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Fotografia e Arquitetura: O mais recente de arquitetura e notícia

Chamada aberta para fotografia de arquitetura: envie a sua!

Expressão artística mediada por aparato técnico, a fotografia tem seu lugar estabelecido entre as artes, sendo, junto do cinema, aquela que mais fielmente pode registrar a realidade e, portanto, a arquitetura. Das grandes caixas de madeira portando chapas de emulsão de prata às câmeras digitais e, finalmente, nossos smartphones, não há dúvida de que a fotografia se tornou mais acessível às pessoas, que pouco a pouco passaram de espectadoras a autoras das imagens.

Para celebrar o Dia Mundial da Fotografia, convidamos nossas leitoras e leitores a compartilharem conosco seus registros fotográficos de obras de arquitetura e cidades. Sem distinguir entre entusiastas, fotógrafos amadores ou profissionais, estão todos convidados a enviar fotos que deem a ver o espaço construído – nas mais variadas escalas. As imagens selecionadas por nossa equipe de conteúdo serão divulgadas em um próximno artigo.

Beirute, um ano depois: reconstrução cívica em uma nação devastada

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Há um ano, no dia 4 de agosto de 2020, a terceira maior explosão não nuclear já registrada na história devastou metade da cidade de Beirute, destruindo o porto e a porção leste da capital libanesa. Uma das maiores tragédias urbanas dos tempos modernos, matou mais de 200 pessoas, feriu milhares e deixou cerca de 300 mil desabrigados, danificando mais de 80 mil estabelecimentos comerciais, residenciais e públicos. Sentida em países vizinhos, a explosão gerou cerca de US$ 15 bilhões em danos materiais — tudo isso em tempos de Covid-19, crise política, agitação social e colapso econômico.

Um ano depois, pouca coisa mudou. Apenas ficou mais difícil para a população de Beirute. Um ano depois, tudo na cidade ainda os lembra daquele dia. As principais questões permanecem sem resposta, nenhum resgate ou plano de ação foi colocado em marcha por instituições governamentais; na ausência completa do Estado, a sociedade civil se mobilizou para assumir com suas próprias mãos os esforços de reconstrução.

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Dia Mundial da Fotografia: 25 fotógrafos de arquitetura emergentes de todo o mundo

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A fotografia de arquitetura se desenvolveu em sua própria expressão artística e pode, às vezes, ser tão importante quanto a própria obra construída. Experienciamos a arquitetura não apenas física e espacialmente, mas também por meio das fotografias. Uma boa reportagem ou série de fotos pode trazer ao espectador a atmosfera do lugar, ainda que esteja distante da obra. A fotografia também é uma forma de documentar o processo do projeto, o uso de materiais, iluminação e elementos arquitetônicos e, como resultado, narrar a história por trás de uma obra.

Para comemorar o Dia Mundial da Fotografia, reunimos uma lista de 25 fotógrafos de arquitetura de todo o mundo que merecem ser conhecidos – e seguidos no Instagram. Esses fotógrafos emergentes foram selecionados por sua capacidade de registrar a arquitetura por meio de um olhar sensível e singular.

Dia Mundial da Fotografia: 25 fotógrafos de arquitetura emergentes de todo o mundo - Imagem 1 de 4Dia Mundial da Fotografia: 25 fotógrafos de arquitetura emergentes de todo o mundo - Imagem 2 de 4Dia Mundial da Fotografia: 25 fotógrafos de arquitetura emergentes de todo o mundo - Imagem 3 de 4Dia Mundial da Fotografia: 25 fotógrafos de arquitetura emergentes de todo o mundo - Imagem 4 de 4Dia Mundial da Fotografia: 25 fotógrafos de arquitetura emergentes de todo o mundo - Mais Imagens+ 21

{CURA} promove Aula Magna com Nelson Kon

No próximo dia 29/07 (qui), às 19h, o CURA promoverá uma Aula Magna com Nelson Kon, renomado fotógrafo especializado em arquitetura e cidades.

Livro reúne detalhes das arquiteturas anônimas residenciais de Curitiba

A maioria das paisagens urbanas que marcam nossas vidas é feita de casas populares, aquelas construídas no século 20 por imigrantes, artesãos e construtores anônimos. Porém, essa arquitetura vernacular cheia de afetividade, bons projetos e detalhes riquíssimos não é objeto de estudos tão frequentes como deveria. Mas isso começa a mudar. Pelo menos em Curitiba.

