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OPEN Architecture: O mais recente de arquitetura e notícia

A abertura do Powerhouse Parramatta e um novo aplicativo de código aberto para relatórios geolocalizados: O resumo da semana

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As notícias desta semana destacaram como a arquitetura dialoga com o preexistente e se comunica para além do próprio edifício. Diversas reportagens exploraram a restauração e o reuso, desde a renovação de um salão universitário histórico até a preservação de espaços expositivos de um artista e a incorporação de materiais reaproveitados em novas construções. Em outras frentes, a arquitetura continuou a servir tanto como tema quanto como cenário de exposições, com anúncios de novos museus e espaços culturais que analisam os contextos social, tecnológico e ecológico mais amplos da disciplina. No radar, três projetos para acompanhar: em Berlim, o escritório sauerbruch hutton venceu o concurso para ampliar a sede do Ministério Federal da Defesa no Bendlerblock; em Santa Barbara, a SOM e a Mithun revelaram o projeto de um novo e importante complexo de habitação estudantil na UC Santa Barbara; e, abordando uma forma totalmente diferente de intervenção, o escritório Autonoma, liderado pelo arquiteto Paulo Tavares, lançou a Documental, uma plataforma de código aberto que permite a jornalistas, pesquisadores/as e organizações civis transformar dados, fotos e imagens de satélite em narrativas digitais geolocalizadas em defesa dos direitos humanos e ambientais.

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OMA/AMO e OPEN Architecture projetam exposições de abertura para o Powerhouse Parramatta em Sydney, Austrália

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Powerhouse Parramatta, um novo museu e instituição cultural às margens do Rio Parramatta, no oeste de Sydney, Austrália, abrirá ao público no sábado, 7 de novembro de 2026. O edifício de 30 mil metros quadrados foi projetado pelo escritório franco-japonês Moreau Kusunoki como projetista principal, com o escritório australiano Genton na arquitetura local e a Arup na engenharia. O Moreau Kusunoki venceu o concurso de projeto em 2019, com a conclusão inicialmente prevista para 2025. O Powerhouse Parramatta é a primeira organização cultural estatal localizada no oeste de Sydney, uma região cuja população inclui comunidades de mais de 170 países. Em sua abertura, o museu apresentará cinco exposições.

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Primeira exposição de Lina Bo Bardi na China e espaço comunitário com materiais reaproveitados do GXN: Destaques da semana

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As matérias desta semana exploram como a arquitetura se relaciona com questões de cultura, acesso e vida coletiva, desde novas instituições culturais e exposições até espaços públicos e habitação. Também nesta semana, o relatório "NCARB by the Numbers" de 2026 trouxe uma perspectiva mais ampla sobre a própria profissão, mostrando que pessoas não brancas representaram 49% das pessoas candidatas ao registro profissional em 2025, e as mulheres, 47%, em comparação com 21% e 28% entre o total de profissionais de arquitetura. O relatório oferece uma perspectiva sobre o acesso dentro da profissão, ao passo que projetos e iniciativas culturais examinam mais a fundo como a arquitetura responde a diferentes formas de vida pública e coletiva.

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“A Poética da Sobrevivência”: OPEN Architecture projeta a primeira exposição de Lina Bo Bardi na China

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De 25 de julho a 25 de outubro de 2026, a Power Station of Art (PSA) de Xangai sediará a primeira exposição na China dedicada à obra da arquiteta brasileira Lina Bo Bardi. Sob o título "A Poética da Sobrevivência" (ou "The Poetics of Survival"), a mostra tem curadoria de Renato Anelli, com projeto expográfico assinado pelo escritório OPEN Architecture em um espaço de 2.300 m² do museu de arte contemporânea PSA, em Huangpu. O objetivo foi conceber "um palco onde o público pudesse vislumbrar a realidade cotidiana do Brasil na época de Lina" por meio de uma jornada pela obra e pela personalidade multifacetada da arquiteta. A exposição não é descrita como uma retrospectiva, mas sim como um "encontro com a poética da sobrevivência da mestra", um conceito do final do século XX que descreve como o trabalho criativo se torna uma ferramenta para suportar traumas como a opressão histórica ou crises extremas. Esse conceito serve como um fio condutor que conecta a realidade retratada aos observadores contemporâneos de um corpo de trabalho "marcado por sua engenhosidade, versatilidade e generosidade".

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A superfície feita à mão: imperfeição, textura e artesanato em interiores chineses contemporâneos

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O artesanato em interiores contemporâneos adquire um valor crescente na maneira como os materiais são unidos e postos em relação uns com os outros. À medida que cresce a demanda por reformas rápidas, baratas e lucrativas, surge também um desejo paralelo por interiores que transmitam uma resolução cuidadosa: espaços onde os detalhes são integrados, as composições de materiais são ponderadas, as transições de textura ocorrem com intencionalidade e as ferragens são tratadas como parte da própria linguagem arquitetônica, e não como um improviso de última hora. Em muitos interiores chineses contemporâneos, o fazer artesanal opera de forma sutil no tratamento de superfícies e estruturas: madeiras que preservam suas irregularidades, terrazzos que registram agregados e o trabalho manual, ou acabamentos que revelam o esmero de sua execução.

