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Aprendizado, flexibilidade e oportunidades. Como nossos leitores encaram a crise pós-coronavírus

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Quase quatro meses após a declaração de emergência de saúde pública de importância internacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 30 de janeiro, o número de casos de coronavírus no mundo continua a aumentar. Ainda que países onde houve declínio na taxa de transmissão do vírus estejam reabrindo negócios e voltando à normalidade, os impactos da pandemia, que vão além da saúde dos habitantes, continuam atingindo seu cotidiano, com mudanças no trabalho, nos hábitos e na economia. Tais mudanças ainda podem perdurar e afetar o futuro do campo da arquitetura e construção, com a perspectiva de uma crise no setor.

Abrigos emergenciais: uma oportunidade de experimentação na arquitetura

Após um desastre natural, a arquitetura desempenha um papel fundamental não apenas na reconstrução dos edifícios vítimas de danos, mas também no conforto e segurança para os afetados. Uma arquitetura pós-desastre bem-sucedida deve atender tanto à necessidade de abrigo imediato a curto prazo quanto às necessidades de reconstrução e estabilidade a longo prazo. Pensnado nisso, a seguir compilamos 4 exemplos de arquiteturas pós-desastre, desde protótipos construídos e pensados para ser montados em curto prazo, até propostas nunca construídas, mas com soluções que destacam-se por sua eficiência.

Arquitetura de emergência: construção in loco ou pré-fabricação?

Arquitetura de emergência: construção in loco ou pré-fabricação? - Imagem de Destaque
Sikorsky Skycrane transportando uma casa pré-fabricada. Image © Russavia [Wikimedia] bajo dominio público

Se bem que a previsão e prevenção de problemas e danos são fatores cada vez mais relevantes na hora de projetar nossos edifícios, espaços e cidades, determinadas situações extraordinárias ainda escapam ao nosso controle, demandando respostas arquitetônicas imediatas e urgentes, capazes de oferecer abrigo e qualidade de vida às comunidades afetadas por desastres naturais e conflitos das mais variadas ordens, soluções que – nos casos mais extremos – podem ser a única chance de sobrevivência para muitas pessoas.

Desastres naturais como terremotos, tsunamis, furacões, inundações assim como conflitos armados, disputas territoriais ou outras crises humanitarias de escala mundial – como a atual pandemia de COVID-19 –, demandam uma reação imediata para controlar e evitar o agravamento das suas consequências – ajudando a salvar vidas. A arquitetura de emergência pode ser definida como uma resposta construtiva que faça frente às necessidades humanas mais urgentes, as quais emergem em momentos de crise e situações excepcionais, materializadas em forma de infra-estruturas responsíveis que buscam oferecer soluções imediatas abrangendo desde abrigos para acolher pessoas em situação de emergência até instalações de saúde e atenção médica nas zonas afetadas.

Arquitetura Cívica à Imagem da Comunidade

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Em fevereiro deste ano, a comunidade arquitetônica estadunidense ficou indignada com o rascunho de um decreto executivo da Casa Branca que ameaçava tornar os estilos neoclássicos ou regionais tradicionais obrigatórios para todos os novos edifícios federais. A iniciativa ignora a especificidade da expressão arquitetônica e a inovação decorrente da compreensão do contexto local. Metropolis Magazine reuniu diversos exemplos de arquitetura cívica que conseguem expressar as necessidades e aspirações de suas comunidades, construindo, assim, um argumento contundente contra a imposição de uma linguagem arquitetônica unificada.

O Pós-Antropoceno: Exposição da JOA vislumbra a vida em um futuro difícil

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O escritório JOA tem a honra de participar da Bi-City Biennale of Urbanism\Architecture 2019 (Shenzhen). Sempre adotamos uma perspectiva orientada pela pesquisa como ponto de partida de nossos projetos, buscando aprofundar a narrativa por trás da arquitetura e apresentá-la ao público por meio de exposições. Nossa compreensão do mundo futuro fundamenta-se mais na perspectiva da arquitetura do que na de filmes de ficção científica. De fato, a premissa de vislumbrar o futuro consiste em discutir as dores sociais do presente para, a partir disso, propor reflexões críticas em uma dimensão futura — o que chamamos de projeto "O Pós-Antropoceno".

O impasse da arquitetura para abrigar pessoas atingidas por desastres

Como o voo de um pássaro, uma chuva de verão, marés no oceano, um relâmpago numa tempestade, uma estiagem prolongada, fenômenos naturais ocorrem todos os dias e nem percebemos. Mas há alguns que chamam mais a nossa atenção, como a erupção de um vulcão, um terremoto, o surgimento de um novo vírus ou uma grande inundação. Mesmo assim, caso ocorram numa região desabitada e não causem grandes danos materiais consideráveis, continuam sendo apenas fenômenos naturais. Caso aconteçam em pontos do planeta onde vivem muitas pessoas e que causem mortes, ferimentos, interrupção da produção, grandes prejuízos financeiros e a necessidade de deslocamento da população, aí sim são considerados desastres naturais. 

