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O trabalho aprofundado e as reflexões de arquitetos e arquitetas de todo o mundo em 2022

O ano de 2023 já começou e, ao olharmos para trás, vemos que 2022 foi um período de muitas transformações, desafios e oportunidades que romperam os limites da arquitetura. Diante do desconhecido, reunimos as entrevistas realizadas ao longo do ano com escritórios e profissionais da área. Entre os temas abordados, destacam-se: como escritórios com mais de 20 anos de trajetória se mantêm relevantes; como a arquitetura responde às oportunidades trazidas por tecnologias como o metaverso e a inteligência artificial; quais problemas especialistas em materiais de construção estão solucionando; e como jovens arquitetos/as de todo o mundo estão moldando o futuro da profissão. Continue lendo para conferir nossa retrospectiva anual de entrevistas.

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Estética e durabilidade: ideias de revestimentos para áreas externas

Os quintais, áreas de lazer externas normalmente localizadas nos fundos do lote, são espaços dedicados ao descanso, entretenimento e convívio da família. Sua ambientação é fundamental para garantir o aconchego e o conforto que buscamos em nossas casas. Ao mesmo tempo, por serem áreas expostas às chuvas, sol intenso e, às vezes, neve, também precisam apresentar materiais resistentes, duráveis e de fácil manutenção.

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A transformação do espaço público através da arte: uma entrevista com Antonio Ton

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Como ressignificar espaços públicos degradados? Cores vibrantes, um traçado geométrico e a ajuda comunitária. Ao menos esta poderia ser a resposta do artista carioca Antonio Ton. Inspirado pelas trocas que encontra na rua e a partir de um diálogo com as comunidades locais, suas obras vão além de revitalizar quadras esportivas e pistas de skate. Ton nos demonstra como a arte favorece a construção de um lugar de encontro e lazer. Conversamos com ele para entender como acontece todo o seu processo artístico e quais resultados suas pinturas oferecem.

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O que é o design biofílico? Apartamentos no México que integram estes princípios

Desde as primeiras civilizações, a natureza tem sido um pilar fundamental para servir de habitat natural para a humanidade, fornecendo abrigo, alimento e medicamentos. Nos tempos modernos, as revoluções industriais e tecnológicas tomaram conta da paisagem, remodelando a forma como os seres humanos interagem com a natureza. No entanto, hoje, devido aos desenvolvimentos que vivemos como sociedade, é necessário focar na criação de cidades e espaços que integrem a natureza à vida cotidiana.

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Espaços públicos multiuso e desenho urbano: Copenhague e a integração social

“Vida, espaços, edifícios - nessa ordem”. Essa frase, do arquiteto urbanista dinamarquês Jan Gehl, resume bem as mudanças que Copenhague tem passado nos últimos 50 anos. Atualmente conhecida como uma das cidades com os habitantes mais satisfeitos com a qualidade de vida ali ofertada, a forma que seus espaços públicos e edifícios foram e são projetados tem inspirado arquitetos, governantes e planejadores por todo o mundo. O que vemos hoje em dia, no entanto, é fruto de decisões corajosas, muita observação e, sobretudo, designs que colocam as pessoas em primeiro lugar. Copenhague será a Capital Mundial da Arquitetura UNESCO-UIA en 2023, bem como sede do UIA World Congress of Architects por conta de seu forte legado na arquitetura e desenvolvimento urbano inovador, juntamente com suas altas ambições no clima, soluções de sustentabilidade e habitabilidade.

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Casas com desníveis: 50 exemplos em corte e planta

Diante do desafio de projetar residências em terrenos com declives acentuados ou em contextos que não permitem muita variação, diversos(as) arquitetos(as) têm experimentado e proposto diferentes níveis de altura para otimizar o aproveitamento do espaço, proporcionando, entre outras coisas, interessantes perspectivas visuais. 

Essas variações podem ser observadas em inúmeros exemplos publicados em nosso site, nos quais selecionamos 50 casos que podem servir de inspiração para o seu próximo projeto. Confira os projetos acompanhados de seus desenhos técnicos a seguir.

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Restaurantes, bares e cafés na Argentina: inovando com materiais, cores e texturas

O projeto de interiores de estabelecimentos gastronômicos é uma área que tem ganhado importância haja vista a procura dos clientes por experiências que vão além do prato de comida. A capacidade de adaptação às tendências e necessidades atuais é um ponto que os profissionais de arquitetura e design de interiores argentinos têm enfrentado com inovação e flexibilidade, sobretudo no uso dos materiais, cores e texturas.

