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Arquitetos: Studio UF+O
- Área: 4800 ft²
- Ano: 2026

No contexto cultural do consumismo global predominante, tudo em nossas vidas está sendo consumido. Sendo o meio físico do ato de consumo, a arquitetura comercial é, sem dúvida, uma engrenagem fundamental nessa sociedade. Os espaços "instagramáveis" — que representam a cultura pop, o espetáculo e a espetacularização do olhar — são um dos reflexos desse consumismo na arquitetura. Contudo, ao analisar a história da arquitetura, é preciso admitir que o avanço do consumismo também impulsionou, em grande medida, o desenvolvimento da própria disciplina. O aporte massivo de capital e o interesse dos incorporadores imobiliários abriram, de certo modo, novos caminhos para que os/as arquitetos/as pudessem materializar suas aspirações projetuais em edifícios comerciais.
Seja no meio urbano ou rural, a "arquitetura de consumo" enquanto espaço público costuma ser o elemento mais marcante e o principal ponto de encontro das pessoas. Diante do desafio de criar espaços comerciais confortáveis e convidativos, este artigo apresenta uma seleção dos melhores projetos de "arquitetura de consumo" de 2021, com o objetivo de oferecer inspiração para futuros projetos.

Com o fim de 2022 se aproximando, o ArchDaily reúne os destaques da arquitetura em uma série de retrospectivas. Como parte desse esforço, a equipe de Projetos volta-se para uma das categorias mais populares entre o público leitor — a arquitetura residencial — com o objetivo de compilar as casas que representam o melhor de um vasto universo de produção arquitetônica, de acordo com nossa audiência global.



Trabalhando atualmente em 45 projetos simultâneos, incluindo o maior parque de biodiversidade da Índia e o segundo maior do mundo, Amit Gupta lidera o Studio Simbiosis há 12 anos, com um foco especial na sustentabilidade, onde o desempenho segue a experiência mais do que a forma segue a função.
Nesta edição de 2022 do World Architecture Festival, em Lisboa, o ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Amit Gupta sobre a filosofia por trás do Studio Simbiosis, os desafios de construir no contexto de baixa tecnologia da Índia e o futuro da inteligência artificial e do metaverso no projeto arquitetônico.





Materiais de pavimentação à base de terra incluem elementos naturais como argila, areia, silte, cal e fibras orgânicas. Eles proporcionam tanto desempenho estrutural quanto estímulo sensorial ao serem aplicados tanto em áreas externas quanto internas. Devido às suas propriedades térmicas, durabilidade e qualidades sustentáveis, esses materiais evoluíram de técnicas construtivas vernaculares para elementos arquitetônicos de alto valor, constantemente reinventados e otimizados. Existem diversos tipos de pisos de terra, cada um com benefícios únicos, e seu uso em ambientes internos tem se tornado cada vez mais frequente.


Para quem a visita pela primeira vez, Mumbai se apresenta como um caleidoscópio de sobrecarga sensorial. Sob a perspectiva arquitetônica, a cidade peninsular abriga inúmeros estilos. A identidade arquitetônica de Mumbai emerge de séculos de intercâmbio cultural e influência colonial. O que torna essa experiência diferente daquela de outras cidades históricas é a densidade e a proximidade em que ocorrem as justaposições.