em nuvem, videoconferência e inteligência artificial simplificando nossas vidas profissionais, tudo o que realmente precisamos é de uma superfície plana e a senha do wifi.
Num cenário comercial onde até as maiores empresas dedicam tanta atenção às suas contas de mídia social quanto ao valor de suas ações, nunca foi tão fácil para pequenos negócios competirem. No entanto, encontrar um espaço de escritório adequado para empresas com apenas alguns funcionários pode ser desafiador. Estes quatro locais de trabalho de pequena escala demonstram como, ao manter as coisas pequenas, é possível fazer mais com muito menos.