1. ArchDaily
  2. Mobilidade

Mobilidade: O mais recente de arquitetura e notícia

Cidade do México vence prêmio internacional de mobilidade

A Cidade do México ganhou o prêmio internacional Audi Urban Future Award, organizado pela empresa Audi, que seleciona algumas cidades de diferentes partes do mundo para questionar sobre os futuros avanços na questão da mobilidade. A ideia é desmanchar os pensamentos relacionados ao estado crítico da mobilidade no século XXI dentro de um contexto de desafios complexos, mas também de novas oportunidades.

Este ano, na sua terceira edição, a Cidade do México foi escolhida, juntamente com Boston, Berlim e Seul, para oferecer uma visão de como poderia ser o futuro urbano se os dados fossem utilizados de maneira estratégica. A premiação foi entregue começo de novembro na cidade de Berlim.

Com a participação do Laboratorio para la Ciudad, Jose Castillo, co-fundador do escritório Arquitectura 911sc e Carlos Gershenson, pesquisador e chefe do Departamento de Ciências da Computação do Instituto de Pesquisas Matemáticas (IIMAS) da UNAM, a equipe da Cidade do México, chamada Living Mobilities, obteve o primeiro lugar apresentando a captação de dados de mobilidade como tarefa primordial do projeto.

Saiba mais, a seguir.

Gestão de demanda de transporte: medidas para criar cidades mais seguras e sustentáveis

As cidades que possuem um desenho centrado nos automóveis fazem com que seus cidadãos convivam com maiores tempos de deslocamento, acidentes de transito e altos níveis de contaminação (acústica e ambiental). Entretanto, uma maneira de mudar isso é pensar as cidades como lugares onde transitam pessoas e não somente automóveis.

Este é o tema abordado em um dos nove artigos da série “Cidades Orientadas às Pessoas”, desenvolvida pela Embarq e Insights, que propõem que a cidades sejam pensadas para os cidadãos, introduzindo a gestão de demanda de transporte.

Em que consiste isso? Saiba mais a seguir.

Paris lança o primeiro sistema de bicicletas públicas para crianças do mundo

Há algum tempo, o projetista e ativista da bicicleta como meio de transporte, Chris Bruntlett, elaborou uma lista com 12 ideias muito fáceis de implementar que ajudariam as cidades a se tornarem lugares mais adequados para as crianças. Entre as ideias se considera, por exemplo, que as crianças contem com espaços mais seguros para andar de bicicleta, relacionando-se com esse meio de transporte desde a infância.

Tomando essa proposta como referência, a iniciativa que acaba de ser lançada em Paris avança ainda mais nessa direção. O sistema de bicicletas públicas da cidade, o Vélib’, reconhecido como um dos melhores e o terceiro maior do mundo, lançou recentemente o P’tit Vélib’, o primeiro sistema de bicicletas públicas para crianças do mundo.

 Veja a seguir como funciona esse novo sistema.

Evento "Conexão Rio - New York com Janette Sadik-Khan", no IAB-RJ

A ex-secretária de transportes de Nova Iorque Janette Sadik-Khan participará de um debate, na próxima segunda-feira, 22 de setembro, na sede do IAB-RJ, para discutir as experiências bem sucedidas em mobilidade e planejamento urbano em solo americano, e inspirar cidades brasileiras a enfrentarem seus desafios.

Promovido pelo Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP Brasil), com apoio do IAB-RJ e do Movimento Rio Como Vamos, o evento é gratuito e aberto ao público, mediante inscrição prévia através do e-mail inscricoes@iabrj.org.br.

Mobilidade urbana como um direito fundamental: A nova lei da Cidade do México

No mês passado, a capital mexicana aprovou a Lei de Mobilidade (LM) que, além de suplantar responsabilidades entre instituições e promover alterações técnicas, deu um passo em direção a um novo foco da normativa urbana.

Desta forma, passou-se de uma normativa que estava centrada no transporte e estradas para uma lei que se sustenta na mobilidade e que a reconhece como um direito fundamental dos cidadãos.

Conheça as medidas na continuação.

Workshop “Espaço Público e Mobilidade”, no Rio de Janeiro

Uma vez por mês evento Tiradentes Cultural promove uma agenda intensa que agrega os principais centros e instituições culturais da praça e suas cercanias. Durante um dia, o público circula e frequenta uma série de atividades que acontecem dentro das instituições e nos espaços públicos.

Destinado a arquitetos, designers, estudantes e demais interessados, o workshop vai mapear os principais conflitos de utilização, circulação e acessibilidade do espaço público no perímetro do evento para apontar intervenções que proporcionem maior conforto e segurança para sua fruição, visando tanto as edições futuras do evento como seu uso cotidiano.

