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Vagas em Xangai | Atelier Mearc: arquiteto/a, arquiteto/a assistente, estagiário/a

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O atelier mearc foi fundado em Xangai em 2012. O estúdio busca entregar resultados inovadores e de espírito investigativo em projetos de arquitetura, interiores e instalações. O escritório prioriza a observação do cotidiano, investigando as conexões profundas entre o comportamento humano e o espaço para transformá-las em ponto de partida para suas criações; explora ativamente o valor singular intrínseco de cada projeto; incentiva a pesquisa exploratória inicial e, ao mesmo tempo, compromete-se com a prática de técnicas construtivas locais; além de focar no projeto arquitetônico, valoriza a colaboração com consultores especializados para garantir a viabilidade econômica e técnica de cada obra.

Inteligência artificial e arquitetura: como a tecnologia está mudando a forma de projetar e vivenciar o espaço

No clássico filme de Jacques Tati, Mon Oncle (1958), a casa, como materialização cenográfica da “máquina de morar”, é a protagonista. Seus aparatos tecnológicos, por vezes indomáveis, são os que ditam as regras. A proprietária da casa, Madame Arpel, é uma tecnocentrista típica, maravilhada com toda a tecnologia que a cerca acreditando que ela seja a solução para todos seus problemas diários. No lado oposto de Arpel está seu irmão, Mr. Hulot, que chega para uma visita e se desentende com toda essa inovação. Ao longo da sua estadia, conhecemos uma casa que se mostra muito complexa e ao mesmo tempo não permite o controle do usuário.

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Relíquias do czarismo e do socialismo: a arquitetura do Cáucaso Norte

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Pouco conhecida pela maioria das pessoas, o Cáucaso do Norte é uma região extremamente complexa e remota, composta por uma enorme variedade de diferentes etnias, línguas, religiões e, conseqüentemente, arquiteturas. Em sua herança construída encontramos desde edifícios da era czarista a mesquitas, assim como mosaicos tradicionais da era soviética, monumentos e edifícios de estilo brutalista. Cenário de eventos polêmicos e disputas históricas, o norte do Cáucaso é um território culturalmente heterogêneo e está localizado na fronteira entre a Europa e a Ásia, entre a antiga União Soviética e o Oriente Médio, entre a fé Cristã e o mundo Islâmico. Ilustrado com fotografias de Gianluca Pardelli, Thomas Paul Mayer e Nikolai Vassiliev, este artigo é um convite à descoberta da historia e da arquitetura desta peculiar região do planeta: o Ciscáucaso, ou Cáucaso Norte.

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As diversas aplicações de janelas sem moldura na criação de espaços contemporâneos

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Uma janela sem caixilho é exatamente o que o nome sugere: uma opção de envidraçamento contínuo que não apresenta nenhuma moldura aparente ao redor de seu perímetro. Como um novo fenômeno do design, os painéis de vidro sem caixilho são utilizados em varandas, boxes de banheiro, portas de vidro e janelas sob medida para jardins de inverno, criando o efeito de uma "parede de vidro", que é uma marca registrada da arquitetura contemporânea. O envidraçamento contínuo oferece diversas vantagens, a começar pelo seu excepcional valor estético, que maximiza a entrada de luz natural nos ambientes e confere um toque contemporâneo e elegante à edificação. Para além do apelo estético, as janelas sem caixilho são de instalação simples e extremamente rápida, garantindo o mínimo de transtorno para proprietários e proprietárias e custos de instalação reduzidos.

Como construir cidades e moradias mais criativas?

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“Desde a Revolução Industrial, linhas de montagem ditaram um mundo feito de partes enquadrando a imaginação de arquitetos e designers que foram treinados a pensar nos seus projetos como resultados de pedaços com funções distintas”, essa foi uma frase proferida pela arquiteta israelense e pesquisadora do MIT Media Lab, Neri Oxman em sua palestra do TED intitulada “Projetando na intersecção entre tecnologia e biologia”.

Neri reforça que a maneira tradicional de se construir é feita do mesmo modo há milênios e precisa ser reinventada. De fato, fomos ensinados a construir edifícios e cidades de forma racionalizada, em partes, sem pensar no todo. Até hoje essa lógica ainda é ensinada nas universidades.

Olhares queer sobre a arquitetura

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Um número crescente de teóricos e profissionais está discutindo o impacto de gênero e raça na profissão e na teoria da arquitetura. Questões ligadas à relação entre o ambiente construído, orientação sexual e identidade de gênero, no entanto, permanecem particularmente pouco estudadas, talvez por causa de sua relativa invisibilidade e consequências discriminatórias menos claramente identificáveis; elas também são completamente negligenciadas pela teoria do design no mundo francófono. Este artigo corrige parcialmente a situação.

