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Emilio Ambasz: "Odeio teorias, gosto de fábulas."

Emilio Ambasz: "Odeio teorias, gosto de fábulas." - Imagem 45 de 72
Casa de Retiro Espiritual. Imagem cortesia de Emilio Ambasz

Embora muitos pioneiros da arquitetura verde corram o risco de ser rotulados como monótonos e "tecnocráticos" (technocratic), tais críticas nunca atingiram Emilio Ambasz. Desde a década de 1970, sua premissa de "o verde sobre o cinza" ("green over gray") tem impulsionado os debates sobre sustentabilidade na arquitetura. Ao mesmo tempo, ele desenvolveu uma abordagem crítica para investigar o significado e a gênese formal do espaço construído, permitindo-lhe ombrear-se com mentes brilhantes e de inclinação mais poética e romântica em um cenário profissional altamente competitivo.

Antes da abertura de "Emilio Ambasz: Architecture Toward Nature", exposição com curadoria de Vladimir Belogolovsky que estará em cartaz na Autoridade de Redesenvolvimento Urbano de Singapura de 6 a 28 de fevereiro de 2017, o autor compartilha aqui sua entrevista com Ambasz para a coluna City of Ideas.

Vladimir Belogolovsky (VB): Sei que você descobriu muito cedo que queria ser arquiteto. Aos 11 anos, você já organizava uma exposição sobre arquitetura americana em Buenos Aires. O que despertou seu interesse inicial pela arquitetura?

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Sobre este autor
Cita: Belogolovsky, Vladimir. "Emilio Ambasz: "Odeio teorias, gosto de fábulas."" [Emilio Ambasz:“我讨厌理论,喜欢寓言。”] 25 Jun 2019. ArchDaily em Português. (Trad. Milly Mo) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/1070341/emilio-ambasz-odeio-teorias-gosto-de-fabula> ISSN 0719-8906

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