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Livros de Arquitetura: O mais recente de arquitetura e notícia

“As pessoas usuárias são especialistas em si mesmas”: Como as pessoas moldam os espaços que utilizam

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O design orienta o uso ou o uso orienta o design? Estudantes lutam para manter o foco, profissionais se esquivam sob iluminação artificial agressiva e ocupantes se afastam de espaços rígidos, muitas vezes em resposta a condições ambientais que só se tornam visíveis quando o espaço passa a ser habitado. A luz que atravessa um ambiente, a reverberação do som, a textura das superfícies ou o ritmo da circulação podem favorecer a concentração, trazer calma ou inspirar a criatividade, mas cada um desses elementos também pode, inadvertidamente, intensificar o estresse e a distração. Arquitetos/as e designers estão investigando e questionando: como as decisões de projeto são fundamentadas e de quem é o conhecimento considerado essencial na hora de moldar o espaço?

Mulheres artistas exploram a interseção entre luz, espaço, tecnologia e comunidade

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A luz desempenha um papel essencial no mundo do design de interiores, mas também pode criar espaços públicos imersivos. Enquanto James Turrell, Olafur Eliasson e Dan Flavin são celebrados por sua maestria na transformação de cores, reflexos e contrastes luminosos, é importante notar que o campo da iluminação artística não é exclusivamente dominado por homens. Em resposta à falta de representação de artistas femininas na área da luz, uma perspectiva inovadora e esclarecedora surge dos designers de iluminação britânicos Sharon Stammers e Martin Lupton, do Light Collective.

Após a criação da plataforma "Women in Lighting", o livro delas intitulado Women Light Artists dá um passo audacioso ao nos apresentar 40 mulheres criativas cujo trabalho irradia engenhosidade e brilho. O livro oferece uma variedade de projetos fascinantes, que vão desde piscinas interativas até a dança das sombras coloridas da luz do dia sobre uma ponte em Londres, da projeção tranquila em um marco icônico de Berlim até o arco-íris vibrante que se curva sobre o horizonte de Manhattan. Cada obra incorpora um diálogo único entre luz e espaço. Essa jornada luminosa presta uma valiosa homenagem ao poder das mulheres artistas que, por muito tempo, ficaram nas sombras.

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Bibliografia LGBTQIA+: outros horizontes para a arquitetura em 20 livros

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Conforme exploramos práticas sociais que desafiam o modelo hegemônico na arquitetura, passamos a reconhecer a importância de abordar questões relacionadas à identidade, gênero, raça e orientação sexual no âmbito da prática espacial. Ao considerar essas dimensões, nosso objetivo é destacar como o ambiente construído pode promover novas maneiras de visualizar a sociedade e moldar o relacionamento que tecemos com o mundo ao nosso redor. Em busca de vozes que apresentem novas perspectivas, selecionamos uma bibliografia que demonstra as pesquisas e experiências de indivíduos que desafiam as normas ditadas por uma abordagem universalizante. Uma bibliografia de 20 livros internacionais que oferece diversas narrativas que nos convidam a perceber, imaginar e vivenciar o espaço por meio de uma lente LGBTQIA+.

Arquitetura vernacular para um clima em mudança: livro explora estratégias para uma transição sustentável

À medida que os desafios impostos pelas mudanças climáticas aumentam em número e intensidade, aumenta também a necessidade de encontrar práticas de construção sustentáveis que se conectem aos ecossistemas e meios de subsistência, em vez de prejudicá-los. Embora muitas vezes negligenciada na busca por inovação, a arquitetura vernacular pode oferecer respostas para questões contemporâneas. Essa linha da arquitetura não apenas depende de materiais disponíveis localmente, mas também do conhecimento indígena das condições locais, como orientação solar, padrões de vento, necessidades de ventilação e comportamento dos materiais ao longo do tempo. A Dra. Sandra Piesik, diretora e arquiteta da 3 ideas e fundadora da HABITAT Coalition, explora esse potencial em seu novo livro, Habitat: Vernacular Architecture for a Changing Climate [Habitat: Arquitetura Vernacular para um Clima em Mudança].

