1. ArchDaily
  2. Materiais de construção

Materiais de construção: O mais recente de arquitetura e notícia

Além da caixa: O que a arquitetura com contêineres acerta e onde deixa a desejar

Áudio disponível
Além da caixa: O que a arquitetura com contêineres acerta e onde deixa a desejar - Imagem de Destaque
Edifício de contêineres District 10. Imagem cortesia de Shipping Containers

Usar contêineres marítimos como base para uma estrutura — prática também conhecida como "cargotectura" — parece ser uma abordagem simples para a construção. Uma impressão que, no entanto, pode ser enganosa. Embora seja verdade que os contêineres são um material de construção rápido, econômico e que frequentemente exige menos esforço, além de durável e personalizável, as conversões dessas estruturas também trazem desafios. Sem um planejamento minucioso, o processo de obra pode ser desgastante e os resultados, frustrantes.

Para entender se os contêineres são a escolha certa para um projeto de construção, é importante olhar além de seu apelo industrial e encarar a realidade e as limitações das caixas de aço como material construtivo.

Quando mais material não significa melhor desempenho

 | Em colaboração
Áudio disponível

Na história dos Três Porquinhos, a escolha do material determina o destino de cada casa. O sopro do lobo derruba as estruturas feitas de palha e madeira, enquanto a casa de tijolos permanece de pé. A moral é que, quanto mais sólida a construção, maior sua capacidade de resistência. Um edifício, no entanto, precisa responder a questões muito menos simples. Permanecer de pé continua sendo essencial, mas calor, luz, ar e som não são forças que necessariamente precisam ser bloqueadas. Às vezes, a luz solar deve ser evitada; em outras, a luz natural precisa entrar. Reter o calor pode ser desejável no inverno e contraproducente no verão. O ar precisa circular, o som pode precisar ser absorvido, e as condições que determinam essas respostas mudam ao longo do dia, das estações e da própria vida útil da edificação. Mais material não significa necessariamente um melhor desempenho. Em alguns casos, pode simplesmente adicionar complexidade sem melhorar a forma como o edifício responde.

Do calor do deserto aos invernos do norte: como a arquitetura em contêineres se adapta pelos Estados Unidos

Áudio disponível

Muito além do simples transporte de mercadorias de um ponto a outro, os contêineres marítimos se tornaram um material de construção recorrente nos EUA, servindo de base para tudo, desde minicasas e piscinas até escritórios de canteiro de obras e oficinas. No entanto, dada a extensão territorial do país e a diversidade de climas em suas fronteiras, as abordagens para a arquitetura de contêineres podem variar significativamente de estado para estado, e até mesmo de município para município.

A conversão de um contêiner no sudoeste desértico enfrenta condições muito diferentes daquela realizada na Nova Inglaterra, ao passo que projetos ao longo da Costa do Golfo precisam lidar com umidade, tempestades e maresia. Essas disparidades regionais influenciam desde o isolamento e a ventilação até a cobertura, as fundações e a proteção externa. A seguir, analisamos em detalhes essas abordagens regionais, os desafios climáticos locais a serem considerados antes da construção e as adaptações necessárias para superá-los.

Acesso exclusivo

Construir e desconstruir: uma abordagem de construção circular em madeira no combate ao desperdício de materiais

Áudio disponível

Diante da crise climática e no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, o reuso de materiais ganhou destaque nos campos da construção e da arquitetura nos últimos anos. Da "mineração urbana" às avaliações de ciclo de vida (ACVs), profissionais, organizações e pesquisadores/as exploram diferentes soluções e estratégias para enfrentar esse mesmo desafio global. O Project (Un)Build é uma iniciativa de pesquisa que desenvolve métodos de construção reversível em madeira com o uso de cintas e placas de fricção para facilitar o reuso de materiais. A iniciativa contribui para o debate e a reflexão contínuos sobre o próprio ato de construir.

