
"Arquitectura, modernidad y proyecto: La obra de Miguel García Fernández" busca, por meio dos projetos e ideias deste singular arquiteto/a, valorizar a história e o desenvolvimento da arquitetura moderna na região mais austral do Chile.

"Arquitectura, modernidad y proyecto: La obra de Miguel García Fernández" busca, por meio dos projetos e ideias deste singular arquiteto/a, valorizar a história e o desenvolvimento da arquitetura moderna na região mais austral do Chile.

O tédio é uma característica onipresente da vida moderna. Suportado por todas as pessoas, é tanto causa quanto efeito da modernidade, e de situações, espaços e ambientes. Sendo assim, este livro argumenta que o tédio compartilha uma relação íntima com a arquitetura — uma relação raramente explorada na história e na teoria da arquitetura.

Este livro reúne uma série de ensaios redigidos entre 2010 e 2020 pelo arquiteto belga Kersten Geers. Neles, o autor escreve sobre uma série de arquitetos/as históricos/as bastante diversos/as — de Bramante, Scamozzi e Mies van der Rohe a Aldo Rossi, James Stirling, Álvaro Siza e Robert Venturi — que lhe servem não apenas de companhia em sua escrita, mas também para compor uma espécie de teoria da arquitetura contemporânea a partir da qual é possível explicar os temas fundamentais que norteiam sua prática profissional.

Este livro explora o enorme impacto do discurso médico e das tecnologias de imagem na formação, na representação e na recepção da arquitetura do século XX, ao mesmo tempo em que desafia a compreensão convencional da arquitetura moderna ao propor que ela foi moldada pela obsessão médica dominante de seu tempo: a tuberculose e sua principal ferramenta de diagnóstico, os raios X.

Destacar o trabalho de Alberto Campo Baeza não é apenas um ato de reconhecimento à qualidade de sua atuação profissional, mas também de justiça diante de sua dedicação nos diversos âmbitos da disciplina, particularmente na docência. Nesse sentido, este não é um livro para mostrar seus projetos e obras, mas sim para compartilhar uma série de reflexões e alguns de seus ensinamentos. É um olhar pessoal modesto, carregado de registros, experiências e dados que venho acumulando de maneira minuciosa ao longo destes anos.

Sob a direção da arquiteta mexicana Tatiana Bilbao, treze escritórios de arquitetura e estudantes dos Estados Unidos e do México assumiram a tarefa monumental de tentar capturar a complexa e dinâmica região da fronteira entre os EUA e o México. Two Sides of the Border vislumbra a região fronteiriça por meio de cinco temas: migração, habitação e cidades, indústrias criativas, produção local, turismo e economias territoriais. Partindo de uma longa história compartilhada na região, os projetos abordados neste volume utilizam o design e a arquitetura para tratar de questões sociais, políticas e ecológicas ao longo da fronteira comum.

Adolf Meyer era o braço direito de Walter Gropius, seu projetista e confidente próximo. Já em 1910, ambos criaram conjuntamente a Fábrica Fagus, um dos edifícios modernistas mais importantes. A casa experimental unifamiliar "Haus am Horn" foi construída para a primeira exposição da Bauhaus, no verão de 1923, em Weimar. A casa foi projetada por Georg Muche (design) e pelo departamento de arquitetura da Bauhaus. Adolf Meyer e Walter March foram responsáveis pela gestão da construção.

Como o corpo humano, coletivo e individual, lidará com os aumentos estimados nas temperaturas globais do ar e com o correspondente estresse térmico da Terra? Atmosphere Anatomies: On Design, Weather, and Sensation oferece um exame aprofundado de estratégias de projeto que situam o corpo e seu meio bioclimático no centro de sua formação espacial.

A forma como lidamos com a terra tem implicações profundas para a arquitetura e o desenvolvimento urbano. A última década testemunhou um aumento drástico na privatização de terrenos urbanos e na especulação imobiliária. Muitas cidades europeias que hoje se encontram sob extrema pressão de desenvolvimento praticamente não têm mais terrenos disponíveis para construir. Diante da escassez aguda de habitação, a questão de quem é o proprietário da terra torna-se, portanto, mais relevante do que nunca: até que ponto somos capazes de tratar a terra como um bem comum e protegê-la dos excessos do capitalismo?

Se a experiência afro-americana emerge da estrutura da escravidão, como a arquitetura se relaciona com essa experiência? Pessoas afro-americanas reivindicaram espaços em locais inesperados – muitas vezes em oposição à arquitetura como uma disciplina eurocêntrica que serviu para regulá-las e excluí-las. In Search of African American Space examina tanto o registro histórico quanto a memória pessoal e coletiva para revelar esses exemplos. O espaço afro-americano pode ser criativo e aspiracional, assumindo a forma de discurso e performance que reflete sua natureza efêmera.

