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Fotografia & Arquitetura: O mais recente de arquitetura e notícia

Tons de cinza em Londres: série de fotografias explora o brutalismo britânico

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A arquitetura brutalista está desaparecendo da cidade de Londres. No princípio, essas estruturas eram percebidas como rebeldes e desajustadas, posteriormente, no entanto, este estilo se tornou o mais recorrente dentre os edifícios comerciais e governamentais do pós-guerra. Atualmente, com as demandas do mercado imobiliário e o domínio da arquitetura contemporânea, essas monumentais estruturas acinzentadas de concreto estão pouco a pouco desaparecendo.

O arquiteto e fotógrafo Grégoire Dorthe desenvolveu a paixão pela fotografia durante o serviço militar, quando percebeu que, através de suas imagens, era capaz de congelar momentos e preservar o que será perdido com o tempo. Em sua série fotográfica intitulada Brutal London, o fotógrafo suíço registra as formas brutas e as qualidades gráficas da arquitetura brutalista da cidade, antes que esses edifícios sejam para sempre perdidos.

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Fotografia e Arquitetura: Manuel Sá

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Há alguns anos atrás apresentamos dezenas de entrevistas realizadas à notáveis e eminentes fotógrafos especializados em Arquitetura em nossa seção Fotografia e Arquitetura, onde tivemos a oportunidade de compartilhar com nossos leitores curiosidades acerca dos profissionais que diariamente colaboram com o ArchDaily e que são responsáveis por compartilhar sua particular visão ao trabalho idealizado por inúmeros escritórios de arquitetura e por vezes, não passíveis de visitação. Hoje, 19 de Agosto, Dia Mundial da Fotografia, é com grande satisfação que anunciamos a retomada de novas entrevistas mensais com fotógrafos emergentes, profissionais já consagrados neste campo e também, novas conversas com algúns profissionais anteriormente já entrevistados através da revisitação de sua carreira nos últimos anos.

L’Arbre Blanc de Sou Fujimoto, pelas lentes de Laurian Ghinitoiu

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No início deste ano, o projeto L'Arbre Blanc foi concluído em Montpellier, França. Projetado por Sou Fujimoto, Nicolas Laisné, Manal Rachdi e Dimitri Roussel, a estrutura em forma de árvore apresenta varandas em balanço que se projetam a partir de seu "tronco" para todas as direções. Com sua silhueta incomum, o edifício já é um marco na paisagem de Montpellier e vem atraindo muitos turistas.

Subúrbios de concreto: a arquitetura brutalista da Europa Oriental

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Após a Segunda Guerra Mundial, o brutalismo se espalhou pela Europa, redefinindo a arquitetura moderna e estabelecendo um novo estilo para moradias populares e edifícios comunitários. Embora a maior parte da atenção tenha se detido em monumentos nas principais cidades, os subúrbios europeus também abrigam muitos edifícios brutalistas excepcionais.

Para apresentar a arquitetura brutalista "despercebida" da Europa Central e Oriental, a editora Zupagrafika registrou e reuniu mais de 100 fotografias em um livro intitulado Eastern Blocks, convidando os leitores a explorar conjuntos habitacionais brutalistas em Moscou, Berlim Oriental, Varsóvia, Budapeste, Kiev e São Petersburgo.

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A arquitetura brutalista da Universidade de Düsseldorf, pelas lentes de Luciano Spinelli

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Embora a arquitetura brutalista seja às vezes criticada por sua aparência demasiadamente inacabada, é freqüentemente empregada em projetos de edifícios públicos, tornando-se, não raro, um marco na paisagem urbana. Alguns projetos, embora nitidamente brutalistas, rompem com o monocromatismo do concreto e fazem uso de superfícies coloridas que lhes conferem maior dinamismo. 

Com uma Leica M6 analógica, o fotógrafo de arquitetura e interiores Luciano Spinelli registrou o edifício da Universidade de Düsseldorf, explorando o contraste entre estruturas de concreto e outros elementos coloridos vibrantes.

