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4 escritórios de paisagismo no México que você precisa conhecer

Sabe-se que Frederick Law Olmsted, paisagista do Central Park em Nova York, André Le Nôtre, encarregado dos jardins do Palácio de Versalhes, e Alan Fred Titchmarsh, entre outros, foram precursores do paisagismo por sua habilidade de romper com os esquemas tradicionais da área. No entanto, a América Latina tem realizado um trabalho notável que merece ser reconhecido. É o caso do México, onde o vencedor do prêmio Pritzker Luis Barragán mostrou ao mundo a riqueza de suas áreas verdes e sua maestria ao projetá-las.

'Freespace é a oportunidade de falar do espaço, do intangível': 21 projetos do México na Bienal de Veneza 2018

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A Seleção Oficial dos projetos que representam o México na 16ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza é fruto de uma convocatória aberta, publicada em agosto de 2017, que recebeu a inscrição de 213 projetos de 15 estados da República Mexicana, dos quais resultaram os 21 selecionados que representam o México: Oscar Hagerman + CANO VERA; Alejandro Guerrero, Andrea soto | ATELIER ARS; Comunal: Taller de Arquitectura + Onnis Luque; Isaac Broid + PRODUCTORA; Taller Héctor Barroso; Juan Carral Arquitectura; Carlos González Lobo + María Eugenia Hurtado; Manuel Cervantes Céspedes; Jsa | Javier Sánchez + Aisha Ballesteros; Estudio Macías Peredo; Enrique Norten | TEN arquitectos; Taller 6a | Alejandro Sánchez García, Mariza Flores Pacheco; S-AR; Estudio MMX; Taller | Mauricio Rocha + Gabriela Carrillo; Javier Muñoz + Mario Peniche + Augusto Quijano + Alejandro Vales + Jorge Carlos Zoreda; GDU: Grupo de Diseño Urbano; Enrique Lastra de Wit; Estudio ALA; Escobedo-Soliz; Alonso de Garay | Taller ADG

Arquitetura bioclimática na Espanha: insustentavelmente sustentável

Qual é a diferença entre arquitetura sustentável e arquitetura bioclimática? Ambos os termos são frequentemente utilizados no setor, embora a base de onde surgem tenha sido descoberta muitos séculos antes (se nos referirmos à tradição vernacular da arquitetura) e os termos que os nomeiam tenham sido derivados do conceito de “desenvolvimento sustentável”, proposto pela primeira vez pela primeira-ministra norueguesa, Gro Brundtland, na 42ª sessão das Nações Unidas em 1987:

Mas qual é a diferença entre ambos? Digamos que são conceitos muito semelhantes, que variam apenas de acordo com os propósitos do/a arquiteto/a que os utiliza. Explico-me. O termo arquitetura sustentável, ou arquitetura verde, ou ecoarquitetura, ou arquitetura ambientalmente consciente... costuma ser utilizado por arquitetos/as que tentam refletir em sua obra uma base de noção climática, mas cujos únicos “gestos” são pouco influentes no que diz respeito à eficiência energética. Suas únicas preocupações acabam sendo mostrar que seu edifício é “eco-friendly” por meio de uma fachada verde ou, em vez disso, de uma cobertura verde. Na maioria dos casos, carecem de fundamentação em relação ao clima. No entanto, o segundo termo, arquitetura bioclimática (sem outros complementos), fundamenta sua razão de ser no clima. Não importa qual será a imagem final do edifício, pois todas as decisões de projeto nascem de um estudo prévio do clima — mais uma ferramenta de trabalho — e buscam seu reconhecimento e aproveitamento.