O Pavilhão Nórdico de Sverre Fehn em Veneza é uma obra-prima da arquitetura do pós-guerra. O arquiteto norueguês venceu o concurso para o seu projeto em 1958, e o edifício foi inaugurado em 1962. Ao longo de seis décadas, a estimada estrutura esteve envolta em fenomenologia, poesia e na memória pessoal de um grupo seleto. Ao examinar os arquivos, uma história bem diferente emerge.

Esta impressionante publicação em dois volumes apresenta aos leitores uma das maiores coleções particulares de desenhos arquitetônicos do mundo. Exibindo desenhos, modelos e artefatos relacionados, datados de 1691 até meados do século XX, este volume luxuoso inclui um catálogo e textos inovadores de autoridades renomadas, oferecendo um olhar fascinante sobre esses notáveis subprodutos da formação e da prática arquitetônica.
Living with Architecture as Art apresenta, tanto a amadores quanto a especialistas, a Coleção Peter May, uma das maiores coleções particulares de desenhos arquitetônicos do mundo. Reunida ao longo de 30 anos pelo investidor e filantropo Peter May, a coleção é composta por mais de 700 folhas, todas cuidadosamente preservadas.
Composta principalmente por desenhos de concursos ou de certificação de estudantes de projeto dos séculos XIX e início do XX, a coleção também inclui desenhos de apresentação para comissões públicas, estudos de reconstrução ou projetos de interiores. O catálogo, organizado por categoria, demonstra a inclinação de May por tipologias específicas, como instituições comerciais ou culturais, estações ferroviárias e spas, marcos e monumentos, residências particulares e reais, e arquitetura em ferro fundido. Também está incluída uma categoria dedicada a projetos paisagísticos e arquitetura de jardins.
O extenso catálogo e os textos de autoridades renomadas apresentam a raison-d’être da produção e preservação dessas obras de arte, por vezes negligenciadas. Maureen Cassidy-Geiger discute a formação da coleção e, junto a Basile Baudez, apresenta o sistema francês de ensino de arquitetura, do qual provêm alguns dos desenhos mais refinados. Charles Hind oferece um histórico da formação em projeto na Grã-Bretanha e escreve sobre os padrões de colecionismo e o mercado de desenhos arquitetônicos, enquanto Matthew Wells discute a história dos modelos arquitetônicos. Em sua introdução, May informa o leitor sobre sua trajetória como colecionador e construtor.
Maureen Cassidy-Geiger é curadora e pesquisadora com especialização em artes decorativas europeias, padrões de colecionismo e exposição, e na história da arquitetura, cultura cortesã, jardinagem e viagens. Seu livro mais recente sobre arquitetura foi The Philip Johnson Glass House: An architect in the Garden (Rizzoli, 2016). Charles Hind, FSA, é curador-chefe de desenhos do RIBA em Londres. Especialista em Palladio, trabalhou na Sotheby’s entre 1986 e 1993 como especialista em desenhos arquitetônicos e aquarelas britânicas. Basile Baudez é professor assistente no Departamento de Arte e Arqueologia da Universidade de Princeton, tendo atuado anteriormente na Universidade Paris-Sorbonne, na Universidade da Pensilvânia e no Pratt Institute. Matthew Wells é professor no Departamento de Arquitetura da ETH (Eidgenössische Technische Hochschule) em Zurique. Sua tese, "Architectural models and the professional practice of the architect, 1834-1916", foi premiada com o Prêmio Theodor-Fischer do Zentralinstitut für Kunstgeschichte em Munique.

Carl Pruscha é um arquiteto singular. Suas obras encontram-se em Nova York, Katmandu e Viena. Distantes entre si, essas três áreas geográficas influenciaram profundamente sua visão e trajetória. Nos Estados Unidos, Pruscha planejou projetos visionários e utópicos. Ele começou a lidar com o mundo real no Nepal, para onde a ONU o enviou como consultor em 1964. Nessa cultura estrangeira, o arquiteto cresceu com o desafio. Além de complexas propostas de desenvolvimento para o Vale de Katmandu, ele criou edifícios notáveis que mesclam tradição e modernismo em estreita harmonia com o ambiente natural e a paisagem.

A segunda edição está concluída e, desta vez, apresenta escritórios de arquitetura na Europa. Assim como no primeiro livro, são instantâneos de um observador ávido por conhecimento, um voyeur do bom design. O resultado é uma visão quase íntima dos ambientes de trabalho das pessoas que não apenas projetam nossos espaços de convivência hoje, mas que também exercem uma influência decisiva em nosso mundo de amanhã com suas ideias e visões.

A Índia possui uma história arquitetônica extraordinariamente rica e uma grande variedade de práticas profissionais contemporâneas no campo. Compreendê-las enriquece o estudo da arquitetura em qualquer lugar. O livro “20th CENTURY INDIAN ARCHITECTURE: Genesis and Metamorphosis of Modernism” concentra-se em descrever a variedade de ideias que moldaram a arquitetura da Índia no século XX.