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"A consciência nos torna humanos": Em conversa com Boonserm Premthada, fundador do Bangkok Project Studio

"Trata-se de atitude e de se adaptar às circunstâncias existentes", explica Boonserm Premthada ao ser questionado sobre seu processo conceitual. Fundador do Bangkok Project Studio e uma das figuras tailandesas mais influentes da arquitetura atual, Premthada foi o tema do documentário mais recente de Bêka & Lemoine, ‘Big Ears Listen With Feet’. O filme destaca a história pessoal do arquiteto, revelando todos os acontecimentos que moldaram sua identidade e sensibilidade únicas. "Surdo de nascença", o curta-metragem aborda como a deficiência do arquiteto o levou a escutar de uma forma diferente, aprendendo com os elefantes que, "apesar de suas orelhas grandes [...] percebem o som principalmente através das patas".

O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Boonserm Premthada durante a Semana de Design de Milão 2022, no DAAily bar. Vencedor do Design Prize 2021|22 na categoria de impacto social, premiação com curadoria do designboom, o arquiteto compartilhou reflexões sobre sua trajetória inicial, seu escritório, sua abordagem criativa e seus projetos.

"A consciência nos torna humanos": Em conversa com Boonserm Premthada, fundador do Bangkok Project Studio - Image 1 of 4"A consciência nos torna humanos": Em conversa com Boonserm Premthada, fundador do Bangkok Project Studio - Image 2 of 4"A consciência nos torna humanos": Em conversa com Boonserm Premthada, fundador do Bangkok Project Studio - Image 3 of 4"A consciência nos torna humanos": Em conversa com Boonserm Premthada, fundador do Bangkok Project Studio - Image 4 of 4A consciência nos torna humanos: Em conversa com Boonserm Premthada, fundador do Bangkok Project Studio - Mais Imagens+ 10

Escavação na cidade mais indígena do Brasil aponta ocupação densa de mais de 2 mil anos

São Gabriel da Cachoeira (AM) é considerada a cidade mais indígena do Brasil, reunindo 23 povos pertencentes a cinco famílias linguísticas — Tukano Oriental, Aruak, Yanomami, Japurá-Uaupés e Tupi. Lá, em dois pequenos pontos de escavação, arqueólogos encontraram elementos que comprovam a existência de povoamento denso, contínuo e antigo, de pelo menos dois mil anos.

Os achados contradizem o discurso comum que atribui à região características como esvaziamento populacional, isolamento e desconexão com o restante do território amazônico. A área é uma das mais preservadas da Amazônia e vem sendo estudada desde 2019 pelo Parinã (Programa Arqueológico Intercultural do Noroeste Amazônico), que acabou de elaborar os primeiros relatórios sobre os fragmentos arqueológicos encontrados.

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Podcast The Second Studio: Entrevista com Dorte Mandrup

O podcast The Second Studio (anteriormente conhecido como *The Midnight Charette*) aborda de forma direta temas como design, arquitetura e a vida cotidiana. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diversos profissionais de áreas criativas para conversas espontâneas que proporcionam reflexões profundas e debates pessoais.

Uma grande variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas de profissão, análises de edifícios e projetos, ou reflexões descontraídas sobre o cotidiano e o design. O The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

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Criando experiências espaciais: design de serviços na arquitetura

A arquitetura tem o poder de se envolver emocionalmente com seus ocupantes. Momentos elaborados a partor do tato estendem a arquitetura ao design de experiência — uma necessidade crescente na economia da experiência. Através do estímulo sensorial e intelectual, os espaços podem se conectar profundamente com seus ocupantes, resultando em momentos memoráveis. A orquestração de uma experiência requer não apenas a compreensão dos princípios espaciais, mas também como os serviços do espaço são projetados.

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A mobilidade ativa como solução para o tempo perdido no trânsito

De meados do século XX até os dias de hoje, o tempo perdido no trânsito tornou-se uma das principais fontes de sofrimento da vida urbana. Historicamente, a fórmula clássica para combater esse problema foi adicionar cada vez mais faixas de carro e construir viadutos com a promessa nunca realizada de melhorar a fluidez. 

A consequência já está bem documentada, cada nova faixa de carro adicionada representa uma barreira a outros meios de transporte e maiores distâncias a serem percorridas por todos. O resultado é a indução da demanda, um convite para que cada vez mais pessoas desejem se locomover por automóvel.

