Vladimir Belogolovsky

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

“Estamos apenas começando a explorar as possibilidades de moldar o espaço”: entrevista com David Hotson

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David Hotson fundou seu escritório em Nova York em 1991. Seus projetos são conhecidos por sua notável complexidade espacial e visual. Sua Igreja de São Sarkis em Carrollton, Texas, é especialmente distinta pelas qualidades luminosas e esculturais de seu espaço interior e também pelos grafismos de sua fachada. No início de 2023, esse trabalho ganhou o prêmio de Edifício do Ano nos Estados Unidos pelo World-Architects.com.

“De repente, você adentra a paisagem através da casa”: entrevista com Ben Van Berkel

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Em 1993, um jovem casal com dois filhos pequenos e um amplo terreno nos arredores de Naarden, cidade a menos de meia hora de carro a sudeste de Amsterdã, contratou Ben van Berkel para projetar uma casa incomum. Eles buscavam algo progressista e inovador em todos os aspectos. Mais do que isso, queriam um tipo de construção "que fosse reconhecida como referência na renovação da linguagem arquitetônica". Antes de optarem pelo arquiteto, conversaram com diversos profissionais, incluindo Rem Koolhaas. Optaram por van Berkel, que, cinco anos antes, havia fundado seu escritório em conjunto com sua então esposa, Caroline Bos. "Visitei o local e o estudei cuidadosamente, já tinha ideias sobre o que chamei de quatro quadrantes da paisagem. Sabia que tipo de casa seria. Podia ver claramente onde ficariam os diferentes cômodos, como seriam formados e como se relacionariam entre si", comenta o arquiteto.

O casal não resistiu. Porém, não houve pressa no projeto, que levou cinco anos para ser concluído, sendo que a maior parte do tempo foi investida em seu projeto, passando por muitas iterações e refinamentos, todos inspirados no conceito da fita de Möbius.

“Nossos projetos são como histórias de detetive”: uma conversa com Eva Prats e Ricardo Flores

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Eva Prats e Ricardo Flores iniciaram sua prática arquitetônica em Barcelona, criando o escritório Flores & Prats Arquitectes em 1998, após terem trabalhado no escritório de Enric Miralles, entre 1993 e 1994. Após um período de nove anos trabalhando com Miralles, Eva ganhou um concurso internacional chamado EUROPAN III com um amigo. Esse prêmio resultou em uma comissão real que seria efetivamente construída e marcou o início de sua carreira independente. Pouco depois, eles venceram outra competição. Ricardo se uniu a Eva. Nesse momento, eles já eram um casal há três anos e decidiram iniciar uma colaboração profissional conjunta. Hoje, trabalham em um amplo apartamento onde antes o estúdio original de Eva alugava um quarto, quando compartilhavam o espaço com outros jovens arquitetos e designers. Embora o escritório agora ocupe todo o espaço disponível, empregando de dez a doze pessoas, eles mantêm traços e memórias dos antigos locatários vivos. Curiosamente, Eva e Ricardo também aplicam a mesma estratégia em seus projetos arquitetônicos.

“Quero ir além do que está diante dos meus olhos": entrevista com o fotógrafo Roland Halbe

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Roland Halbe entrou na fotografia por completo acidente, descobrindo-a aos 15 anos em uma aula de ótica. Seu professor de física apresentou os efeitos da câmara escura, o que imediatamente despertou sua fascinação. Ele começou então a pegar emprestada a antiga câmera de seu pai para fotografar. Ainda no ensino médio, Halbe trabalhava meio período em uma loja de câmeras, onde se envolveu de vez com a fotografia. Essas foram as circunstâncias que acenderam sua paixão profissional, primeiro em preto e branco, depois em cores com foco na arquitetura e no ambiente construído.

“Segui o conselho do meu pai e não projetei uma casa para minha família”: entrevista com Paul Tange

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Nesta entrevista com Paul Tange, presidente e diretor da Tange Associates em Tóquio, discutimos a relação com seu famoso pai Kenzo Tange (1913-2005; o arquiteto mais influente no Japão pós-guerra e vencedor do Prêmio Pritzker 1987), o destino da casa Tange Sênior construída para sua primeira família e a decisão de ingressar no escritório de seu pai logo após se formar em Harvard. Paul fala também de seu primeiro trabalho construído independentemente: a Mode Gakuen Cocoon Tower, em Tóquio, um campus vertical de 50 pavimentos capaz de acomodar dez mil estudantes.

