A Equipe Mazzanti, dirigida por Giancarlo Mazzanti, desenvolveu uma linha de brinquedos inspirada no Bosque da Esperança, localizado nos arredores de Bogotá, na Colômbia. A primeira edição da série "Nosotros Jugamos Tu Juegas" é inspirada nos projetos arquitetônicos e sociais mais reconhecidos do escritório, incorporando o espírito da "brincadeira como ferramenta de design".
Com mais de 15 anos de experiência em design arquitetônico, a equipe desenvolveu um interesse especial em usar elementos lúdicos como método para envolver e incentivar o comportamento social nas comunidades. O jogo "Bosque de la Esperanza", portanto, apresenta 16 peças modulares e 30 conectores, com geometrias complexas, que criam uma estrutura cognitiva e um desafio criativo.
Enquanto muitos arquitetos pensam em janelas para iluminar os espaços internos, Norman Foster fica intrigado com a luz natural vinda de cima. O famoso arquiteto britânico sempre admirou a obra de Louis Kahn e Alvar Aalto pela forma como lidavam com a luz natural - especialmente no que diz respeito à cobertura. Em particular, grandes edifícios públicos beneficiam-se desta estratégia para criar espaços agradáveis. Portanto, Foster considera a luz natural indispensável quando desenvolve megaestruturas para aeroportos ou arranha-céus corporativos. Mas a luz natural que vem de cima é muito mais do que uma dimensão estética, observa Foster: "Além das qualidades humanísticas e poéticas da luz natural, há também implicações energéticas".
O Seminário de Cultura e Realidade Contemporânea convidou o professor e cineasta Carlos Augusto Calil para discutir o tema “política cultural como direito à cidade” como parte da programação de palestras que antecedem o seminário internacional de 2019 cujo tema é “ainda o direito a cidade?”
https://www.archdaily.com.br/pt/910902/carlos-augusto-calil-ainda-direito-a-cidade-politica-cultural-como-direito-a-cidadePedro Vada
Trata-se de um dos muitos atrativos do norte peruano: seus imensos ventanais. Quando soube que iria pro norte, rumo a Trujillo, imediatamente comecei a sonhar com suas janelas. Eu as tinha visto em um bom curso universitário, e suas dimensões eram grandes o suficiente para ocupar um lugar de destaque na minha memória. A isso somava-se uma obsessão natural por janelas de qualquer tamanho ou forma, por sua razão de ser ou pelo que possibilitam. Embora tivesse estado lá anos atrás, quando criança, agora eu voltava com um novo olhar, muito mais arquitetônico.
Este é um ensaio fotográfico e uma compilação das diversas variantes da janela de Trujillo. As fotos não se limitam às áreas preservadas da cidade; também revelam o descuido ou a deterioração. De uma forma ou de outra, a beleza transparece.
O Líbano é lar de uma variedade de obras impressionantes de arquitetura, influenciadas por milênios de história. Tendo em vista este amplo contexto temporal, um dos projetos recentes mais intrigantes do país fica na cidade de Trípoli - um lugar de rica cultura histórica habitado, em outros tempos, por romanos, fenícios e otomanos - e foi projetado pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. O Centro Internacional de Exposições Rachid Karami reflete, de maneira bastante visível, o lento declínio do país após a guerra.
No coração de Berlim reside uma metáfora arquitetônica de invisibilidade, vazio e anarquia, forjada pela Segunda Guerra Mundial sobre a população judaica. A expansão do Museu Judaico original, cujo processo teve início com um concurso anônimo promovido pelo governo de Berlim, foi proposta como um meio de resgatar a presença judaica, reinserindo sua cultura e religião na capital alemã. Com projeto assinado por Daniel Libeskind, que utilizou a arquitetura como forma de expressão, o museu narra a trajetória da civilização judaica antes, durante e depois do Holocausto.
Tradicionalmente, as habitações chilenas têm na cozinha um espaço central. Sendo um ponto focal dentro de cada projeto, é importante aprofundar seu desenho e ocupar cada metro quadrado disponível em favor de seu uso efetivo. Revisamos 7 cozinhas projetadas especificamente em casas chilenas; cada um com detalhes , distribuições particulares e diferentes combinações de materiais, móveis e equipamentos.
https://www.archdaily.com.br/pt/910781/detalhes-de-cozinhas-de-casas-chilenasMartita Vial della Maggiora
Se você quer aprimorar suas habilidades em apresentação de projetos, os tutoriais da SENTIO VR podem ser muito úteis. A plataforma conta com vídeos que ensinam a criar renderizações em 360° com diferentes softwares - como Revit, SketchUp, V-ray, 3Ds Max, Lumion e Cinema4D - e proporcionar uma experiência em realidade virtual em suas apresentações.
A seguir, compilamos alguns dos vídeos mais úteis. (Os tutoriais estão em inglês e no canal do Youtube da SENTIO VR há também versões em espanhol).
