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Modelos físicos do projeto City Block. Imagem cortesia do SCI-Arc
Apresentar aos estudantes do ensino médio suas potenciais carreiras futuras é fundamental para ajudá-los a vislumbrar como podem ser os próximos anos de suas vidas. Com um programa de verão imersivo de quatro semanas, o Design Immersion Days (DID) oferece aos estudantes do ensino médio uma introdução à experimentação em design e arquitetura. Com o objetivo de despertar a curiosidade sobre a arquitetura, a proposta do programa integra a introdução de conhecimentos básicos de design e habilidades de pensamento crítico, além de familiarizá-los com a ampla cultura de arquitetura e design de Los Angeles.
Conhecido por sua abordagem inovadora, o SCI-Arc se caracteriza por incentivar seus estudantes a assumirem o protagonismo na reimaginação dos limites da arquitetura. Por meio de seus Programas de Verão e para Jovens, a instituição estabelece conexões — tanto locais quanto internacionais — com pessoas interessadas em um futuro na área, oferecendo ferramentas de design e pensamento arquitetônico.
Como repositórios de conhecimento e catalisadores de inovação, os museus representam uma tipologia arquitetônica repleta de oportunidades. Eles atuam como intermediários entre o público geral e os/as artistas, historiadores/as e pesquisadores/as, criando o meio para a exibição de culturas e da criatividade, ao mesmo tempo em que buscam tornar o conhecimento acessível a todas as pessoas. Por meio de uma curadoria atenta e do design de exposições, oferecem uma plataforma para a educação e a pesquisa, promovendo a compreensão e a valorização de diversas culturas, histórias e ideias. Para os/as arquitetos/as, representam também a oportunidade de conceber espaços alinhados às obras expostas, criando uma experiência imersiva para os/as visitantes.
A seleção desta semana do Melhor da Arquitetura Não Construída destaca projetos enviados pela comunidade do ArchDaily que evidenciam arte, tecnologia e inovação por meio de programas de museus e centros culturais. Apresentando propostas de escritórios de arquitetura emergentes e consagrados, como Hariri Pontarini Architects, Beyer Blinder Belle, Studio Saheb, RAMSA e Ho Khue Architects, a seleção abrange uma variedade de escalas e programas — desde um museu dedicado à memória do Holocausto até um museu privado de carros esportivos na Áustria ou uma galeria de arte de formas complexas no Vietnã.
As calotas polares estão recuando rapidamente; um dos dois partidos políticos norte-americanos enfraquece ativamente a autoridade federal; apesar de novos materiais e da manufatura aditiva, a maioria das casas construídas hoje é erguida da mesma forma que há várias gerações; a patológica suburbanização do país continua inabalável. Diante de tudo isso, parece que "o centro não consegue se sustentar". Essas foram algumas das questões que levaram Keith Krumwiede, então prestes a se tornar bolsista na Academia Americana em Roma (AAR), a argumentar, em 2017, que, se uma casa unifamiliar isolada para cada família constitui o cerne do "Sonho Americano", então precisamos de um novo sonho.
Fórum Internacional de Tóquio, Japão. Imagem de kazuhiro. Imagem via Shutterstock
Abrangendo diferentes escalas, públicos e temáticas, Rafael Viñoly esteve à frente de inúmeros projetos de arquitetura, desde museus e instituições de ensino até aeroportos e arranha-céus. Independentemente das variáveis econômicas, geográficas, tecnológicas, sociais ou culturais com as quais tenha se deparado, o vasto legado de obras que nos deixou é fruto de uma trajetória que propomos percorrer aqui — desde seus primeiros anos na profissão até seus projetos mais recentes e polêmicos.
No dia de hoje, 17 de fevereiro, é inaugurada a exposição "Transformación urbana. Sordo Madaleno Arquitectos" no Palacio de Cultura Citibanamex - Palacio de Iturbide, na Cidade do México, como parte de uma colaboração do Banco Nacional de México, por meio do Fomento Cultural Citibanamex, A. C., e da Fundación Sordo Madaleno A. C. A mostra é uma retrospectiva dos 85 anos do escritório que propõe uma narrativa composta por mais de 450 projetos, apresentando uma seleção de 62 obras arquitetônicas realizadas no México e no exterior, construídas para desempenhar diferentes funções.
O projeto de piscinas é uma oportunidade para criar espaços sofisticados e relaxantes que complementem e valorizem o entorno existente. Ao escolher os materiais, é importante buscar opções que não apenas sejam esteticamente atraentes, mas também duráveis e resistentes ao desgaste. Um material que atende a todas essas características é a pedra Sukabumi.