“Nossos projetos levam a descobertas”: uma conversa com Oleg Drozdov

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No início deste ano, a invasão russa à vizinha Ucrânia forçou milhões de pessoas a fugir de suas cidades e do país em busca de segurança. Conversei com um dos principais arquitetos da Ucrânia, Oleg Drozdov, que foi forçado a mudar seu escritório e a escola de arquitetura que ajudou a fundar em Kharkiv, para Lviv, mil quilômetros a oeste, próximo à fronteira polonesa. Sua equipe de arquitetos e professores retomaram seu trabalho apenas algumas semanas após o início da guerra.

EDGE Suedkreuz Berlin leva a construção híbrida de madeira a uma nova escala e visão.

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Localizado na área entre a avenida Sachsendamm e a estação de trem S-Bahn Berlin Südkreuz, em Schöneberg, o novo complexo de uso misto EDGE Suedkreuz Berlin foi concluído no mês passado pelo/a arquiteto/a radicado/a em Berlim Sergei Tchoban e seu escritório Tchoban Voss Architekten, que conta com filiais em Hamburgo e Dresden. O complexo é composto por duas estruturas independentes: o edifício Carré, de maior porte, e o edifício Solitaire, menor. Juntos, eles ocupam uma quadra inteira. Trata-se atualmente do maior complexo de edifícios em estrutura híbrida de madeira da Alemanha e um dos maiores da Europa.

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"Sem uma história, não há razão para construir": entrevista com Daniel Libeskind

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Daniel Libeskind (n. 1946, Lodz, Polônia) estudou arquitetura na Cooper Union em Nova York, graduou-se em 1970 e recebeu seu diploma de pós-graduação na Universidade de Essex, na Inglaterra, em 1972. Enquanto seguia a carreira de professor, ganhou o concurso internacional de 1989 para projetar o Museu Judaico em Berlim, antes mesmo de construir um único edifício. Ele então, mudou-se com sua família para lá estabelecendo um escritório com sua esposa Nina e dedicou a próxima década à conclusão do museu que abriu em 2001. O projeto levou a uma série de outras comissões de museus que exploraram noções como memória e história na arquitetura.

"É como seu eu habitasse os edifícios que estou projetando": entrevista com Toyo Ito

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Analisando a obra construída do arquiteto japonês Toyo Ito (n. 1941)— particularmente alguns de seus projetos mais impressionantes como a Mediateca de Sendai (1995-2001), a Serpentine Gallery de Londres (construída em 2002 em colaboração com Cecil Balmond), o Edifício TOD Omotesando (Tóquio, 2004), a Biblioteca da Universidade de Arte de Tama (Tóquio, 2007) e a Taichung Metropolitan Opera House (2009-16)—é possível observar um altíssimo grau de inovação em suas estruturas e nas organizações espaciais não hierárquicas de seus edifícios. Embora todas esses projetos pareçam ser bastante diferentes entre si, há algo que os une—que é o compromisso do arquiteto em romper com os limites entre o interior e o exterior, dissipando barreiras físicas e integrando seus programas através de um espaço contínuo e fluido. Neste sentido, é possível perceber que o arquiteto, vencedor do Prêmio Pritzker de 2013, busca não apenas construir edifícios, mas explorar e desenvolver continuamente um sistema de espaços integrados em sua arquitetura. Dito isso, é de se imaginar que enquanto ele permaneça sentado em sua prancheta, estaremos sempre a descobrir novos desdobramentos de uma obra em constante processo de evolução.

“A boa arquitetura é aquela que tem algo a dizer sobre seu contexto”: entrevista com Mario Botta

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Mario Botta, arquiteto suíço formado pelo Instituto Universitario di Architettura di Venezia (IUA) em 1969, é mundialmente conhecido por suas estruturas geométricas e imponentes, edifícios massivos inspirados na arquitetura vernacular italiana. Suas vilas, capelas, vinícolas, escolas, bibliotecas, museus, edifícios de escritórios, bancos e condomínios residenciais encontram-se espalhados pelos quatro cantos do mundo, desde pequenos vilarejos na região do Ticino, no sul da Suíça, até os confins da China, Índia, Coréia do Sul, Japão e Estados Unidos.