Construir e desconstruir: uma abordagem de construção circular em madeira no combate ao desperdício de materiais - 1 的图像 4Construir e desconstruir: uma abordagem de construção circular em madeira no combate ao desperdício de materiais - 2 的图像 4Construir e desconstruir: uma abordagem de construção circular em madeira no combate ao desperdício de materiais - 3 的图像 4Construir e desconstruir: uma abordagem de construção circular em madeira no combate ao desperdício de materiais - 4 的图像 4Construir e desconstruir: uma abordagem de construção circular em madeira no combate ao desperdício de materiais - Mais Imagens+ 14

Acesso exclusivo

O tempo como material de construção na arquitetura de Francis Kéré

Áudio disponível

"Afinal, o tempo é um ingrediente fundamental da minha profissão", afirma Francis Kéré em seu livro Francis Kéré: Building Stories. A arquitetura está em constante evolução e se transforma ao longo do tempo. Tijolos, portas, janelas, paredes, escadas e outros elementos tornam-se protagonistas de um processo que começa com um esboço e, eventualmente, ganha forma como obra construída.

Considerando que a arquitetura começa quando seus habitantes passam a se apropriar de um espaço, Francis Kéré desenvolve seus projetos de forma progressiva, continuando a trabalhar no desenho mesmo durante a fase de construção. À medida que sua arquitetura cresce com o tempo, integra-se ao entorno, adapta-se às necessidades de seus usuários e usuárias e responde às mudanças de maneira flexível e experimental, ela busca se tornar parte da vida de quem a habita.

O tempo como material de construção na arquitetura de Francis Kéré - Image 1 of 4O tempo como material de construção na arquitetura de Francis Kéré - Image 2 of 4O tempo como material de construção na arquitetura de Francis Kéré - Image 3 of 4O tempo como material de construção na arquitetura de Francis Kéré - Image 4 of 4O tempo como material de construção na arquitetura de Francis Kéré - Mais Imagens+ 8

Como o movimento Arts and Crafts ainda molda a arquitetura contemporânea

Áudio disponível

O movimento Arts and Crafts costuma ser lembrado como um estilo arquitetônico definido por detalhes artesanais, escala íntima, materiais naturais e pela rejeição ao excesso e à indústria. Sua influência é frequentemente rastreada por meio de características visuais que continuam a aparecer na arquitetura e nos interiores contemporâneos — da madeira exposta e da marcenaria artesanal à ênfase na textura e na permanência —, contudo, reduzir o movimento a um vocabulário estético significa ignorar sua contribuição muito mais significativa. Para William Morris, Philip Webb, John Ruskin e seus contemporâneos, a arquitetura era uma questão de como as coisas eram feitas, quem as fazia e se o processo de feitura poderia cultivar dignidade, significado, cultura e beleza.

Como o movimento Arts and Crafts ainda molda a arquitetura contemporânea - Image 1 of 4Como o movimento Arts and Crafts ainda molda a arquitetura contemporânea - Image 2 of 4Como o movimento Arts and Crafts ainda molda a arquitetura contemporânea - Image 3 of 4Como o movimento Arts and Crafts ainda molda a arquitetura contemporânea - Image 4 of 4Como o movimento Arts and Crafts ainda molda a arquitetura contemporânea - Mais Imagens+ 44

Acesso exclusivo

Escolas na fronteira: como a arquitetura apoia o aprendizado em condições de deslocamento

Áudio disponível

Para milhões de crianças e jovens em situação de deslocamento, a educação se desenvolve em meio a condições de mobilidade forçada, incerteza administrativa e precariedade prolongada. Desse modo, as escolas situadas em regiões de fronteira, assentamentos de pessoas refugiadas e locais de deslocamento por causas climáticas operam como mais do que simples instalações educacionais. Elas se tornam infraestruturas espaciais que negociam as demandas contraditórias de emergência e continuidade, oferecendo ambientes onde o aprendizado persiste apesar da instabilidade do status legal, das condições de vida e da própria sensação de estar em casa.

De acordo com o ACNUR, aproximadamente 45 milhões das 117,8 milhões de pessoas deslocadas à força no mundo eram crianças com menos de dezoito anos no final de 2025. À medida que o deslocamento decorre cada vez mais de conflitos armados, perseguição política, crises ambientais e instabilidade econômica, a arquitetura humanitária enfrenta um desafio crescente: não se trata apenas de construir mais escolas rapidamente, mas de criar ambientes educacionais capazes de assegurar continuidade, segurança e pertencimento em meio a futuros incertos.

