Parece que quanto maiores são as cidades, menos interação há entre seus habitantes. Assim, as maneiras de socializar vão mudando em função do lugar onde se vive. Alguns organizam saídas com amigos ou colegas de trabalho, enquanto outros optam por sair com a esperança de encontrar alguém com algum interesse em comum.
Mobilidade: O mais recente de arquitetura e notícia
Spike, o aplicativo que promove o “ciclismo social”
Vagas de carro se transformarão em áreas de convivência em SP

Entre os dias 15 e 18 de agosto, duas vagas da Zona Azul de São Paulo serão transformadas em áreas de convivência semelhantes a pequenas praças, inspiradas nos “parklets” americanos. Serão ocupadas duas vagas em diferentes locais da cidade, uma na rua Amauri, no bairro Itaim Bibi, e outra na rua Maria Antônia, em Higienópolis.
Os idealizadores do projeto, do Instituto Mobilidade Verde, preferem o nome “zona verde”, em contraponto à Zona Azul do sistema de estacionamento. As mini-praças serão equipadas com bancos, estacionamentos de bicicletas, vegetação e iluminação através de energia solar. Todos os materiais utilizados no projeto são certificados.
Uma cidade sem calçadas ou semáforos

Já imaginou uma cidade sem calçadas ou semáforos? A primeira coisa que vem à mente é “caos”, mas foi o que a cidade de Poynton (Inglaterra) fez, apostando no efeito contrário: segundo o vídeo, tirar o controle de tráfego da sinalização e confiá-lo às pessoas faz com que elas prestem mais atenção e se respeitem mais. O resultado é que os motoristas dirigem mais devagar e os pedestres encontram menos obstáculos, o que é especialmente útil para deficientes visuais, físicos e ciclistas. A sinalização dos espaços por onde transitar é feita no chão, usando diferentes tons e texturas. Confira o vídeo na sequência:
O Escândalo dos Bondes nos Estados Unidos

O escândalo ou conspiração dos bondes nos Estados Unidos é uma interessante história do transporte no mundo, pelo seguinte:
Com problemas semelhantes a Rio e SP, Londres aumenta segurança de ciclistas

A capital britânica tenta há vários anos viabilizar a bicicleta como alternativa real de transporte. Nos últimos dez anos, o volume de bicicletas na cidade aumentou mais de 150%. Hoje, cerca de 300 mil ciclistas circulam pelas ruas de Londres diariamente.
Os investimentos da prefeitura para tornar as vias londrinas mais seguras e atraentes para ciclistas aumentaram de dois milhões de libras em 2001 (R$ 6 milhões) para 100 milhões de libras (R$ 300 milhões) este ano, mas grupos cicloativistas defendem que ainda há muito a fazer para que o veículo sobre duas rodas seja a opção de transporte preferido dos londrinos.
Que Ônibus Passa Aqui?

As paradas de ônibus de Porto Alegre, assim como acontece na maioria das cidades do Brasil, não possuem sinalização indicando quais ônibus passam em cada ponto. Os pedestres tem que pedir informações para outros pedestres caso eles não conheçam o local, mesmo problema enfrentado por turistas.