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Steven Holl: “Estou interessado na arquitetura que fala com a alma"

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A cidade de Nova Iorque tem agora três edifícios de Steven Holl: o Higgins Hall Insertion no Pratt Institute no Brooklyn (2005), o Campbell Sports Center da Columbia University em Upper Manhattan (2013) e a Hunters Point Community Library em Long Island City, Queens, inaugurado em setembro do ano passado. O evento coincidiu com a publicação do novo livro de Holl, Compression, que leva uma imagem abstrata da Biblioteca em sua capa. Este é o quinto volume da produção teórica do arquiteto, um trabalho há 30 anos em andamento, publicado pela Princeton Architectural Press. O novo edifício, do tamanho do letreiro vermelho de néon da Pepsi instalado nas proximidades, é um robusto paralelogramo de concreto, marcado por aberturas de vidro que percorrem a fachada cortando vários pavimentos. Construído em frente a um passeio público a poucos metros do East River, de frente para o complexo das Nações Unidas, o edifício se encontra em um privilegiado lugar de destaque. O novo prédio é um ponto de referência, visível da orla leste de Manhattan e das balsas e, embora tenha levado nove anos para ser concluído, sua simples existência é um sinal positivo do compromisso de Nova Iorque com projetos públicos.

“Arquitetura é a arte de colocar as coisas no seu devido lugar”: uma conversa com Alberto Campo Baeza

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Alberto Campo Baeza nasceu em 1946 na cidade de Valladolid, no centro norte da Espanha mas passou boa parte de sua infância e juventude na extremidade oposta do país, na cidade portuária de Cádiz, no sul da Andaluzia. Graduado arquiteto pela Universidade Politécnica de Madri em 1971, Campo Baeza obteve seu título de doutor em arquitetura pela mesma instituição pouco mais de dez anos depois. Desde então, assumiu o papel de professor catedrático na Escola Superior de Arquitetura de Madri (ETSAM), onde leciona há mais de 40 anos. Ele encara a arquitetura como uma ferramenta para a concretização de idéias e conceitos abstratos. A transfiguração da subjetividade do mundo em estruturas corpóreas simples e cristalinas, apoiando-se em elementos arquitetônicos singelos como volumes retangulares estoicamente enraizados em seus contextos específicos, paredes sólidas e profundas e estruturas honestas. Na arquitetura de Campo Baeza não há lugar para formas complexas ou quaisquer exageros. Formas autênticas e despretensiosas acentuam as relações primárias entre a volumetria pura de seus edifícios e a exuberância da paisagem que os cerca. A arquitetura de Campo Baeza fala sobre transparência e precisão, planos, linhas e ângulos. Embora sua obra construída seja bastante concisa – em sua maioria projetos em pequena escala –, ela representa um dos legados mais completos, consistentes e inspiradores que a arquitetura contemporânea já produziu.

Ricardo Bofill: “Por que as cidades históricas são mais bonitas que as modernas?"

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Para os não iniciados, Ricardo Bofill pode parecer algo como um camaleão. Comparando o pós-modernismo de seus projetos em Paris dos anos 80, suas recentes torres de aço e vidro e o estoicismo estéril de sua própria casa e estúdio, que ele reformou na década de 1980, seria perdoado pensar que não há consistência presente em todo o seu trabalho. No entanto, como Bofill revela nesta entrevista de Vladimir Belogolovsky, da série "City of Ideas" (2016), seus projetos são realmente enraizados em conceitos de regionalismo e processo que, embora recentemente sejam populares na comunidade arquitetônica em geral, têm apoiado sua mente arquitetônica desde os seus vinte anos.

Emilio Ambasz: "Odeio teorias, gosto de fábulas."