Escolas na fronteira: como a arquitetura apoia o aprendizado em condições de deslocamento - Imagen 1 de 4Escolas na fronteira: como a arquitetura apoia o aprendizado em condições de deslocamento - Imagen 2 de 4Escolas na fronteira: como a arquitetura apoia o aprendizado em condições de deslocamento - Imagen 3 de 4Escolas na fronteira: como a arquitetura apoia o aprendizado em condições de deslocamento - Imagen 4 de 4Escolas na fronteira: como a arquitetura apoia o aprendizado em condições de deslocamento - Mais Imagens+ 8

Políticas do bambu: da prática vernacular à infraestrutura temporal

Áudio disponível

O bambu é frequentemente elogiado antes mesmo de ser compreendido. De crescimento rápido, ele carrega uma longa história de culturas construtivas e parece oferecer à arquitetura uma linguagem ecológica imediata. Em fotografias, sua lógica parece quase autoexplicativa: leve, natural, renovável e já alinhado a um futuro mais sustentável. No entanto, essa aparente clareza é justamente o que torna o bambu difícil de discutir com precisão. Uma vez transformado em símbolo de responsabilidade ambiental, o material em si corre o risco de desaparecer por trás da imagem que projeta.

Este é o risco do renascimento contemporâneo do bambu. Ele pode ser facilmente idealizado como um substituto ecológico para materiais industriais, uma atmosfera regional ou uma alternativa mais suave às linguagens rígidas do aço e do concreto. Em cada um desses casos, o bambu é admirado antes que suas condições reais sejam compreendidas. A questão fundamental não é se o bambu é sustentável em um sentido genérico, mas sim que tipo de cultura arquitetônica ele exige: quais formas de conhecimento, manutenção, regulamentação, mão de obra e tempo são necessárias para que sua sustentabilidade se concretize.

Políticas do bambu: da prática vernacular à infraestrutura temporal - Imagem 1 de 4Políticas do bambu: da prática vernacular à infraestrutura temporal - Imagem 2 de 4Políticas do bambu: da prática vernacular à infraestrutura temporal - Imagem 3 de 4Políticas do bambu: da prática vernacular à infraestrutura temporal - Imagem 4 de 4Políticas do bambu: da prática vernacular à infraestrutura temporal - Mais Imagens+ 19

A morte das misturas em pó? Por que os acabamentos prontos para uso estão dominando o mercado

Áudio disponível

Em um setor definido por tolerâncias de engenharia e garantia de desempenho, o acabamento de interiores ainda depende de um processo que introduz variabilidade em cada projeto. Mesmo profissionais de aplicação experientes costumam depender de uma mistura baseada no julgamento subjetivo — estimando a proporção de água e ajustando pelo tato até que o material pareça maleável. Embora a habilidade reduza a variabilidade, ela não a elimina. O resultado é uma inconsistência inerente que se transfere diretamente para a superfície acabada.

Arquivo: Desconstrução e Reutilização de Materiais para uma Arquitetura Circular

Áudio disponível

A indústria da construção civil enfrenta hoje um paradoxo inevitável: a necessidade urgente de soluções sustentáveis para o futuro das cidades colide com o esgotamento do próprio termo "sustentabilidade", muitas vezes reduzido a um selo comercial vazio. Nesse cenário, a Arquivo – uma das iniciativas vencedoras do ArchDaily's 2025 Next Practices Award – surge como uma facilitadora e mediadora entre diferentes agentes da construção civil por meio do desmonte – ou melhor, da desconstrução – e do reuso de componentes construtivos. Etimologicamente, se "construção" deriva do latim construere (amontoar, reunir), o prefixo "des-" impõe uma inversão conceitual: não se trata de destruir, mas de desmontar com inteligência para compreender a lógica das partes.

Enquanto as práticas convencionais de demolição geram um enorme volume de resíduos e alto consumo energético, a Arquivo propõe o reuso como uma alternativa viável para a economia circular. A empresa atua na lacuna entre o descarte e a nova construção, guiada por uma premissa clara: "O reuso só se realiza plenamente quando o material ganha uma nova vida."

