A habitação moderna foi um dos campos em que o modernismo fez sua promessa mais audaciosa: a de que a arquitetura poderia remodelar não apenas a cidade, mas a própria maneira como as pessoas nela viviam. Como argumenta o historiador da arquitetura argentino Ramón Gutiérrez, a habitação popular é "o grande tema pendente, que geralmente não aparece nas histórias da arquitetura". Na América Latina, essa ausência é significativa. Ao longo do século XX, a expansão das cidades transformou a habitação em uma das vias mais evidentes para projetar a mudança urbana, e o modernismo penetrou não apenas em planos e desenhos, mas em apartamentos, bairros, ruas e rotinas domésticas.
No entanto, uma vez construídos, esses projetos inseriram-se em cidades moldadas pela política, pela memória, pela desigualdade e pelas dinâmicas mutáveis de ocupação. Seus significados deixaram de pertencer exclusivamente ao plano original, passando a residir nas formas como foram habitados, alterados e transformados ao longo do tempo. O que essa história revela não é uma mera adaptação, mas sim um atrito: o momento exato em que a arquitetura deixa de ser um modelo idealizado para se deparar com uma cidade que ela não consegue controlar plenamente.
O meio rural sempre exerceu um papel fundamental no desenvolvimento social e econômico dos países. Até o século XVIII, era o principal espaço de produção e de organização da vida. Com a Revolução Industrial, no entanto, ocorreram profundas transformações estruturais que redefiniram essa dinâmica. A indústria passou a ocupar uma posição central, vinculando-se ao meio urbano e dando origem a uma visão dicotômica e hierarquizada entre rural e urbano, agricultura e indústria. Nesse contexto, duas visões opostas ganharam destaque: uma previa o desaparecimento do rural diante da urbanização e do avanço econômico; a outra apostava na sua permanência e renascimento. Hoje sabemos claramente qual das hipóteses se tornou verdadeira.
O Art Déco é um estilo artístico e de design que surgiu na Europa no final do século XIX e início do século XX, atingindo seu auge nos anos 1920 e 1930. Embora seja difícil identificar uma única origem para o estilo, acredita-se que ele se desenvolveu como uma reação contra os movimentos Arts and Crafts e Art Nouveau, que enfatizavam o artesanato e a ornamentação naturalista. O estilo espalhou-se rapidamente pelo mundo e teve grande influência na arquitetura, no design de interiores, na moda e nas artes visuais durante a primeira metade do século XX.
Ao longo dos anos, a arquitetura de interiores evoluiu de acordo com as necessidades que foram surgindo mas, sobretudo, com as experiências que procura evocar no usuário. Nos últimos dois anos pudemos testemunhar uma mudança radical e um interesse especial por este tema já que a pandemia obrigou-nos a dar uma atenção específica à configuração dos lugares que habitamos. Isso trouxe consigo projetos muito mais abrangentes que buscam atender ao bem-estar do usuário, combinando cores, experiências sensoriais, tecnologia e elementos naturais que promovem a saúde.
Remodelación en la calle Molière / PPAA Pérez Palacios Arquitectos Asociados. Image
Ao longo dos anos, o design de interiores evoluiu de acordo com as necessidades que vão surgindo, mas sobretudo com as experiências que procura evocar no usuário. Nos últimos dois anos pudemos testemunhar uma mudança radical e um interesse especial por este tema porque a pandemia obrigou-nos a dar uma atenção específica à configuração dos lugares que habitamos. Isso trouxe consigo projetos muito mais abrangentes que buscam atender o bem-estar do usuário, combinando cores, experiências sensoriais, tecnologia e elementos naturais que promovem a saúde.
Um dos elementos não fixos mais representativos das zonas tropicais do México são as redes, pois elas fazem parte da história e da vida cotidiana, representando uma importante peça de mobiliário nas casas. Embora seja verdade que a rede não é originária do México, especula-se que possa ter chegado ao país pela Península de Yucatan e foi adotada em todo o sudeste em áreas cuja temperatura e umidade exigem uma espécie de cama flutuante. No caso da região maia, as redes eram inicialmente feitas de casca de árvore Hamack. Mais tarde, tanto na região mexicana quanto no resto da América Central, a planta de sisal, com fibras mais macias e elásticas, começou a ser utilizada.
Casa Maca / Workshop, Diseño y Construcción. Imagem
Ao longo dos anos, a arquitetura de interiores evoluiu de acordo com as necessidades que foram surgindo mas, sobretudo, com as experiências que procura evocar no usuário. Nos últimos dois anos pudemos testemunhar uma mudança radical e um interesse especial por este tema já que a pandemia obrigou-nos a dar uma atenção específica à configuração dos lugares que habitamos. Isso trouxe consigo projetos muito mais abrangentes que buscam atender ao bem-estar do usuário, combinando cores, experiências sensoriais, tecnologia e elementos naturais que promovem a saúde.