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Emilio Ambasz: "Odeio teorias, gosto de fábulas." - Imagem 44 de 4
Casa de Retiro Espiritual. Imagem cortesia de Emilio Ambasz

Embora muitos pioneiros da arquitetura verde corram o risco de ser rotulados como monótonos e "tecnocráticos" (technocratic), tais críticas nunca atingiram Emilio Ambasz. Desde a década de 1970, sua premissa de "o verde sobre o cinza" ("green over gray") tem impulsionado os debates sobre sustentabilidade na arquitetura. Ao mesmo tempo, ele desenvolveu uma abordagem crítica para investigar o significado e a gênese formal do espaço construído, permitindo-lhe ombrear-se com mentes brilhantes e de inclinação mais poética e romântica em um cenário profissional altamente competitivo.

Antes da abertura de "Emilio Ambasz: Architecture Toward Nature", exposição com curadoria de Vladimir Belogolovsky que estará em cartaz na Autoridade de Redesenvolvimento Urbano de Singapura de 6 a 28 de fevereiro de 2017, o autor compartilha aqui sua entrevista com Ambasz para a coluna City of Ideas.

Vladimir Belogolovsky (VB): Sei que você descobriu muito cedo que queria ser arquiteto. Aos 11 anos, você já organizava uma exposição sobre arquitetura americana em Buenos Aires. O que despertou seu interesse inicial pela arquitetura?

Emilio Ambasz: "Odeio teorias, gosto de fábulas." - Imagem 41 de 4Emilio Ambasz: "Odeio teorias, gosto de fábulas." - Imagem 42 de 4Emilio Ambasz: "Odeio teorias, gosto de fábulas." - Imagem 40 de 4Emilio Ambasz: "Odeio teorias, gosto de fábulas." - Imagem 37 de 4Emilio Ambasz: Odeio teorias, gosto de fábulas. - Mais Imagens+ 67

"É preciso muito mais que apenas imaginação para se fazer arquitetura": entrevista com Junya Ishigami

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Em minha recente visita ao Japão tive a oportunidade de encontrar-me com uma das principais figuras do momento no cenário arquitetônico japonês. Junya Ishigami recebeu-me em seu estúdio pra lá de experimental (além de muito internacional) em Tóquio, uma das experiências mais memoráveis ​​pelas quais passei ao longo dos últimos anos. Seu entusiasmo incontido é arrebatador, principalmente quando ele fala à respeito de sua própria arquitetura ou aquilo que pensa em relação à nossa querida profissão. Junya acredita que a arquitetura contemporânea “ainda não é suficientemente livre”. E é exatamente aí que ele começa a se posicionar. Junya tem buscado libertá-la, desvencilhar-se desta inércia determinante que define e limita a arquitetura nos dias de hoje. Ele procura desenvolver uma arquitetura que seja leve e liberta, projetos inspirados em metáforas improváveis ​​como as nuvens ou a tranqüilidade da superfície da água. “Precisamos introduzir mais diversidade na arquitetura contemporânea, é preciso dar novas respostas aos sonhos das pessoas ... Eu quero levar a arquitetura para o futuro, criar novas condições que nunca foram pensadas antes”, diz Ishigami. O arquiteto japonês inaugurou recentemente duas exposições em forma de manifesto na cidade de Paris, questionando a natureza e o propósito da arquitetura nos dias de hoje. Junya é um visionário que parece um pouco fora de moda naquela que talvez seja a mais incerta das profissões.

“A arquitetura deveria ser sobre o que ela pode fazer, não sobre como ela pode parecer”: Em conversa com Michel Rojkind

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Nascido em 1969 na Cidade do México, Michel Rojkind formou-se nos anos 1990 pela Universidad Iberoamericana, época em que também atuava como baterista na popular banda de rock de Aleks Syntek, la Gente Normal. Fundou seu escritório, Rojkind Arquitectos, em 2002. Entre suas obras construídas mais representativas estão o Foro Boca para a Orquestra Filarmônica de Boca del Río em Veracruz, a recém-ampliada Cineteca Nacional na Cidade do México, duas ampliações de fábricas para a Nestlé em Querétaro e o Museu do Chocolate Nestlé em Toluca, todos no México. Conversamos sobre como sua arquitetura se conecta com as pessoas, por que arquitetos/as devem assumir papéis que vão além da arquitetura e a importância da generosidade e de não se preocupar em projetar tudo 100%.

