Bacharel e Mestre em Arquitetura pela Escola Knowlton do Estado de Ohio. Mestrado em Desenvolvimento Imobiliário pela Universidade de Columbia. Contribuinte Sênior da ArchDaily. Interessado no desenvolvimento estratégico de cidades em uma escala intangível. Reside em Nova York.
Por que construímos? Como construímos? Para quem, em última análise, construímos? Essas perguntas dominam o universo tanto da prática quanto da pedagogia desde os primórdios da arquitetura. Em um nível básico, tais questionamentos podem ser respondidos de maneira quase reflexiva, com fórmulas prontas. Contudo, será que não é hora de olhar além do simples porquê, como e quem?
Em um mundo onde os processos físicos da arquitetura se tornam cada vez menos importantes e os processos digitais se proliferam por todas as fases de conceituação e documentação arquitetônica, talvez devêssemos buscar compreender os modos como os/as arquitetos/as trabalham, examinando como reivindicar os processos — e não apenas os produtos — de nossos esforços.
Embora os cemitérios tenham servido por muito tempo como um lugar no qual podemos honrar e recordar nossos entes queridos, eles historicamente também atuaram como epicentros da arte, arquitetura e paisagismo. No final do século XIX, os cemitérios evoluíram a partir de espaços urbanos superlotados e insalubres, para centros sociais e semelhantes a parques. Nas cidades carentes de parques públicos, os cemitérios tornaram-se destinos populares para piqueniques, lazer e outras reuniões familiares.
Faz pouco mais de uma semana que o terremoto de magnitude 7,0 destruiu 50 mil casas em Lombok do Norte, uma cidade logo a leste da ilha de Bali, Indonésia. Embora grande parte da cidade tenha sido destruída, a comunidade já se mobilizou para dar início ao longo e árduo processo de reconstrução. Com a proximidade da estação chuvosa em menos de dois meses, a organização DOME Lombok trabalha para iniciar a construção de domos de superadobe e ensinar suas técnicas construtivas para ajudar na reconstrução da região.
Cortesia do Prof. Shiauyun Lu, Jhengru Li, Tzuman Tseng, Hsianghsiang Wang
A nação insular de Taiwan apresenta tanto uma alta densidade populacional quanto uma ampla variedade de ecossistemas. No entanto, um grande problema enfrentado atualmente pelo país envolve a produção e o consumo de energia, além do impacto negativo gerado no meio ambiente. Com o fechamento programado da maior usina de energia do país até 2023, uma equipe de Taiwan desenvolveu uma proposta arquitetônica para a construção de uma usina capaz de gerar eletricidade suficiente para abastecer a região metropolitana e, ao mesmo tempo, reduzir seu impacto negativo na qualidade do ar e nas áreas úmidas do entorno.
World Architecture Festival anunciou o vencedor do seu primeiro Prêmio de Pesquisa sobre a Água. O primeiro lugar foi concedido a uma equipe de estudantes da Pontifícia Universidade Católica do Peru (PUCP) que projetou um sistema de gerenciamento de água que "captura, armazena e trata a água da chuva e a insere em redes de água pré-existentes".
James Stirling (1926-1992) foi um arquiteto britânico considerado por muitos o principal de sua geração e um inovador na arquitetura do pós-guerra. Alguns de seus projetos mais famosos incluem o Sackler Museum, o No 1 Poultry e a Neue Staatsgalerie. Sob a influência de seu professor Colin Rowe, Stirling tinha uma compreensão profunda da história da arquitetura, mas nunca adotou uma doutrina única. Sua carreira começou com projetos mais alinhados ao que mais tarde seria rotulado como estilo high-tech, evoluindo depois para edifícios compostos por arranjos dinâmicos e frequentemente coloridos. Os recursos estéticos de Stirling acabaram dando o impulso final que libertou a arquitetura das amarras do modernismo europeu do pós-guerra, ao transformar o cânone modernista de “a forma segue a função” em uma hipérbole, celebrando a expressão do programa de necessidades do edifício com seus detalhes extravagantes. A obra de Stirling ainda é amplamente influente, e o movimento cíclico da história mostra que as implicações subjacentes de seu legado permanecem presentes, de alguma forma, em toda a prática arquitetônica contemporânea.
Você está procurando um novo lugar para morar? Talvez seja a hora de ampliar a sua busca e dar uma olhadinha também nas garagens dos edifícios que está visitando. É muito provável que estas antigas estruturas para veículos se transformem na próxima menina dos olhos dos construtores e empreendedores. Somente nos Estados Unidos, considera-se que existam mais de meio bilhão de vagas de estacionamento em um país onde a população é de apenas 326 milhões de habitantes, isso é equivalente a uma área de 6.500 quilômetros quadrados de superfície. Ainda que a tendência mais razoável seja investir em um futuro "livre de carros", estas estruturas continuam pipocando ao redor do mundo. Considerando que as nossas estruturas urbanas estão sendo desenvolvidas para abrigar um número cada vez maior de veículos automotores, como poderíamos reverter estas estruturas no momento em que a demanda começar a diminuir?
Como é o seu bar favorito? Ou como seria o espaço arquitetônico do melhor bar do mundo na sua opinião? O que é que nos chama à atenção quando nos sentamos para tomar algo com nossos amigos? Seria o design do mobiliário, o tema do bar ou apenas um bom cardápio de bebidas? Atualmente, podemos afirmar que a arquitetura destes espaços é tão importante quanto as próprias bebidas que ali se servem. Passando por tavernas inspiradas em cenários de cinema até modernas coberturas em meio ao skyline de uma mega cidade, compilamos uma lista de nove "botecos" que todo arquiteto/a precisa conhecer antes de ir desta para melhor.