Ao longo dos anos, os projetos de interiores têm evoluído de acordo com as necessidades que vão se apresentando, mas sobretudo experimenta a partir das possibilidades de experiências que pode evocar no usuário. Nos últimos dois anos, testemunhamos uma mudança radical e um interesse especial por este assunto, pois a pandemia nos obrigou a prestar mais atenção à configuração dos espaços que habitamos. Isso consequentemente desencadeou projetos muito mais holísticos que procuram abordar o bem-estar do usuário, combinando cores, experiências sensoriais, tecnologia e elementos naturais que promovem a saúde.
Ao longo dos anos, a arquitetura de interiores evoluiu de acordo com as necessidades que foram surgindo mas, sobretudo, com as experiências que procura evocar no usuário. Nos últimos dois anos pudemos testemunhar uma mudança radical e um interesse especial por este tema visto que a pandemia obrigou-nos a dar uma atenção específica à configuração dos lugares que habitamos. Isso trouxe consigo projetos muito mais abrangentes que buscam atender ao bem-estar do usuário, combinando cores, experiências sensoriais, tecnologia e elementos naturais que promovem a saúde.
Biblioteca Jose Vasconcelos / Taller de Arquitectura X / Alberto Kalach. Image Cortesía de Taller de Arquitectura X / Alberto Kalach
Ao longo dos anos, o design de interiores evoluiu de acordo com as necessidades que vão se apresentando, mas sobretudo de acordo com as experiências que se busca provocar no usuário. Nos últimos dois anos, testemunhamos uma mudança radical e um interesse especial por este assunto, pois a pandemia nos obrigou a prestar mais atenção na configuração dos espaços que habitamos. Isto fez com que surgissem projetos muito mais integrais, que atendem ao bem-estar do usuário, combinando cores, experiências sensoriais, tecnologia e elementos naturais que promovem a saúde.
Quintana Roo é um estado localizado na região sudeste do México, faz fronteira geográfica com Belize e os estados de Yucatan e Campeche, e tem frente para o Golfo do México e o Mar do Caribe. Tem 50 212 km² e é o nono estado menos populoso do país. Sua capital é Chetumal e sua cidade mais populosa é Cancún. Há várias razões pelas quais Quintana Roo é um estado com uma importante riqueza cultural, uma delas é seu turismo de classe mundial, que o levou a ter um dos oito aeroportos internacionais do país, além de ser reconhecido pela Organização Mundial do Turismo.
Puerto Vallarta é uma cidade localizada dentro do estado de Jalisco, na região oeste do México, de frente para o Oceano Pacífico. Tem 1.301 km² e junto com o município de Bahía de Banderas, no estado de Nayarit, forma a Zona Metropolitana de Puerto Vallarta, sendo a segunda cidade mais populoso de ambos os estados. Há várias razões pelas quais Puerto Vallarta é um dos portos mais importantes do México, sendo uma delas o turismo de classe mundial que o levou a ter um dos oito aeroportos internacionais do país.
Colima é um estado situado na região oeste do México, de frente para o Oceano Pacífico e que faz fronteira geográfica com os estados de Jalisco e Michoacán. Tem uma área de 5.627 km² e é o quarto estado menos extenso do país. Sua capital é Colima e sua cidade mais populosa é Manzanillo. São várias as razões pelas quais Colima é um estado com uma importante riqueza cultural, sendo uma delas seu clima e topografia, onde praias como Manzanillo e o vulcão Colima estão localizadas, promovendo o turismo nesta região. Da mesma forma, a rica história pré-hispânica que deixou sua marca em sítios arqueológicos como "El Chanal", "La Campana" e "Meseta de la Hierbabuena", bem como algumas haciendas importantes como a Hacienda de Nogueras, Hacienda Del Carmen e Hacienda San Antonio.
O Estado do México é um estado localizado na região centro-sul do país, que faz fronteira com os estados de Querétaro, Hidalgo, Tlaxcala, Puebla, Morelos e Cidade do México. Tem 22.357 km² de área e é o sétimo estado menos extenso do país. Sua capital mais populosa é Toluca, e sua cidade mais populosa é Ecatepec.
Guerrero é um estado localizado no sudoeste do México, que faz fronteira geográfica com os estados do Estado do México, Morelos, Puebla, Oaxaca, com frente para o Oceano Pacífico e o rio Balsas que o separa de Michoacán. Tem 64.281 km² e é o décimo segundo estado mais populoso do país. Sua capital é Chilpancingo de Juárez e sua cidade mais populosa é Acapulco de Juárez.
Morelos é um estado localizado na região centro-sul do México, fazendo fronteira geográfica com os estados de Puebla, Guerrero, o Estado do México e a Cidade do México. Possui 4.893 km² e é o segundo menor estado do país. Sua capital e cidade mais populosa é Cuernavaca.
Campeche é um estado localizado no sudeste do México, na Península de Yucatan e faz fronteira geográfica com os estados de Yucatan, Quintana Roo e Tabasco, de frente para o Golfo do México. Além disso, o Campeche é um dos três estados que marcam a divisão política do país com a Guatemala. Tem 57 924 km² e é o terceiro estado menos populoso do país. Sua capital e a cidade mais populosa é São Francisco de Campeche.