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Os 126 melhores livros de arquitetura

Preparamos uma lista abrangente com 125 livros de arquitetura e temas relacionados que consideramos interessantes para ampliar seus conhecimentos sobre a disciplina.

Buscamos títulos de diferentes partes do mundo com o objetivo de apresentar visões que dizem respeito a contextos culturais distintos. De compilações de ensaios e teorias sobre o crescimento das cidades a romances que flertam com a arquitetura e séries de ilustrações e gravuras.

Veja, a seguir, nossas sugestões acompanhadas por uma breve descrição.

Embaixada da Itália em Brasília lança exposição e livro online gratuito sobre projeto de Pier Luigi Nervi

Em 1972, a Embaixada da Itália deixou o antigo solar que ocupava desde 1919 no Rio de Janeiro, na Rua das Laranjeiras 154, e mudou-se para a nova capital, Brasília. O livro e a exposição fotográfica, lançados no dia 29 de agosto, querem oferecer uma viagem pela história fotográfica da sede, organizando e mostrando uma parte importante de sua memória histórica, com o intuito de preservá-la.

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A história da Embaixada é a história de uma construção dentro da construção. Junto com a edificação de uma nova cidade, uma capital visionária e futurista, também ocorre a construção da sede projetada pelo grande engenheiro Pier Luigi Nervi. Um espaço de trabalho e representação que condensa em si o melhor da célebre tradição arquitetônica e da engenharia italiana, enquadrando-se harmoniosamente no desenho urbano e no estilo monumental de Brasília.

O que é uma boa arquitetura? ArchDaily busca responder em seu primeiro livro

Atualização: o livro já está disponível.

Cara comunidade,

Estamos muito animados em compartilhar uma grande notícia: em breve lançaremos nosso primeiro livro, The ArchDaily Guide to Good Architecture [O Guia ArchDaily para uma Boa Arquitetura].

Em parceria com a renomada editora internacional gestalten, tiramos um tempo para recordar os mais de 40.000 projetos publicados nos últimos 15 anos, buscando identificar suas contribuições e responder à ousada questão do que é uma boa arquitetura. A grande abrangência do ArchDaily é um reflexo de quão importante é a arquitetura hoje, à medida que a complexidade cada vez maior do nosso mundo impõe cada vez mais pressão e demandas ao nosso ambiente construído. Para lidar com questões como a crise climática, escassez de energia, densidade populacional, desigualdade social, escassez de moradias, urbanização acelerada, identidade local e falta de diversidade, a arquitetura precisa se abrir.

Conviver na Amazônia no século XXI: guia de planejamento e desenho urbano para as cidades da floresta peruana

Dirigindo-se ao universo da maior floresta tropical do mundo, o livro "Convivir en la Amazonía en el Siglo XXI: Guía de Planificación y Diseño Urbano para las ciudades en la selva baja peruana" ( em português, "Conviver na Amazônia do Século XXI: Guia de planejamento e desenho urbano para as cidades da selva baixa peruana"), foi selecionado como finalista na categoria de publicações da XII Bienal Iberoamericana de Arquitetura e Urbanismo. A edição, publicada em 2019 como parte das Publicações de Arquitetura PUCP, no âmbito do projeto CASA [Ciudades Auto-Sostenibles Amazónicas] da iniciativa Ciudades Resilientes al Clima do IDRC, FFLA e CDKN, concentra suas pesquisas no departamento de Loreto, apresentando-se como "um guia para arquitetura e desenho urbano, para assentamentos na floresta amazônica, incluindo os processos sociais a serem considerados".

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O futuro da arquitetura contemporânea chinesa: cultura cívica para uma nova sociedade?

