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Environmental Design: O mais recente de arquitetura e notícia

Um laboratório de estudo preliminar para a exploração arquitetônica

 | Em colaboração
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Architects can shape detailed buildings in minutes with Forma Building Design to easily test how different options work on their site.

Para muitos/as arquitetos/as, o estudo preliminar é definido por uma tensão bastante familiar. Trata-se da fase de exploração aberta — onde múltiplas ideias são testadas, questionadas e refinadas para que os clientes definam a direção do projeto. Em essência, é onde a mágica da concepção acontece. O desafio raramente é a falta de ideias, mas sim o esforço necessário para testar e avaliar essas propostas de maneira adequada sob restrições de tempo, recursos e orçamento. Trata-se de um desafio especialmente complexo para os/as profissionais, já que o trabalho inicial de projeto deve equilibrar criatividade com as necessidades do cliente e a viabilidade comercial.

Seleção 2024 dos candidatos ao Mestrado Profissional em Arquitetura Paisagística – MPAP-FAU-UFRJ

Estão abertas as inscrições para o processo de seleção 2024 dos candidatos ao Mestrado Profissional em Arquitetura Paisagística – MPAP-FAU-UFRJ.

Enchentes no Rio Grande do Sul: a tragédia das cidades não resilientes

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O mundo mudou e aceitar este fato não é mais uma questão de escolha, e sim, de sobrevivência. Nossos regimes de chuvas, períodos de seca, temperaturas médias, nível do mar, tudo está em constante mudança e o posicionamento negacionista de muitos países, incluindo o Brasil, tem gerado situações calamitosas como esta que estamos enfrentando agora.

As enchentes que devastaram o sul do país nos últimos dias não podem ser consideradas fatos isolados. Por conta do aquecimento global, eventos climáticos como esse serão cada vez mais recorrentes. Ou seja, infelizmente, não poderemos impedir que eles aconteçam, mas podemos – e devemos - tornar nossas cidades mais resilientes a essas situações.

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Entre rachaduras e silêncios: a cidade-fantasma que assombra Maceió

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Desde março de 2018, quando um tremor de magnitude 2,5 na escala Richter assustou os moradores de Maceió, a população da capital do estado alagoano passou a tomar conhecimento e, aos poucos, a lidar com as consequências de uma tragédia que logo viria à tona. Após o surgimento de uma série de rachaduras e crateras em diferentes bairros da cidade, feitas as análises geológicas devidas, foi constatada a principal causa do afundamento do solo: a atividade de extração de salgema, minério utilizado na fabricação de soda cáustica e PVC, empreendida em Maceió há mais de 40 anos pela empresa petroquímica Braskem.

Com novos tremores em novembro de 2023 e o risco iminente de desabamento das minas, o caso de Maceió voltou a ser noticiado pelas mídias brasileiras e seu desenrolar lança luzes sobre uma série de complexidades urbanas que estão implicadas na tragédia. Desde os danos físicos à infraestrutura da cidade, passando pelas remoções e deslocamentos populacionais, a inflação e a especulação imobiliária, o desenrolar dos acontecimentos provocados pelo desastre revela cenas dolorosas, no que já vem sendo tratado como uma das piores tragédias urbanas do mundo. Imersa na crise, a população da cidade sofre diante dos danos incalculáveis: "A rachadura não foi só nos imóveis, foi em nós, na alma".

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"Aeriform Ecologies": Um arquivo atmosférico de subprodutos industriais

A poluição atmosférica em  regiões urbanizadas está rapidamente assumindo a vanguarda da discussão ambiental, com grandes cidades enfrentando sérios problemas de qualidade do ar. Nova Deli, Pequim, Los Angeles, Moscou e Karachi são algumas das cidades com os piores índices de poluição atmosférica do mundo, todas registrando níveis de partículas poluentes superiores ao máximo tolerado.

Conheça Aeriform Ecologies: An Atmospheric Archive for Industrial Effluvium. Concebido como um projeto acadêmico por Jennifer Ng, da University of Michigan, com orientação de Kathy Velikov, Aeriform Ecologies investiga as possibilidades dos subprodutos da indústria do petróleo ao propor uma rede de soluções para os "escoamentos espaciais" criados pela extração do combustível fóssil. Baseado em uma abordagem futurista que inclui uma rede de dirigíveis não tripulados que absorvem as emissões de gases, o projeto dilui as linhas entre ciência, tecnologia e arquitetura.

Explore o efervescente mundo de Aeriform Ecologies, a seguir.

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A instalação “Vortex” do 1024 une análise ambiental e artística

O escritório parisiense 1024 architecture criou Vortex, uma escultura geradora de luz localizada dentro de edifício verde do Projeto Ecossistema Darwin em Bordeaux, França. O "fragmento arquitetônico" consiste em andaimes, madeira bruta e doze linhas de luzes LED coloridas que aparecem em toda a estrutura. Uma nova experiência espacial é criada, que também informa os espectadores sobre o consumo de energia no interior do edifício.

Saiba mais sobre a instalação, a seguir.

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Prêmio DEAD: Reconhecendo o pior da arquitetura

Diversos prêmios reconhecem projetos inovadores, vanguardistas e sustentáveis, porém, não existia - até o momento - nenhum reconhecimento aos projetos que prejudicam o meio ambiente ou contribuem de alguma forma para tornar o mundo pior. Criado por Cameron Sinclair, um dos cofundadores do Architecture for Humanity e atual Diretor Executivo da Fundação Jolie-Pitt, o "Prêmio DEAD" visa destacar projetos que tenham um impacto negativo no planeta com o objetivo de inspirar projetistas a "verem essas falhas como desafios para criar algo novo, corrigir erros do passado ou encontrar o antídoto para o projeto em questão." Envie um tweet com seus indicados para @deadprize até 01 de novembro e saiba mais sobre a premiação na página do DEAD Prize.