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Espace Oscar Niemeyer em Le Havre, pelas lentes de Paul Clemence

Espace Oscar Niemeyer é um centro cultural projetado por Oscar Niemeyer na cidade portuária de Le Havre, França. O projeto se encontra dentro da área de reconstrução urbana concebida pelo arquiteto racionalista Auguste Perret após destruição do centro da cidade na Segunda Guerra Mundial.

 Espace Oscar Niemeyer em Le Havre, pelas lentes de Paul Clemence - Image 1 of 4 Espace Oscar Niemeyer em Le Havre, pelas lentes de Paul Clemence - Image 2 of 4 Espace Oscar Niemeyer em Le Havre, pelas lentes de Paul Clemence - Image 3 of 4 Espace Oscar Niemeyer em Le Havre, pelas lentes de Paul Clemence - Image 4 of 4 Espace Oscar Niemeyer em Le Havre, pelas lentes de Paul Clemence - Mais Imagens+ 28

Arquitetura lenta: design intencional para o século XXI

As cidades são inseparáveis do estilo de vida acelerado. Aluguéis em alta e apartamentos “não tão pequenos” caracterizam os ambientes urbanos, perpetuando a busca por “mais, maior e mais rápido”. À medida que as economias se desenvolvem e as necessidades humanas aumentam, edifícios são erguidos em taxas alarmantes para acelerar o progresso. Os riscos da vida urbana estão sendo gradualmente expostos, levantando questões sobre ações conduzidas de forma intencional. Uma maneira de retornar a estilos de vida mais lentos é retornar à arquitetura lenta.

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De ELEMENTAL a Emilio Duhart: a arquitetura de concreto no Chile pelas lentes de Jakub Sawosko

De Taiwan aos Países Baixos e ao Uruguai, Jakub Sawosko tem fotografado extensivamente a arquitetura de concreto em todo o mundo, compartilhando seus registros no Instagram no perfil @sh_sh_welt.

Após passar a juventude cercado e fascinado pela arquitetura de concreto pós-guerra na Europa, Sawosko mudou-se para Taiwan, onde percebeu que o modernismo também havia exercido forte influência local. "Senti que [o estilo arquitetônico peculiar de Taiwan] merecia mais reconhecimento", explica Jakub em conversa com o ArchDaily via Instagram.

De ELEMENTAL a Emilio Duhart: a arquitetura de concreto no Chile pelas lentes de Jakub Sawosko - Image 1 of 4De ELEMENTAL a Emilio Duhart: a arquitetura de concreto no Chile pelas lentes de Jakub Sawosko - Image 3 of 4De ELEMENTAL a Emilio Duhart: a arquitetura de concreto no Chile pelas lentes de Jakub Sawosko - Image 4 of 4De ELEMENTAL a Emilio Duhart: a arquitetura de concreto no Chile pelas lentes de Jakub Sawosko - Image 8 of 4De ELEMENTAL a Emilio Duhart: a arquitetura de concreto no Chile pelas lentes de Jakub Sawosko - Mais Imagens+ 5

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Florestas em terras indígenas estão entre os últimos sumidouros de carbono da Amazônia

No mundo todo, florestas desempenham um papel fundamental combatendo ou contribuindo para conter as mudanças climáticas. Florestas em pé e saudáveis sequestram mais carbono da atmosfera do que emitem e funcionam como um sumidouro de carbono; por outro lado, áreas florestais degradadas e desmatadas liberam na atmosfera o carbono que armazenavam e se tornam uma fonte de carbono.

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Arquitetura da mobilidade: entre a obsolescência e a ineficiência há um caminho

mobilidade, mas também para outras funções urbanas, trazendo maior complexidade no uso, ocupação e desenvolvimento das cidades, assim como as escadarias, os elevadores, as calçadas, as ciclovias entre outros dispositivos de mobilidade ativa. Todos esses aparatos são conhecidos como “arquiteturas da mobilidade”.

Paisagens costeiras do futuro: o pavilhão dinamarquês na Bienal de Veneza de 2023 tem curadoria de Josephine Michau

O Pavilhão da Dinamarca anunciou Josephine Michau como curadora da exposição Imaginários da Costa para representar a Dinamarca na 18ª Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia. A exposição destaca soluções de design baseadas na natureza para aliviar os desafios globais como a elevação do nível do mar e as enchentes. A equipe por trás da exposição representa uma colaboração entre o escritório de arquitetura paisagística Schønherr e pesquisadores, artistas, organizações comerciais dinamarquesas e instituições científicas. O assunto selecionado se alinha com o tema abrangente da bienal, Laboratório do Futuro, que vai de 20 de maio a 26 de novembro de 2023, no Giardini, Arsenale e outros locais de Veneza.