A partir disso, surge o conceito de “edifício saudável”, proposto recentemente pela prestigiada Universidade de Harvard por meio de sua Escola de Saúde Pública, Harvard T.H. Chan School of Public Health. Focada em “construir comunidades mais saudáveis em todo o mundo”, a escola iniciou o programa Edifícios Saudáveis no Centro de Clima, Saúde e Meio Ambiente Global de Harvard (C-CHANGE). Um de seus principais objetivos foi sintetizar 30 anos de ciência da saúde pública para identificar o que faz com que um edifício seja “saudável”. O resultado: os 9 Fundamentos de um Edifício Saudável. Um estudo com 36 páginas que identifica os fatores e detalha como eles estão relacionados com a saúde humana. Além de definir os fatores, o estudo apresenta recomendações simples para cada um deles, entre as quais sempre se encontram a avaliação periódica de cada fator e das necessidades das pessoas que o ocupam. Em resumo, um estudo bastante simples, ainda distante de abordagens como o Well Building Standard, mas bem direcionado e que dá mais um passo no caminho certo.

Eduardo Castillo: "Tive a ambição de construir sozinho, o que é muito complexo"

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A notícia correu rapidamente naquela tarde de quarta-feira. O arquiteto chileno Eduardo Castillo, sócio de Smiljan Radic, estava em estado grave após um acidente automobilístico sofrido naquele mesmo dia em Santiago. A comunidade local da arquitetura mal teve tempo de reagir quando, na manhã seguinte, quinta-feira, 5 de outubro de 2017, foi confirmado seu inesperado falecimento aos 45 anos de idade.

Cruz y Ortiz Arquitectos projeta o estádio da final do Mundial da candidatura do Marrocos 2026

Amanhã, 13 de junho, um dia antes da abertura da Copa do Mundo da Rússia 2018, será anunciado se a candidatura conjunta de Estados Unidos, México e Canadá, ou a do Marrocos, conquistará o direito de sediar a edição de 2026 do mundial de futebol.

A candidatura do país norte-africano apresentou o projeto do estádio que sediaria a final da Copa do Mundo caso vença a votação. Trata-se de uma nova arena com capacidade para 80 mil espectadores, projetada pelo Cruz y Ortiz Arquitectos, escritório espanhol que inaugurou recentemente o Wanda Metropolitano em Madri e atualmente trabalha no projeto do estádio do Dalian Yifan Football Club, na China, e de outra arena esportiva na Suíça.

Museu de Arte da Duna, do OPEN Architecture, tem estrutura concluída 'sob' praia próxima a Pequim

O escritório OPEN Architecture divulgou as fotos mais recentes das obras do Dune Art Museum, que teve sua estrutura concluída em uma cidade litorânea chinesa próxima a Pequim. O museu de arte se apresenta como um complexo de cascas de concreto interconectadas que, na próxima e última etapa da construção, serão cobertas por areia e arbustos para restaurar a silhueta natural das dunas na praia.

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Primeiro arranha-céu de escritórios do WOHA na China atinge altura máxima em Shenzhen

Primeiro arranha-céu de escritórios do WOHA na China atinge altura máxima em Shenzhen - Imagen 7 de 4

O escritório de arquitetura WOHA divulgou novidades sobre seu primeiro arranha-céu de escritórios na China, com a conclusão da estrutura do projeto Vanke Yun City em Shenzhen. Composto por três blocos de torres conectados a um núcleo central em forma de T, o projeto busca apresentar “uma tipologia alternativa de torre de escritórios que responde ao clima subtropical de Shenzhen”.

Em meio ao cenário repleto de onipresentes arranha-céus pós-modernistas, o projeto de 150.000 metros quadrados (1,6 milhão de pés quadrados) tem como objetivo “transformar radicalmente o arranha-céu sem alma em uma microcidade vertical altamente habitável, humana e sustentável”.

Primeiro arranha-céu de escritórios do WOHA na China atinge altura máxima em Shenzhen - Imagen 1 de 4Primeiro arranha-céu de escritórios do WOHA na China atinge altura máxima em Shenzhen - Imagen 2 de 4Primeiro arranha-céu de escritórios do WOHA na China atinge altura máxima em Shenzhen - Imagen 3 de 4Primeiro arranha-céu de escritórios do WOHA na China atinge altura máxima em Shenzhen - Imagen 4 de 4Primeiro arranha-céu de escritórios do WOHA na China atinge altura máxima em Shenzhen - Mais Imagens+ 12

Falece Maria Isabel Tuca, a segunda mulher presidente do Colégio de Arquitetos do Chile

Nesta segunda-feira, 16 de abril, faleceu em Santiago a arquiteta chilena María Isabel Tuca, destacada acadêmica e líder de classe que, em 2000, se tornou a segunda mulher presidente do Colégio de Arquitetos do Chile, depois de Eliana Caraball em meados dos anos 1980.

