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A decoração merece ser celebrada pelo que é, em vez de descartada pelo que não é

A partir da indignação moral expressa na palestra de 1910 de Adolf Loos, “Ornamento e Crime”, e no livro de 1925 de Le Corbusier, A Arte Decorativa de Hoje, a decoração passou a ser atacada por todos os ângulos possíveis. Impulsionados pela figura heroica do arquiteto masculino, os ditames modernistas do bom design — funcionalismo, fidelidade aos materiais, pureza da forma — rapidamente se impuseram e continuam sendo a ideologia dominante na maneira como a arquitetura e os interiores são ensinados e praticados hoje. Se a arquitetura moderna era racional, masculina e estrutural, a decoração era considerada emocional, feminina e superficial. Ou, de acordo com Loos, era simplesmente degenerada.

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Sobre este autor
Cita: Stone, Leilah. "A decoração merece ser celebrada pelo que é, em vez de descartada pelo que não é" [Decoration Deserves to Be Celebrated for What It Is, Rather Than Dismissed for What It Isn’t] 24 Set 2020. ArchDaily em Português. (Trad. Valencia, Nicolás) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/1126558/a-decoracao-merece-ser-celebrada-pelo-que-e-em-vez-de-descartada-pelo-que-nao-e> ISSN 0719-8906

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