Arquivo: Desconstrução e Reutilização de Materiais para uma Arquitetura Circular - 1 的图像 4Arquivo: Desconstrução e Reutilização de Materiais para uma Arquitetura Circular - 2 的图像 4Arquivo: Desconstrução e Reutilização de Materiais para uma Arquitetura Circular - 3 的图像 4Arquivo: Desconstrução e Reutilização de Materiais para uma Arquitetura Circular - 4 的图像 4Arquivo: Desconstrução e Reutilização de Materiais para uma Arquitetura Circular - Mais Imagens+ 10

“O material é onde a história começa”: Studio NEiDA sobre construir através do ofício e do contexto

Áudio disponível

O Studio NEiDA atua na intersecção entre prática arquitetônica, pesquisa e trabalho curatorial, com um foco constante em como os edifícios emergem das condições materiais e culturais de um lugar. Em vez de tratar a materialidade como uma linguagem de acabamento, o estúdio a define como o início de uma narrativa arquitetônica — partindo do que está disponível localmente, a equipe analisa qual conhecimento artesanal existe no território e como esses recursos e habilidades situam um projeto dentro de uma linhagem arquitetônica. Essa abordagem coloca as limitações e possibilidades em primeiro plano como forças produtivas, posicionando o projeto como um processo iterativo de alinhamento da intenção espacial com as realidades da cultura construtiva e da inteligência vernacular.

Ao longo de seu trabalho, os interesses do NEiDA vão além da forma, voltando-se para os contextos sociopolíticos e climáticos que moldam a maneira como a arquitetura é feita e habitada. A equipe enfatiza o aprendizado a partir de práticas de construção sem autoria, vernaculares e informais, como forma de estabelecer uma gramática comum para a intervenção, e descreve a continuidade entre interior e exterior não como uma preferência estilística, mas como uma resposta à vida local e às lógicas de ventilação — onde os espaços externos podem ser tão definidos espacialmente e programaticamente centrais quanto os internos. Nesse contexto, a colaboração não é um elemento acessório: o estúdio destaca a troca no canteiro de obras com artesãos/ãs e construtores/as como uma metodologia fundamental, na qual os projetos evoluem por meio da inteligência coletiva e da comunicação adaptativa.

“O material é onde a história começa”: Studio NEiDA sobre construir através do ofício e do contexto - Image 1 of 4“O material é onde a história começa”: Studio NEiDA sobre construir através do ofício e do contexto - Image 2 of 4“O material é onde a história começa”: Studio NEiDA sobre construir através do ofício e do contexto - Image 3 of 4“O material é onde a história começa”: Studio NEiDA sobre construir através do ofício e do contexto - Image 9 of 4“O material é onde a história começa”: Studio NEiDA sobre construir através do ofício e do contexto - Mais Imagens+ 12

Acesso exclusivo

Smiljan Radić: Explorações materiais entre a efemeridade e a permanência

Áudio disponível

De nacionalidade chilena, Smiljan Radić Clarke desenvolveu um corpo de trabalho que resiste a categorizações fáceis. Seus edifícios frequentemente parecem ao mesmo tempo ancestrais e provisórios, portando uma presença monumental enquanto retêm uma inesperada sensação de fragilidade. Pedra, concreto, madeira, tecido e fibra de vidro são combinados de maneiras inesperadas, produzindo arquiteturas que oscilam entre a permanência e a efemeridade. Em vez de buscar uma linguagem formal estável, o/a laureado/a com o Prêmio Pritzker de 2026 aborda a arquitetura como um campo aberto de experimentação, no qual o comportamento dos materiais e a percepção estrutural são constantemente testados.