Em entrevista ao jornal chileno El Mercurio após assumir a presidência da associação, Tuca lembrou que, apesar das advertências das freiras da escola onde estudou ("essa era uma carreira apenas para homens", disseram-lhe), optou por cursar Arquitetura na Universidade do Chile, instituição pela qual se formou em 1965.

Baixe o PAR, plano de implementação da nova agenda urbana na América Latina e no Caribe

No contexto do 9º Fórum Urbano Mundial (WUF9), que está sendo realizado esta semana em Kuala Lumpur (Malásia), a CEPAL, a ONU-Habitat e os países membros do Fórum de Ministros/as e Máximas Autoridades do Setor de Habitação e Urbanismo da América Latina e do Caribe (MINURVI) lançarão o Plano de Ação Regional para a Implementação da Nova Agenda Urbana na América Latina e no Caribe (PAR).

Coordenado em colaboração com mais de 70 especialistas regionais associados a diversos grupos de agentes, o PAR busca promover a transição para um novo paradigma urbano que reconheça a cidade como um macrobem público e que garanta os direitos econômicos, sociais, culturais e ambientais de todas as pessoas. O documento visa, assim, dar continuidade ao impulso gerado na Habitat III e se consolidar como a expressão regional da Nova Agenda Urbana.

A Espanha ainda não possui uma Lei de Arquitetura. Este 2018 pode ser o ano

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Por mais surpreendente que possa parecer, a Espanha atualmente não possui, em âmbito nacional, nenhuma Lei de Arquitetura e Habitabilidade que reconheça e promova o valor que essa profissão tem para o desenvolvimento econômico, social e cultural do país.

No entanto, o ano de 2017 trouxe duas ótimas notícias que podem e devem servir de impulso para avançar em direção a uma lei nacional realmente necessária. Por um lado, a aprovação, no dia 8 de novembro passado, da Lei de Contratos do Setor Público que, segundo o próprio presidente do Conselho Superior dos Colégios de Arquitetos da Espanha (CSCAE), Jordi Ludevid, representa “uma mudança espetacular e muito positiva” para os/as arquitetos/as. Por outro, a aprovação, em 28 de junho de 2017, da primeira Lei de Arquitetura promulgada na Espanha, a Lei de Arquitetura da Catalunha.

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Preços da LEGO caem após empresa relatar “excesso” de estoque em depósitos e lojas

Em seu relatório anual de 2017, o Grupo LEGO anunciou uma queda em sua receita pela primeira vez em 13 anos. Mas os fãs de LEGO não precisam se preocupar – a notícia já resultou na redução de preços, tendência que deve continuar até que a empresa consiga escoar o excesso de estoque.

Barrio Móvil, o ônibus multifuncional que busca aproximar idosos e pessoas com deficiência em Lima

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Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé. Se as pessoas idosas não vão à prefeitura – para evitar os desgastes evidentes de trâmites burocráticos –, a prefeitura vai até elas. Em uma cidade não muito planejada como Lima, onde menos ainda se pensou em desenho urbano para a população idosa ou para pessoas com deficiência, locomover-se ou realizar certas atividades sociais exige o dobro de esforço. Assim, elas preferem ficar em casa, sem complicações.

É uma excelente ideia a ser colocada em prática que a forma de alcançar essa aproximação, para além da arquitetura estática, seja por meio da arquitetura móvel. Dessa forma, a Prefeitura de Miraflores colocaria em circulação, em um ônibus, diferentes funções valiosas para um bairro, mas, acima de tudo, muito valorizadas por um público que necessita de maior mobilidade. A arquitetura em ação é capaz de adaptar um ônibus "comum" para esse fim "múltiplo". Mais uma vez, a profissão demonstra seu poder de conectar, acolher, aproximar...