Isso assume particular relevância em uma era na qual as imagens digitais priorizam cada vez mais a homogeneidade das superfícies. Interiores renderizados frequentemente parecem contínuos, sem atritos e concluídos antes mesmo de a construção ter início. O fazer artesanal tensiona essa imagem. Ele introduz margens de tolerância, textura, resistência material e a percepção de que a superfície passou pelas mãos humanas antes de se converter em arquitetura. A imperfeição não se traduz necessariamente em falta de precisão. Para o olhar atento que sabe decifrá-la, ela se torna o próprio testemunho do processo de feitura.

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Os melhores projetos de arquitetura de 2024

Ao longo do ano, a equipe de curadoria do ArchDaily se dedica em abastecer e expandir nossa biblioteca de projetos. Distribuídas por todo o mundo, cada curadora analisa cuidadosamente os melhores projetos provenientes de suas respectivas regiões, em um esforço para alcançar uma representação diversificada das mais inspiradoras e inovadoras obras construídas. A equipe está sempre buscando por práticas emergentes, novas tecnologias e o resgate de técnicas de construção tradicionais. Ao promover tanto iniciativas de cunho social, bem como grandes obras de arquitetos renomados, procuramos oferecer uma visão holística atual do ambiente construído, que é transmitida por meio da retrospectiva anual de projetos.

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Os 21 projetos mais aguardados de 2024

Ao nos aproximarmos do final de 2023, analisamos a evolução do campo da arquitetura, mas também antecipamos os projetos mais aguardados de 2024. Enquanto Paris se prepara para sediar os Jogos Olímpicos de Verão de 2024, diversos projetos e atualizações de infraestrutura foram planejados para apoiar o evento. Outro marco para Paris será a reabertura da Catedral de Notre-Dame. As obras de reconstrução do monumento do século XII danificado pelo fogo se aproximam da conclusão.

A seleção de projetos abrange diversas escalas e programas, desde obras de restauração e expansão, como o plano da OMA para o Museo Egizio em Turim, ou o Grand Residential Building de David Chipperfield na Bélgica, até arquitetura desenvolvida em colaboração com povos indígenas, como o Čoarvemátta da Snøhetta no Norte da Noruega, instalações culturais na Ásia e na Europa, e edifícios ambientalmente conscientes, como o Hotel da Studio Gang nos Estados Unidos.

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OPEN divulga dois edifícios culturais ao longo da costa em Yantai, China

A OPEN Architects divulgou dois novos projetos culturais distintos situados ao longo da costa de Yantai, na China. Um deles é "The Space Crystals", um museu digital futurista que parece um objeto extraterrestre que misteriosamente pousou em um local à beira-mar. O "Sea Square", por outro lado, tem planta retangular e abriga uma biblioteca e instalações de serviço comunitário. As duas estruturas se envolvem em um diálogo espacial e temporal — uma se estendendo em direção ao céu e a outra de frente para o mar, unindo o presente, o passado e o futuro.

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Sun Tower projetada pela OPEN tem estrutura concluída em Yantai

A Sun Tower, da OPEN Architecture, projetada como um marco para a cidade costeira chinesa de Yantai, atingiu sua altura máxima — 50 metros — no mês passado, no dia do solstício de verão. A inauguração está prevista para 2024. Projetada para ser um espaço cultural, o edifício se propõe a redefinir o entendimento comum de "projetar com a natureza".

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O conceito de arquitetura no contexto estético chinês

A estética ocidental baseia-se na análise matemática da estrutura formal de um objeto, usando leis clássicas de beleza, como equilíbrio, simetria e a proporção áurea. A estética oriental difere nisso, pois enfatiza a experiência intuitiva, como o espaço em branco na pintura tradicional chinesa, através da comunicação emocional com o imaginário para produzir uma certa concepção. O contraste entre a realidade e o vazio permite que a imaginação e os sentimentos do espectador floresçam.

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Dois projetos brasileiros entre os vencedores do Prêmio ArchDaily Building of the Year 2022

Com mais de 100 mil votos recebidos ao longo das últimas três semanas, temos o prazer de apresentar os vencedores do Prêmio ArchDaily Building of the Year 2022. Este prêmio de arquitetura é atribuído pelos leitores do ArchDaily, que filtraram entre milhares de projetos as 15 melhores obras de arquitetura que foram publicadas em 2020.

Como nos anos anteriores, os vencedores compõem um amplo espectro de edifícios, o que dá uma ideia do quão diversa se tornou a profissão nas últimas décadas. Como esperado em qualquer premiação tradicional, grandes nomes da arquitetura tomam seu lugar. É o caso do projeto de habitação do MVRDV em Bordeaux e da instalação de Kengo Kuma na Casa Batlló. Por outro lado, escritórios menores e profissionais emergentes também deixaram sua marca — prova disso é a presença do ENSAMBLE STUDIO com sua Casa Ca'n Terra e das firmas PALMA e HANGHAR com a instalação Tipos de Espacios. Além destes, a presença de dois projetos brasileiros entre os vencedores — Villa M do Triptyque Architecture e Sede de Escritório de Advocacia do BLOCO Arquitetos e Renata Dutra Arquitetura — torna a edição de 2022 especialmente relevante para o ArchDaily Brasil.