O uso da bicicleta nos EUA: As mudanças geradas pelas ciclovias segregadas

O aumento recente do número de ciclistas nas cidades brasileiras coloca em pauta a necessidade de uma infraestrutura cicloviária que proporcione mais segurança aos trajetos em duas rodas e que conviva pacificamente com quem se desloca a pé, em transporte público ou de carro. 

Para conhecer soluções para esta necessidade, é útil ver o que têm feito outras cidades em relação a esse assunto.

Assim, mostramos a seguir um estudo que revela algumas cifras dos efeitos positivos gerados pela implementação de ciclovias segregadas das pistas dos veículos automotores em cinco cidades estadounidenses, onde não apenas os trajetos se tornaram mais seguros, como também o número de ciclistas aumentou. 

Manual de projetos para incentivar o uso da bicicleta em comunidades do Rio de Janeiro

O texto e entrevista a seguir foram escritos por Maria Fernanda Cavalcanti e originalmente publicados na página The CityFix Brasil.

As bicicletas já fazem parte do cotidiano das comunidades Brasil afora, mas como promover o seu uso e propiciar condições melhores para os usuários? O Manual de Projetos e Programas para Incentivar o Uso de Bicicletas em Comunidades reúne experiências bem sucedidas na área da mobilidade urbana sustentável e da utilização da bicicleta como meio de transporte. A publicação é uma tentativa de trazer respostas práticas como forma de guia técnico para os projetos municipais.

Madri inaugura sistema público de bicicletas elétricas

BiciMAD é o nome do sistema público de bicicletas elétricas recentemente inaugurado em Madri. O objetivo desse sistema é proporcionar um meio alternativo de transporte limpo para os cidadãos e fomentar o uso de bicicletas na cidade.

O sistema compreende 1.580 bicicletas distribuídas entre 123 estações localizadas no centro da cidade e nos bairros de Moncloa, Salamanca, Retiro, Pacífico e Arganzuela e funciona de forma ininterrupta (24 horas por dia, todos os dias da semana). As bicicletas têm autonomia de cerca de 70 quilômetros.

Uso da bicicleta como meio de transporte urbano gera economia de US$ 4,6 bilhões nos EUA

Quando uma política promove o uso da bicicleta como meio de transporte urbano, é comum que esta se justifique pela economia que o ciclismo urbano gera. Este é um tema muito importante quando se considera, por exemplo, que em média 16% dos orçamentos familiares nos Estados Unidos são gastos com o transporte, e ainda mais alarmante é a constatação de que esta cifra sobe para 55% nas famílias mais pobres.

Esse e outros temas são abordados no informativo “Pedaling to Prosperity”, elaborado pela Liga de Ciclistas Americanos em colaboração com outras organizações, que traz diversos dados sobre o aumento do uso da bicicleta como meio de transporte urbano, a porcentagem dos deslocamentos diários de bicicleta em todo o país (EUA) e o custo de manutenção de uma bicicleta em comparação com o de um automóvel.

Veja alguns destes dados a seguir.

Novo plano de transporte de Washington cogita implementar tarifação viária no centro financeiro da cidade

Desde 2003, quando o centro de Londres começou a implementar as tarifas viárias, ou seja, desde que foi fixada uma taxa para transitar pelo centro da cidade, o número de automóveis diminuiu 30%, a qualidade do ar aumentou e foram gerados US$2 milhões, posteriormente aplicados em novas infraestruturas de transporte.

Como consequência, outras cidades começaram a imitar essa iniciativa que permite, ainda, fomentar outros meios de transporte mais limpos. Umas dessas cidades é Washington, EUA, que já a incluiu em seu novo plano geral de transportes, o moveDC, que procura descongestionar o setor financeiro e potencializar o uso do metrô e o Capital Bikeshare, seu sistema de bicicletas públicas.

Mais informações sobre a iniciativa de Londres e outros detalhes do moveDC, a seguir.

Aplicativo para ciclistas ajuda a projetar ciclovias no Oregon, EUA

Os ciclistas e corredores que utilizam o aplicativo Strava podem controlar o tempo, as distâncias e as rotas percorridas, transformando, assim, o app em uma base de dados que indica quais os caminhos favoritos dependendo das condições climáticas e da hora do dia.

Com isso em mente, o Departamento de Transportes do Estado de Oregon está usando o Strava para escolher os locais das novas ciclovias e, assim, construí-las onde as pessoas realmente precisam, uma vez que o aplicativo disponibiliza dados específicos como, por exemplo, os pontos de início e fim dos trajetos.

Mais informações a seguir.

“BikeLine”: Guia para ciclistas que combina rotas digitais e físicas

Como as pessoas se deslocam de bicicleta pela cidade? Essa foi a pergunta que o arquiteto Jorge Toledo, integrante da Ecosistema Urbano, se fez após percorrer Madri em duas rodas. A experiência de Toledo não foi nem um pouco agradável, tampouco segura, devido à falta de ciclovias conectadas e sinalização.