Barrio Móvil, o ônibus multifuncional que busca aproximar idosos e pessoas com deficiência em Lima - SustentabilidadeBarrio Móvil, o ônibus multifuncional que busca aproximar idosos e pessoas com deficiência em Lima - SustentabilidadeBarrio Móvil, o ônibus multifuncional que busca aproximar idosos e pessoas com deficiência em Lima - SustentabilidadeBarrio Móvil, o ônibus multifuncional que busca aproximar idosos e pessoas com deficiência em Lima - SustentabilidadeBarrio Móvil, o ônibus multifuncional que busca aproximar idosos e pessoas com deficiência em Lima - Mais Imagens+ 33

Novas renderizações revelam os planos para o que pode se tornar o futuro edifício mais alto de Portland

Novas renderizações revelam os planos da Kaven + Co. e do escritório William / Kaven Architecture para o novo Broadway Corridor em Portland, apresentando o masterplan completo pela primeira vez. Concebido como um novo distrito de uso misto e hub de transporte integrando a Union Station ao Pearl District, o Broadway Corridor contará com o novo edifício mais alto da cidade — que também estará entre os mais altos da Costa Oeste.

Arquitetos espanhóis se unem em defesa da Casa van der Driesche

A Casa van der Driesche, obra dos arquitetos espanhóis premiados com o Prêmio Nacional de Arquitetura de 2016, José Antonio Martínez Lapeña e Elías Torres Tur, conseguiu se salvar in extremis da demolição, evitando, assim, protagonizar um novo episódio de insensibilidade cultural e perda do patrimônio arquitetônico contemporâneo espanhol. Na última terça-feira, 18 de setembro, o Conselho de Ibiza aprovou um decreto que determinou a suspensão da execução das obras de demolição da Casa van der Driesche por um prazo máximo de três meses. Como o imóvel não é tombado nem declarado de interesse cultural, o próximo passo é adotar as medidas necessárias para preservar os valores culturais desse bem, impedindo qualquer obra ou intervenção que altere as características originais do conjunto. Como foi divulgado no dia 2 de agosto, a Comissão Insular de Ordenamento do Território, Urbanismo e Patrimônio Histórico-Artístico (Ciotupha) negou o pedido dos próprios autores do projeto para classificar a residência como Bem de Interesse Cultural (BIC), alegando que o interesse histórico e cultural do imóvel não estava suficientemente comprovado. Diante disso, o Colégio Oficial de Arquitetos das Ilhas Baleares (COAIB) apresentou um recurso administrativo ao órgão a fim de evitar a demolição desta residência de altíssimo valor patrimonial. O Colégio Oficial de Arquitetos das Ilhas Baleares contou com o apoio do Conselho Superior dos Colégios de Arquitetos da Espanha (CSCAE), que entrou em contato por escrito com diversas autoridades das Ilhas Baleares para solicitar as medidas necessárias de proteção ao imóvel e, assim, evitar sua demolição. A perda deste edifício representaria um prejuízo irreparável e irreversível para o catálogo de bens culturais do patrimônio histórico. Entre as atribuições do CSCAE está a defesa do interesse público na proteção, conservação, valorização, fomento, pesquisa e difusão do patrimônio histórico. Por essa razão, o Conselho avaliou de forma bastante positiva a decisão das instituições envolvidas de reavaliar o caso, e solicita que o imóvel seja formalmente catalogado para evitar sua perda. Nos últimos anos, tanto a comunidade de arquitetura quanto os Conselhos profissionais têm trabalhado para mitigar a perda arquitetônica, especialmente de edifícios do movimento moderno e contemporâneo, que no passado resultou no desaparecimento de obras de grande relevância e importância histórica e artística na Espanha. Embora resultados positivos venham sendo alcançados — como no caso da Casa van der Driesche ou das garagens de Cuatro Caminos, cujo recurso contra a decisão de não protegê-las foi recentemente aceito pelo Tribunal Superior de Justiça de Madri —, ainda há muito trabalho a ser feito para evitar a perda desse patrimônio cultural de valor universal para a sociedade. Via CSCAE.