Paisagens costeiras do futuro: o pavilhão dinamarquês na Bienal de Veneza de 2023 tem curadoria de Josephine Michau - 1 的图像 4Paisagens costeiras do futuro: o pavilhão dinamarquês na Bienal de Veneza de 2023 tem curadoria de Josephine Michau - 2 的图像 4Paisagens costeiras do futuro: o pavilhão dinamarquês na Bienal de Veneza de 2023 tem curadoria de Josephine Michau - 3 的图像 4Paisagens costeiras do futuro: o pavilhão dinamarquês na Bienal de Veneza de 2023 tem curadoria de Josephine Michau - 4 的图像 4Paisagens costeiras do futuro: o pavilhão dinamarquês na Bienal de Veneza de 2023 tem curadoria de Josephine Michau - Mais Imagens+ 13

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O que é necessário para um bom subúrbio?

Os subúrbios experimentaram uma espécie de renascimento na última década. Durante a pandemia de Covid-19, as pessoas fugiram dos núcleos urbanos em busca de espaços abertos e equipamentos descentralizados. Para algumas pessoas, a palavra “subúrbio” remete à imagens de gramados bem cuidados e fileiras de casas idênticas, mas o que torna um subúrbio bem-sucedido pode ter mais em comum com as cidades do que se imagina.

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Microespaços verdes em apartamentos brasileiros

Uma planta faz toda a diferença. Sua cor e textura, seus movimentos, o celebrar de seu florescer. O verde no interior dos lares brinda diversos benefícios. No entanto, além de saber quais espécies são mais fáceis de cultivar, buscar por formas mais eficazes para compor elas com o ambiente pode aprimorar a experiência espacial. Por isso, apontamos aqui algumas dicas na hora de colocar os vasos e jardineiras espalhados (ou não) pela casa.

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Okuda San Miguel realiza intervenção plástica na fachada do Frontón México para a Semana de Arte

Como parte da programação da semana de arte que acontece na Cidade do México, na quarta-feira, 1º de fevereiro, foi apresentado um macromural que realizou uma intervenção na fachada do Frontón México – um edifício localizado no Centro Histórico que exemplifica a arquitetura art déco no México, projetado originalmente pelos arquitetos Teodoro Kinhard e Joaquín Capilla e que posteriormente passou por uma intervenção de reconversão pelo escritório Moyao Arquitectos. Essa instalação foi realizada pelo artista espanhol Okuda San Miguel e vem acompanhada de uma experiência imersiva que acontece no interior do edifício até o dia 11 de março.

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“Posso ter um teto sobre a minha cabeça, por favor?”: Uma entrevista com Michael Alexander Ulfstjerne

O ArchDaily e o Copenhagen Architecture Festival (CAFx) entrevistaram Michael Alexander Ulfstjerne, parceiro de projeto da Emergency Architecture & Human Rights (EAHR), sobre cinema, arquitetura e design inclusivo.

Pavilhão Nórdico traz arquitetura indígena Sámi para a Bienal de Veneza 2023

Para a 18ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia, o Pavilhão Nórdico, representando Finlândia, Noruega e Suécia, apresentará Girjegumpi, um projeto itinerante de biblioteca coletiva iniciado pelo arquiteto e artista Joar Nango. Por mais de quinze anos, Nango vem reunindo um arquivo de livros e materiais que exploram a arquitetura e o design indígena Sámi, o conhecimento tradicional em construção, o ativismo e a decolonialidade. O Girjegumpi foi inaugurado em 2018, tornando-se um espaço acolhedor de encontro e promoção da cultura indígena. Em 2023, a biblioteca viajará para Veneza, onde será apresentada no Pavilhão Nórdico, projetado pelo arquiteto norueguês Sverre Fehn.

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Histórias de um futuro posterior à geoengenharia

"As máquinas que trouxeram o ar de volta, semearam sementes, fertilizaram o oceano e atenuaram o sol foram desativadas há muito tempo”, diz a arquiteta e designer Jennifer Chen ao apresentar sua exposição futurista intitulada No Evil - Forgotten Tales from a Post-Geoengineering Future. Trata-se de um convite para imaginar a população da Terra já salva da extinção climática a partir de sistemas de geoengenharia em escala planetária, que poderiam trazer ao presente respostas práticas para a restauração do clima.

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