O fotógrafo de arquitetura Marc Goodwin visitou recentemente Istambul para continuar sua jornada documentando os escritórios de arquitetura do mundo. Ele visitou várias cidades e países, incluindo Brasil, Cidade do Panamá, Holanda, Dubai, Londres, Paris, Pequim, Xangai, Seul, países nórdicos, Barcelona e Los Angeles. Em Istambul, Marc fotografou 10 escritórios trabalhando em diferentes tipos e escalas de projetos. Descubra os escritórios individuais e a cidade através do recurso mais recente de Marc.
The Museum of Art, Architecture and Technology, Lisbon, Portugal by Amanda Levete shot by Inge Schuster. Image Courtesy of The Architectural Photography Awards 2019
O Architectural Photography Awards 2019 divulgou a lista de finalistas de suas seis categorias, que compreendem exterior, interior, sentido de espaço, edifícios em uso, mobile (fotos feitas com celular), e portfólio. Patrocinado pela Sto e apoiado pelo World Architecture Festival (WAF), o prêmio deste ano contou com quase dois mil inscritos de 42 países.
Projetado pelo arquiteto vencedor do Prêmio Pritzker 2006, Paulo Mendes da Rocha, o Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), concluído em 1995, no bairro Jardim Europa, em São Paulo, é uma das obras mais emblemáticas da Arquitetura Contemporânea Paulistana.
O workshop de fotografia de celular vai abordar as relações entre fotografia de rua e fotografia de arquitetura
Seja um registro fugaz ou um registro profissional, as pessoas nunca fotografaram tanto uma época como nos dias de hoje. O celular, quase uma extensão do corpo, faz diversas ligações entre nós, o tempo e o espaço, e é através dessa fotografia diária que documentamos nosso tempo. Como um exercício de procura e escolhas, o workshop de fotografia de celular vai abordar as relações entre fotografia de rua e fotografia de arquitetura, incluindo um passeio até o Sesc 24 de Maio, em São Paulo.
Hong Kong tem um dos skylines mais impressionantes do mundo: arranha-céus contemporâneos se elevam em meio às montanhas e ao porto, casas antigas aninhadas entre estruturas futuristas, luzes de neon, paisagens quase distópicas. Mas entre as inúmeras arquiteturas notáveis de Hong Kong, seus espaços dedicados à morte não encontram paralelo em nenhuma outra parte do mundo.
Ao longo de cinco anos, o fotógrafo de arquitetura Finbarr Fallon registrou os cemitérios hiperdensos de Hong Kong, explorando a geometria sublime de suas covas e jazigos escalonados em uma série intitulada "Dead Space".
O fotógrafo especializado em arquitetura Guilherme Pucci compartilhou conosco seu ensaio da garagem de barcos que integra o complexo Santa Paula Iate Clube, projetada pelo arquiteto João Batista Vilanova Artigas no início da década de 1960 e fechada em meados de 1980. Atualmente, o edifício, um dos ícones da arquitetura moderna paulistana, localizado na beira da Represa Guarapiranga, na Zona Sul da cidade de São Paulo, encontra-se em estado de mal conservação e abandono.
A Filarmônica de Berlim de Hans Scharoun é um dos edifícios mais importantes construídos durante o século XX na capital alemã. A estrutura de estilo expressionista, com sua fachada em cores vivas, é a primeira desse tipo projetada pelo renomado arquiteto alemão, além de ser seu edifício mais famoso. O projeto de Scharoun interpreta ritmo e música como arquitetura, tanto conceitual como fisicamente.
O fotógrafo de arquitetura Bahaa Ghoussainy explora a arquitetura única de Scharoun destacando a dramática geometria angular da sala de concertos, a vibrante fachada em tons de amarelo e o singular jogo de linhas e formas.
