1. ArchDaily
  2. Artigos

Artigos

Acesso exclusivo

Um novo patamar de privacidade funcional em aeroportos: a ascensão de lounges e cabines de trabalho

Segundo Norman Foster, "como arquiteto/a, você projeta para o presente, com a consciência do passado". Nesse sentido, a arquitetura, o design de interiores e o mobiliário contemporâneos passaram por uma evolução radical nos últimos anos, impulsionados por uma mudança de paradigma na concepção do espaço e na nossa interação com ele. Essa abordagem contemporânea tem nos direcionado para espaços multiuso, colaborativos e menos rígidos, que também são capazes de oferecer privacidade e funcionalidade. Além disso, eles devem funcionar como espaços de trabalho temporários em contextos específicos, adaptando-se ao dinamismo das necessidades e atividades contemporâneas.

A partir dessa nova abordagem, arquitetos/as e designers estão remodelando os ambientes internos para acomodar novos comportamentos, facilitando a descoberta de uma ergonomia renovada nas atividades humanas. Hoje, o pensamento arquitetônico converge para criar espaços que nos permitem viver em movimento, uma tendência particularmente evidente em ambientes dinâmicos como aeroportos, acolhendo tanto momentos individuais quanto interações sociais de pessoas em trânsito. Como consequência, um novo tipo de mobiliário ressurgiu, tornando-se comum em aeroportos e outros espaços compartilhados: as cabines de privacidade (ou booths).

Acesso exclusivo

A expressividade do concreto aparente: explorando as obras de Luciano Kruk

Diante das diferentes topografias e condições naturais presentes ao longo do território argentino, as obras de Luciano Kruk propõem uma arquitetura que trabalha em unidade com o entorno, a paisagem e a natureza onde se inserem, seja imersas em um bosque, sobre um terreno em declive ou uma planície rural, entre outras geografias. Tendo o concreto como material principal na maioria de seus trabalhos, sua intenção centra-se em potencializar a relação do interior da arquitetura com o exterior.

Acesso exclusivo

Maximizando a infraestrutura degradada: o potencial de reaproveitar edifícios abandonados como habitação social

À medida que a demanda por habitação acessível cresce e a disponibilidade de imóveis de baixo custo diminui, os agentes do setor habitacional devem buscar abordagens mais inovadoras para o desenvolvimento de habitação social. Uma das oportunidades reside na restauração e na readequação de edifícios abandonados. Embora a construção de novas moradias continue sendo a principal estratégia das autoridades e associações de habitação, a reabilitação de edifícios degradados pode se consolidar como uma opção mais econômica. Essa abordagem não apenas maximiza o aproveitamento de infraestruturas deterioradas, mas também oferece uma oportunidade econômica para expandir a oferta de moradia acessível nas cidades. Se a reabilitação de edifícios residenciais abandonados parece uma solução óbvia, a estratégia se torna ainda mais crucial quando se considera a conversão de prédios comerciais, institucionais ou históricos em habitação de interesse social.

Maximizando a infraestrutura degradada: o potencial de reaproveitar edifícios abandonados como habitação social - Imagen 1 de 4Maximizando a infraestrutura degradada: o potencial de reaproveitar edifícios abandonados como habitação social - Imagen 2 de 4Maximizando a infraestrutura degradada: o potencial de reaproveitar edifícios abandonados como habitação social - Imagen 3 de 4Maximizando a infraestrutura degradada: o potencial de reaproveitar edifícios abandonados como habitação social - Imagen 4 de 4Maximizando a infraestrutura degradada: o potencial de reaproveitar edifícios abandonados como habitação social - Mais Imagens+ 1

O que pode (e deve) ser colocado sob as membranas de cobertura?

A composição de uma cobertura plana ou de baixa inclinação é constituída por diversos componentes que precisam atuar de forma conjunta, eficiente e consistente para oferecer uma solução sustentável e de longo prazo. Embora a membrana de impermeabilização seja frequentemente a camada superior e, portanto, a mais visível, o que está sob ela tem um impacto significativo no desempenho global da cobertura. A escolha de materiais adequados e sustentáveis — bem como a garantia de sua correta instalação — é o que permite a uma cobertura resistir ao teste do tempo e estar preparada para os desafios do futuro.

