1. ArchDaily
  2. Cidades

Cidades: O mais recente de arquitetura e notícia

7 ideias para revitalizar os terrenos baldios das cidades

LA-Más é uma organização estadunidense sem fins lucrativos que se dedica a desenvolver diversos projetos de design que promovem a cultura e a sustentabilidade em bairros vulneráveis.

A Diretora de Impacto Social de LA-Más, Helen Leung, é urbanista e recentemente trabalhou com o Coletivo das Artes do Valee Elysian de Los Angeles para projetar um plano de sinalização ao redor do rio da cidade, que está descuidado. Embora a cidade esteja fazendo seu próprio sistema, é preciso esperar alguns meses para que o projeto do coletivo se mantenha até que o plano municipal esteja pronto.

Tendo isto em vista, Leung fez uma lista de sete formas de baixo custo e de alto impacto que ajudariam a transformar os espaços vazios, até que se decida o que fazer com eles.

Saiba mais a seguir.

O quão rapidamente pode crescer uma cidade?

Acesso exclusivo | 

Muitas cidades ao redor do mundo estão crescendo em tamanho e população a uma taxa meteórica. Neste contexto, uma equipe de pesquisadores está voltando sua atenção para o passado, com o objetivo de se preparar para o que está por vir.

Os pesquisadores da NYU Stern School of Business criaram o Urbanization Project com o objetivo de, através de dados gráficos, convencer a esfera política a planejar melhor as cidades tendo em vista o inevitável crescimento populacional.

9 razões do porquê os EUA são mais dependentes do automóvel do que a Europa (Parte II)

Recentemente publicamos a primeira parte do post 9 razões do porquê os EUA são mais dependentes do automóvel do que a Europa, que ajuda a esclarecer o porquê das cidades estadunidenses serem mais dependentes do automóvel que as cidades europeias.

Veja a seguir as outras 5 razões pelas quais os EUA são mais dependentes do automóvel que a Europa.

Resultados da pesquisa “Megacidades e Infraestrutura na América Latina: o que pensam as pessoas”

“Os espaços públicos de sua cidade são suficientes? Como avalia a qualidade do serviço de água? Qual é o seu tempo médio de deslocamento? Estas foram algumas perguntas feitas a 5.000 habitantes da América Latina como parte da pesquisa “Megacidades e Infraestrutura na América Latina: o que pensam as pessoas”

A pesquisa foi realizada no final de 2013 pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em cinco cidades da região: Buenos Aires, Cidade do México, São Paulo, Bogotá e Lima. As três primeiras foram escolhidas pelo BID por considera-las megacidades, o que as duas últimas serão em breve.

As perguntas foram feitas a 1.000 habitantes de cada cidade e buscavam entender o que pensam sobre a qualidade de vida na cidade em que vivem, as necessidades de infraestrutura urbana e os padrões dos serviços públicos, entre outras questões.

Os resultados com infográficos a seguir

9 razões do porquê os EUA são mais dependentes do automóvel que a Europa (Parte I)

Nos deparamos com um artigo de The Atlantic Cities com uma interessante análise do porquê as cidades estadunidenses são mais dependentes do automóvel do que as europeias.

O artigo explica que entre os anos 1920 e 1960, as políticas adotadas a respeito do automóvel nos Estados Unidos serviram de modelo para grande parte da Europa ocidental. Mas no final de 1960, muitas cidades europeias começaram a reorientar suas políticas para frear o uso do automóvel promovendo o uso do transporte público, da bicicleta e de se locomover a pé.

Durante as últimas duas décadas, em um contexto onde as cidades dos EUA são muito dependentes do automóvel, com grande expansão dos seus subúrbios e um sistema de transporte cada vez mais insustentável, inverteu-se as posições e os planejadores desse país começaram a observar as políticas de transporte europeias.

Os números mostram a necessidade de uma mudança. Em 2010, os estadunidenses fizeram 85% de suas viagens diárias em automóvel, em comparação com a Europa, onde o automóvel é utilizado entre 50 e 65% das viagens diárias. As longas distâncias somente explicam em parte a diferença, porque a realidade é que nos Estados Unidos 70% das viagens de uma milha (aprox. 1.5 km) são feitas com automóvel, enquanto na Europa as viagens dessa mesma distância são feitas 70% a pé, em bicicleta ou em transporte público.

.A seguir, 4 razões de porquê os EUA é mais dependente do automóvel que a Europa. (publicaremos outras em breve)

“Isso não é um terreno baldio”: Reconvertendo lugares vazios do espaço público [Parte I]

Os “vazios”, terrenos baldios, edificações sem uso, dispersos pela trama urbana das cidades têm introduzido uma nova variável no urbanismo contemporâneo. Esses espaços representam a possibilidade latente de reprogramar a cidade existente para abordar com um critério ambiental a cidade do futuro.