Numa segunda tentativa escolheu uma rota alternativa e utilizou um aplicativo com GPS que, apesar de tê-lo ajudado, o fez passar longe das atividades comerciais, sociais e culturais da cidade.

Essas experiências desagradáveis levaram a organização Ecosistema Urbano a tentar melhorar a experiência do ciclismo urbano com o BikeLine, um aplicativo que funciona como um guia e ajuda o ciclista a se movimentar pela cidade, combinando rotas físicas – sinalizações no chão – com as digitais e incluindo dicas de atividades nos trajetos e locais de destino.

Saiba mais sobre o projeto a seguir.

Habitantes de São Paulo chegam a perder um mês por ano no trânsito

Enquanto a noção de "tempo livre" é, por natureza, associada a escolhas individuais e estar momentaneamente "livre" em relação às demandas da vida cotidiana, a quantidade e qualidade de tempo que temos à nossa disposição está intimamente ligada às forças da cidade. Quando o congestionamento aumenta, a quantidade e qualidade de tempo livre dos moradores da cidade diminui. O congestionamento reduz as oportunidades das pessoas de construir amizades, diminui a energia para praticar hobbies fora do trabalho e esgota o tempo que as pessoas têm para viver, não se deslocar. Com as crescentes taxas de aquisição de automóveis contribuindo com o aumento dos congestionamentos, os prefeitos estão tomando medidas para inverter esta tendência – tanto em relação aos impactos sobre a qualidade de vida dos moradores como em relação ao custo econômico de permanecer parado no trânsito.

As cidades brasileiras de São Paulo e Belo Horizonte mostram que isso depende tanto das políticas municipais como de mudanças individuais. Deve-se modificar as estratégias de mobilidade centradas no automóvel, impulsionando o Brasil em direção a um futuro de mobilidade sustentável e alta qualidade de vida para seus habitantes urbanos.

NY lança competição de aplicativos que melhorem a segurança no trânsito

Em Nova Iorque, somente no ano de 2013, ocorreram 14.845 acidentes entre motoristas e pedestres. Buscando reduzir este número, o NYC Media Lab, a Escola Politécnica de Engenharia da NYU e a empresa de comunicações AT&T lançaram a competição Connected Intersections que convida projetistas e engenheiros a desenvolver aplicativos que alertem os pedestres, ciclistas e motoristas quanto a situações perigosas relacionadas ao trânsito.

Um dos requisitos essenciais é que o aplicativo não distraia os usuários, mas apenas os informem sobre potenciais perigos.

Mais detalhes a seguir.

Espaços de pedestres em NY e Paris: cidades mais seguras e com menos automóveis

Do total de trajetos diários realizados em Nova Iorque, 34% são feitos a pé, enquanto que em Paris essa marca alcança 32%, apenas nos dias úteis.

Esses números sugerem que os espaços públicos construídos na última década nessas cidades - projetados com foco nos pedestres - permitiram consolidar e melhorar a mobilidade nessas áreas metropolitanas, criar lugares mais seguros para o trânsito de pedestres, transformar espaços que antes eram destinados aos automóveis em lugares para a escala humana, construir ciclovias segregadas e diminuir o uso dos automóveis nas regiões centrais.

A seguir os números que mostram o impacto positivo dos espaços de pedestres nessas cidades.

“The Snake”: a nova ponte para ciclistas de Copenhague

Muitas cidades do mundo estão investindo em infraestrutura para ciclistas com o objetivo de promover esse modo de transporte e suas muitas vantagens para as cidades. Uma das cidades que lideram essa tendência é Copenhague, considerada uma referência mundial no ciclismo urbano.

“The Snake” é a nova ponte para ciclistas da capital dinamarquesa que será inaugurada oficialmente amanhã, 28 de junho.

O Plano de Mobilidade Urbana Sustentável que busca diminuir o uso do automóvel em Madri

Aumentar em 25% as áreas de pedestre, construir mais vias para os ônibus de transporte público e dar-lhes preferência nos cruzamentos, limitar o tempo dos estacionamentos para os automóveis e aumentar a quantidade de bicicletas publicas elétricas, são algumas das medidas que propõe o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMUS) para Madri, a serem implementadas a partir desse ano até 2020.

Com elas, a prefeitura pretende fazer da capital espanhola uma cidade destinada à cidadania e não aos veículos, convertendo-a num lugar mais amigável para os pedestres, diminuindo os acidentes de transito, a contaminação ambiental e restringindo o uso do automóvel, sobretudo no centro.

Sabia mais detalhes do PMUS a seguir.