
Edifício 210 South 12th / RSHP
Pracownia - O Ateliê / ACOS (Uma Coleção de Histórias)

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Arquitetos: ACOS (A Collection of Stories)
- Área: 450 m²
- Ano: 2024
Prêmio ArchDaily Next Practices 2026: Conheça o júri

Desde o seu lançamento em 2020, o ArchDaily Next Practices Awards tem destacado escritórios de arquitetura inovadores que estão redefinindo as fronteiras da disciplina. Ao longo de cinco edições, a iniciativa já reconheceu 105 escritórios de 44 países, amplificando vozes de todo o mundo e fomentando um diálogo global sobre o papel em constante evolução da arquitetura na sociedade. Entre as práticas premiadas, emergem valores recorrentes: sensibilidade ao contexto, uso sustentável de materiais, cocriação com comunidades, abordagens experimentais e interdisciplinares, memória e patrimônio, responsabilidade social e intervenções em escala humana.
O programa reflete o que vem a seguir: as ideias, práticas e projetos que devem ser levados adiante. O termo "Next" sintetiza escritórios que encontram soluções para os desafios urgentes de hoje enquanto antecipam as necessidades de amanhã. Ao destacar essas práticas, esperamos iluminar os caminhos que podem levar a um futuro mais significativo e resiliente para a arquitetura e além dela.
Guia de arquitetura de Nairóbi: 11 projetos que constroem uma identidade pós-independência

A identidade arquitetônica de Nairóbi foi transformada pela independência do Quênia em 1963. À medida que a nova nação buscava se definir, a cidade tornou-se um campo de testes para uma arquitetura moderna capaz de incorporar o progresso e, ao mesmo tempo, responder à cultura africana, ao clima e às condições locais. Isso deu início a um período de experimentação arquitetônica, com o surgimento de diferentes abordagens para a relação entre modernidade, identidade e lugar.
O Kenyatta International Convention Centre é talvez a expressão mais clara desse momento. Sua arquitetura uniu princípios modernistas a referências de formas africanas, estabelecendo uma resposta singular às ambições de uma nação recém-independente. Ao seu redor, arquitetos/as quenianos/as e internacionais desenvolveram outras interpretações do modernismo, desde as fachadas com brises do Reinsurance Plaza até a silhueta escultórica do Nation Centre, além de projetos religiosos, educacionais e cívicos que ampliaram o vocabulário arquitetônico da cidade.
Instalação A Seaside Swing / XBTW OFFICE
AART vence concurso para o Tesouro Real Subterrâneo no Castelo de Rosenborg, em Copenhague

O escritório dinamarquês de arquitetura AART venceu o concurso internacional para o Rigets Skatkammer (O Tesouro Real), uma nova extensão subterrânea de 1.300 metros quadrados para o museu no Castelo de Rosenborg, em Copenhague. Desenvolvida em colaboração com VEGA Landskab, Fogh & Følner e Artelia, a proposta localiza aproximadamente 600 metros quadrados de novas áreas de exposição sob o fosso histórico, ao mesmo tempo em que restabelece parcialmente a água que cerca o castelo renascentista de Cristiano IV. O projeto tem como objetivo oferecer novas instalações para visitantes e espaços expositivos para a Coleção Real Dinamarquesa — que inclui as Joias da Coroa dinamarquesa e coleções de trajes históricos, atraindo atualmente mais de 500 mil visitantes por ano.
Casa entre as árvores / Studio COSMO

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Arquitetos: Studio COSMO
- Área: 99 m²
- Ano: 2025
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Fabricantes: TON, HAY
Áreas verdes e o preço dos imóveis na Costa Oeste dos EUA

Toda crise de habitação acaba se tornando uma questão fundiária, e toda questão fundiária se torna, inevitavelmente, uma questão de valores. A Costa Oeste dos Estados Unidos chegou a esse ponto. À medida que cidades de Los Angeles a Seattle buscam terrenos para construir as moradias acessíveis que prometem há anos, elas se deparam repetidamente com a mesma alternativa: o parque ou o cinturão verde. O que parece ser uma decisão de zoneamento é, na verdade, um referendo sobre qual forma de bem-estar a cidade está disposta a sacrificar em detrimento de outra.
Recepção Kaymana Wave / Pablo Luna Studio

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Arquitetos: Pablo Luna Studio
- Área: 22 m²
- Ano: 2026
Casa em Kamiyasu / Yutaka Yoshida Architect & Associates

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Arquitetos: Yutaka Yoshida Architect & Associates
- Área: 208 m²
- Ano: 2025
Museu de Arte da Vila de Qingdeng / atelier anonymous

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Arquitetos: atelier anonymous
- Área: 1200 m²
- Ano: 2026
Casa Solis 21 / iHouse estudio

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Arquitetos: iHouse estudio
- Área: 125 m²
- Ano: 2024
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Fabricantes: Aluminions del Uruguay, Bia, Maguinor Maderas, Manto, SILESTONE
Beacon School Ensino Médio / Andrade Morettin Arquitetos Associados + Guido Otero Arquitetura + Ricardo Gusmão Arquitetos
Casa Los Navegantes / María Catalina Picon Meleda + Alberto Browne Cruz
Casa BF2 / Peninsula Arquitetura

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Arquitetos: Peninsula Arquitetura
- Área: 300 m²
- Ano: 2025
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Fabricantes: Boobam, Fernando Jaeger, Lider Design
Veil House / Turkel Design

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Arquitetos: Turkel Design
- Área: 3919 ft²
- Ano: 2025
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Fabricantes: Panda Windows & Doors
Casa Particular Dois / José Adrião Arquitetos

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Arquitetos: José Adrião Arquitetos
- Área: 411 m²
- Ano: 2026
O limite da cozinha: serviço, armazenamento e fronteiras domésticas em interiores compactos

Em casas compactas, a cozinha raramente é apenas um espaço para cozinhar. Ela costuma funcionar como um limite: uma parede de serviços ou uma fronteira entre o trabalho doméstico e a vida social. Sua importância reside não apenas na preparação de alimentos, mas na maneira como organiza o restante da casa, sobretudo devido às limitações das instalações hidráulicas e às exigências de ventilação. Antes que uma sala de estar possa parecer aberta, a cozinha geralmente precisa absorver a intensidade prática do dia a dia: água, calor, odores, eletrodomésticos, mantimentos e armazenamento.
Isso é especialmente visível nos densos interiores do Leste Asiático, onde o espaço doméstico é frequentemente moldado por áreas limitadas, novas estruturas familiares, trabalho híbrido e pela especificidade cultural do ato de cozinhar. A cozinha aberta pode ser apresentada como um atrativo de estilo de vida, mas em muitos apartamentos ela representa, na verdade, um desafio de planejamento. Ela precisa conciliar o trabalho doméstico, apoiar encontros informais e, às vezes, como estratégia de otimização de espaço, substituir o hall de entrada ou o corredor. Mais do que um mero gesto de design, o limite da cozinha é, portanto, um acordo espacial entre o serviço e o convívio.


