Acesso exclusivo

IA, dados e urbanismo preditivo: entrevista com Peter Hirshberg e Anna Fedorova

Este artigo é o nono de uma série focada na Arquitetura do Metaverso. O ArchDaily colaborou com John Marx, AIA, sócio-fundador de projeto e Diretor Artístico da Form4 Architecture, para trazer artigos mensais que buscam definir o Metaverso, transmitir o potencial deste novo reino e compreender suas limitações. Nesta matéria, o arquiteto John Marx entrevista Peter Hirshberg, presidente, e Anna Fedorova, diretora no Maker City Project.

IA, dados e urbanismo preditivo: entrevista com Peter Hirshberg e Anna Fedorova - 1 的图像 4IA, dados e urbanismo preditivo: entrevista com Peter Hirshberg e Anna Fedorova - 2 的图像 4IA, dados e urbanismo preditivo: entrevista com Peter Hirshberg e Anna Fedorova - 3 的图像 4IA, dados e urbanismo preditivo: entrevista com Peter Hirshberg e Anna Fedorova - 4 的图像 4IA, dados e urbanismo preditivo: entrevista com Peter Hirshberg e Anna Fedorova - Mais Imagens+ 3

Explorando o uso inteligente do tijolo: estudo de caso da Residência Thai

O tijolo é um dos materiais mais antigos e versáteis na construção civil, indo além das simples paredes de alvenaria. Suas origens remontam a 7500 a.C., com exemplares cozidos em fornos surgindo por volta de 3000 a.C., representando um avanço tecnológico para edifícios mais resistentes. Espalhando-se pela Europa e Ásia por volta de 1200 a.C., substituíram materiais como madeira e pedra em regiões escassas. Os tijolos romanos, notáveis por seu formato comprido, foram amplamente utilizados na construção de suas cidades, perdurando ainda hoje. A história dos tijolos se entrelaça com a das civilizações, sendo um material de fácil produção, resistente e versátil, permitindo uma infinidade de aplicações e alcançando resultados impressionantes e inusitados.

Projetada pelo Coletivo de Arquitetos, a Residência Thai exemplifica as múltiplas possibilidades que o tijolo oferece na arquitetura contemporânea. Situada em uma área litorânea no estado de Sergipe, essa residência não só exemplifica a estética do material, mas também sua funcionalidade e adaptabilidade às condições locais. Uma das características mais marcantes do projeto é a implantação em dois blocos distintos. O pavilhão principal abriga a maior parte do programa da casa, enquanto um segundo bloco conectado abriga a área gourmet, serviços e garagem. Essa configuração proporciona uma distribuição inteligente dos espaços e uma integração harmoniosa com o entorno.

O que mais de 1.200 arquitetos/as e designers realmente pensam sobre a IA na arquitetura

Seja por entusiasmo ou cautela, não há como escapar do debate em torno da IA na arquitetura. Ela oferece a arquitetos/as e designers o poder de inovar, otimizar processos e criar um ambiente construído que é tão funcional quanto visualmente atraente.

No entanto, diante de uma tecnologia tão revolucionária, não surpreende que surjam preocupações. A perda de criatividade, a substituição de postos de trabalho e dilemas éticos são apenas alguns exemplos de inquietações sobre a adoção da IA na arquitetura.

Para compreender o que o setor de fato pensa sobre a IA, mais de 1.200 profissionais de arquitetura foram consultados/as sobre como a utilizam em seu cotidiano de trabalho. Investigamos de que maneira a tecnologia influencia os processos de projeto e fluxos de trabalho, e o que seu impacto representa para o futuro da profissão.

Acesso exclusivo

Uma capela abstrata em Portugal e um museu no Irã: 10 projetos não construídos em concreto

Pilar da inovação arquitetônica há séculos, o concreto transformou as capacidades estruturais das edificações em todo o mundo. Sendo um dos materiais de construção mais versáteis e duráveis, o concreto tem ajudado arquitetos/as e engenheiros/as a superarem os limites tradicionais do design. Hoje, trata-se do material de construção mais utilizado no planeta. Segundo o Guardian, o concreto é também um “conceito de estilo de vida”, usando sua estética “crua e urbana” para moldar a imaginação de todas as nossas arquiteturas em todas as escalas.

