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Fotografia: O mais recente de arquitetura e notícia

As virtudes e limites da fotografia na representação da arquitetura - cinco fotógrafos discutem

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Enquanto meio de representação da arquitetura, a fotografia apresenta qualidades indiscutíveis. Com ela, é possível apresentar a um público distante obras erguidas em qualquer lugar do mundo, de vistas gerais a espaços internos e pormenores construtivos - ampliando o alcance e, de certo modo, o acesso à arquitetura.

Entretanto, como qualquer outra forma de representação, não é infalível. Na medida que avanços tecnológicos permitem fazer imagens cada vez mais bem definidas e softwares de edição oferecem ferramentas para retocar e, por vezes, alterar aspectos substanciais do espaço construído, a fotografia, por sua própria natureza, carece de meios para transmitir aspectos sensoriais e táteis da arquitetura. Não é possível - ao menos não satisfatoriamente - experienciar as texturas, sons, temperatura e cheiros dos espaços através de imagens estáticas. 

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Curso online "O lugar da fotografia contemporânea na arquitetura e na cidade" com Manuel Sá

As fotografia arquitetônica existe há quase 200 anos.
Com uma natureza mutável, tensionada entre a fotografia comercial e autoral, o ato de fotografar espaços, de 1826 para cá, e o impacto e relevância dessas fotografias são debatidos cada vez mais.

Curso Online História da Fotografia de Arquitetura

O curso reúne os principais fotógrafos e fotógrafas de arquitetura e suas contribuições em três momentos históricos: pioneiros (1826 - 1900), modernistas (1900 - 1950) e contemporâneos (1950 - hoje).

Fotografias aéreas mostram a desigualdade social refletida no espaço urbano

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Em todo o mundo, aglomerados urbanos apresentam, em maior ou menor grau, diferenças sociais e econômicas. Refletidos no espaço, esses desequilíbrios de renda e acesso à educação, saúde, saneamento e infraestrutura geram rupturas mais ou menos visíveis - embora drasticamente sentidas.

Realidade cotidiana para alguns, as desigualdades sócio-espacias podem passar despercebidas aos olhos de outros, sobretudo do nível do chão - do ponto de vista individual que, por definição, não abrange o todo. De cima, a partir de um olho imaginário que enxerga a totalidade das relações, ignorar essas desigualdades seria mais difícil - é isso que nos apresenta a série Unequal Scenes, do fotógrafo sul-africano Johnny Miller.

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Uma breve história da fotografia de arquitetura

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A partir dos primeiros experimentos realizados pelo francês Joseph Niépce em 1793, e de seu primeiro teste de maior sucesso em 1826, a fotografia tornou-se objeto de exploração e recurso de registro de momentos vividos e lugares do mundo. Dentro do amplo espectro da produção fotográfica ao longo da história, em vários casos a arquitetura desempenhou papel protagonista nos registros, seja pela perspectiva da fotografia enquanto arte, documento ou, como foi muitas vezes, instrumento de construção de cultural.

Com grande autonomia enquanto prática e debate particular dentro desse tema, a fotografia de arquitetura tem a capacidade de reiterar uma série de aspectos expressivos das obras retratadas, tensionar a relação das mesmas com seus entornos, propor leituras específicas ou genéricas dos edifícios, entre outras possibilidades de investigação.

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Curso online: História da Fotografia de Arquitetura

O curso reúne os principais fotógrafos e fotógrafas de arquitetura e suas contribuições em três momentos históricos: pioneiros (1826 - 1900), modernistas (1900 - 1950) e contemporâneos (1950 - hoje).

Edgar Jerins registra o confinamento na cidade de Nova Iorque

Este artigo foi publicado originalmente em Common Edge.

Nova York: fechada, vazia. Foi comovente, é claro, mas também foi lindo. Para o artista Edgar Jerins, essa revelação foi uma surpresa. Quem imaginaria que essa cidade movimentada, caótica, suja, vibrante, profana e incrível poderia parecer tão ... linda mesmo sem as pessoas e atividades? Durante anos, Jerins andou de metrô até seu estúdio perto da Times Square. Quando as notícias da pandemia se espalharam pela primeira vez - mais como uma ameaça vaga e indefinida, inicialmente - ele fugiu, com medo para o ônibus e, depois que a gravidade do evento se tornou aparente e o isolamento começou, ele pegou emprestada a bicicleta da filha.

Três banheiros, três danças: experimentações do corpo na arquitetura

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Este artigo é um excerto originalmente publicado na Revista Cadernos de Pesquisa #7 da Associação Escola da Cidade. Trata-se de uma publicação proveniente do trabalho final de graduação “Três banheiros, três danças”, de autoria de Manuella Ferreira Leboreiro, realizado na Escola da Cidade em 2018, sob a orientação do professor Yuri Fomim Quevedo. Este ensiaio também integrou a seleção de trabalhos expostos no CCSP como parte da 12ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.

São 12:11 do dia 7 de novembro (de 2018). Um "S" na porta indica a quem supostamente se destina esse banheiro. Estou em um banheiro localizado em um predinho que o Vilanova Artigas, arquiteto modernista brasileiro, projetou na década de 1950 no bairro de Santa Cecília. É a segunda vez que entro nele e para mim ainda é um espaço que vai se revelando. De primeira, o que chamou muito a atenção foi o azul quase roxo causado pela luz negra que faz com que todos os tons do banheiro tendam para essa cor. Traz um sentimento de muita serenidade durante o dia.

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Curso online de história da fotografia de arquitetura com Manuel Sá

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O curso reúne os principais fotógrafos e fotógrafas de arquitetura e suas contribuições em três momentos históricos: pioneiros (1826 - 1900), modernistas (1900 - 1950) e contemporâneos (1950 - hoje).