O problema da distância: “tambos” como oportunidade projetual para o território rural peruano

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Este artigo de Cristian Yarasca Aybar foi publicado originalmente na edição nº 11° da revista rita_ com o título "El problema de la distancia: las plataformas multisectoriales “tambos” como una oportunidad proyectual sistemática para el territorio rural peruano". A pesquisa tem como objetivo identificar as potencialidades projetuais do “Programa Nacional de Tambos” no Peru a partir de uma visão sistemática do território nacional.

Planejamento urbano e epidemias: como doenças do passado transformaram as cidades

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Cidades e epidemias têm uma relação intrincada. Ao longo da história, cidades se constituíram como locais propícios à disseminação de doenças. Centros econômicos, sociais e culturais, vocacionadas para conectar ideias e desenvolver soluções, responderam às epidemias com inovação. Mas a melhoria do espaço urbano – com saneamento e fornecimento de água, construção de parques e espaços abertos, melhores condições de transporte – frequentemente veio acompanhada da recriação da cidade precária nas periferias.

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4 Projetos de escolas que transformaram comunidades em momentos de crise

Como resposta aos desastres naturais, crises sanitárias e conflitos armados que tão frequentemente abalam as nossas sociedades, arquitetos precisam agir rapidamente, usando a sua criatividade para apresentar soluções emergenciais aos mais urgentes problemas de nosso tempo. À seguir, compilamos uma lista de projetos inspiradores que exploram uma faceta da arquitetura que nem sempre está destinada às primeiras páginas das revistas, mas que neste momento, parecem ser a única arquitetura possível, estruturas honestas que procuram solucionar problemas, unir pessoas e resgatar comunidades.

A arquitetura de emergência é uma tipologia que se desdobra das mais variadas formas, assim como serve para atender uma enorme diversidade de circunstâncias excepcionais – sendo a última delas uma crise sanitária mundial. Neste contexto, soluções emergenciais passaram da noite para o dia a ser o centro das atenções, algo que nos faz refletir sobre a importância deste tipo de estruturas, que até ontem, permaneciam à sombra de outros discursos e tendências, mas que em outros contextos – menos privilegiados – tem sido da maior importância já a algum tempo. Tudo aquilo que para nós parece tão cotidiano e as vezes até vulgar, em outros contextos pode ser algo inalcançável, que apesar de ser uma necessidade básica, ainda assim, encontra-se tão distante daquela realidade.

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Esta cidade sueca de 125 anos foi realocada, com edifícios e tudo

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Kiruna Forever, uma exposição no ArkDes, acompanha a realocação da cidade devido à instabilidade geológica.

“Kiruna está em movimento”, afirma Carlos Mínguez Carrasco, curador da nova exposição Kiruna Forever. Kiruna, uma cidade sueca de 125 anos que surgiu no entorno da mina de ferro de mesmo nome, deu início a um processo oficial de realocação em 2018, após décadas de discussões com a empresa de mineração estatal LKAB. Hoje, à medida que a expansão da mina desestabiliza o solo ao seu redor, edifícios próximos estão sendo demolidos ou carregados em caminhões de plataforma e transportados para o novo centro urbano, localizado a cerca de três quilômetros a leste.

Arquitetura vernacular no mundo pós-coronavírus

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Como disse Mike Tyson: “Todo mundo tem um plano, até levar um soco no queixo.”  

A pandemia de COVID-19 vai deixar uma marca indelével no mundo da estética. Desde a fundação da Sociedade das Nações em 1920, finalmente, a estética internacionalizante da arquitetura – como a conhecemos desde então – pode deixar de ser a via de regra ditada pelos cânones da disciplina. Markus Breitschmid, arquiteto e acadêmico suíço professor da Virginia Tech desde 2004, argumenta em seu artigo “In Defense of the Validity of the 'Canon' in Architecture,” que o Cânone na Arquitetura é o principal instrumento responsável por isolar a arquitetura do resto do mundo:

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Curso Online Revit MEP: Aprenda a modelar e gerenciar seus projetos de Instalações BIM

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Como o próprio nome sugere, o Revit MEP (Mechanical, Electrical & Plumbing) é a disciplina do Revit voltada para a análise e o projeto de instalações mecânicas (ventilação), elétricas e hidrossanitárias em projetos de arquitetura e construção, desde pequenos conjuntos habitacionais até complexas edificações de grande escala.