Com a queda da Cortina de Ferro em 1991 não vieram apenas implicações políticas, econômicas e sociais - também deixou-se para trás um distinto estilo arquitetônico. Essa arquitetura, sob o regime soviético, era um sistema que se baseava em metas quantificáveis, como o Plano de Cinco Anos. Essas cotas forçaram os arquitetos a avaliar os projetos de construção em termos de custos materiais e humanos, número de unidades, volume de mão-de-obra qualificada e não-especializada e assim por diante. Como resultado, nos países soviéticos a arquitetura se tornou uma mercadoria industrial, um reflexo do poder e inovação tecnológica e, em última instância, um grupo profissional e um campo disciplinar trabalhando a serviço de uma mesma visão.
Quando você pensa em desenhos arquitetônicos feitos à mão, que imagens vêm à mente? Os famosos desenhos das Villas Palladianas? Seus próprios desenhos produzidos na faculdade ou início de carreira? Seja qual for sua resposta, é provável que as imagens que você pensou sejam de anos ou décadas atrás, já que atualmente os softwares de arquitetura são muito mais usados que os desenhos de mão devido à sua eficiência e capacidade de criar estruturas cada vez mais complexas. Mas, com todas as opções de software disponíveis, você já se perguntou qual deles seria o "melhor"? Respondendo a pergunta, a TechRadar lançou recentemente sua lista de software para arquitetura que se destacaram em 2018.
No começo deste ano a LEGO anunciou que começaria a produzir uma nova linha de produtos com tema 'botânico', feitos a partir da cana de açúcar. Essa nova linha marca o começo da empreitada da empresa em usar somente materiais sustentáveis em todos os seus produtos principais até 2030. Mostramos aqui o processo por trás da iniciativa "going green'da LEGO, assim como os desafios que a empresa está enfrentando ao se adequar a uma produção menos agressiva ao meio ambiente.
No final do mês passado, a Sketchfab lançou uma loja online que facilitará a compra e venda de modelos 3D por profissionais de design. Com a novidade, o contingente de 1,5 milhão de profissionais da área criativa cadastrados na plataforma poderá monetizar seu trabalho, enquanto clientes que desenvolvem projetos em 3D terão a oportunidade de adquirir dezenas de milhares de modelos e texturas tridimensionais de alta qualidade. O lançamento também apresenta uma ferramenta inédita no mercado, o "Model Inspector".
No mês passado, publicamos uma matéria sobre o 53 West 53rd, um arranha-céu projetado pelo Pritzker Jean Nouvel. O impressionante edifício de 315 metros de altura abrigará um condomínio residencial de luxo e oferecerá aos moradores vistas para o Central Park e o centro de Manhattan. Recentemente, o jornal The Real Deal se reuniu com o arquiteto para falar sobre seu novo projeto e a transformação que ele causará no horizonte da cidade.
Está em busca de um novo par de brincos minimalistas ou de um colar inspirado no movimento construtivista? Agora você pode ter tudo isso e muito mais com a linha de joias de inspiração minimalista da RIIA. Este/a designer de joias de Los Angeles elimina os elementos excessivamente decorativos das joias, trazendo à tona a beleza das formas puras.
O escritório Buro Ole Scheeren revelou recentemente seu projeto para duas novas torres a serem construídas entre os bairros de Davie e Robson Villages, em Vancouver, no Canadá. Batizado de “Barclay Village”, o projeto combina unidades residenciais (com 30% das unidades reservadas para habitação social), uma variedade de comodidades públicas e terraços verdes. O desenho foi inspirado na “textura e escala do tecido urbano circundante, integrando as tipologias dos dois bairros históricos”.
Concluído ano passado, o pátio público de porcelana desenhado pelo escritório AL_A para a expansão do V&A Museum em Londres é o maior projeto de restauração do famoso museu em mais de um século. O AL_A também foi responsável pelo projeto de uma nova colunata e uma galeira de planta livre. O projeto conecta o pátio aos edifícios adjacentes, proporcionando ao museu uma sequência mais simplificada de espaços expositivos.
Na série fotográfica contínua "Façades", de autoria de Zacharie Gaudrillot-Roy, profissional de fotografia de origem francesa, apresenta-se uma sequência de imagens que removem a massa e a profundidade dos edifícios, deixando para trás meros fragmentos de suas peles externas. As fotos, que se assemelham a cenários desertos de Hollywood, ilustram estradas, cidades, complexos residenciais e outros ambientes sem revelar nada além da imagem superficial da fachada—deixando muito para a imaginação.
Um novo curta-metragem da organização sem fins lucrativos AERIAL FUTURES explora as complexas relações entre as cidades e seus aeroportos. Em conjunto com o think tank nova-iorquino AERIAL FUTURES: Urban Constellations, este vídeo questiona como as cidades podem ser pensadas coletivamente para melhorar tanto a vida urbana quanto a mobilidade futura. O filme apresenta depoimentos de especialistas que discutem os desafios e oportunidades para o futuro dos aeroportos de Nova York e de sua infraestrutura de apoio, partindo do foco do grupo de pesquisa em desenho urbano e interfaces digitais.