Os arquitetos Fábio Domingos Batista e Paula Domingos Fraiz Morais passaram meses se debruçando sobre a arquitetura residencial da capital paranaense e lançam agora um box de dois livros, o "Inventário de Arquitetura Residencial Curitibana", voltados ao grande público com detalhes da arquitetura de aproximadamente 160 casas de Curitiba, construídas de 1920 a 1960.

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Série de fotografias mostra a construção do edifício residencial mais alto do mundo

Paul Clemence acaba de apresentar sua mais recente série fotográfica, mostrando as obras em andamento no Central Park Tower em Manhattan. O projeto, desenvolvido pelo escritório Adrian Smith + Gordon Gill Architecture e atualmente em fase final de construção, será considerado o edifício residencial mais alto do mundo quando for concluído. A estrutura, como pode ser vista nas fotos, está muito próxima de ser concluída e deverá ser inaugurada ainda este ano.

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Serpentine Pavilion projetado por Counterspace é inaugurado em Londres

A 20ª edição do Serpentine Pavilion, projetado pelo escritório sul-africano Counterspace, dirigido pela arquiteta Sumayya Vally, inaugura hoje, 11 de junho de 2021, após ser adiado por um ano. Em exibição até 17 de outubro de 2021 em Kensington Gardens, o projeto foi registrado por Mark Hazeldine. Confira a série de fotografias, a seguir.

Serpentine Pavilion projetado por Counterspace é inaugurado em Londres - Image 1 of 4Serpentine Pavilion projetado por Counterspace é inaugurado em Londres - Image 2 of 4Serpentine Pavilion projetado por Counterspace é inaugurado em Londres - Image 3 of 4Serpentine Pavilion projetado por Counterspace é inaugurado em Londres - Image 4 of 4Serpentine Pavilion projetado por Counterspace é inaugurado em Londres - Mais Imagens+ 13

"Imagens revelam A verdade": nos bastidores com Niveditaa Gupta

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Neste episódio de “Nos Bastidores”, onde mostramos o trabalho de fotógrafos visionários e perguntamos sobre suas experiências além do que é visto pelo público, apresentamos Niveditaa Gupta, uma fotógrafa de arquitetura baseada em Nova Delhi, Índia. Através de suas fotos, ela procura criar visuais que possam suscitar um discurso sobre o próprio elemento arquitetônico.

Pavilhão da Arábia Saudita na Bienal de Veneza explora encontros sociais dentro de casa

Intitulado Acomodações, o Pavilhão da Arábia Saudita na 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza se propõe a analisar encontros sociais e espaciais de hospedagens e casas no território saudita, lugar onde histórias, protocolos e gestos estão entrelaçados. Com curadoria de Hussam Dakkak, Basmah Kaki, e Hessa AlBader, junto com os curadores de Brooklin, Uzma Z, Rizvi e Murtaza Vali, a exposição irá acontecer de 22 de Maio a 21 de Novembro de 2021.

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Museu da Universidade de Cornell projetado por I.M. Pei, pelas lentes de Nipun Prabhakar

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O fotógrafo indiano Nipun Prabhakar compartilhou conosco uma série de imagens do Herbert F. Johnson Museum of Art, projetado pelo arquiteto sino-americano I.M Pei. O arquiteto fora contratado em 1968 pela Universidade de Cornell para construir um museu que também deveria servir como um centro cultural e de ensino para a comunidade acadêmica. Concluído em 1973, o edifício recebeu o Prêmio de Honra do Instituto Americano de Arquitetos em 1975.

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Casa da Arquitectura reabre as portas com a exposição “Arquigrafias. Guido Guidi e Álvaro Siza”

Arquigrafias. Guido Guidi e Álvaro Siza é a exposição que assinala a reabertura ao público da Casa da Arquitectura, depois do confinamento. A mostra de fotografias do italiano Guido Guidi sobre obras do arquiteto Álvaro Siza tem curadoria de Paula Pinto e Joaquim Moreno e fica em cartaz na Galeria da Casa de 17 de abril a 3 de outubro 2021.

Os curadores selecionaram oito projetos situados em Lisboa, Porto e Matosinhos, que estão representados através de 97 imagens captadas pela lente de Guido Guidi. Arquigrafias oferece assim um “diálogo entre a obra fotográfica de Guido Guidi (Cesena, 1941) e a obra arquitetónica de Álvaro Siza (Matosinhos, 1933) e constitui um encontro singular entre duas figuras ímpares nos seus respetivos campos de trabalho”.