As melhores teses de graduação em arquitetura na Colômbia de 2018

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Em setembro lançamos na Colômbia a terceira edição da nossa convocatória para que arquitetas e arquitetos enviassem seus trabalhos de conclusão de curso (conhecidos no país como tesis de grado). Nesta edição, a convocatória recebeu 94 projetos de mais de 10 cidades e 22 universidades de todo o país, um aumento de 34% nas propostas recebidas em relação a 2017.

Após uma avaliação exaustiva, 6 trabalhos de conclusão de curso foram eleitos vencedores pelo nosso júri editorial (Fabián Dejtiar, Mónica Arellano, José Tomás Franco e Nicolás Valencia). Obras construídas, investigações históricas e planos diretores fazem parte da nossa seleção: desde um protótipo residencial rural até uma detalhada pesquisa sobre o Edificio de Renta, formato residencial popular em Bogotá entre as décadas de 1940 e 1970.

Além disso, incluímos pela primeira vez um júri externo de alto nível, encarregado de escolher o projeto Grande Vencedor 2018. O júri foi composto por Lina Toro (Madri), Carlos Cano (OPUS, Medellín) e Jorge Noreña (Ruta 4, Pereira). "Embora a arquitetura exija rigor, dedicação e habilidades comunicativas, ela também necessita consolidar vínculos com o urbanismo e a paisagem, bem como com profissões que viabilizam ideias transformadoras", comenta Cano na avaliação do júri.

Do Peru para o mundo: ilustrando utopias para uma arquitetura feliz

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Não é comum falar amplamente sobre essas ideias na arquitetura, embora tenhamos recorrido a elas mais de uma vez. Diagnóstico, felicidade, reabilitação, vazio, tristeza, medo, saúde, paciente, salvar... palavras que se repetem seguidamente, integrando-se de forma cada vez mais coerente à medida que avançamos na leitura, transformando-se em um discurso que nos convence dessas utopias arquitetônicas. Não se trata de quem está por trás desta proposta, mas sim do que alcançam para a arquitetura e para a sociedade por meio desta união multidisciplinar alcançada a partir de suas diferentes abordagens — seja da filosofia, da escultura ou da ilustração —, todas elas remédios para a alma. No fundo, trata-se de uma crítica com o melhor estado de espírito dos anos 50.

Nesses projetos convergem diálogos de espaço e tempo: a possibilidade de o edifício mudar de lugar, de sua atmosfera evocar outra época. Uma filosofia baseada em curar as cidades por meio do desapego e da felicidade. Nenhum edifício pertence totalmente a um território, nenhum espírito é inerente a uma época em si. Como seus projetos escultóricos, um nasce em Nova York, outro fica no Peru e outro termina no Brasil. Com a feliz estética dos anos 50 que pretendem trazer de volta e viralizar na expressão de suas ilustrações contemporâneas, apresentamos aqui o discurso do DAD e três projetos que põem em prática seus princípios.

Sem mais delongas, pois felizmente eles nos contam tudo em detalhes.

Do Peru para o mundo: ilustrando utopias para uma arquitetura feliz - Imagen 5 de 4Do Peru para o mundo: ilustrando utopias para uma arquitetura feliz - Imagen 7 de 4Do Peru para o mundo: ilustrando utopias para uma arquitetura feliz - Imagen 67 de 4Do Peru para o mundo: ilustrando utopias para uma arquitetura feliz - Imagen 89 de 4Do Peru para o mundo: ilustrando utopias para uma arquitetura feliz - Mais Imagens+ 88

Os 10 melhores projetos de fim de curso desenvolvidos por estudantes de arquitetura na Argentina em 2017

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Com o objetivo de dar visibilidade à valiosa produção das universidades argentinas, lançamos uma chamada aberta na qual convidamos nossos leitores e leitoras na Argentina a enviar seus projetos de conclusão de curso, difundindo o fruto do trabalho que lhes permitiu se tornarem, recentemente, arquitetos e arquitetas.