Acesso exclusivo

Arquitetura no Sul da Ásia: Transições no Mecenato, nos Profissionais e na Percepção Pública

O Sul da Ásia tem passado por transformações notáveis nas esferas econômica, política, social, entre outras. Refletindo esses padrões de mudança social, estão as práticas arquitetônicas em toda a região. Os modernos Estados-nação do Sul da Ásia — Afeganistão, Bangladesh, Butão, Índia, Maldivas, Nepal, Paquistão e Sri Lanka — compartilham histórias semelhantes e um futuro marcado pelo rápido desenvolvimento econômico e pela urbanização acelerada. Contudo, cada região apresenta nuances distintas em relação ao estado atual e potencial da práxis arquitetônica, influenciadas por seus contextos socioculturais e climas políticos emergentes.

Arquitetura no Sul da Ásia: Transições no Mecenato, nos Profissionais e na Percepção Pública - Imagen 1 de 4Arquitetura no Sul da Ásia: Transições no Mecenato, nos Profissionais e na Percepção Pública - Imagen 2 de 4Arquitetura no Sul da Ásia: Transições no Mecenato, nos Profissionais e na Percepção Pública - Imagen 3 de 4Arquitetura no Sul da Ásia: Transições no Mecenato, nos Profissionais e na Percepção Pública - Imagen 4 de 4Arquitetura no Sul da Ásia: Transições no Mecenato, nos Profissionais e na Percepção Pública - Mais Imagens+ 4

Acesso exclusivo

Veneza: Destaque do Editor

"Toda vez que descrevo uma cidade, digo algo sobre Veneza”, disse Marco Polo a Kublai Khan no livro seminal de Italo Calvino, As Cidades Invisíveis. Outrora o coração de uma poderosa república marítima, Veneza de fato abriga muitas cidades em sua intrincada rede de canais, becos, pontes e praças. Reconhecida por sua beleza arquitetônica única, história renascentista e relevância cultural — e, naturalmente, por ter sido erguida no meio da água —, nas últimas décadas Veneza tornou-se uma das vítimas mais emblemáticas do turismo excessivo, recebendo cerca de 30 milhões de visitantes por ano.

Os números são impressionantes, superando de longe os 50 mil habitantes que fazem de Veneza seu lar — 120 mil a menos do que sua população no início da década de 1950, quando a população local começou a se afastar, incomodada pelo barulho constante e pelas vias superlotadas. 

Acesso exclusivo

Veneza em seu 1.600º aniversário

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge em 2021 para celebrar o aniversário de 1.600 anos de Veneza.

"Nós, venezianos/as nativos/as e moradores/as de longa data, somamos pouco mais de 50 mil. Estamos em extinção. Em breve, desapareceremos. A cidade prefere ser habitada por outra pessoa: não tanto por outras categorias de seres humanos, mas por outra forma de estar no mundo.” – Tiziano Scarpa

O dia 25 de março de 2021 amanheceu silencioso em Veneza. A cidade ainda estava sob confinamento total, uma Zona Rossa. A Piazza estava deserta, as calli estavam estranhamente quietas. Foi um dia melancólico para celebrar o nascimento de Veneza. Segundo Marin Sanudo, historiador veneziano do século XVI, a cidade foi fundada em 421 d.C. Em uma cidade paralisada pela pandemia, o clamor alegre dos sinos ecoando por toda a parte para comemorar os 1.600 anos de existência foi um alívio bem-vindo em meio ao silêncio temido.

Veneza em seu 1.600º aniversário - Image 1 of 4Veneza em seu 1.600º aniversário - Image 2 of 4Veneza em seu 1.600º aniversário - Image 3 of 4Veneza em seu 1.600º aniversário - Image 4 of 4Veneza em seu 1.600º aniversário - Mais Imagens+ 1

Uma solução de design holístico em um sistema de parede modular: O Qbiss Notch, projetado pela Pininfarina

Em uma nova colaboração, a Trimo e a Pininfarina apresentam o Qbiss Notch Wall System, estabelecendo um novo padrão no design arquitetônico. A parceria une a expertise em engenharia da Trimo ao legado de inovação em design da Pininfarina, resultando em um sistema modular pré-fabricado de fachadas metálicas que promete redefinir a paisagem estética e funcional da arquitetura moderna.