"Tlatelolco Ciudad Museo" é um projeto de fotografia, museografia experimental e memória compartilhada que revela a diversidade cultural, social, arquitetônica e histórica do Conjunto Urbano Nonoalco-Tlatelolco por meio das obras de arte que existem e existiram no local.

Entre 1950 e 1970, o Estado chileno realizou um processo de modernização nacional de suas instituições, definindo como papel do Estado a responsabilidade por uma evidente melhoria do habitat de sua população. Foi assim que, em 1953, criou-se a Corporación de la Vivienda (CORVI 1953-1976), por meio da qual o Estado impulsionou a implementação do Plano Habitacional do Chile (1959), expressando, dessa forma, de maneira concreta, o posicionamento da construção da habitação e da cidade como fonte modeladora da mudança social.

Os Calendários 2021 da Coleção Archipacker vieram para fomentar o desejo de viajar por aí em um ano ideal sem pandemia, e, de quebra, agregar conhecimento através de novas e velhas arquiteturas espalhadas por todo o globo.
Eles são práticos e minimalistas e podem ser usados para decorar a casa e o escritório, para presentear a si mesmo, colegas, clientes, amigos arquitetos ou não, mochileiros ou não, ou simplesmente para aqueles que prezam o bom gosto e design. São 13 projetos em 13 diferentes países: cada mês uma nova inspiração, uma nova história imortalizada pelas fotografias do arquiteto Frederico M. Montanha (@fredemontanha).

Da Nova Inglaterra ao Sul Profundo, os/as fotógrafos/as Susan Daley e Steve Gross registraram mais de 100 edifícios esquecidos ao longo das antigas rotas automobilísticas dos Estados Unidos. Isolados em retratos coloridos e em preto e branco, os cafés de beira de estrada, lojas de ração, sedes comunitárias, bares de música e armazéns gerais servem como um lembrete comovente da engenhosidade das práticas construtivas locais e da cultura da classe trabalhadora durante os anos entre a Guerra Civil e a Grande Depressão. Com sua beleza humilde e caráter distinto, essas estruturas, outrora úteis, conferem à paisagem americana um forte senso de lugar. Esta coleção de edifícios preserva uma amostra do patrimônio arquitetônico do país e incentiva os/as viajantes a desacelerar e observar os detalhes.

Métodos construtivos tradicionais – como os utilizados em pueblos, casas de madeira ou a minka japonesa – existem em uma diversidade fascinante e definem a identidade de uma região. No entanto, como resultado da globalização, eles têm sido marginalizados em muitos lugares. Especialmente nos países em desenvolvimento mais acelerado, uma riqueza de experiência que remonta a centenas de anos está sendo irremediavelmente perdida, embora insights valiosos possam ser obtidos para a construção moderna.
Por meio de exemplos de edificações residenciais selecionadas de todos os continentes, 36 especialistas internacionais demonstram por que ainda podemos aprender com a arquitetura vernacular; eles analisam o contexto cultural e a adaptação às condições topográficas e climáticas, concentrando-se nos materiais locais utilizados, bem como na construção, no processo construtivo e na manutenção necessária.

Este é um livro sobre um movimento arquitetônico moderno que surgiu em uma cidade pequena e conservadora no fim do mundo.

"Arquitectura Popular não é um livro sobre a Arquitetura Popular, o que seria um grande tema. Em vez disso, este livro resume minha busca para que a Arquitetura seja popular. Ou seja, busco fazer com que meus projetos estejam ao alcance de todos. Porque são simples, econômicos e reproduzíveis em série. Porque acredito que o design arquitetônico possui virtudes capazes de tornar a vida das pessoas mais agradável, e não deveriam existir barreiras para isso". Alejandro Soffia inicia, com estas palavras, um livro que enfatiza a importância do acesso à arquitetura e como ela afeta diretamente a qualidade de vida.

Este livro da ARQDocs aborda Mario Carpo, historiador da arquitetura e das tecnologias. Ele é doutor em arquitetura pela Universidade de Florença e PhD pelo European University Institute. Foi docente na Université de Genève, na School of Architecture of Saint-Étienne, na School of Architecture of Paris-La Villette e no Georgia Institute of Technology; atuou como Vincent Scully Visiting Professor of Architectural History na escola de arquitetura da Universidade de Yale (2010-2014), Reyner Banham Professor of Architectural History and Theory na The Bartlett, UCL (2014-), e diretor do Centro de Estudos do Canadian Centre for Architecture [CCA], em Montreal (2002-2005).

Em janeiro de 2021, a Phaidon publicou Radical Architecture of the Future, que apresenta a arquitetura mais inspiradora, inovadora e avançada do mundo, além de novas maneiras de ver, entender e construir nosso ambiente e os espaços que nos cercam.