Smiljan Radić: Explorações materiais entre a efemeridade e a permanência - Image 1 of 4Smiljan Radić: Explorações materiais entre a efemeridade e a permanência - Image 2 of 4Smiljan Radić: Explorações materiais entre a efemeridade e a permanência - Image 3 of 4Smiljan Radić: Explorações materiais entre a efemeridade e a permanência - Image 4 of 4Smiljan Radić: Explorações materiais entre a efemeridade e a permanência - Mais Imagens+ 24

O que acontece quando a energia solar é tratada como material de construção?

 | Em colaboração
Áudio disponível

À medida que a responsabilidade ambiental se consolida na cultura de projeto, o envelope do edifício passa a ser reconsiderado não apenas como uma pele protetora, mas como uma superfície ativa de produção de energia. Tratar a tecnologia solar como um material, e não como um mero acessório, reformula a maneira como a arquitetura é concebida e detalhada. Cor, textura, ritmo e montagem tornam-se indissociáveis do desempenho. A tecnologia fotovoltaica integrada a edifícios (BIPV) opera justamente nessa definição ampliada de materialidade. Ao integrar a tecnologia solar em fachadas e fachadas ventiladas desde as etapas iniciais de um projeto, arquitetos e arquitetas podem reduzir redundâncias, alinhar metas energéticas às intenções de projeto e repensar a composição dos envelopes. No entanto, traduzir essa ambição em sistemas construtivos viáveis exige precisão técnica e inteligência executiva.

O que acontece quando a energia solar é tratada como material de construção? - Image 1 of 4O que acontece quando a energia solar é tratada como material de construção? - Image 2 of 4O que acontece quando a energia solar é tratada como material de construção? - Image 3 of 4O que acontece quando a energia solar é tratada como material de construção? - Image 4 of 4O que acontece quando a energia solar é tratada como material de construção? - Mais Imagens+ 14

De véus finos a barreiras espessas: explorando diferentes larguras em envelopes arquitetônicos

A arquitetura sempre desempenhou o papel primordial de prover abrigo e proteção para os seres humanos. Na pré-história, buscamos refúgio em cavernas naturais, aproveitando-se da estrutura rochosa para proteção contra os elementos naturais e os predadores. Com o tempo, os abrigos começaram a ser feitos de materiais encontrados na natureza, como galhos, folhas e peles de animais, evoluindo para casas mais permanentes e complexas, com paredes feitas de pedra, tijolos ou madeira, telhados para proteger contra a chuva e o sol, e portas para controlar o acesso. Desenvolvendo habilidades de construção mais avançadas, utilizamos materiais como madeira, pedra, argila e a arquitetura evoluiu significativamente, com a construção de templos, palácios, casas e fortificações que proporcionaram não apenas abrigo, mas também simbolizavam poder, status e identidade cultural. Mesmo assim, basicamente, nossas construções permanecem sendo uma envoltória que nos protegem das intempéries. 

Das pedras maciças dos templos gregos aos arranha céus envidraçados, flertamos com uma gama de possibilidades e espessuras para separarmos o que consideramos interno e externo. Este artigo busca explorar essa diversidade de espessuras na arquitetura, desde materiais simples até técnicas construtivas complexas, destacando como essa variação não só proporciona proteção, mas também influencia nossa percepção e interação com o ambiente construído.

Acesso exclusivo

O futuro da energia: os edifícios podem se tornar depósitos energéticos?

A degradação ambiental tem enfatizado a necessidade de novas fontes de energia e uma mudança nas fontes exige meios inovadores de armazenamento dessa energia. Por séculos, os edifícios têm demonstrado sua capacidade de armazenar pessoas, objetos e sistemas, entretanto, ultimamente, o seu potencial inexplorado para armazenar grandes quantidades de energia de forma eficiente tem sido discutido. Nessa nova era, os edifícios podem ir além de estruturas funcionais para se tornarem depósitos potenciais de energia?

O futuro da energia: os edifícios podem se tornar depósitos energéticos? - 1 的图像 4O futuro da energia: os edifícios podem se tornar depósitos energéticos? - 2 的图像 4O futuro da energia: os edifícios podem se tornar depósitos energéticos? - 3 的图像 4O futuro da energia: os edifícios podem se tornar depósitos energéticos? - 4 的图像 4O futuro da energia: os edifícios podem se tornar depósitos energéticos? - Mais Imagens

Tornando cada parte da arquitetura visível: Kim Lenschow fala sobre materiais e desenvolvimento sustentável