Casas brasileiras: 15 residências com blocos de concreto

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Os blocos de concreto são peças utilizadas sobretudo na execução de paredes e muros, podendo assumir função estrutural ou de vedação. Por ser um material pré-fabricado de baixo custo, comumente utilizado de forma aparente, é adotado em muitos projetos com o intuito de executar uma obra econômica, rápida e prática, sem necessidade de mão de obra especializada.

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Como a arquitetura de Nova York tem respondido a emergências nacionais nos últimos 20 anos

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A cidade de Nova York representa a expressão máxima da fusão entre os bairros vibrantes e de escala granular que Jane Jacobs outrora idealizou e as transformadoras inovações urbanas de Robert Moses. No entanto, sua população diversa enfrentou graves adversidades nos últimos vinte anos, o que forçou a cidade a mergulhar em uma onda contínua de autorreflexão para reavaliar as estratégias urbanas, as tendências de design e os sistemas de transporte global aos quais havia se acostumado. Após as tragédias do 11 de setembro e do furacão Sandy, o equilíbrio delicado entre promover uma identidade cultural individual e a força da união — marca registrada dos nova-iorquinos — foi o motor essencial de sua revitalização. A cidade de Nova York tem lidado constantemente com a adversidade, sempre repensando, redesenhando e reconstruindo o ambiente urbano para um futuro melhor.

Como fazer perguntas à inteligência artificial?

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Nos últimos anos, a inteligência artificial (IA) tem gerado muitos debates na indústria da arquitetura. No entanto, poucos parecem compreender o que ela realmente é e por que desperta sentimentos tão complexos. Embora existam muitos especialistas que dominam esse campo melhor do que eu, acumulei uma década de experiência prática na aplicação de IA e algoritmos em diversos projetos. Um dos desafios que o nosso setor enfrenta atualmente é: como fazer com que essas novas ferramentas gerem valor prático?

Um passeio solitário: construindo imagens da cidade em tempos de isolamento

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Existem elementos estranhos de conexão que fazem parte desse fenômeno de distanciamento social: não apenas o mundo inteiro o está exoperienciando simultaneamente, mas também parecemos compartilhar um momento global de conscientização de que algo único está ocorrendo – algo que exige ser documentado e entendido.

Movidos por esse impulso e sob a orientação da fotógrafa e professora Erieta Attali, 16 estudantes da Cooper Union exploraram, através da fotografia, sua vida cotidiana agora governada pelo isolamento e pelo distanciamento social. Os registros mostram realidades distintas, específicas de onde os alunos estão passando o período de quarentena.

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Arquitetura pós COVID-19: a profissão, os escritórios e os autônomos

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À medida que alguns países estão pouco a pouco retomando as suas atividades, abrandando as medidas de contenção e isolamento que nos foram impostas ao longo dos últimos meses, arquitetos do mundo todo estão procurando entender melhor como será a sua vida na chamada ‘nova normalidade’. Como uma ruptura drástica e repentina em nossos modos de vida, o surto de coronavírus nos apresentou uma nova forma de encarar o mundo, redefinindo o próprio conceito de “normalidade”, provocando uma mudança na maneira como nos relacionamos com o mundo a nossa volta. Impulsionados por uma série de questões latentes, estamos lidando com um fenômeno ainda muito recente, antecipando um futuro relativamente desconhecido.

Durante um bate papo informal, dois dos nossos editores tiveram a ideia de escrever um artigo colaborativo onde procuram investigar as principais tendências do atual momento, debatendo questões relacionas às incertezas do futuro e oferecendo a sua visão sobre como a atual situação poderá afetar a disciplina da arquitetura daqui para frente. Abordando uma possível mudança de paradigma, no cenário profissional e principalmente no ensino da arquitetura, este artigo escrito à quatro mãos por Christele Harrouk e Eric Baldwin visa lançar uma luz sobre este nebuloso momento que estamos atravessando.

Que vidros utilizar para evitar que aves se choquem com os edifícios

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Você sabia que durante a segunda semana de maio é comemorado o dia mundial das aves migratórias?

Todos os anos, nessa data, são organizados festivais, eventos educacionais, exposições e excursões para celebrar e, acima de tudo, conscientizar sobre a conservação das aves migratórias. Essas espécies viram seus habitats transformados nas últimas décadas, em parte pela ação humana: projetistas e agentes imobiliários construíram e nutriram um imaginário urbano dominado por estruturas de vidro como símbolo de poder e progresso. Antes de prosseguir com a conquista do céu, vale a pena considerar algumas medidas a serem adotadas ao especificar materiais mais amigáveis ​​às espécies com as quais coabitamos.