Com base nessa premissa, se idealizou uma estratégia de regeneração urbana “estonoesunsolar”, um enfoque experimental para transformar esses inexplicáveis vazios em espaços públicos, dando respostas à inquietudes cidadãs. As intervenções consistiram na utilização temporal de terrenos vazios, colocando em jogo a sugestão do vazio, o oco e do invisível. Esses despojamentos da trama consolidada permitem uma leitura alternativa e flexível que dinamiza o espaço publico, estabelecendo códigos de um urbanismo desenhado.

Mais detalhes do projeto desenvolvido por Patricia Di Monte e Ignacio Grávalos em Zaragoza, Espanha, a seguir.

SPARKS: um sistema modular de iluminação desenvolvido por Daniel Becker

Acesso exclusivo | 

O estúdio de projeto de Daniel Becker desenvolveu um engenhosos sistema de iluminação modular que consiste em três módulos diferentes que podem ser dispostos em várias configurações, criando estruturas tridimensionais. SPARKS, que utiliza a tecnologia LED, é inspirado em formas geométricas e estruturas moleculares, adaptando-se facilmente a qualquer situação arquitetônica e gerando possibilidades de arranjo quase infinitas.

Mais detalhes a seguir.

SPARKS: um sistema modular de iluminação desenvolvido por Daniel Becker - IluminaçãoSPARKS: um sistema modular de iluminação desenvolvido por Daniel Becker - IluminaçãoSPARKS: um sistema modular de iluminação desenvolvido por Daniel Becker - IluminaçãoSPARKS: um sistema modular de iluminação desenvolvido por Daniel Becker - IluminaçãoSPARKS: um sistema modular de iluminação desenvolvido por Daniel Becker - Mais Imagens+ 6

12 ideias para fazer das cidades lugares mais adequados para crianças

O caminho entre a casa e a escola é um dos primeiros contatos das crianças com sua cidade. Dependendo de como o fazem - a pé, de carro, de bicicleta ou em algum transporte público - altera o que sabem de seu entorno e como o vêem, como mostrou um estudo feito pela Universidade de Aarhus (Dinamarca). A pesquisa demonstrou que uma criança que vai ao colégio a pé ou de bicicleta sabe mais de seu bairro e tem níveis de concentração mais elevados durante as quatro horas seguintes em comparação com outras crianças que vão de carro.

Hamburgo planeja construir um parque sobre uma de suas rodovias urbanas

Em 2011 Hamburgo foi nomeada a Capital Verde da Europa pela Comissão Europeia. Esta indicação, refeita todos os anos, reconhece as cidades que desenvolvem planos para melhorar a qualidade de vida de seus habitantes e cuidar do meio ambiente. No caso, Hamburgo estabeleceu como meta reduzir suas emissões de CO2 em 40% até 2020 e em 80% até 2050.

Como parte da nomeação, a cidade lançou um conjunto de planos, chamado “Trem de Ideias”, que busca melhorar os problemas que afetam seus cidadãos. Dois dos projetos mais emblemáticos são o plano para eliminar o uso de automóveis nos próximos 20 anos e a construção de uma cobertura verde sobre a rodovia A7 que formaria um parque urbano.

Mais detalhes do projeto a seguir.

Vídeo “Kapital Creation”: um questionamento à urbanização na China

Pequim é uma cidade de costumes e tradições de centenas (se não milhares) de anos, porém, nas últimas décadas a capital chinesa vem sendo a protagonista de um acelerado processo de urbanização questionado em muitas frentes. Embora alguns apoiem as transformações culturais que tem ocorrido como resultado da urbanização, outros não estão de acordo com a perda da parte antiga da cidade e de seus espaços verdes.

Como observar o comportamento humano nas cidades?

A melhor forma para que arquitetos e urbanistas possam projetar cidades habitáveis, ou seja, com espaços públicos pensados para os cidadãos, é observando o comportamento humano nas cidades. É assim que definem o arquiteto dinamarquês Jan Gehl e a especialista em espaços urbanos Birgitte Svarre em seu livro “How to Study Public Life”, onde resgatam a observação como uma prática que ajuda a entender por que as pessoas agem de certa maneira em determinados lugares, como estes espaços tornam isso possível e qual a relação das pessoas com um determinado lugar, entre outros temas.

Para observar o comportamento das pessoas nas cidades, os autores fizeram uma lista de sete ferramentas, citadas a seguir junto com alguns exemplos do livro.

Como trazer à vida os lugares abandonados da cidade?