Acesso exclusivo

Jane Jacobs, ciclista

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Em 1956, quando a posse de carros e o desenvolvimento suburbano que ela viabilizava começavam a ser adotados como ideais culturais americanos, a urbanista pioneira Jane Jacobs escreveu que os EUA estavam se tornando “uma nação sem precedentes de centauros. … Nossa população de automóveis está crescendo quase tão rápido quanto a nossa população humana e promete continuar assim por mais uma geração.” Ela continuou: “o carro não é apenas um devorador de terras monstruoso por si só: ele fomenta aquele outro devorador insaciável de terras—a suburbanização interminável e dispersa.”

Jane Jacobs, ciclista - Imagen 1 de 4Jane Jacobs, ciclista - Imagen 2 de 4Jane Jacobs, ciclista - Imagen 3 de 4Jane Jacobs, ciclista - Imagen 4 de 4Jane Jacobs, ciclista - Mais Imagens

Acesso exclusivo

Turbilhonamento elevado ao cubo: novas tecnologias em descargas vortex

Há três anos, a Villeroy & Boch vem implementando a tecnologia de descarga ciclônica TwistFlush em vasos sanitários selecionados. Essa tecnologia inovadora de descarga aproveita a força física do turbilhão para otimizar o desempenho do fluxo e a higiene do vaso sanitário. Dois bicos injetores geram um poderoso vórtice de água que limpa quase toda a superfície interna do vaso, arrastando todos os resíduos para o ralo com sua forte sucção. Aliado à geometria cônica e às paredes extremamente lisas da bacia, esse sistema torna as descargas repetidas e o uso de escovas sanitárias praticamente desnecessários. Em comparação com as descargas convencionais, essa inovação também economiza muita água, contribuindo significativamente para a preservação dos recursos naturais.

Acesso exclusivo

“Podemos transformar a profissão repensando como servir a sociedade”: uma conversa com Ronald Rael

Compreender uma disciplina a partir de múltiplas perspectivas e interseções é essencial para adquirir uma compreensão profunda dela. Na arquitetura, a diversidade de abordagens para seu estudo enriquece nossa percepção, permitindo-nos apreciar sua complexidade por diferentes ângulos. Para estudantes e profissionais, explorar aspectos como história, fontes de materiais e produtos, processos de construção, implementação de novas tecnologias e desafios sociais contemporâneos é crucial. Esses aspectos se entrelaçam e expandem a noção convencional de "arquitetura", transcendendo a mera criação de edifícios ou a definição de espaços.

Ronald Rael, um arquiteto e titular da Cadeira Memorial Eva Li em Arquitetura na Universidade da Califórnia, Berkeley, exemplifica essa visão por meio de sua prática, que abrange desde pesquisa até a conexão de práticas tradicionais e indígenas de materiais com tecnologias e questões contemporâneas. Como ativista e arquiteto, os interesses de pesquisa de Rael exploram fabricação aditiva, estudos de muros de fronteira e construção com terra. Co-fundador de Rael San Fratello, Emerging Objects e Forust, sua prática mostra uma abordagem à arquitetura altamente relevante nos tempos contemporâneos.

Recursos visuais aprimorados para uma nova camada de realismo no SketchUp 2024

Visualizações mais realistas e fluxos de trabalho ágeis de modelagem as-built (diretamente no iPad com o Scan-to-Design [Labs]) fazem parte da versão mais recente do SketchUp, software de projeto de arquitetura. A versão 2024 traz atualizações de desempenho que impulsionam a produtividade, englobando desde um novo mecanismo gráfico até formas mais simples de compartilhar ideias com os envolvidos no projeto.