Quão temporária deve ser a arquitetura emergencial?

Inundações, terremotos, tsunamis, furacões, conflitos armados, econômicos, sociais, pandemias. O número de refugiados no mundo cresce ano após ano. As soluções imediatas e temporárias, cada vez mais numerosas, transitam entre o "fazer o que se pode" e o "fazer o que se deve", sempre sob a égide do "fazer muito com pouco". Mas quão temporária a arquitetura de emergência acaba, efetivamente, sendo? É mais permanente do que pensávamos?

Queremos oferecer aos nossos leitores a possibilidade de expressar abertamente suas opiniões e experiências sobre o assunto. Se tivéssemos consciência da dificuldade de lidar com as perdas totais – que acabam fazendo o temporário se tornar permanente – mudaríamos o modo de projetar a arquitetura emergencial? Exigiríamos uma arquitetura de emergência de maior qualidade? Buscaríamos outros tipos de solução?

Deixe suas opiniões sobre o assunto no formulário a seguir:

Como redefinir a arquitetura para emergências migratórias?

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Atualmente, a maior parte dos cidadãos do mundo foi direcionada ao confinamento devido à COVID-19. Após mais de dois meses nessas circunstâncias, surgem duas reflexões gerais — independentemente dos problemas pessoais de cada lar. A primeira é que nos adaptemos e vivamos em relativa harmonia dentro do espaço em que habitamos, e a segunda é que o espaço habitável não seja suficiente para o nosso conforto. Aprofundaremos a análise a partir da segunda reflexão, a fim de empatizar com a população que se encontra em situação de risco e decide abandonar sua vida em um determinado lugar para migrar em busca de melhores oportunidades, analisando como a arquitetura responde ou se omite diante da emergência migratória.

Uma torre de observação de pandas e um museu de guerra em Nova Délhi: 10 projetos não construídos enviados por nossos leitores

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Com o crescente volume de propostas de concursos enviadas à nossa redação, nossa seleção com curadoria de arquitetura não construída apresenta, esta semana, projetos excepcionais inseridos em um contexto internacional. O ArchDaily reuniu mais uma coletânea de propostas, agrupando intervenções de várias partes do mundo e destacando programas, projetos e inovações inéditos enviados por meio das submissões de nossos leitores e leitoras.

O artigo inclui alguns projetos inovadores no Extremo Oriente, com uma torre de observação de pandas, um complexo de produção e a revitalização de uma área industrial na China. Além disso, a seleção apresenta uma proposta desenvolvida para a Jacques Rougerie Foundation Space and Sea Generation em Melbourne, Austrália, e um projeto finalista do Concurso Internacional de Projeto LACMA Not LackMA. Outras propostas em destaque incluem um complexo multicultural na Coreia do Sul, uma zona de lazer em um lago na Áustria, um pavilhão da paz no Senegal e uma residência dos sonhos "entre a montanha e o mar" projetada pelo Penda China, entre outros.

Estudantes da YACademy 2019 projetam um novo bivaque alpino

Uma característica marcante dos cursos da YACademy — a escola de arquitetura fundada pela YAC em 2018 — é oferecer aos/às estudantes workshops práticos e instigantes. No currículo da escola, um foco central é a dinâmica de relacionamento entre o natural e o artificial, entre a intervenção antrópica e a preexistência da paisagem. Esses temas motivaram a YACademy a criar um Curso de Formação Avançada em Arquitetura para a Paisagem: um programa composto por palestras de profissionais renomados/as, seguidas de estágios em alguns dos escritórios mais prestigiados do mundo.

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Sedução em escala monumental: o Templo de Salomão em São Paulo

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Shalom. Três homens em túnicas brancas estendem sincronicamente os braços e saúdam a quem chega com a expressão hebraica que deseja paz e boas-vindas. Por favor, conserve o silêncio no santuário. A locução suave e feminina informa as regras de conduta em meio à trilha sonora celestial. Telões de alta definição exibem imagens florais e passagens bíblicas. Para alcançar a prosperidade, em quem confiar? Vídeos de curta duração divulgam a programação semanal, como a Palestra Motivacional para o Sucesso Financeiro, oferecida às segundas-feiras em seis horários diferentes.

Egito moderno: nova arquitetura em um mundo antigo

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A arquitetura egípcia contemporânea está baseada em uma história enriquecedora. Como berço da civilização, o país transcontinental influenciou vários estilos de construção e culturas de projeto. Lar de alguns dos primeiros desenvolvimentos urbanos e governos centralizados, o Egito é definido por sua geografia e seu contexto multicultural. Hoje, sua arquitetura moderna precisa enfrentar uma herança de construção que se estende por milênios.

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