
Embora muitos pioneiros da arquitetura verde corram o risco de ser rotulados como monótonos e "tecnocráticos" (technocratic), tais críticas nunca atingiram Emilio Ambasz. Desde a década de 1970, sua premissa de "o verde sobre o cinza" ("green over gray") tem impulsionado os debates sobre sustentabilidade na arquitetura. Ao mesmo tempo, ele desenvolveu uma abordagem crítica para investigar o significado e a gênese formal do espaço construído, permitindo-lhe ombrear-se com mentes brilhantes e de inclinação mais poética e romântica em um cenário profissional altamente competitivo.
Antes da abertura de "Emilio Ambasz: Architecture Toward Nature", exposição com curadoria de Vladimir Belogolovsky que estará em cartaz na Autoridade de Redesenvolvimento Urbano de Singapura de 6 a 28 de fevereiro de 2017, o autor compartilha aqui sua entrevista com Ambasz para a coluna City of Ideas.
Vladimir Belogolovsky (VB): Sei que você descobriu muito cedo que queria ser arquiteto. Aos 11 anos, você já organizava uma exposição sobre arquitetura americana em Buenos Aires. O que despertou seu interesse inicial pela arquitetura?








































