Duas décadas da evolução de Tóquio, pelas lentes de Peter M. Cook

O fotógrafo de arquitetura britânico Peter M. Cook documentou a cidade de Tóquio e sua evolução por mais de vinte anos. Após registrar o desenvolvimento da cidade e seus edifícios com uma câmera de grande formato, seu primeiro livro de fotos foi publicado pela editora Hatje Cantz Verlag. As 100 fotografias monocromáticas revelam a história de uma das cidades mais icônicas do mundo.

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Artista cria colagens que mostram um lado surreal do cotidiano na União Soviética

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Como seriam as cidades históricas se a escala não existisse e as funções pudessem ser manipuladas? 

A artista holandesa Tamara Stoffers encontrou inspiração em um antigo livro da União Soviética, publicado no início da década de 1960, que apresentava imagens de blocos habitacionais sem qualquer ornamentação ou cor. O livro destacava a simetria e funcionalidade da arquitetura soviética, representando um futuro que o regime comunista idealizara. Para a artista, ficou claro que havia muitas pequenas histórias dentro da História da União Soviética - e elas mereciam ser exploradas.

A admiração de Stoffers se estendeu para além da arquitetura russa, abrangendo também objetos do cotidiano, banners, cartões postais e livros. Ao longo de cinco anos, desenvolveu uma série de colagens fantásticas feitas a partir de mais de 30 livros ilustrados. As imagens, que pareciam intrigantes por conta própria, foram misturadas e combinadas com outras fotografias de maneira exagerada e divertida, apresentando a União Soviética como nunca antes vista.

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Kiranpani / Mette Lange Architects

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Residência ANHS / G+ Architects

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  • Arquitetos: G+ Architects
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  43
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2017
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  TAICERA

Casa VR / Alexanderson Arquitectos

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Guadalajara, México
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  1007
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2017
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Hansgrohe, Construlita, Coventino, Escenium HAUS, Kitchen Land, +2

11 Ícones arquitetônicos nova-iorquinos deslocados por Anton Repponen

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Sabemos que a boa arquitetura refere-se totalmente ao seu contexto, seja como uma maneira de encontrar harmonia com o entorno ou trazer um contraponto a ele. Mas o que acontece quando você tira  inteiramente, o contexto da imagem?

O designer Anton Reponnen, em sua série de fotos Misplaced, retirou 11 dos marcos mais emblemáticos de Nova Iorque, desde o Empire State Building até o Museu Whitney de Renzo Piano, e os transplantou para desertos, tundras e planícies. Com os edifícios implantados em uma condição "errada", os espectadores são desafiados a avaliar a arquitetura de uma maneira diferente. Nos olhos de Reponnen (e nas histórias que acompanham as imagens), cada estrutura é tão viva quanto nós, e sua nova localização é um mistério com razões para descobrir.

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Quais são as melhores lentes para fotografia de arquitetura? (Inclusive de celulares)

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Em um mundo em rápida transição para a criação de conteúdos principalmente digitais, mais e mais pessoas estão começando a experimentar várias mídias. Há, indubitavelmente, uma relação íntima entre arquitetura e fotografia, e muitos arquitetos gostam de fazer experiências tirando fotos, tanto de seu próprio trabalho quanto de seu ambiente ao redor. Mas como você sabe se tem o equipamento adequado para começar com o pé direito? E mais importante, como você pode tirar o máximo proveito do equipamento que já possui?

Em homenagem ao Dia Mundial da Fotografia neste mês de agosto, reunimos um guia útil para começar no universo das lentes para a fotografia de arquitetura. Este guia irá destacar especificamente as melhores lentes (tanto para DSLR quanto para celular) para usar em suas fotos e os porquês.