Esta pedra natural é extraída de pedreiras localizadas na região de onde provém o seu nome, Sukabumi, na Indonésia. Além de seu apelo visual e de seu tom verde-esmeralda, a pedra Sukabumi conta com propriedades antiderrapantes e é altamente resistente à erosão. Essas qualidades a tornam uma escolha popular para projetos de piscinas e detalhes decorativos de estética natural em diversas partes do mundo.
O vomitório e sua finalidade constituem um dos equívocos mais comuns da história da arquitetura. Diz-se que o vomitório era uma sala adjacente aos banquetes romanos, onde os/as convidados/as podiam purgar socialmente o conteúdo de seus estômagos antes de retornar à festa com capacidade renovada. Embora essa teoria não seja inteiramente fictícia — já que se sabe que os romanos de fato praticavam a regurgitação habitual, possivelmente como um sinal de extrema riqueza —, não há motivos para acreditar que existisse um espaço específico dedicado a essa prática.
O uso original do termo "vomitório" — derivado da mesma raiz latina "vomere" (vomitar) — refere-se, na verdade, a um espaço que permite a um grande edifício esvaziar rapidamente seu conteúdo. Um vomitório, portanto, nada mais é do que um corredor. Trata-se, especificamente, de um corredor amplo e arterial que conduz a — ou provém de — um espaço público de grande capacidade, como um teatro, arena ou estádio, projetado com o objetivo de permitir que o maior número possível de pessoas entre ou saia do local o mais rápido possível. Um vomitório bem projetado, por exemplo, é essencial para procedimentos eficientes de evacuação de emergência. No entanto, mesmo no cotidiano, a capacidade de deslocar grandes volumes de público agiliza a rotatividade do espaço e proporciona uma experiência coletiva mais agradável.
Apesar da má reputação das habitações públicas nos Estados Unidos, organizações, urbanistas e profissionais de arquitetura em Portland, no Oregon, estão determinados a criar habitação acessível que não sacrifique a qualidade nem o apelo estético. Embora Portland tenha desenvolvido uma reputação negativa em relação ao seu problema de pessoas em situação de rua, nos últimos quatro anos os recursos fluíram na direção certa, e as equipes de projeto souberam responder à altura para projetar edifícios habitáveis e impactantes, dentro de orçamentos altamente restritivos. Por meio de abordagens inovadoras e criativas de construção e design, essas organizações e profissionais de projeto utilizaram recursos federais, estaduais e municipais para viabilizar esse tipo de empreendimento.
Como parte de uma nova colaboração entre os escritórios mexicanos Dellekamp Arquitectos e Rojkind Arquitectos, é apresentada a Casa Roca, em Puerto Los Cabos, San José del Cabo, México. Um projeto inspirado nas formações rochosas no topo do terreno, que faz parte de um desenho radial cuidadosamente organizado em relação à sua topografia. A casa, implantada em um lote de 5.000 m², organiza suas funções ao longo da paisagem natural dentro de uma área construída de 1.200 m², minimizando o impacto de sua projeção e criando uma inter-relação com a natureza como a principal experiência de vida.
Um novo espaço abre suas portas em um antigo casarão dos anos 1930 localizado no bairro de San Miguel Chapultepec, na Cidade do México. Trata-se de uma iniciativa cultural chamada ARCO, que funde arte, design e arquitetura para criar um espaço colaborativo que abriga o escritório de arquitetura WORC e o estúdio especializado em mobiliário VETA.
O Centro de Estudos Superiores de Design de Monterrey (CEDIM) apresentou "Câmara Clara", uma instalação que busca dialogar com o sol na paisagem semiárida da cidade de Monterrey, no norte do México. Esta instalação efêmera, realizada por estudantes do CEDIM, não luta contra o sol, como a arquitetura costuma fazer, mas sim celebra sua presença e seus ritmos orbitais, permitindo contemplá-lo através de sua pele a partir de uma posição central precisa no interior de sua estrutura.
O OTROCAFÉ está localizado no térreo do icônico edifício da YWCA, em pleno Centro Histórico da Cidade do México, um espaço que abriga mais de 100 anos de história. O projeto nasceu com a intenção de ser uma proposta integral de arquitetura e design, o que se reflete em sua estrutura criativa. A decoração do café combina diferentes elementos que desempenham um papel importante: o vermelho em alguns detalhes, a madeira no mobiliário e como elemento distintivo que envolve o espaço, as paredes brutas pigmentadas com uma massa à base de cal e a iluminação quente e suave que completa a atmosfera.
A arquitetura tem o poder de transformar as cidades. Seja através do uso inovador de materiais, da colaboração com outros escritórios para a concepção de planos diretores de bairros, ou da requalificação do transporte público para toda uma população, o design pode influenciar e impactar significativamente a forma como interagimos com os lugares onde vivemos. Em uma entrevista exclusiva ao ArchDaily, Alan Pullman, do Studio One Eleven, fala sobre a visão de seu escritório para o futuro de Los Angeles e sua abordagem voltada à arquitetura e ao planejamento urbano.