O trecho a seguir da minha entrevista com Rojkind conclui uma série de conversas que realizei na Cidade do México durante a preparação da minha exposição "Something Other than a Narrative", da série Architects’ Voices and Visions na Facultad de Arquitectura Universidad Nacional Autónoma de México, UNAM.

“A arquitetura deveria ser sobre o que ela pode fazer, não sobre como ela pode parecer”: Em conversa com Michel Rojkind - Arch Daily Entrevistas“A arquitetura deveria ser sobre o que ela pode fazer, não sobre como ela pode parecer”: Em conversa com Michel Rojkind - Arch Daily Entrevistas“A arquitetura deveria ser sobre o que ela pode fazer, não sobre como ela pode parecer”: Em conversa com Michel Rojkind - Arch Daily Entrevistas“A arquitetura deveria ser sobre o que ela pode fazer, não sobre como ela pode parecer”: Em conversa com Michel Rojkind - Arch Daily Entrevistas“A arquitetura deveria ser sobre o que ela pode fazer, não sobre como ela pode parecer”: Em conversa com Michel Rojkind - Mais Imagens+ 22

"Identifico formas com energia": Li Xiaodong, do Li Xiaodong Atelier

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Uma das primeiras impressões que tive do arquiteto radicado em Pequim e professor da Universidade de Tsinghua, Li Xiaodong (n. 1963), foi sua autoconfiança tranquilizadora. Após nossa entrevista, o professor Li me fez uma pergunta própria: eu gostaria de lecionar em sua faculdade? “Nunca dei aula na minha vida”, respondi. Ele rapidamente rebateu: “Eu sei. Você consegue ensinar. Sim ou não?” Se aprendi alguma coisa sobre a vida, é que, quando as oportunidades surgem, devemos agarrá-las primeiro e pensar depois. “Se ele está tão confiante em mim, por que eu não deveria confiar nele?”, raciocinei.

"Identifico formas com energia": Li Xiaodong, do Li Xiaodong Atelier - Arch Daily Entrevistas"Identifico formas com energia": Li Xiaodong, do Li Xiaodong Atelier - Arch Daily Entrevistas"Identifico formas com energia": Li Xiaodong, do Li Xiaodong Atelier - Arch Daily Entrevistas"Identifico formas com energia": Li Xiaodong, do Li Xiaodong Atelier - Arch Daily EntrevistasIdentifico formas com energia: Li Xiaodong, do Li Xiaodong Atelier - Mais Imagens+ 19

Sergei Tchoban: "Não podemos evitar olhar para a arquitetura. Arquitetura deve ser bela"

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Após ser educado no Instituto Repin de Pintura, Escultura e Arquitetura em São Petersburgo, Sergei Tchoban se mudou para a Alemanha aos 30 anos de idade. Ele agora executa práticas paralelas em Berlim e Moscou, após tornar-se sócio-gerente da NPS Tchoban em 2003 e co-fundador da SPEECH com Sergey Kuznetsov em 2006. Em 2009, a Fundação Tchoban foi formada em Berlim para celebrar a arte perdida de desenhar através de exposições e publicações. O Museu de Desenho Arquitetônico da Fundação foi construído em Berlim em 2013 para o projeto da Tchoban. Nesta última entrevista para sua série “Cidade das Ideias”, Vladimir Belogolovsky conversou com Tchoban durante seu recente encontro em Paris sobre identidades arquitetônicas, inspirações, a paixão fanática do arquiteto pelo desenho e intangíveis como a beleza.

Sergei Tchoban: "Não podemos evitar olhar para a arquitetura. Arquitetura deve ser bela" - Image 1 of 4Sergei Tchoban: "Não podemos evitar olhar para a arquitetura. Arquitetura deve ser bela" - Image 2 of 4Sergei Tchoban: "Não podemos evitar olhar para a arquitetura. Arquitetura deve ser bela" - Image 3 of 4Sergei Tchoban: "Não podemos evitar olhar para a arquitetura. Arquitetura deve ser bela" - Image 4 of 4Sergei Tchoban: Não podemos evitar olhar para a arquitetura. Arquitetura deve ser bela - Mais Imagens+ 40