"Sem uma boa arquitetura, não somos nada": nos bastidores com Edmund Sumner

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"Sem uma boa arquitetura, não somos nada": nos bastidores com Edmund Sumner - Image 1 of 4"Sem uma boa arquitetura, não somos nada": nos bastidores com Edmund Sumner - Image 2 of 4"Sem uma boa arquitetura, não somos nada": nos bastidores com Edmund Sumner - Image 3 of 4"Sem uma boa arquitetura, não somos nada": nos bastidores com Edmund Sumner - Image 4 of 4Sem uma boa arquitetura, não somos nada: nos bastidores com Edmund Sumner - Mais Imagens+ 4

No ArchDaily aspiramos fornecer à nossa comunidade ferramentas e saberes para ajudar a imaginar, projetar e construir cidades melhores. A fim de inspirar e apresentar mais sobre o que acontece além de um projeto de arquitetura, estamos lançando uma nova série intitulada "Nos Bastidores", onde mostramos o trabalho de fotógrafos, artistas e curadores visionários, e fazemos algumas perguntas que lhes permitem compartilhar mais sobre suas próprias opiniões de mundo e trajetória. Em cada episódio, apresentaremos suas perspectivas, junto de imagens e vídeos de seus trabalhos. 

Lançamos a série com o fotógrafo de arquitetura londrino Edmund Sumner.

Instruções para subir uma escada rolante: fotografia como elemento de análise da apropriação do corpo e suas relações históricas

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Escada x Escada Rolante. Até o começo do século XX, a circulação vertical era feita através da escada. Sem o aparato da eletricidade, a circulação vertical demandava esforço físico e atenção dos usuários, dependendo somente da força humana. A escada rolante surge “com o rush das invenções industriais junto aos desejos da ficção científica de 1800, apresentada em 1915 como objeto de entretenimento na grande exposição de Paris e de Coney Island” (KOOLHAAS, 2014, pg.1303). Logo depois, passa a ser usada como elemento funcional de circulação. A princípio, a sua utilização deveria substituir o uso da escada comum, entretanto, o novo aparato tecnológico não cumpriu essa função, passando a ser um elemento complementar e adquirindo um novo significado. Com degraus maiores para acomodar um corpo parado em pé, a escada rolante possibilita um fluxo de pessoas mais intenso, conectando espaços mais íngremes com uma menor área de incidência. Comparada a escada, ambas exigem ritmos, sensações e condicionamentos físicos diferentes daqueles que ali transitam. 

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As obras do edifício mais esbelto do mundo, pelas lentes de Paul Clemence

Paul Clemence divulgou uma nova série de imagens mostrando o andamento das obras da torre 111 West 57th, projetada pelo escritório SHoP. Localizado em Nova Iorque, arranha-céu residencial se tornará o segundo edifício mais alto da cidade – considerando a altura de sua cobertura – e o edifício mais esbelto do mundo.

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A verticalização das cidades sob uma perspectiva aérea

Com poucos espaços disponíveis no solo e metros quadrados cada vez mais caros, o sentido de crescimento nos grandes centros urbanos passa a ser, frequentemente, o vertical. Em grandes metrópoles, a imagem dos edifícios em altura e a imagem associada à cidade são, muitas vezes, quase indissociáveis, e assim os skylines passam a adquirir uma certa iconicidade que nos remetem imediatamente aos locais em que estão inseridos.

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Plataforma online reúne 280 publicações e livros de fotografia

Pesquisadores e entusiastas da fotografia têm agora mais uma grande ferramenta à disposição. Acaba de ser lançada a Base de Dados de Livros de Fotografia (BDLF): uma plataforma de referências bibliográficas exclusivamente dedicada aos livros fotográficos. O projeto foi idealizado pelo fotógrafo e pesquisador Leonardo Wen, e começou a ser executado em 2018, com financiamento do edital Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.

Obra não construída de Fernando Higueras é explorada em série de imagens

Quatre Caps, grupo de arquitetos da Espanha, explora a obra não construída de Fernando Higueras através de uma série de imagens. Com efeito, as imagens retratam os edifícios em seus contextos reais, como se tivessem sido construídos logo após a concepção.

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Série de fotografias apresenta New Créteil, o experimento moderno no interior da França

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New Créteil foi um programa de urbanização realizado nos anos setenta na França. O objetivo era construir na cidade de Créteil, localizada cerca de 6 km a sudeste de Paris, novos edifícios de apartamentos e instalações públicas, como prefeitura, hospital e tribunal. Em uma série chamada See the New Créteil, o fotógrafo Robin Leroy documenta essa cidade que leva aos limites alguns preceitos da arquitetura moderna.