O estímulo visual que disparou a presente pesquisa[1] foi a insinuante ambiguidade da letra m/h. Menos glamorosos que os de beira de estrada, os motéis hotéis são um convite econômico para uma experiência de realização sexual. Para dar conta de sua complexidade tanto material como intangível, o trabalho se constrói como uma ficção. Assim, a narradora inventou nos motéis hotéis um potencial de revelar outras partes componentes dela própria ‑ como se estes lugares, por também serem ambíguos e incógnitos, permitissem este encontro. Num processo simultâneo de libertação e frustração, as múltiplas narradoras se agenciam.
https://www.archdaily.com.br/pt/923708/moteis-hoteis-entre-estranhamentos-e-familiaridadesMarian Rosa van Bodegraven
A fotografia ainda é um dos meios de representação e comunicação mais usados na arquitetura. Embora não incorpore a dimensão temporal, o nível de fidelidade com que a fotogafia representa as outras três dimensões do mundo construído faz com que seja uma das feramentas favoritas dos arquitetos para veicular as imagens de seus edifícios.
Para celebrar o dia mundial da fotografia, reunimos a seguir 15 fotógrafas e fotógrafos de diferentes lugares do mundo que vale a pena conhecer - e seguir no Instagram.
A entrada é uma esquina. O escritório, um museu. O banheiro, cemitério. O quintal é Deserto. No estar, um castelo. No salão, o banquete. Em um porão, o vulcão. O teatro, o jardim, a piscina e a torre.
Fotografia de Rodrigo Albertini na exposição In Pixels
In Pixels é a nova exposição da artista visual Thammy Tales e do fotógrafo Rodrigo Albertini, com curadoria de Chico Cortez. Sobre a seleção de 16 obras que compõem a mostra, o curador diz que “são partes da existência desses artistas singulares, testemunhas contemporâneas de um mundo plural e tecnológico”.
Workshop Foto de Arquitetura e Cidades, com Joana França, em Florianópolis
Atualmente, o setor de arquitetura é um importante espaço para atuação de fotógrafos. Acreditando que novas técnicas e um direcionamento de visão corretos possam trazer um diferencial aos interessados na fotografia de arquitetura e cidades, a Linda Laranja Fotografia promove em Florianópolis o Workshop Foto de Arquitetura e Cidades, com a arquiteta e fotógrafa brasiliense Joana França.
Cidade Inversa utiliza a morfologia urbana da região central de São Paulo e distritos adjacentes, como principal estrutura e matéria prima, prestando suporte para criação de um novo espaço tempo. Um espaço tempo que nos permite explorar e desconstruir a cidade que conhecemos.
Xangai é uma cidade cheia de contradições. Sob os arranha-céus e complexos contemporâneos escondem-se casas e estabelecimentos comerciais antigos que estão gradualmente desaparecendo. As ruas que estão sendo varridas atraíram a atenção de fotógrafos do mundo todo - alguns interessados na relação entre o novo e o antigo, outros nos distritos históricos e seu significado cultural.
O fotógrafo canadense Greg Girard, que passou boa parte de sua carreira na Ásia, examinou as transformações sociais e físicas da cidade chinesa e publicou um livro de fotografias intitulado “Phantom Shanghai”.
A arquitetura moderna surgiu no final do século XIX e início do século XX para romper com os estilos históricos e criar estruturas baseadas em funcionalidade e industrialização. Décadas mais tarde, o pós-modernismo emergiu como uma reação à uniformidade e formalidade do movimento anterior, explorando complexidade, assimetrias e cores na arquitetura.
Durante uma recente viagem à Europa, o fotógrafo Skyler Dahan, de Los Angeles, realizou uma série de fotografias que reúne exemplos de ambos os movimetos, entre eles a Gallaratese Housing II de Aldo Rossi e Carlo Aymonino, e outros edifícios de Milão, Bretanha e Oslo.
Entre os mercados de carne lotados, os emaranhados de fios elétricos, as luzes vibrantes de néon e densa neblina de Xangai, encontramos as antigas casas "Shikumen". Construídas entre o final do século XIX e a Segunda Guerra Mundial, estas casas foram inspiradas nos estilos francês e britânico colonial e Art Déco e no estilo residencial chinês "Hutong". Mas o tempo para essas estruturas está se esgotando: as casas Shikumen, em toda a cidade de Xangai, estão sendo demolidas.
Como parte de sua série Shanghai Streets, o fotógrafo Cody Ellingham quis congelar o tempo e registrar essas ruas históricas antes que sejam completamente demolidas e esquecidas.