O que é o concreto ciclópico? Usos e aplicações em obras de arquitetura

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Conhecida antigamente como “ciclópica”, essa técnica se baseia na utilização de grandes blocos de pedra que, sobrepostos e ligados entre si, sem qualquer tipo de argamassa, permitiam materializar várias estruturas. As civilizações às quais se atribui o uso desta técnica são muito diversas e é possível vê-la aplicada a diferentes funções que vão desde a construção de muralhas defensivas até templos e tumbas. Em geral, esse tipo de sistema costuma estar associado a qualquer construção antiga que utilize grandes elementos de pedra, cujo aparelhamento é mais ou menos poligonal.

Hologramas: como eles podem impactar o espaço arquitetônico

Embora os hologramas tenham sido uma possibilidade por décadas - o primeiro holograma foi desenvolvido no início dos anos 1960 após o desenvolvimento da tecnologia a laser - muitos ainda podem associá-los mais à ficção científica, o termo evocando imagens de dispositivos de super-heróis de alta tecnologia e naves espaciais no futuro distante. No entanto, à medida que nos aproximamos da realidade de um futuro hiper-tecnológico e uma variedade de indústrias - incluindo arquitetura e construção - começam a abraçar novas formas de tecnologia cada vez mais avançada, a holografia também tem a chance de remodelar completamente a maneira como conceitualizamos e arquitetura de experiência. Embora seja impossível prever exatamente como a tecnologia holográfica será usada no futuro, a seguir listamos vários exemplos de projetos existentes que usam hologramas e outros tipos de holografia para criar ambientes atmosféricos, cenas fantásticas e visualizações práticas. Esses exemplos vão além do uso de hologramas para visualizar estruturas e locais durante a fase de projeto; eles utilizam holografia para moldar o próprio espaço arquitetônico completo, alterando completamente a experiência sensorial e espacial de seu ambiente.

E se os Fab Labs fossem o “faça você mesmo” da arquitetura?

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O movimento maker é uma filosofia que gira em torno da atividade criativa do fazer, intrínseca ao ser humano, e que se dá através da utilização, adaptação e modificação de recursos existentes sem ajuda profissional (HATCH, 2013). Além disso, é baseada na cultura do “faça você mesmo”, sendo sua principal diferença a utilização de ferramentas digitais que facilitam e potencializam a colaboração, a documentação e o compartilhamento entre as pessoas. Desta forma os projetos ficam abertos e adaptáveis, qualquer pessoa pode acessar e modificar.

The Second Studio Podcast sobre o processo de arquitetura e construção

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O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diferentes profissionais da área criativa em conversas espontâneas que dão espaço para análises profundas e discussões pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e outros projetos, ou reflexões informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Esta semana, David e Marina discutem o processo típico de arquitetura e construção, abordando as fases e etapas da maioria dos projetos de edificação: o que esperar de cada etapa, por que as diferentes fases existem, seus processos habituais, os documentos entregues ao final de cada etapa e os resultados obtidos em cada uma delas.

Arquitetura fora do armário

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A arquitetura pode ser muitas coisas, inclusive bicha. Este termo junto de tantos outros que são desviantes e transitam distintas possibilidades e significados, disparam novos olhares sociais e colocam em conflito o modo como surge um projeto arquitetônico ou urbanístico, seu programa e ocupação. Se está dito como a arquitetura deve ser feita, se há uma certeza sobre o que ela representa, aqui se expressa o desejo de não saber o que ela é e o direito de duvidar das suas tradições para assim expandir a possibilidade do seu sentido, profissão e representatividade.

Interiores com tratamento acústico: tipos e soluções

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Vivendo em grandes centros urbanos, é seguro afirmar que a maior parte dos sons que nos rodeiam são acidentais e, em sua maioria, pouco prazerosos. Segundo Julian Treasure, presidente da Sound Agency, os sons podem nos impactar de diversas formas: fisiologicamente, psicologicamente, cognitivamente e comportamentalmente, chegando a alterar a produtividade em espaços de trabalho e até as vendas de comércios e lojas. Como resposta a isso, o cuidado com o conforto acústico nos ambientes que frequentamos é uma atribuição não somente do engenheiro contratado, mas também do arquiteto responsável pelo projeto.

