A construtora Bouygues Batiment International, em colaboração com seu laboratório de construção modular Dragages Singapore, celebrou a conclusão das torres mais altas do mundo construídas a partir de elementos modulares, os edifícios Clement Canopy em Singapura.
https://www.archdaily.com.br/pt/920618/edificios-modulares-mais-altos-do-mundo-sao-concluidos-em-singapuraNiall Patrick Walsh
A primeira fase do parque linear projetado por Diller Scofidio + Renfro em Londres acaba de ser inaugurada. Desenvolvido em parceria com o escritório londrino de arquitetura Neiheiser Argyros, o primeiro parque linear de Londres está implantado na península de Greenwich às margens do Tâmisa na zona leste da capital britânica. Chamado de "The Tide", o parque linear é mais um espaço de lazer aberto à comunidade local, contando ainda com uma série de instalações urbanas e obras de arte de rua, oferecendo um ambiente agradável e acessível a todos.
Publicado originalmente na Revista Metrópolis como "Dentro das residências e dos espaços de trabalho de 8 Grandes Arquitetos" este artigo mostra os espaços ocupados por alguns dos arquitetos mais conhecidos do mundo. Documentado para uma exposição que será apresentada em na Semana de Design de Milão 2014, as imagens dão um vislumbre de dentro dos mundos privados de alguns dos nossos arquitetos favoritos.
A curadora Francesca Molteni entrevistou cada um dos arquitetos em suas residências particulares e chegou a uma constatação: os arquitetos são, na verdade, muito organizados. Os escritórios estão todos impecavelmente organizados, os livros estão ordenadamente arrumados, estatuetas e objetos exibidos astutamente e tampos de mesa limpos. As fotografias a seguir são parte dos materiais da exposição, produzida com a ajuda com cenógrafo Davide Pizzigoni, que fielmente documentou os entornos físicos em imagens, vídeo e áudio. Eles serão utilizados para recriar os "cômodos" dos arquitetos na Salone del Mobile em abril.
Onde Vivem os Arquitetos não se limita em satisfazer nossa curiosidade sobre com são os lares desses arquitetos. A frase de Richard Rogers: "um quarto é o começo de uma cidade" ressoa com a intenção do projeto em articular seus gostos e obsessões particulares e a forma como eles refletem nas suas obras arquitetônicas.
Continue lendo para ver mais imagens do interior dos lares e estúdios desses arquitetos.
A resiliência parece ser um tópico de muita discussão nos círculos do urbanismo hoje em dia. No entanto, há um pequeno problema: não podemos chegar a um acordo sobre o significado de resiliência.
Duas definições parecem existir. A primeira, enraizada na ciência dos materiais. A segunda, na ecologia.
Orbis Façade / ARM (Ashton Raggatt McDougall). Image Courtesy of Shapeshell
Criado inicialmente para fins aeroespaciais, os materiais baseados em tecnologia avançada de termofixos reforçados com fibras estão sendo cada vez mais considerados não apenas para fabricar elementos específicos de construção, mas também para mudar a forma como os edifícios são concebidos, projetados e construídos. Apesar de serem incrivelmente resistentes - quase seis vezes mais fortes que o aço - os materiais reforçados com fibras são leves e fáceis de manusear, permitindo a criação de projetos arquitetônicos complexos, mas eficientes.
Conversamos com especialistas da ShapeShift, os criadores do produto ShapeShell, para aprofundar nossa compreensão dessa tecnologia e aprender mais sobre como podemos aproveitar suas possibilidades em nossos futuros projetos.
Dando sequência à série de artigos de Nikos A. Salingaros, David Brain, Andrés M. Duany, Michael W. Mehaffy e Ernesto Philibert-Petit sobre o estudo da habitação social na América Latina, nesta ocasião os autores questionam as alternativas econômicas para enfrentar os custos de construção.
https://www.archdaily.com.br/pt/920701/estrategias-de-financiamento-de-pequena-escala-para-habitacao-social-na-america-latinaNikos A. Salingaros, David Brain, Andrés M. Duany, Michael W. Mehaffy & Ernesto Philibert-Petit
Federico Babinadivulgou sua mais recente série de desenhos. “Abstructure: embriões arquitetônicos” procura questionar o uso da arquitetura na criação do desenho, em vez do uso do desenho na criação de arquitetura.
Através de suas composições, Babina propõe uma conexão ideal entre a arquitetura como forma de representação e a representação utilizada nos desenhos. Volumes arquitetônicos são fragmentados para alcançar uma representação “abstrata”, sem perder sua essência.