Uma nova plataforma lançada pela 3D Agora promete revolucionar o setor de visualização arquitetônica ao simplificar processos historicamente complexos e fragmentados. Encontrar o/a artista 3D ideal para cada projeto, compartilhar arquivos pesados de diversos formatos e acompanhar todas as versões, revisões e alterações promete ser muito mais simples com a base de dados global da 3D Agora. O sistema traz recursos como filtros inteligentes, painel de feedback e uma área de colaboração desenvolvida especificamente para o setor.
A cidade de Mendoza (Argentina) sediou o certame internacional conhecido como “Feria de América”, um evento de caráter industrial e continental que ocorreu entre janeiro e abril de 1954. Como cenário adequado para a mostra, foram destinados 30 hectares no perímetro do lago do Parque General San Martín, onde foram montados 93 pavilhões e quase 20 estruturas de apoio, incluindo a Torre Alegórica, um teatro ao ar livre e bares. Os países americanos representados (e com pavilhões próprios) foram Brasil, Chile, Equador e Paraguai. Também houve um grande pavilhão que abrigou diferentes países latino-americanos, como Colômbia, Cuba, Bolívia, El Salvador, Honduras e México; estandes de empresas chilenas e de Mendoza, além de pavilhões provinciais para Mendoza, San Juan, Misiones, La Rioja, Eva Perón (atual La Pampa), Juan Domingo Perón (atual Chaco), Córdoba, Corrientes, Santa Fe, Tucumán e Buenos Aires, além de estandes e espaços para diversas câmaras comerciais (Quiroga, 2012). A Feira materializou o desejo do governo nacional de mostrar uma Argentina pujante, próspera, integrada aos países da região e na vanguarda do desenvolvimento industrial.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138647/modernidade-em-mendoza-o-pavilhao-24-da-feira-da-americaPablo F. Bianchi
Cobertura Retrátil, Dallas. Imagem Cortesia de ShadeFX
O sombreamento refere-se a uma região ou estado em que a luz solar é parcialmente obstruída por objetos ou estruturas. Este conceito desempenha um papel crucial no projeto arquitetônico, pois impacta significativamente o conforto e a funcionalidade. Oferece alívio da luz solar direta, ajuda a regular a temperatura e reduz o ofuscamento. Por essas razões, arquitetos/as incorporam estrategicamente elementos de sombreamento para aprimorar a qualidade e a utilidade dos espaços, especialmente em áreas residenciais externas. Nesse contexto, a ShadeFX fabrica soluções inovadoras de proteção solar, chuva e privacidade, personalizadas para cada projeto, independentemente do tamanho ou da complexidade.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138662/quatro-solucoes-de-sombreamento-retratil-para-areas-externas-residenciaisEnrique Tovar
A arquitetura do Studio Muoto abrange infinitas definições do que a arquitetura deve ser, mas, acima de tudo, do que ela pode vir a se tornar. O escopo de trabalho do escritório sediado em Paris, fundado em 2003 por Gilles Delalex e Yves Moreau, abrange projetos nas áreas de arquitetura, design de exposições, planejamento urbano, ensino e pesquisa. Tudo isso resulta em uma arquitetura de estruturas mínimas que envelhecem com elegância, que evolui e se adapta com o tempo, e que é econômica e ambientalmente sustentável.
Há alguns anos, uma das minhas professoras favoritas da universidade (que me inspirou a estudar urbanismo) me procurou com um pequeno pedido: ela queria transformar a janelinha do seu quarto em uma varanda para olhar a rua.
Escondido à vista de todos, logo acima de nossas cabeças, há cerca de 50 a 150 cm de espaço desperdiçado que passa despercebido e sem uso. Esses locais de difícil acesso no topo de guarda-roupas, armários de cozinha e estantes de livros costumam ser reservados apenas para objetos raramente usados, deixados para acumular poeira e serem esquecidos. No entanto, ao ajudar ambientes com pé-direito alto a aproveitar ao máximo sua altura adicional, as escadas internas permitem que os espaços de armazenamento atinjam seu potencial máximo, garantindo ao mesmo tempo que permaneçam seguros, confortáveis e de fácil acesso para todas as pessoas.
Imagem criada usando IA sob o prompt: Uma representação visual sóbria e cativante de um ambiente urbano que captura perfeitamente a essência do anime e da arquitetura. Imagem via DALL·E 2
A Segunda Guerra Mundial exerceu uma profunda influência na evolução da sociedade, introduzindo transformações significativas nos campos do planejamento urbano e da arquitetura. Durante a década de 1930, os Congrès Internationaux d'Architecture Moderne (CIAM) promoveram o modernismo em escala internacional. No pós-guerra, esse movimento arquitetônico consolidou-se como a corrente dominante, impulsionado pela urgência da reconstrução e pelos avanços tecnológicos. Figuras influentes como Le Corbusier e Alvar Aalto lideraram essa vertente.