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Um novo tipo de arquitetura que se distingue por características regionais únicas surgiu em meados da década de 1990, quando, na China, os arquitetos começaram a projetar independentemente dos institutos administrados pelo governo. Os principais arquitetos chineses desta época conseguiram coletivamente produzir um corpo de trabalho arquitetônico único quando muitos edifícios construídos ao redor do mundo não estavam mais enraizados em seu lugar e cultura.

Em China Dialogues, Vladimir Belogolovsky traça um panorama da arquitetura chinesa através das palavras de seus principais participantes, levantando o véu sobre uma prolífica nova geração de arquitetos, cada um compartilhando uma compreensão altamente intelectualizada e conceitual da profissão. Seguindo o curso de 21 entrevistas acompanhadas por mais de 120 fotografias e desenhos de projetos lindamente executados em todo o país desde o início dos anos 2000, o China Dialogues apresenta o processo de pensamento dos principais arquitetos do país, fornecendo uma visão de suas ideias e intenções invulgarmente reveladoras e sinceras.

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Espaços de leitura: o livro como elemento arquitetônico

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Espaços de leitura: o livro como elemento arquitetônico  - Imagem de Destaque
Biblioteca-Vac / Farming Architects. Image © Thai Thach, Viet Dung An

Muito além da formação básica, a leitura é uma atividade de lazer que faz parte da sociedade moderna. Seja ao ar livre, em praças e parques, seja em casa, ou até no trabalho, esse hábito, que melhora a capacidade de raciocínio e a saúde mental, já teve, nos palácios e palacetes, grandes espaços dedicados aos livros. Selecionamos 15 projetos que demonstram as diferentes formas de integrar a leitura em diferentes escalas e programas arquitetônicos.

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Lançamento do livro "Ensaios do corpo no lugar de morar"

Evento de lançamento do primeiro livro publicado da arquiteta e artista Natália Barros: "Ensaios do corpo no lugar de morar", que investiga o habitar em confinamento e as consequências da pandemia da Covid-19 na relação entre corpo e arquitetura. O livro é um desdobramento do trabalho de conclusão de curso (TCC) apresentado pela autora na Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerias (UFMG), em 2020. O TCC foi eleito pelo ArchDaily como um dos melhores de 2020 e recebeu premiação de Pesquisa Artístico-Cultural, pela Lei Aldir Blanc. Ao longo das páginas, o leitor adentra a discussão sobre os efeitos da experiência global da pandemia na forma de conceber e construir espaços e da contribuição da arte como saída alternativa e criativa. Apoiado em abordagem fenomenológica e em contribuições da dança, da cenografia, das artes visuais e da tecnologia, o livro propõe outros modos de pensar e fazer arquitetura.

Dicas de leituras para ser antirracista na prática profissional

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Dicas de leituras para ser antirracista na prática profissional - Image 7 of 4

Após a realização da mesa digital “Como ser antirracista na prática profissional”, a coletiva Arquitetas inVisíveis disponibilizou um pequeno guia com pontos fundamentais para a construção de uma profissão equânime e antirracista, junto de uma indicação de diversos textos que ajudam a compreender o panorama social e trazem modos de enfrentar questões racistas não apenas no campo da arquitetura e do urbanismo, mas na vida.

Editora Romano Guerra lança campanha para viabilizar coletânea de entrevistas com arquitetos brasileiros e estrangeiros

A Editora Romano Guerra lançou campanha de venda antecipada para viabilizar o livro Arquitetura e escrita: relatos do ofício, coletânea que reúne 24 entrevistas com importantes historiadores(as) e críticos(as) brasileiros(as) e estrangeiros(as), pertencentes a distintas gerações e matrizes intelectuais. O livro tem organização de José Lira, Felipe Contier, João Sodré, Jonas Delecave, Paula Dedecca, Samira Chahin e Victor Próspero.

