Leilah Stone

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Seis iniciativas servem de modelo para praticar a verdadeira justiça no design

Nesta republicação desta semana da Metropolis, a autora Leilah Stones explora como, ao redor do mundo, arquitetos/as, designers e urbanistas estão redefinindo o significado de ser um/a defensor/a na profissão do design, listando 6 iniciativas que praticam a justiça no design.

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A Arquitetura Fantástica de Niki de Saint Phalle

O tarot é frequentemente descrito como um espelho da alma. Assim como nos espaços que habitamos, podemos olhar para os símbolos contidos no baralho de 72 cartas e enxergar reflexos de nós mesmos e de nossos sistemas de crenças. O objeto e a própria prática contêm diversas associações arquitetônicas: não é incomum que termos como “estruturas”, “fundações” e “lar” surjam em uma leitura de tarot. Cartas tradicionais retratam torres, castelos e igrejas. Às vezes, as cartas são descritas como chaves; outras vezes, como portais.

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Do podcast ao livro, Roman Mars discute The 99% Invisible City

Ao longo dos últimos dez anos, o podcast 99% Invisible vem cativando ouvintes em todo o mundo ao revelar os aspectos negligenciados e aparentemente corriqueiros da arquitetura e do design. Embora o programa tenha tido um início modesto no quarto de seu criador, Roman Mars, hoje ele conta com mais de 400 episódios e ultrapassa a marca de 400 milhões de downloads.

Esta semana, fã do podcast também podem ter em mãos as histórias do programa com o lançamento do livro The 99% Invisible City: A Field Guide to the Hidden World of Everyday Design, escrito por Mars em parceria com o diretor digital e produtor Kurt Kohlstedt. Composto por pesquisas e reportagens do podcast, além de histórias inéditas, o livro (ilustrado por Patrick Vale) destaca soluções de design que frequentemente passam despercebidas.

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A decoração merece ser celebrada pelo que é, em vez de descartada pelo que não é

A partir da indignação moral expressa na palestra de 1910 de Adolf Loos, “Ornamento e Crime”, e no livro de 1925 de Le Corbusier, A Arte Decorativa de Hoje, a decoração passou a ser atacada por todos os ângulos possíveis. Impulsionados pela figura heroica do arquiteto masculino, os ditames modernistas do bom design — funcionalismo, fidelidade aos materiais, pureza da forma — rapidamente se impuseram e continuam sendo a ideologia dominante na maneira como a arquitetura e os interiores são ensinados e praticados hoje. Se a arquitetura moderna era racional, masculina e estrutural, a decoração era considerada emocional, feminina e superficial. Ou, de acordo com Loos, era simplesmente degenerada.

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Arquitetos/as e designers cobram ações por prioridades políticas mais saudáveis

Diante da pandemia, profissionais de arquitetura e design estão repensando e propondo soluções inovadoras para quase todos os nichos do setor, desde a hotelaria e restaurantes até a experiência no espaço de trabalho e a arquitetura paisagística. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 19% dos fatores que afetam nossa saúde e bem-estar estão diretamente relacionados ao ambiente construído, o que torna esses/as profissionais fundamentais para a proteção da saúde pública.