Em 1959, no mesmo ano do último encontro do CIAM, arquitetos japoneses como Kenzō Tange, Kishō Kurokawa —responsável pelo projeto da Nakagin Capsule Tower— e Kiyonori Kikutake começaram a explorar novas abordagens para o desenho urbano e a arquitetura, no que ficou conhecido como Movimento Metabolista. Essa investigação foi particularmente significativa no contexto do rápido repovoamento de Tóquio no pós-guerra e da escassez de recursos para a reconstrução. Surgiram conceitos inovadores como a Marine City, The City in the Air e o plano de 1960 para Tóquio, que propunham a cidade como um organismo em constante evolução e enfatizavam a relação entre os seres humanos e seu ambiente construído. Essas ideias moldaram o conceito de "megacidades" e refletiram a resposta criativa do Japão diante de sua desafiadora situação pós-guerra.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138654/texturas-arranha-ceus-e-paisagens-urbanas-quando-o-anime-encontra-a-arquiteturaEnrique Tovar
A segunda parte de "Stories of Lisbon's Light" se passa em Cascais, um vibrante refúgio litorâneo a uma hora de Lisboa, situado no extremo mais ocidental do continente europeu. Em plena Riviera Portuguesa, o arquiteto Bruno Novo trouxe seu toque moderno e minimalista a uma casa de veraneio onde a luz natural é a grande protagonista. Ao priorizar elementos naturais e intervenções minimalistas que ampliam e conectam os espaços internos e externos, a residência foi concebida sob medida para as férias em família.
Com o mero toque de um interruptor, a iluminação tem a capacidade de transformar completamente um espaço, definir sua atmosfera e criar uma experiência multissensorial fascinante. Ela pode projetar sombras e realces, adicionar profundidade e textura, e tem até mesmo o poder de despertar emoções e influenciar nosso bem-estar. Muito mais do que uma simples fonte prática de luz, trata-se de uma ferramenta para esculpir espaços e expressar uma identidade marcante. As luminárias surgem em diversas formas, tamanhos e estilos, cada uma com caráter e propósito únicos; da elegância rebuscada de um lustre pendente ao minimalismo fluido de uma luminária de embutir na parede. As possibilidades de expressão criativa são infinitas. Inovando e rompendo as fronteiras do design de iluminação tradicional, as luminárias esculturais de Tom Dixon são um testemunho dessas possibilidades.
Diz-se que o que se vê é o que se leva. As técnicas de preparo simplificadas e os equipamentos utilizados em redes de fast-food, por exemplo, ficam totalmente visíveis para os clientes na fila de espera. Contudo, esse conceito de projetar ambientes de hospitalidade abertos e transparentes ao menos oferece honestidade ao público, pois, embora os ingredientes mais frescos e as técnicas de alta gastronomia não estejam presentes, a gordura e a sujeira antes associadas a esse tipo de estabelecimento também não estão.
Ao comparar essa realidade com a de estabelecimentos mais sofisticados, que mantêm a cacofonia de uma cozinha comercial oculta aos olhos do público durante o serviço, passa-se a questionar o que mais poderia estar escondido. Ao adotar o mesmo conceito de cozinha aberta, cozinhas profissionais que contam com chefs talentosos/as e ingredientes de alta qualidade conseguem provar seu valor.
O papel do fogo no desenvolvimento da humanidade é inegável. Nossos ancestrais aproveitaram essa descoberta para enfrentar as baixas temperaturas, proteger-se de predadores e transformar os alimentos para torná-los mais digestíveis. Assim, ao longo do tempo, o ritual da cozinha evoluiu de uma simples fogueira em espaços abertos para o confinamento do fogo em câmaras, que se sofisticaram paulatinamente com o passar dos anos até se tornarem elementos complexos e modernos que marcaram o ponto de partida para o surgimento das cozinhas como espaços arquitetônicos sociais.
Independentemente de seu tamanho ou configuração, a cozinha como espaço de convivência mantém sua ritualidade até os dias de hoje. Na antiguidade, nos reuníamos ao redor do fogo para preparar alimentos e contar histórias; hoje, nos reunimos na cozinha de nossos lares para nos conectar com os outros. A relevância desse espaço na vida cotidiana é potencializada por linhas de mobiliário de cozinha como a Wasser, marca distribuída pela CHC que equilibra estética e funcionalidade para conceber as cozinhas como espaços utilitários e de convivência, com atenção especial ao seu design.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138656/5-estilos-de-cozinhas-modulares-e-como-combina-losEnrique Tovar