Acesso exclusivo

Uma releitura moderna de uma torneira clássica: BIG e Toni Copenhagen criam um acessório versátil para cozinha

Para profissionais de design que buscam evocar uma expressão sob medida de "luxo silencioso" em um interior, um elemento essencial para uma paleta minimalista é a adição de um objeto escultural — algo que chame a atenção, brilhe como uma joia e remeta a um refinamento discreto. Para cozinhas e banheiros onde a funcionalidade reina, que tal capturar esse momento de tensão elegante — esse je ne sais quoi — com uma torneira radical?

A' Design Awards & Competition: Vencedores do Período 2023 - 2024

O A' Design Award and Competition foi criado para promover e reconhecer o melhor do design mundial em todas as disciplinas criativas. O prêmio é voltado a designers, profissionais de inovação e empresas que desejam se destacar e atrair a atenção da mídia, de editores/as e de compradores/as. Esses aspectos são especialmente importantes no mundo do design, no qual milhões de produtos e projetos são lançados e, muitas vezes, acabam sendo ofuscados sem receber o devido reconhecimento. Para lidar com essa realidade, centenas de projetos são enviados todos os anos com foco em inovação, tecnologia, design e criatividade. A premiação oferece uma oportunidade de reconhecimento, contando com a valiosa curadoria de um júri de renome e com a possibilidade de um lançamento internacional de sucesso. O A' Design Award inclui uma série de serviços de relações públicas, publicidade e marketing para celebrar o sucesso de seus/suas vencedores/as. Além disso, diferentemente de outras premiações de design, a participação é totalmente gratuita.

Acesso exclusivo

Interiores de madeira: 10 cabanas que trazem aconchego no México, Brasil, Chile e mais

Ao assumir diversas possibilidades expressivas no design de interiores, o uso da madeira em regiões com uma ampla variedade de climas e temperaturas, como México, Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, Colômbia ou Equador, permite criar espaços atraentes e cativantes que capturam a atenção de quem os utiliza ao contrastar, fundir-se ou integrar-se ao seu entorno circundante. Por ser um elemento natural e apresentar uma pegada de carbono negativa ao fim de seu ciclo de vida, a madeira oferece múltiplos acabamentos, texturas e tonalidades que podem ser associados ao estar ao ar livre e proporcionar, em algumas ocasiões, amplitude, aconchego e relaxamento ao mesmo tempo.

Acesso exclusivo

Chromasonic: Um renascimento imersivo do Movimento Minimalista de Luz e Espaço da Califórnia

Entre no reino onde o minimalismo do movimento Light and Space dos anos 1960 se entrelaça com algoritmos e sensores contemporâneos de alta tecnologia. Naquela época, artistas da luz como James Turrell, Dan Flavin e Robert Irwin cativavam o público com o essencial, utilizando precisamente a luz do dia ou lâmpadas para aguçar a percepção visual. Avançando para o presente, o Chromasonic adota essa sinergia de luz e cor, mas a amplia com som e algoritmos. Concebida como uma rede global para vivenciar a harmonia entre corpo e mente, a equipe de Johannes Girardoni inaugurou o primeiro satélite de percepção no coração de Venice Beach, Califórnia. Por meio de uma colaboração com o Google, a Milan Design Week demonstrou como a interação de luz e cor pode viajar em turnê como uma instalação imersiva em grande escala.

Chromasonic: Um renascimento imersivo do Movimento Minimalista de Luz e Espaço da Califórnia - Imagen 1 de 4Chromasonic: Um renascimento imersivo do Movimento Minimalista de Luz e Espaço da Califórnia - Imagen 2 de 4Chromasonic: Um renascimento imersivo do Movimento Minimalista de Luz e Espaço da Califórnia - Imagen 3 de 4Chromasonic: Um renascimento imersivo do Movimento Minimalista de Luz e Espaço da Califórnia - Imagen 4 de 4Chromasonic: Um renascimento imersivo do Movimento Minimalista de Luz e Espaço da Califórnia - Mais Imagens+ 1

Acesso exclusivo

Acústica que une desempenho e estética: Por que a escolha de materiais importa

Ao longo da história, a inegável inter-relação entre som e arquitetura moldou a experiência de usuários/as. De auditórios a escritórios, centros culturais e escolas, a acústica na arquitetura pode se manifestar de duas maneiras: como um elemento determinante da forma da estrutura e como material. No debate sobre a estética, este último aspecto é particularmente relevante, pois qualquer elemento que componha um espaço deve dialogar de forma coesa com o restante do projeto.