Em suas diferenças, os vencedores têm algo comum: representam os valores de nossa missão, oferecendo inspiração, conhecimento e ferramentas a arquitetos e todos aqueles interessados no ambiente construído. Nem o ArchDaily, nem o Prêmio Building of the Year seriam possíveis sem a generosidade dos escritórios, que optam por publicar seus projetos conosco, ou sem os leitores comprometidos que participam do processo de votação.

O Prêmio ArchDaily Building of the Year 2022 é oferecido pela Dornbracht, empresa conhecida internacionalmente por seus produtos para cozinhas e banheiros.

OPEN projeta Museu Marítimo de Shenzhen em forma de icebergs

O escritório OPEN Architecture compartilhou conosco sua proposta para o concurso do Museu Marítimo de Shenzhen, um projeto para um centro de educação marinha à beira-mar na China. Intitulado Icebergs and the Sea, o museu foi idealizado como um elemento orgânico natural: seis "icebergs" de vidro emergem na costa subtropical para fomentar a conscientização sobre o aquecimento global e a proteção do meio ambiente marinho.

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ANTES/DEPOIS: um registro das transformações urbanas em hutongs chineses

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BEFORE/AFTER, ou, em português, ANTES/DEPOIS, documenta as mudanças drásticas, tanto físicas quanto psicológicas, que ocorreram durante a reforma do Hutong Fangjia em Pequim entre abril e setembro de 2017. Em 2019, o escritório OPEN Architecture foi convidado a participar da "Cidade Desconhecida: Arquitetura e Imagem da China Contemporânea”, exposição de abertura do Pingshan Art Museum, com a sua obra BEFORE/AFTER.

Planeta vermelho: a arquitetura na corrida para Marte

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O espaço há muito tempo capturou nossa imaginação, olhando para a imensidão acima de nós, escritores, cientistas e designers sempre sonharam com novas visões para o futuro em planetas distantes. Marte está no centro desse discurso, o planeta mais habitável em nosso sistema solar depois da Terra. As propostas para o planeta vermelho exploram como podemos criar territórios humanos no espaço sideral.

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Sala de concertos projetada pela OPEN Architecture em Pequim impressiona pela estrutura em concreto armado

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O aguardado projeto Chapel of Sound, do escritório OPEN Architecture, está em obras e sua estrutura já está praticamente concluída.

Com inauguração prevista para meados de 2020, o projeto inclui um anfiteatro semi-externo, um palco externo e plataformas de observação com vistas para a paisagem rural montanhosa da Grande Muralha de Jinshanling.

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Tsinghua Ocean Center, pelas lentes de Kris Provoost

O arquiteto e fotógrafo Kris Provoost fez novas fotos do Tsinghua Ocean Center, na China, projetado pelo OPEN Architecture. Concebido como laboratório e administração da base de pesquisa sobre águas profundas da Universidade de Tsinghua, o projeto se localiza na cidade universitária de Shenzhen Xil. As imagens de Provoost revelam detalhes da construção e mostram o projeto em seu contexto mais amplo.

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50 Anos após pisarmos na Lua, conheça 15 projetos de arquitetura que planejam conquistar o espaço

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No último dia 20 de julho completaram-se cinquenta anos desde que a missão Apollo 11, enviada ao espaço no dia 16 de julho de 1969, aterrissou na superfície Lunar. Um dia memorável na história da humanidade, um momento que ficará marcado para sempre e que ainda hoje nos faz pensar e sonhar com a vida no espaço.

Com a evolução dos sistemas construtivos e a incorporação de novas tecnologias como a impressão 3D e sistemas automatizados inteligentes, podemos sonhar com a ocupação de outros planetas. À seguir, apresentaremos 15 projetos de arquitetura desenvolvidos ao longo dos últimos anos que nos fazem sonhar com a vida para além de nosso planeta.

Tank Shanghai, um centro de arte contemporânea dentro de tanques de combustível abandonados

O aguardado Tank Shanghai, projetado pelo escritório OPEN Architecture, foi aberto ao público após seis anos de projeto e construção. Localizado às margens do rio Huangpu, na região oeste da cidade, onde cinco tanques de combustível abandonados outrora serviram ao Aeroporto de Longhua, o projeto consiste em um novo tipo de centro de artes contemporâneas. A proposta "transforma contêineres de combustível em recipientes de cultura, ao mesmo tempo em que presta homenagem ao passado industrial do lugar."

O projeto foca em uma “Super Superfície” em forma de Z que, através de deslocamentos no nível do terreno, abre espaço para o programa do centro de artes e define o desenho da paisagem. 

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