Ainda que possamos reconhecer a sua enorme influência histórica, a Itália, enquanto país unificado, possui uma história surpreendentemente jovem. Durante séculos e séculos, a região esteve dividida entre cidades-estados extremamente poderosas e independentes (e conflitantes na maioria dos casos). Cada reino possuía sua própria identidade, cultura e influência regional. Alguns períodos históricos ficaram marcados eternamente na historia da humanidade. Roma é berço da história e da cultura ocidental e o coração de uma religião; Florença é o berço do renascimento e sinônimo de arte e arquitetura; e a agitada Milão é um dos principais centros de moda e design do mundo contemporâneo.
A história de Turim talvez seja um pouco menos romântica. A pequena cidade de Rivoli, na região metropolitana de Turim, não muito longe da fronteira entre a Itália e a França, estabeleceu-se como uma potência industrial. É onde nasceu a Fabrica Italiana Automobile Torino ou simplesmente, a FIAT. Turim é a casa de algumas das melhores e mais reconhecidas universidades da Itália; suas ruas estão repletas de obras de Pier Luigi Nervi, Mario Botta e Aldo Rossi. Mas, apesar de toda a glória de sua arquitetura moderna, talvez seja o Castello di Rivoli um de seus mais importantes exemplares.
“Hoje, o design industrial colocou o assassinato em escala de produção em massa,” declarou Victor Papanek, provocador e crítico do design, do púlpito de um happening de ativismo de design em 1968. “Ao projetar automóveis de uma insegurança criminosa que matam ou mutilam,” bradou, “ao criar uma espécie inteiramente nova de lixo permanente para entulhar a paisagem, e ao escolher materiais e processos que poluem o ar que respiramos, designers se tornaram uma espécie perigosa.”
https://www.archdaily.com.br/pt/1071775/a-insignificancia-da-estetica-exposicao-no-vitra-design-museum-adiciona-um-contexto-de-urgencia-a-obra-de-victor-papanekAlison J. Clarke
Esta segunda-feira traz consigo não apenas uma nova semana, mas um novo ano. 2019 é o Ano do Porco e, com o início do Ano Novo, o ArchDaily reafirma seu compromisso de impulsionar sua missão de fomentar o conhecimento e a inspiração para profissionais da arquitetura, auxiliando na construção de cidades melhores e consolidando-se como uma ferramenta de trabalho indispensável. Desde a fundação do ArchDaily China em 2015, a equipe tem se dedicado a apoiar arquitetos e arquitetas chineses e a promover suas obras em todo o mundo.
Para comemorar o Ano Novo, reunimos mensagens de diversos arquitetos e arquitetas da China. Com esta iniciativa, esperamos estender seus votos de felicidades a todos os amantes da arquitetura.
https://www.archdaily.com.br/pt/1119431/feliz-ano-novo-do-porco-2019韩爽 - HAN Shuang
"Há uma necessidade existencial de simplificação." - Ludwig Mies van der Rohe
O pai do “menos é mais”
Mies defendeu o conceito de “menos é mais” muito antes do surgimento da Modelagem da Informação da Construção (BIM). Como diretor da escola Bauhaus, ele buscou estabelecer um estilo arquitetônico que servisse de alternativa moderna aos estilos clássico ou gótico. O foco de seus projetos era a clareza e a simplicidade.
https://www.archdaily.com.br/pt/1071538/a-necessidade-existencial-de-simplificacao-de-mies-vs-bricscad-bimSponsored Post
Os programas de bicicleta compartilhada evoluíram e hoje são meio de transporte e até instrumento de trabalho. Foto: Joana Oliveira/WRI Brasil
A Nova Mobilidade tem mudado a maneira como nos deslocamos pelas cidades. Estamos falando de serviços de transporte sob demanda (como Uber, 99 e Cabify), veículos elétricos e aplicativos de planejamento de rotas, mas, também, das bicicletas. Novas empresas apostam na bicicleta como meio para atender às necessidades de transporte nas áreas urbanas e os programas de compartilhamento, públicos ou privados, mudam a maneira como enxergamos as bikes: de opção de lazer a meio de transporte e até mesmo instrumento de trabalho.
https://www.archdaily.com.br/pt/910329/a-evolucao-das-bicicletas-compartilhadas-e-seus-beneficios-para-a-mobilidadePriscila Pacheco e Bruno Batista
A Rua Occidentului é bastante característica de Bucareste — uma combinação de villas, casas-vagão e estruturas do entreguerras e pós-guerra. O Occidentului 40, do escritório ADN BA, selecionado para a lista de finalistas do Prêmio Mies da UE de 2019, é uma verdadeira lição de detalhamento arquitetônico e sutileza. O volume é composto por blocos, cada um respondendo às alturas e aos ritmos do entorno.
