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O que as cidades africanas podem aprender com a experiência de Dubai?

Ao longo das últimas três décadas, Dubai floresceu em meio a um deserto desabitado para transformar-se em um centro urbano estratégico para o mundo dos negócios e do turismo. Como uma das diversas reações decorrentes deste novo fenômeno, várias cidades ao redor do mundo passaram a replicar esse modelo de desenvolvimento urbano - um urbanismo amplamente baseado no automóvel, arranha-céus luxuosos, centros comerciais gigantescos e tecnologias e sistemas "inteligentes" e "sustentáveis", tudo isso, à partir do zero. Surpreendentemente, estes novos empreendimentos tem se espalhado rapidamente pelo continente africano, assumindo nomes como Eko Atlantic City Nigéria, Vision City em Ruanda, Ebene Cyber City nas Ilhas Maurício; Konza Technology City no Quênia; Safari City na Tanzânia; Le Cite du Fleuve na República Democrática do Congo, entre vários outros. Ao que tudo indica, todas estas cidades parecem apenas meras tentativas de imitação daquilo que representa a cidade de Dubai.

Recentemente, encontrei-me com a Safiya Yahaya - uma arquiteta que trabalha atualmente em Dubai - para saber a sua opinião a respeito de como esse urbanismo "instantâneo" está transformado o continente africano.

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Sobre este autor
Cita: Allen, Katherine. "O que as cidades africanas podem aprender com a experiência de Dubai?" [What Urbanism Needs to Learn from Dubai ] 14 Fev 2019. ArchDaily em Português. (Trad. Libardoni, Vinicius) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/911073/o-que-as-cidades-africanas-podem-aprender-com-a-experiencia-de-dubai> ISSN 0719-8906

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