Escritórios de arquitetura dos Países Baixos, pelas lentes de Marc Goodwin

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O incansável fotógrafo de arquitetura, Marc Goodwin, é conhecido por suas séries fotográficas de escritórios e empresas de arquitetura ao redor do mundo. Através de suas lentes, pudemos conhecer melhor o mundo privado de uma série de arquitetos de Dubai, Londres, Paris, Pequim, Xangai, Seul, da Escandinávia e também de Barcelona. Na mais recente edição, apresentada à seguir, Goodwin viajou até os Países Baixos onde registrou o universo privado de outros dezessete escritórios. São escritórios de diferentes escalas, instalados em antigos edifícios ou espaços anteriormente utilizados como escritórios, bancos ou fábricas. Marc Goodwin nos oferece um vislumbre do cotidiano pessoal destes incríveis arquitetos e de seus ambientes de trabalho.

Chamada aberta para o prêmio EyeEm 2018 de fotografia

Com mais de 590.000 inscrições em 2017, o EyeEm Photography Awards é o maior concurso de fotografia do mundo para descobrir novos talentos. 

O EyeEm Awards 2018 apresenta nove categorias, incluindo uma categoria focada em arquitetura - "The Architect" - para fotógrafos interessados em belas geometrias espaciais. 

Arquitetura sacra italiana, pelas lentes de Federico Scarchilli

Em sua mais recente série fotográfica, Federico Scarchilli registra as arquiteturas religiosas da ordem cisterciense italiana - mais precisamente, a Abbazia di Fossanova, Casamari e Valvisciolo. Simples e utilitária, a arquitetura cisterciense reflete a transição entre os períodos românico e gótico. Durante esse tempo, algumas autoridades religiosas perceberam que a ornamentação excessiva era uma distração para os estudos espirituais.

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Beleza ou tragédia? Imagens áreas de habitações abandonadas na Espanha ganham concurso de fotografia

Foram anunciados os vencedores do DJI Drone Photography Award, um concurso de fotografias feitas com drones, com o principal objetivo de fomentar a exploração de temas de difícil abordagem através da fotografia tradicional. Neste ano, os projetos vencedores apresentam dois cenários completamente distintos: uma perspectiva sobre as mais de 3 milhões de casas abandonadas na Espanha e um documentário da produção de sal em diversos países da Europa.

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Como é ser um arquiteto que não projeta edifícios?

Há uma série de velhos conselhos que as pessoas costumam dar para aqueles que um dia revelaram o desejo de estudar arquitetura: um curso extenso e exaustivo, noites em claro e um restrito mercado de trabalho extremamente concorrido. Depois da graduação, quando finalmente começa-se a trabalhar, as coisas não costumam ser menos difíceis, muito pelo contrário. Geralmente, arquitetos e arquitetas passam meses ou até mesmo anos desenvolvendo estudos e mais estudos antes de ter qualquer projeto construído. Se existem alguém no mundo que conhece bem o significado da palavra resiliência, existe uma grande chance de que esta pessoa seja um(a) arquiteto(a).

É por isso que muitos dos nossos colegas estão encontrando outros caminhos na profissão. Horários flexíveis, trabalhos mais interessantes ou apenas a possibilidade de sair da frente da tela de um computador. Oportunidades não faltam para aqueles que desenvolveram habilidades tão variadas e abrangentes durante os anos de estudo. Arquitetos costumam desenvolver uma ampla sensibilidade espacial e são capazes de compreender rapidamente o contexto sócio-cultural dos lugares. Neste ensaio, três dos nossos editores do ArchDaily falam sobre o que significa ser um arquiteto, por que deixaram de projetar edifícios e o que eles fazem em seus trabalhos atualmente.

O aparelhamento de tijolos da Igreja Cristo Obrero de Eladio Dieste, sob as lentes de Gonzalo Viramonte

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Gonzalo Viramonte apresenta-nos uma série de fotografias que mostram uma especial atenção aos tijolos da Igreja de Atlántida do Cristo Obrero, no Uruguai, projetada pelo engenheiro Eladio Dieste em 1952.

O arquiteto e fotógrafo argentino nos mostra a essência desta obra, com um registro da genialidade com que o tijolo - e seu potencial - proporciona aos impressionantes espaços exteriores e interiores, com tramas e aberturas variáveis que permitem a entrada da luz natural.