O Tekôa é um espaço dentro do Ekôa Park que busca experimentar soluções através de possibilidades que conectam teoria com prática. Tekôa é um espaço de práticas permaculturais integrativas, baseadas em dois princípios: desenvolver uma ecologia prática e experimentar soluções de baixo impacto ambiental com impacto social positivo, inventando novas formas de habitar, construir abrigo e produzir alimento. O Sem Muros acredita que para uma vida ecologicamente correta e socialmente justa, as pessoas precisam desenvolver autonomia; para isso, as técnicas utilizadas são simples, facilmente replicáveis e apropriadas ao contexto ambiental do território em que o projeto está inserido.
https://www.archdaily.com.br/pt/910648/tekoa-um-modo-de-habitar-que-integra-praticas-de-permacultura-bioconstrucao-e-producao-de-alimentosMarcella Arruda e Tomaz Lotufo
A realidade de 32 famílias deu uma guinada — literalmente — quando as moradias que ocupavam nos anos 1980 se tornaram, em 2009, uma atração turística oficial. Parte dos moradores decidiu aproveitar a circunstância realizando pequenos tours por suas residências. No entanto, apesar de todo o fluxo de turistas que costuma lotar o local, a comunidade de vizinhos permanece tão unida quanto seus cubos.
Como se mede a altura de um edifício? Onde é que devemos amarrar a nossa cota de nível? A história deste trabalho de medição remonta a 1885, bem antes de conhecermos as mais modernas tecnologias de desenho como o AutoCAD ou o Revit. O Home Insurance Building de Chicago, foi o primeiro a se gabar do título de edifício mais alto do mundo. No entanto, foi apenas em 1969 que o Council on Tall Buildings and Urban Habitat (CTBUH) - ou Joint Committee on Tall Buildings, como foi originalmente conhecido - foi fundado com o principal propósito, entre tantos outros, de regulamentar a maneira como se medem as alturas destes edifícios. Reconhecido como a principal autoridade em relação aos arranha-céus, o CTBUH é frequentemente citado quando se fala do edifício mais alto do mundo (ou de um país). No entanto, o CTBUH não é a única organização voltada ao dimensionamento de edifícios em altura; a Global Building Information Database, comumente conhecida por Emporis, também é um importante referente no que se trata de edifícios em altura. De acordo com estas duas instituições, existem dez diferentes maneiras para se medir a altura de um edifício.
De La Candelaria a Teusaquillo e Santa Fe, a arquitetura moderna de Bogotá não apenas evidencia um contraste marcante com o passado histórico das formas locais, mas também representou um chamado para pensar novas maneiras de abordar a modernização do Estado colombiano por volta de 1930.
Os locais apresentados são um pretexto. Um convite para percorrer a cidade e conhecer um patrimônio arquitetônico singular, mas que também faz parte do contexto urbano e da vida dos cidadãos da Colômbia.
Não é nada pessoal com a cor amarela, mas sejamos sinceros: estávamos saturados da monotonia.
Amamos o amarelo, mas não quando ele é usado sem gosto e sob a sombra da corrupção. Gostamos do amarelo tão natural em Lima quanto o da imagem que abre este texto; aquele em tom de terra, o de cada entardecer, o que brilha como o sol. Nos últimos anos, nossa cidade foi forçadamente invadida por essa cor: escadarias amarelas, pontes amarelas, muros amarelos, grades amarelas... talvez demais. E se certas obras não eram amarelas em si, as intenções por trás delas vinham carregadas com um ranço dessa tonalidade.
Voodoo Lounge / Stufish. Imagem cortesia de Stufish
O que Kanye West e Frank Gehry têm em comum?
À primeira vista, não muito. No entanto, ambos já trabalharam com palcos de design marcante: o uso de escalas e dimensões exageradas para manipular a percepção visual, paredes e lajes de concreto robustas para enfatizar o peso e a grandiosidade, andaimes visíveis para criar uma estética industrial e inacabada... Parece familiar, não é?
A disparada nos preços das moradias em Londres tornou-se tão insustentável que muitas pessoas têm recorrido a concessões longe das ideais. É possível encontrar residências amplas, mas ao custo de horas de deslocamento diário; ainda há imóveis disponíveis na cidade, mas apenas para quem tem salários astronômicos. Sem conseguir conciliar suas necessidades, as pessoas recorrem a soluções improvisadas que desestruturam a malha urbana existente e frustram todos os envolvidos. Certamente podemos fazer melhor.
Você já se viu perdendo uma boa noite de sono por conta de um quarto excessivamente quente? Ou ter que usar quatro jaquetas e um cachecol só para tolerar aquele ar-condicionado gelado do seu escritório? Verdade seja dita, é impossível agradar a todos quando se trata de ajustar um clima interno, e há sempre aquele indivíduo infeliz que acaba sacrificando seu próprio conforto pelo bem dos outros.
Evidentemente, não há “padrões universais” ou “faixas de conforto recomendadas” ao projetar sistemas de construção, já que atletas treinando em uma academia no México não se sentirão confortáveis em um interior com os mesmos sistemas construtivos de uma casa de repouso na Dinamarca, por exemplo. É por isso que, se definirmos brevemente o "conforto térmico", trata-se da criação de sistemas construtivos adaptados ao ambiente local e às funções do espaço, cooperativamente.
Então, como podemos projetar para um conforto térmico adequado?