Realizadas pelos organizadores ou por colaboradores convidados, as entrevistas iluminam suas trajetórias de formação, filiações e principais trabalhos na área, suas posições metodológicas e interpretativas, além de seus diálogos com outros autores e disciplinas.

Guia arquitetônico da África subsaariana: explorando a arquitetura de Bangui e Kinshasa

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Quando olhamos para a arquitetura africana, vemos a diversidade arquitetônica de um continente moldado em sua forma atual, por uma combinação de fatores internos e externos. Ao analisar a arquitetura africana, há também uma tendência de certas regiões terem precedência sobre outras partes do continente. As obras modernistas tropicais de Maxwell Fry e Jane Drew em Gana e na Nigéria, por exemplo, são extremamente bem documentadas. Assim como a arquitetura da era colonial extremamente bem preservada da capital da Eritreia, Asmara. No entanto, parecem haver partes do continente que “escapam do radar” nas conversas sobre arquitetura africana — assim o livro Architectural Guide: Subsaharan Africa é uma adição bem-vinda aos estudos da arquitetura africana.

"Formgiving": novo livro do BIG explora a arquitetura de transformar ficção em realidade

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Se alguma vez nos perguntarmos como será o futuro, tudo o que temos a fazer é olhar para o nosso passado e observar o quão longe avançamos desde milhares, centenas ou mesmo décadas atrás. A vida era radicalmente diferente naquela época e será tão diferente no futuro. E como sabemos que o futuro apenas se parece com o presente, temos a possibilidade de moldar o nosso futuro da maneira que quisermos. O mais recente livro publicado pela TASCHEN do BIG, Formgiving - Uma história do futuro arquitetônico explora o passado, o presente e o futuro, desenhando uma linha do tempo do ambiente, desde conceituar até construir a forma.

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Livro reúne detalhes das arquiteturas anônimas residenciais de Curitiba

A maioria das paisagens urbanas que marcam nossas vidas é feita de casas populares, aquelas construídas no século 20 por imigrantes, artesãos e construtores anônimos. Porém, essa arquitetura vernacular cheia de afetividade, bons projetos e detalhes riquíssimos não é objeto de estudos tão frequentes como deveria. Mas isso começa a mudar. Pelo menos em Curitiba.

Os arquitetos Fábio Domingos Batista e Paula Domingos Fraiz Morais passaram meses se debruçando sobre a arquitetura residencial da capital paranaense e lançam agora um box de dois livros, o "Inventário de Arquitetura Residencial Curitibana", voltados ao grande público com detalhes da arquitetura de aproximadamente 160 casas de Curitiba, construídas de 1920 a 1960.

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Ruy Ohtake ganha livro monográfico pela Romano Guerra Editora

A Romano Guerra Editora e o Instituto Tomie Ohtake lançam um novo livro sobre a obra de Ruy Ohtake, trazendo aspectos ainda pouco explorados em outras publicações sobre o arquiteto. Segundo os organizadores Abilio Guerra e Silvana Romano Santos, “nas nove publicações monográficas anteriores, destacava-se a carência de desenhos técnicos consistentes e, graças ao acesso franco ao acervo do arquiteto, foi possível analisar e apresentar a complexidade dos projetos”.

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Des-Habitat: publicação questiona a relação entre o modernismo brasileiro e a arte indígena

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Neste ensaio visual, Paulo Tavares intervém em Habitat, revista de artes e design editada pela arquiteta Lina Bo Bardi nos anos 1950. Habitat propagava não apenas imagens de arte e arquitetura moderna, mas também imagens de artefatos indígenas. Desta forma, simultaneamente apresentava ao seu público o vocabulário do modernismo e formas nativas de expressão cultural, alinhando-se aos imaginários primitivistas das vanguardas.

Ressignificando imagens e imaginários dominantes, Des-Habitat nos carrega através uma narrativa visual sobre a colonialidade da arquitetura moderna e suas mídias, abrindo um horizonte para a potencial descolonização de seus legados.