Após receber mais de 70 propostas de diferentes faculdades e cidades argentinas, nossa equipe editorial selecionou 10 delas, considerando os projetos que evidenciavam um pensamento crítico em relação às problemáticas, à forma adotada e à sua representação. A seleção não apenas valoriza os projetos que entregaram a melhor arquitetura possível por meio de um desenho simples, adequado ao seu contexto, ao seu programa e aos seus usuários e usuárias, mas também aqueles que demonstram uma atenção especial à escala humana, à mediação e transição, e a novas formas de abordar a arquitetura nas cidades.

Confira os nossos 10 projetos de destaque a seguir.

Entre um mundo de ideias e o material / DOSA Studio

Texto de Raúl Medina e Paola Monreal.

La eterna tarea de la arquitectura es crear metáforas existenciales encarnadas y vividas que concretan y estructuran nuestro ser-en-el-mundo. La arquitectura refleja, materializa y hace eternas ideas e imágenes de la vida real. Los edificios y las ciudades nos permiten estructurar, entender y recordar quiénes somos. -J. Pallasmaa

Entendemos a arquitetura como uma série de processos vinculados diretamente a duas fases: a primeira diz respeito ao nascimento das ideias, ao surgimento e à criação constante de perguntas, afirmações e negações. É um ir e vir entre a afirmação e o autoquestionamento, entre a narrativa e a utopia, resultado de nossas propostas arquitetônicas. No entanto, decidimos dedicar este documentário à segunda fase, que é o próprio processo de materialização daquele devir de ideias.

Putucos: a arquitetura vernacular tem algo a dizer sobre sustentabilidade

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No contexto do XV Taller Social Latinoamericano, que atualmente ocorre em Puno, no Peru, visitamos a região de Iruito Tupi (província de Huancané) acompanhados por Francisco Mariscal, Diretor da Direção Desconcentrada de Cultura de Puno do Ministério da Cultura, que em sua conferência apresentou a história dos putucos, habitações construídas unicamente com blocos de terra e capim extraídos do próprio solo.

Às vezes, tem-se a impressão de que a história gira sobre si mesma. Um mesmo roteiro com outros nomes, outros rostos e outros lugares. Há 10.000 anos, o planalto andino e a bacia do Lago Titicaca — atualmente compartilhada por Peru e Bolívia — começaram a ser povoados por grupos de caçadores e coletores que chegaram a essas altitudes atraídos pelas lhamas, vicunhas, aves e peixes disponíveis.

Putucos: a arquitetura vernacular tem algo a dizer sobre sustentabilidade - Imagen 6 de 4Putucos: a arquitetura vernacular tem algo a dizer sobre sustentabilidade - Imagen 10 de 4Putucos: a arquitetura vernacular tem algo a dizer sobre sustentabilidade - Imagen 14 de 4Putucos: a arquitetura vernacular tem algo a dizer sobre sustentabilidade - Imagen 16 de 4Putucos: a arquitetura vernacular tem algo a dizer sobre sustentabilidade - Mais Imagens+ 12

Após o 19S: Apoie a iniciativa da Dellekamp Arquitectos para reconstruir lares em Ecatzingo, Estado do México

Após o 19S: Apoie a iniciativa da Dellekamp Arquitectos para reconstruir lares em Ecatzingo, Estado do México - Imagen 1 de 4
© Dellekamp Arquitectos