Cidades vazias: fotógrafos registram o impacto do COVID-19 no espaço urbano

A pandemia do COVID-19 reformulou a vida urbana e também deixou muitas ruas e edifícios vazios à medida que as pessoas praticam o distanciamento social. Da Times Square em Nova Iorque à Place de la Concorde em Paris, fotógrafos estão registrando essas cidades vazias em um momento de tensão no mundo todo. O New York Times publicou recentemente uma matéria intitulada O Grande Vazio, mostrando um novo lado da vida urbana em cidades e espaços públicos de diferentes países. Mais recentemente, cinco fotógrafos foram contratados para registrar Roterdã, nos Países Baixos, durante a pandemia.

Um passeio solitário: série fotográfica de Erieta Attali mostra Paris em quarentena

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Estados de quarentena e distanciamento social em todo o mundo, em resposta ao coronavírus, criaram curiosos cenários: os canais turvos de Veneza agora estão cristalinos e imagens de satélite da China mostram uma diminuição significativa da poluição. A fotógrafa Erieta Attali, com seu smartphone em punho, caminhou pelas ruas vazias de Paris e retratou a capital francesa completamente deserta.

As obras modernistas de Chandigarh, pelas lentes de Roberto Conte

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Famosa por seu plano urbano e edifícios cívicos, Chandigarh representa um fragmento icônico da arquitetura modernista. Este centro econômico e administrativo foi concebido para mostrar ao mundo o progresso da recém-independente Índia dos anos 50.

As obras modernistas de Chandigarh, pelas lentes de Roberto Conte - Cinema E ArquiteturaAs obras modernistas de Chandigarh, pelas lentes de Roberto Conte - Cinema E ArquiteturaAs obras modernistas de Chandigarh, pelas lentes de Roberto Conte - Cinema E ArquiteturaAs obras modernistas de Chandigarh, pelas lentes de Roberto Conte - Cinema E ArquiteturaAs obras modernistas de Chandigarh, pelas lentes de Roberto Conte - Mais Imagens+ 19

Mulheres na fotografia de arquitetura

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Maioria em graduações de arquitetura em diversas partes do mundo, incluindo o Brasil, as mulheres superam os homens em número de profissionais em atividade, entretanto, sua representatividade vem, há décadas, sendo sistematicamente diminuída frente à atuação masculina. 

O debate sobre o papel das mulheres na arquitetura não é recente, contudo, ganhou força a partir de 2013 com a petição para que Denise Scott Brown fosse retroativamente reconhecida como vencedora do Prêmio Pritzker de 1991 - junto à Robert Venturi - e a consequente rejeição do pedido por parte do Prêmio. Desde então, o reconhecimento do papel das mulheres na arquitetura vem sendo tópico de diversos - e necessários - debates, palestras, simpósios e exposições em todo o mundo.

Imagens de manicômios abandonados mostram arquiteturas projetadas para curar

Com a pintura rachada, a vegetação crescendo, a ferrugem e a decadência, edifícios abandonados esculpiram um gênero fotográfico que brinca com o nosso complexo fascínio com os remanescentes perversos do nosso passado. Enquanto o interesse intelectual em ruínas tem sido registrado há séculos, a popularidade e controvérsias do "ruin porn" contemporâneo pode ser rastreado até em torno de 2009, quando a série feral houses do fotógrafo James Griffioen provocou um debate sobre o potencial prejuízo na apropriação estética do colapso urbano.

Concurso público nacional de croquis e fotografias do CAU/SC

O concurso pretende estimular o olhar documental e artístico sobre a arquitetura catarinense e oferecerá premiação em dinheiro para os primeiros colocados.

Descubra a utópica Hong Kong dos anos 80 nesta série de fotos de Alexey Kozhenkov

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Alexey Kozhenkov é um fotógrafo freelancer que atualmente reside na Rússia, com um grande interesse em urbanismo, arquitetura e estruturas artificiais. Kozhenkov nasceu em 1993 em Riga, Letônia e se tornou um fotógrafo autodidata depois de se graduar.

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Laurian Ghinitoiu é o grande vencedor do Architectural Photography Awards de 2019

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Recentemente no Architectural Photography Awards de 2019, o fotógrafo de arquitetura Laurian Ghinitoiu foi escolhido como o grande vencedor em três da seis categorias do prêmio. Ghinitoiu recebeu as honrarias por suas fotos inscritas nas categorias habitação social, exterior e edifícios construídos.

No início, a fotografia de arquitetura era apenas um hobbie para Ghinitoiu. Com o tempo, esta curiosidade latente passou a ocupar mais e mais espaço em sua vida e o reconhecimento profissional não tardou a chegar. A partir dai, o fotógrafo passou a viver de fotografia, viajando o mundo em uma jornada que lhe trouxe uma compreensão mais ampla e complexa da arquitetura.

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Bloco de apartamentos da Interbau, de Oscar Niemeyer, pelas lentes de Bahaa Ghoussainy

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Para a Feira Internacional dos Construtores de 1957, que ocorreu em Berlim, Oscar Niemeyer projetou o bloco de apartamentos da Interbau, um edifício modernista apoiado sobre uma série de pilares em forma de V. Apresentando as típicas janelas em fita da arquitetura da época, a fachada é interrompida por duas passarelas que conectam o bloco à torre de circulação vertical.

O fotógrafo de arquitetura libanês Bahaa Ghoussainy explorou o edifício em sua mais recente série de fotografias, destacando a relação entre a uniformidade do bloco e a natureza dinâmica da geometria dos apoios. Veja, a seguir:

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