
-
Arquitetos: Barbara Moyano, Florencia Rausch, Susana Barra
- Área: 1150 m²
- Ano: 2010

.jpg?1399504951&format=webp&width=640&height=580)
A venda do apartamento mais caro do mundo em Londres, traz de volta à tona a discussão sobre a nova bolha imobiliária na capital britânica: 170 milhões de euros foram pagos por um empresário anônimo para a cobertura de 1.500 m² no One Hyde Park, o projeto residencial desenhado por Richard Rogers.
Quantos metros quadrados poderiam ser comprados em Nova York, Barcelona, Cidade do México ou na sua cidade por esse mesmo valor? Descubra a seguir.

Cape Town, Nova York, Madrid, Xangai e Buenos Aires são as cinco cidades ilustradas pelo designer gráfico mexicano Aldo Crusher para a seção “Cosmópolis” da Revista Aire, a qual recebeu o prêmio CLAP 2013: CLAP Platino “Melhor trabalho de ilustração aplicado a um projeto editorial”. Este projeto consta de uma série de ilustrações coloridas com detalhes minuciosos que apresenta a beleza turística de tais urbes.
Conheça as ilustrações e seus detalhes, a seguir.

“Os espaços públicos de sua cidade são suficientes? Como avalia a qualidade do serviço de água? Qual é o seu tempo médio de deslocamento? Estas foram algumas perguntas feitas a 5.000 habitantes da América Latina como parte da pesquisa “Megacidades e Infraestrutura na América Latina: o que pensam as pessoas”
A pesquisa foi realizada no final de 2013 pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em cinco cidades da região: Buenos Aires, Cidade do México, São Paulo, Bogotá e Lima. As três primeiras foram escolhidas pelo BID por considera-las megacidades, o que as duas últimas serão em breve.
As perguntas foram feitas a 1.000 habitantes de cada cidade e buscavam entender o que pensam sobre a qualidade de vida na cidade em que vivem, as necessidades de infraestrutura urbana e os padrões dos serviços públicos, entre outras questões.
Os resultados com infográficos a seguir

Apresentado recentemente no Arqfilmfest Santiago de Chile 2013, o documentário "El Rascacielo Latino" (O Arranha-céu Latino - tradução livre) do diretor Sebastián Schindel, desvenda uma série de mitos urbanos escondidos por trás do desenho excêntrico do Palácio Barolo do arquiteto Mario Palanti, construído em Buenos Aires em 1923.
A tese do documentário se centra na possível existência de uma estreita relação entre o edifício e a Divina Comédia de Dante Alighieri, e que incluso foi desenhada uma misteriosa escultura no hall central do edifício para depositar suas cinzas. Uma escultura que desapareceu sem deixar rastro.
Mais informações e o trailer do documentário, a seguir.


Buenos Aires é a cidade central de uma extensa região metropolitana que congrega cerca de 14 milhões de habitantes e que se estende radialmente por mais de 50 km a partir da Praça de Maio, seu núcleo de fundação e sede do governo nacional. Esta cidade, que abriga quase 3 milhões de pessoas que nela moram permanentemente, recebe a cada dia – via transporte público ou particular – mais de 5 milhões de pessoas que moram nos municípios vizinhos e que vem desempenhar suas atividades de trabalho. Todas estas circunstâncias lhe dão uma grande potência em termos de desenvolvimento comercial em suas diferentes áreas.

A cidade de Buenos Aires passa por um processo de revisão de sua legislação, tanto urbana quanto de edificações, devido a situações de colapso estrutural que algumas construções apresentaram nos últimos anos. A partir desta perspectiva é necessário trazer elementos que contribuam para configurar um novo status administrativo na gestão da cidade que, além da reformulação do corpo normativo, defina novos mecanismos de apresentação, revisão, aprovação, controle e registro da realidade construída. Assim, este estudo proposto pretende ser um insumo básico para a definição de novas regras.

Neste artigo da Fast Company, Boyd Cohen nos apresenta uma lista das oito cidades na América Latina que estão a frente para se converterem em centros urbanos da inovação e que utilizam a tecnologia e política cívica para criar uma vida melhor para seus cidadãos. Utilizando dados de domínio público e suas próprias referências para avaliar o quão inteligente é uma cidade, Cohen desenvolveu este ranking no qual admite ter encontrado algumas surpresas.
As cidades brasileiras presentes no Top 8 são Rio de Janeiro e Curitiba, classificadas no 5º e 6º lugar, respectivamente. Para descobrir o que cada cidade fez para merecer sua classificação, leia o artigo completo aqui.

Nossas cidades crescem e se transformam no ritmo da população que abrigam. No caso particular da cidade de Buenos Aires, um dos principais desafios que deverá ser afrontado na próxima década está vinculado ao forte processo de segregação social e urbana que atravessa. O espaço público expressa, cada vez com maior ênfase, as desigualdades urbanas causadas pelas elevadas diferenças sociais, acentuando os contrastes e a distribuição assimétrica das oportunidades no território urbano.
Neste âmbito, o conjunto de grandes projetos que acabam de ser lançados (com uma inusitada agilidade) acaba por não fazer mais do que destacar um cenário especialmente direcionado a consagrar e contribuir com a segregação na cidade. A execução de mais habitações de luxo nas bordas de Puerto Madero, a criação de um polo audiovisual em plena zona portuária, a instalação de uma área de transferência de cargas no sudoeste da cidade e a transformação das ferrovias em torres e shoppings ajardinados exemplificam claramente esta dinâmica que se instala.