
O tédio é uma característica onipresente da vida moderna. Suportado por todas as pessoas, é tanto causa quanto efeito da modernidade, e de situações, espaços e ambientes. Sendo assim, este livro argumenta que o tédio compartilha uma relação íntima com a arquitetura — uma relação raramente explorada na história e na teoria da arquitetura.
'Boredom, Architecture, and Spatial Experience' investiga essa relação, mostrando como a compreensão do tédio nos proporciona uma nova maneira de observar e entender a experiência moderna. A obra reconstrói uma série de episódios na história da arquitetura, do século XIX até o presente, para analisar como o tédio se tornou um componente normalizado do cotidiano, como se infiltrou na produção e na recepção da arquitetura e como serve para diagnosticar momentos de crise nas transformações contínuas do ambiente construído.
