
Com mais de 40 anos de atuação, Herzog + de Meuron se consolidou como um dos escritórios mais consagrados da arquitetura. Suas obras abrangem diversas escalas e contextos, mas são unidas por uma sensibilidade em relação aos materiais e detalhes que, hoje em dia, frequentemente parece ser deixada de lado. O funcionamento interno do escritório é sabidamente reservado, mas quem se interessa pelo processo por trás dos projetos em breve terá motivos para comemorar.

Na semana passada, o Museum of Modern Art de Nova York anunciou que o escritório suíço doou parte de seu arquivo para a coleção permanente do museu. A doação, composta por 23 obras, inclui desenhos, maquetes e até mesmo fragmentos de edifícios.
“Por mais de três décadas, a atuação do Herzog + de Meuron tem sido uma voz singular e determinante no discurso da arquitetura contemporânea”, afirmou Martino Stierli, curador-chefe de Arquitetura e Design do MoMA. “Graças à generosidade do escritório e do Jacques Herzog und Pierre de Meuron Kabinett, poderemos incluir estas obras fundamentais da produção arquitetônica contemporânea nas exposições rotativas do nosso acervo quando o museu inaugurar suas galerias recém-ampliadas em 2019.”

A doação inclui materiais de projetos como o Ninho de Pássaro, a Elbphilharmonie, o 1111 Lincoln Road, o 56 Leonard Street, a Vinícola Dominus, o CaixaForum e o Laban Dance Centre.
O MoMA desempenha há muito tempo um papel fundamental na arquitetura; exposições como Arquitetura sem Arquitetos (1964), Arquitetura Desconstrutivista (1988) e Rumo a uma Utopia de Concreto (2018) tornaram-se marcos significativos na história da disciplina. O acervo permanente inclui obras de nomes tão diversos quanto MOS, Antoni Gaudí, Moon Hoon, Buckminster Fuller, Kengo Kuma e raumlabor. A expansão do museu, projetada pelo escritório Diller Scofidio + Renfro, tem previsão de inauguração para o fim de 2019.
Este artigo foi escrito por Katherine Allen. A tradução é gerada por IA.