O ambiente construído representa, para a maioria de nós, o pano de fundo da vida cotidiana, no entanto, ao olharmos para um edifício, raramente entendemos do que é feito. Esse olhar superficial nos impede de compreender seu impacto em nós e na natureza. O Office Kim Lenschow busca chamar a atenção para essa questão, promovendo reflexões críticas sobre arquitetura e seus materiais. Ao focar em projetos de pequena escala, principalmente residenciais, o escritório busca revelar essa narrativa oculta dos materiais e aumentar a consciência sobre as estruturas ao nosso redor. Reconhecido pela exploração de materiais e desenvolvimento sustentável, Kim Lenschow foi selecionado como uma das Novas Práticas de 2023 pelo ArchDaily. Desde 2020, o ArchDaily destaca e promove escritórios emergentes que trazem uma nova perspectiva para o campo da arquitetura e do design.

Tornando cada parte da arquitetura visível: Kim Lenschow fala sobre materiais e desenvolvimento sustentável - Imagen 1 de 4Tornando cada parte da arquitetura visível: Kim Lenschow fala sobre materiais e desenvolvimento sustentável - Imagen 2 de 4Tornando cada parte da arquitetura visível: Kim Lenschow fala sobre materiais e desenvolvimento sustentável - Imagen 3 de 4Tornando cada parte da arquitetura visível: Kim Lenschow fala sobre materiais e desenvolvimento sustentável - Imagen 4 de 4Tornando cada parte da arquitetura visível: Kim Lenschow fala sobre materiais e desenvolvimento sustentável - Mais Imagens+ 10

WallMakers explora o desperdício e a escassez de materiais na Trienal de Arquitetura de Sharjah 2023

A Trienal de Arquitetura de Sharjah foi inaugurada em 11 de novembro de 2023, com o tema "A Beleza da Impermanência: Uma Arquitetura de Adaptabilidade". Sob a curadoria de Tosin Oshinowo, o foco do programa foi fortemente direcionado ao Sul Global, explorando modelos alternativos que a região pode oferecer no futuro. Um dos destaques da Trienal foi o pavilhão nomeado "Corredor de 3 Minutos" projetado pela WallMakers, que explora nosso desperdício em escala global, investigando metodologias de reutilização de materiais.

WallMakers explora o desperdício e a escassez de materiais na Trienal de Arquitetura de Sharjah 2023 - Imagem 1 de 4WallMakers explora o desperdício e a escassez de materiais na Trienal de Arquitetura de Sharjah 2023 - Imagem 2 de 4WallMakers explora o desperdício e a escassez de materiais na Trienal de Arquitetura de Sharjah 2023 - Imagem 3 de 4WallMakers explora o desperdício e a escassez de materiais na Trienal de Arquitetura de Sharjah 2023 - Imagem 4 de 4WallMakers explora o desperdício e a escassez de materiais na Trienal de Arquitetura de Sharjah 2023 - Mais Imagens+ 3

Acesso exclusivo

Um lugar para a arte na produção industrial de elementos construtivos

Historicamente, a arquitetura tem servido como um meio para a expressão artística. Elementos de construção eram adornados e esculpidos em relevo, com inscrições, murais, afrescos, bustos e esculturas figurativas de diferentes estilos. No entanto, a industrialização do século XIX trouxe uma mudança nos ideais, que despojou os componentes arquitetônicos de seus elementos decorativos. Em vez disso, preferiu-se a busca pela beleza a partir da padronização e acessibilidade econômica proporcionadas pelos elementos de construção produzidos em massa.

Mas há espaço para a arte na produção em massa? Os artistas podem estar envolvidos nos processos industriais de fabricação de elementos de construção? E como a nova tecnologia pode facilitar a personalização em massa de componentes de construção com fins artísticos? Essas perguntas nos levam a considerar o potencial de expressão, comunicação e reflexão dos elementos de construção em espaços interiores e exteriores.

Um lugar para a arte na produção industrial de elementos construtivos - 5 的图像 4Um lugar para a arte na produção industrial de elementos construtivos - 1 的图像 4Um lugar para a arte na produção industrial de elementos construtivos - 2 的图像 4Um lugar para a arte na produção industrial de elementos construtivos - 3 的图像 4Um lugar para a arte na produção industrial de elementos construtivos - Mais Imagens+ 8