Costuma-se chamá-los de "lotes vagos". Aparentemente, em todos os lugares do mundo as pessoas e diferentes grupos tentam dar vida a estes espaços que, por fins comerciais ou legais, não possuem um uso formal.

Recentemente nossos parceiros da PPS publicaram um artigo que relata diversas ações nestes locais. Veja abaixo estas experiências.

The Indicator: A favela exótica e a persistência da cidade murada de Hong Kong

Acesso exclusivo | 

Sempre que vejo argumentos sensacionalistas sobre a intensidade espacial supostamente sublime de Kowloon Walled City em Hong Kong (demolida em 1994), elas me parecem nada além de fantasias coloniais que têm pouca relação com a realidade de viver no meio de uma das favelas mais cruéis do mundo. Você vê Kowloon aparecer constantemente como sendo ainda uma questão válida ou mesmo interessante. Este assentamento informal foi diagramado, fotografado e discutido por décadas do ponto de vista estético, tornando seus vitimizados e oprimidos habitantes praticamente invisíveis. Não significa que não tenha sido o lar de muitas pessoas e que não existam "boas lembranças" de lá, mas ainda, como todas as favelas, era um lugar difícil de viver, repleto de contradições na névoa de esperança por uma vida melhor.

“Inter-Active Dwellings” em Bogotá: construindo bairros baseados em redes sociais

A forma em que nos relacionamos nas nossas cidades tem sido modificada pela Internet, fazendo com que muitas vezes nos comuniquemos mais através desse meio do que pessoalmente. Com base nisso, o arquiteto italiano Paolo Francesco Ronchi desenvolveu seu projeto “Surfing Architecture 2.0” que busca entender como seria possível construir novos espaços que sigam as condições operativas da Internet e que consigam induzir as pessoas a se relacionarem cara a cara.

Uma das propostas incluída no projeto é o sistema de residências Inter-Active Dwelling que foi projetado para a parte leste de Bogotá (Colômbia). Como esse setor é caracterizado pela sua fragmentação urbana, a idéia é que as residências misturem espaços públicos, privados e divididos, como ocorre nas redes sociais da Internet, criando, assim, comunidades mais integradas.

Mais detalhes desse projeto, a seguir.

Ranking das cidades com melhor qualidade de vida de 2014, segundo Mercer

A empresa americana de consultoria Mercer acaba de publicar seu ranking anual da qualidade de vida de 223 cidades ao redor do mundo. Os cinco primeiros lugares gerais foram ocupados majoritariamente por cidades europeias.

A avaliação é feita a partir de 39 índices que abrangem aspectos climáticos, culturais, econômicos, educacionais, políticos, sociais, de saúde, ambientais, entre outros. No total, foram estudadas 460 cidades, mas apenas 223 foram classificadas, levando em consideração também quais as que apresentam as melhores condições de vida para estrangeiros.

Veja os resultados por continente.

O primeiro trem híbrido do Reino Unido

Em 2016, os habitantes de Sheffield, cidade situada a 270 km ao norte de Londres, terão um novo meio de transporte: um trem - metrô de superfície. Como o próprio nome diz, ele será um veículo híbrido que poderá circular tanto nos trilhos do metrô de superfície no centro da cidade quanto nos trilhos dos trens ao redor dela.

Embora já ter os trilhos instalados facilita o lançamento do modal, ainda falta realizar modificações no desenho das rodas, proporcionando maior controle nas curvas fechadas e velocidades mais altas. Por enquanto, a Universidade de Huddersfield está trabalhando em um desenho que possa circular nos dois tipos de trilho, evitando que os passageiros tenham que fazer baldeações durante o percurso. 

Mais informações sobre o projeto a seguir.

Exposição "Cartografia da Arquitetura Colombiana" em Curitiba-PR

A exposição “Cartografia da Arquitetura Colombiana” discute impacto de obras públicas e privadas nas cidades e faz parte da Semana de Arquitetura da UFPR, trazendo à Curitiba arquitetos colombianos.

Vídeo: A metrópole flutuante que poderia abrigar as plataformas de petróleo no mar brasileiro

A indústria petrolífera brasileira está em expansão. Infelizmente para as companhias de petróleo, as novas reservas estão muito distantes da costa - de fato, tão longe que estão fora do alcance dos helicópteros que transportam os trabalhadores das plataformas. É por isso que os estudantes da Rice University assumiram o desafio de projetar a "Drift & Drive", uma comunidade flutuante onde os trabalhadores e suas famílias podem permanecer por longos períodos de tempo, acabando com a inconveniência do ciclo de duas semanas nas plataformas e duas semanas de descanso.

O projeto venceu o Prêmio Odebrecht do ano passado e agora a Petrobras está trabalhando em um plano para implementar alguns elementos da proposta.

Saiba mais sobre o projeto a seguir.