Após o 19S: Apoie a iniciativa da Dellekamp Arquitectos para reconstruir lares em Ecatzingo, Estado do México - Imagen 1 de 4Após o 19S: Apoie a iniciativa da Dellekamp Arquitectos para reconstruir lares em Ecatzingo, Estado do México - Imagen 2 de 4Após o 19S: Apoie a iniciativa da Dellekamp Arquitectos para reconstruir lares em Ecatzingo, Estado do México - Imagen 3 de 4Após o 19S: Apoie a iniciativa da Dellekamp Arquitectos para reconstruir lares em Ecatzingo, Estado do México - Imagen 4 de 4Após o 19S: Apoie a iniciativa da Dellekamp Arquitectos para reconstruir lares em Ecatzingo, Estado do México - Mais Imagens+ 19

É nosso dever colocar a dignidade humana no centro do processo de reconstrução.
Telar Social México

Em 19 de setembro de 2017, o México sofreu um dos terremotos mais fortes de sua história. Com 7,1 graus na escala Richter, o sismo deixou mais de 369 vítimas e 150 mil residências destruídas em cinco estados do país, sendo os mais afetados Oaxaca, Morelos, Estado do México e Guerrero.    

Ecatzingo, localizado a sudoeste do vulcão Popocatépetl, no Estado do México, continua sendo um dos municípios com mais danos causados pelo terremoto, com 1.587 residências afetadas — das quais 601 ficaram inabitáveis —, deixando famílias inteiras desabrigadas. 

Vitrina inaugura a exposição 'Rifletutti' do Inside Outside, por Petra Blaisse

Localizada no coração deste bairro, na Marsella #59, Vitrina surge do desejo de criar um espaço de exposição focado no design que vá além do interesse comercial. Inspirada nas antigas vitrines das primeiras lojas de departamento do início do século XX, esta exposição propõe um diálogo entre designers, pedestres e o bairro sobre as tendências recentes na cena do design e como cada profissional expressa sua visão.

A Vitrina conta com uma fachada de vidro para a rua de 1,60 m x 3,60 m e uma área de 35 m², cercada por uma cortina de 2,30 m de altura. O projeto busca ser um espaço de transição entre a rua e o interior, o design e o/a usuário/a, o pedestre e a cidade. A cada seis semanas, será apresentado o trabalho de dois/duas designers ou coletivos, buscando um diálogo ou um confronto conceitual. 

Criando Novos Mundos: Teses de B.Arch do SCI-Arc 2018

Os/as estudantes do B.Arch da SCI-Arc apresentaram recentemente seus trabalhos finais de graduação nas bancas de TCC (B.Arch Thesis Reviews) de 2018, com o objetivo de promover discussões, debates e traçar novas direções para a arquitetura. Como ápice do currículo de cinco anos do curso de Bacharelado em Arquitetura (B.Arch) da instituição, o programa de TCC, com duração de um ano, desafia a próxima geração de designers a assumir posicionamentos claros, formular novas perspectivas sobre os desafios existentes e conceber soluções para questões que arquitetos e arquitetas enfrentarão no futuro.

Repensar a nação como projeto: Arquiteturas para o bicentenário do Peru

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O Bicentenário da independência do Peru, que será celebrado em 2021, representa não apenas uma grande oportunidade para fazer um balanço do que construímos como nação em duzentos anos de existência, mas também para refletir sobre quais são os desafios para os próximos cem anos, ou seja, no caminho rumo ao tricentenário.

Croquiseiros Urbanos em Santiago do Chile: um convite para desenhar a cidade à mão livre

Croquiseros Urbanos é uma associação de arquitetos/as, em sua maioria argentinos/as, que se reúne periodicamente para percorrer a cidade e registrá-la por meio do croqui. Esta iniciativa, que surgiu no final de 2010, busca promover o trabalho analógico e, ao mesmo tempo, refletir sobre o espaço e sua construção.

O coletivo define um local e horário de encontro a partir do qual os/as participantes percorrem os arredores de forma livre e aleatória, registrando as situações ou detalhes que pareçam mais pertinentes a cada um/a. Por fim, os/as participantes se reúnem em um local previamente combinado para compartilhar suas experiências e trabalhos.

Com o passar dos anos, o grupo expandiu seu campo de atuação para diversas cidades do continente sob a premissa de 'visitas especiais', chegando a Santiago no último mês de abril.

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