Integrar a acústica por meio dos materiais representa um desafio significativo, já que atributos como cor, textura ou dimensões podem dificultar a harmonização com o design geral do espaço. Isso pode desequilibrar a experiência do ambiente, pois, embora a acústica seja aprimorada, a atmosfera interna é afetada negativamente. Tal cenário evidencia a importância de selecionar o material correto, capaz de otimizar o desempenho acústico sem comprometer a coerência do projeto.

Acesso exclusivo

Lugares ociosos para a educação sem lugar: Como o patrimônio arquitetônico em desuso pode ser uma solução para a demanda por infraestrutura educacional

Derivado do trabalho final integrador da Especialização em Arquitetura para a Educação, esta análise aborda o instigante potencial de espaços ociosos no âmbito educativo. Sob o título "Lugares Ociosos para a Educação sem Lugar", o estudo investiga como o patrimônio arquitetônico em desuso pode se transformar na solução para a demanda de infraestrutura própria por parte de instituições de ensino. 

Desenvolvido na FADU - UNL, este artigo oferece um olhar sobre a revitalização do patrimônio para atender às necessidades contemporâneas da educação.

*Este artigo foi enviado por Bruno Mercado através da nossa convocatória para publicação de pesquisas em arquitetura.

Acesso exclusivo

Enchentes no Rio Grande do Sul: a tragédia das cidades não resilientes

O mundo mudou e aceitar este fato não é mais uma questão de escolha, e sim, de sobrevivência. Nossos regimes de chuvas, períodos de seca, temperaturas médias, nível do mar, tudo está em constante mudança e o posicionamento negacionista de muitos países, incluindo o Brasil, tem gerado situações calamitosas como esta que estamos enfrentando agora.

As enchentes que devastaram o sul do país nos últimos dias não podem ser consideradas fatos isolados. Por conta do aquecimento global, eventos climáticos como esse serão cada vez mais recorrentes. Ou seja, infelizmente, não poderemos impedir que eles aconteçam, mas podemos – e devemos - tornar nossas cidades mais resilientes a essas situações.

Enchentes no Rio Grande do Sul: a tragédia das cidades não resilientes - Image 1 of 4Enchentes no Rio Grande do Sul: a tragédia das cidades não resilientes - Image 2 of 4Enchentes no Rio Grande do Sul: a tragédia das cidades não resilientes - Image 3 of 4Enchentes no Rio Grande do Sul: a tragédia das cidades não resilientes - Image 4 of 4Enchentes no Rio Grande do Sul: a tragédia das cidades não resilientes - Mais Imagens+ 11

Acesso exclusivo

Monumento à Cúpula das Américas: a história por trás da obra de Mario Botta em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia

Santa Cruz de la Sierra localiza-se nas planícies orientais da Bolívia, às margens do rio Piraí. Sendo a cidade mais populosa do país, ela revela uma extrema complexidade social e cultural, cercada por extensas pampas e planícies. Além disso, representa uma das cidades mais desenvolvidas da Bolívia, contando com um elevado indicador municipal de desenvolvimento sustentável. Investigando a importância da arquitetura comunitária, a apropriação popular, o caráter de urbanidade e outros conceitos, este artigo explora a história por trás do Monumento à Cúpula das Américas a partir de uma série de narrativas, documentações, desenhos e imagens capturadas pelas lentes de Pino Musi.

Monumento à Cúpula das Américas: a história por trás da obra de Mario Botta em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia - Imagem 1 de 4Monumento à Cúpula das Américas: a história por trás da obra de Mario Botta em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia - Imagem 2 de 4Monumento à Cúpula das Américas: a história por trás da obra de Mario Botta em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia - Imagem 3 de 4Monumento à Cúpula das Américas: a história por trás da obra de Mario Botta em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia - Imagem 4 de 4Monumento à Cúpula das Américas: a história por trás da obra de Mario Botta em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia - Mais Imagens+ 8

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.