Dos hashis aos templos religiosos, frequentemente associado à cultura e, mais especificamente, à arquitetura produzida nos países asiáticos, o bambu é um material muito versátil, com grande desempenho ecológico, seguro e resistente. Graças a seu rápido crescimento, é um material relativamente barato em relação a outras técnicas construtivas e tem seus exemplos de uso mais notável em projetos que se valem de sua materialidade, cor e ritmo.
Construção do estádio Al Wakrah. Image Cortesia de Supreme Committee for Delivery and Legacy’
O ano é 2010. O Catar como o primeiro país árabe a sediar o Mundial da FIFA em 2022 já inicia intensamente os preparativos para receber dali a 12 anos o tão esperado e custoso evento. São postos em marcha extensos esforços de construção e reconstrução não só de equipamentos diretamente ligados às demandas feitas pela FIFA, mas também e de forma mais ampla, sistemas infraestruturais urbanos das principais cidades do país.
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Urban Below - captura de tela. Autoria: Han Wu & Studio 35mm (Hamid Khalili – University of Melbourne)
Atualmente, a sobreposição das ferramentas utilizadas por cineastas e arquitetos reforça ainda mais a histórica conexão entre estas duas disciplinas. Em um de seus ateliês de projeto, estudantes de mestrado da Melbourne School of Design buscam dominar as técnicas e métodos de filmagem para, então, empregá-los em seus próprios vídeos e animações de arquitetura.
https://www.archdaily.com.br/pt/920705/nenhuma-representacao-de-arquitetura-pode-comunicar-atmosferas-tao-bem-quanto-o-cinemaAD Editorial Team
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Image Courtesy of TuDelft and the Spong3d project
O termo “resiliência” tem sido utilizado para os mais distintos assuntos. Sua definição científica é a capacidade de uma substância ou objeto retornar à forma depois de sofrer algum trauma. Ou seja, é bem diferente da resistência, pois trata-se da capacidade de adaptação e recuperação. Na ecologia, a resiliência trata da capacidade de um ecossistema em responder a uma perturbação ou a distúrbios, resistindo a danos e recuperando-se rapidamente. Já na arquitetura, desenhar algo tendo a resiliência em mente pode levar a diversas abordagens. Um projeto resiliente é sempre localmente específico. Prever os possíveis cenários típicos de uso da edificação e mesmo as situações de desastre que poderiam desafiar a integridade do projeto e dos ocupantes é um importante ponto de partida. Além disso, podemos abordar sobre as estruturas e materiais adaptáveis que podem “aprender” de seus ambientes e se reinventar continuamente. Se pensamos em programas e robôs com logaritmos que aprendem com o contexto, porque não podemos usar o mesmo raciocínio em nossas construções?
Selecionamos 10 materiais e soluções adaptativas que trabalham no conceito da Resiliência na Arquitetura e Construção. A pergunta que fica é se essas soluções algumas dia terão uma aplicação massiva ou serão apenas inovações pontuais.
Após a Segunda Guerra Mundial, o brutalismo se espalhou pela Europa, redefinindo a arquitetura moderna e estabelecendo um novo estilo para moradias populares e edifícios comunitários. Embora a maior parte da atenção tenha se detido em monumentos nas principais cidades, os subúrbios europeus também abrigam muitos edifícios brutalistas excepcionais.
Para apresentar a arquitetura brutalista "despercebida" da Europa Central e Oriental, a editora Zupagrafika registrou e reuniu mais de 100 fotografias em um livro intitulado Eastern Blocks, convidando os leitores a explorar conjuntos habitacionais brutalistas em Moscou, Berlim Oriental, Varsóvia, Budapeste, Kiev e São Petersburgo.
A chamada para a seção Panorama de Obras abria espaço para projetos de arquitetura e urbanismo construídos na América ou Península Ibérica, concluídos entre 1 de janeiro de 2016 e 31 de dezembro de 2018, e que não tivessem sido apresentados em edições anteriores do evento.
A partir da chamada foram selecionados 210 projetos pelos comitês nacionais de cada país, de um total de quase 1.000 projetos apresentados. Em seguida, o júri presidido por Gloria Cabral e Solano Benítez e formado por Gabriela Carrillo e Mauricio Rocha, Sandra Barclay e Jean Pierre Crousse, Josep Ferrando, Carlos Quintáns, Nicolás Campodónico, Carla Juaçaba, Javier Corvalán, e as curadoras do evento Ana Román e Arturo Franco, selecionou estes 32 projetos finalistas:
2019 Dulwich Pavilion. Cortesia de Dulwich Picture Gallery, Pricegore e Yinka Ilori
O Pavilhão Dulwich de 2019, projetado por Pricegore e Yinka Ilori, foi inaugurado em Londres em junho deste ano. Apelidado de The Colour Palace, o projeto foi desenvolvido para a Dulwich Picture Gallery como forma de celebrar as cores, padrões e a luz, com inspiração nas tradições culturais européias e africanas. Faça um passeio virtual em 360°, feito por Nikhilesh Haval.
O escritório de arquitetura Hamonic+Masson & Associés projetou um novo empreendimento distrital para reinventar o subúrbio de Paris. Como vencedor do concurso “Inventons la Métropole du Grand Paris 2”, o projeto "High Garden" foi feito para propor uma arquitetura metropolitana dentro dos limites suburbanos da cidade. Respondendo ao requerimento,ele foi desenhado para ser um bairro dinâmico e atraente em um novo distrito ecológico.
O Chile é um paísacostumado tanto com desastres naturais quanto com processos de reconstrução. No entanto, a frequência desses ciclos tem aumentado ao longo dos anos. De acordo com o Ministério do Interior, 43% de todos os desastres naturais registrados no Chile desde 1960 ocorreram entre 2014 e 2017.Inclusive o governo já está envolvido em vários processos de reconstrução em todo o país.
Aproveitando da oportunidade de participar da 9a Semana de Arquitetura e Urbanismo do curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (CES/JF), nós do Arquicast gravamos o programa da quinzena a partir do tema que deu nome ao evento: Escalas e Lugares. Ocorrida em maio, a semana foi organizada pelos alunos do curso e contou com uma série de palestras e atividades, dentre as quais este programa especial, abordando algumas relações sobre a importância da escala e do lugar no processo de ensino e de prática de projeto, em suas diferentes dimensões. O convidado foi o arquiteto e professor Frederico Halfeld que compartilhou com a gente um pouco da sua experiência como docente, além de outras percepções sobre o tema.
A série de artigos de Nikos A. Salingaros, David Brain, Andrés M. Duany, Michael W. Mehaffy y Ernesto Philibert-Petit sobre o estudo da habitação social na América Latina continua, e nesta ocasião os autores questionam as escolhas dos materiais construtivos mais frequentemente empregados.
https://www.archdaily.com.br/pt/920498/a-necessidade-de-materiais-adaptaveis-na-habitacao-social-latino-americanaNikos A. Salingaros, David Brain, Andrés M. Duany, Michael W. Mehaffy & Ernesto Philibert-Petit
A cena é comum. Você está em um restaurante e parece ouvir mais a conversa da outra mesa do que da pessoa que está ao seu lado. Para tentar resolver isso, todos começam a falar mais alto, tornando o ambiente caótico. Ou, quando vendo um filme e precisa aumentar o som para entender alguma coisa, faz seu vizinho perder o sono. Absorção, reflexão, reverberação, frequência, decibéis, etc. Ainda que a acústica seja uma ciência complexa e possa tornar edifícios quase inabitáveis quando mal pensada, nem sempre os arquitetos possuem os recursos teóricos e a preocupação necessária para desenvolver espaços confortáveis acusticamente.
O Festival de Arquitetura de Londres, o maior evento anual do mundo desse tipo, ocupou diversas partes da capital britânica em junho deste ano. Com um mês de duração, o festival recebeu milhares de visitantes, convidando-os a explorar instalações e intervenções arquitetônicas, além de participar das atividades e discussões - que incluíram um evento organizado pelo estúdio SKNYPL.
O tema este ano era 'Fronteiras' - em todas as suas formas: regiões, muros, limites municipais… E para o sua primeira mostra internacional, o SKNYPL apresentou PHOBOS, um filme sobre Moscou e o profundo impacto causado pelas fronteiras físicas e metafísicas. O estúdio publicou uma versão online do filme especialmente para os leitores do ArchDaily.
A Carlo Ratti Associati lançou o primeiro grafite crowdsourced do mundo, concebido a partir da contribuição de milhares de pessoas e pintado por drones na cidade de Turim, Itália. O projeto UFO-Urban Flying Opera contou com quatro drones carregados com tanques de tinta spray que realizaram a pintura da tela. O resultado apresenta três camadas distintas: uma cinza, que representa a história, uma magenta, que simboliza as comunidades de Turim, e uma azul, que envolve as outras duas.
https://www.archdaily.com.br/pt/920334/carlo-ratti-associati-inaugura-o-primeiro-grafite-crowdsourced-do-mundoNiall Patrick Walsh
Hoje, celebramos o aniversário do primeiro laureado do Prêmio Pritzker de Arquitetura (1979) e vencedor da Gold Medal do Instituto Americano de Arquitetos, Philip Johnson (1906-2005).