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Integrando a tecnologia solar em fachadas, claraboias, telhados e outros elementos de construção

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A mudança climática continua sendo a principal preocupação na política, economia e pesquisa científica globais, particularmente no que diz respeito às indústrias de arquitetura e construção. Essa maior culpabilidade para o campo da arquitetura deriva do fato de que a indústria da construção contribui com 40% das emissões globais, e a demanda no setor de construção está projetada para aumentar apenas 70% até 2050. As energias renováveis fazem parte de um paradigma de sustentabilidade do século 21 que responde às mudanças climáticas e à degradação ambiental, fortalecendo o impulso para a transformação global. Estratégias de produção de energia renovável são necessárias para mitigar futuros problemas de segurança energética à medida que as fontes tradicionais de combustível se tornam cada vez mais escassas e são uma parte indispensável do projeto para a sustentabilidade na arquitetura.

Como as ciências sociais estão ajudando a transformar o espaço construído

Como uma disciplina cada dia mais especializada, a arquitetura está assumindo um caráter cada vez mais colaborativo, marcada por uma transdisciplinaridade que atravessa todas as suas diferentes fases e processos. Neste contexto, as ciências sociais adquiriram um papel mais importante do que nunca. À medida que arquitetos e arquitetas se tornam mais conscientes de seu papel e responsabilidade para com a sociedade de modo geral, decisões que antes provinham de meros desejos, anseios e especulações formais, estão cada vez mais fundamentadas na experiência e expertise profissional dos arquitetos, arquitetas e suas equipes multidisciplinares. A seguir, discutiremos a crescente influencia das ciências sociais na arquitetura, desde a antropologia e a psicologia até a futurologia.

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Um ato de equilíbrio: como o turismo de arquitetura pode ser mais sustentável

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O universo das viagens é multifacetado. Há os deslocamentos diários para o trabalho ou para o estudo, trajetos rotineiros realizados durante a semana, geralmente dentro dos limites de uma cidade. Há também as viagens mais longas, que costumam envolver embarcar em um avião para visitar um lugar mais distante de onde o/a viajante costuma residir. Embora muitas vezes tenham fins profissionais, para quem tem recursos financeiros essas jornadas são motivadas pelo aprendizado e pelo lazer — momentos em que o/a viajante assume o papel de “turista”.

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Áreas de baixa velocidade salvam vidas. Como projetar uma que seja efetiva?

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Uma vez que a pandemia de Covid-19 alterou as paisagens urbanas e aproximou muitas pessoas da mobilidade ativa, há uma urgência maior de tornar as ruas mais seguras para pedestres e ciclistas. Muitas cidades têm agora a tarefa de proteger os usuários mais vulneráveis, além de criar espaços públicos seguros que permitam a recuperação econômica e que as pessoas aproveitem a cidade ao ar livre. Ao mesmo tempo, existem motivos de longo prazo para apoiar essa transição.

“Caminhar e pedalar estão entre as maneiras mais sustentáveis de se deslocar nas cidades – mas não se forem opções extremamente perigosas”, afirma Claudia Adriazola-Steil, diretora interina de Mobilidade Urbana e diretora de Saúde & Segurança Viária do WRI Ross Center for Sustainable Cities.

O futuro espaço de trabalho não será um espaço de trabalho

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À medida que em alguns países a pandemia de COVID-19 pareça estar sobre controle e as pessoas comecem à retomar suas antigas rotinas, muito se especula sobre se vamos de fato voltar a viver como vivíamos antes, cumprindo jornadas de trabalho presenciais de oito horas por dia cinco dias da semana. Por outro lado, há aqueles que acreditam que algumas das mudanças pelas quais passamos ao longo do último ano vieram para ficar e que o sistema híbrido de trabalho já não é mais visto como uma solução temporária e sim definitiva. Entretanto, nem todas as pessoas desfrutam do fato de poder trabalhar de casa e em muitos casos, isso significa encontrar um outro lugar que não o escritório para poder desempenhar suas atividades profissionais. Este espaço intermediário entre o ambiente doméstico e profissional vem sendo chamado de third place, literalmente “terceiro” lugar, um termo utilizado para descrever quase todos os outros lugares, desde cafeterias a praças e até espaços de co-working. Se você costuma frequentar uma biblioteca para estudar ou trabalhar, ou aproveita para responder e-mails enquanto espera à mesa de um restaurante ou bar, faz ligações e video chamadas desde a sala de espera do aeroporto, isso significa que você já está incluído na lista das pessoas que frequentam este “outro” lugar.

Julia Gamolina, do Madame Architect: “Quanto mais os/as arquitetos/as puderem acumular habilidades para gerir um negócio e contar uma história convincente, melhor será o seu trabalho”

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Madame Architect, a plataforma dedicada ao ambiente construído e ao empoderamento, avanço e visibilidade das mulheres que nele trabalham, acaba de atingir um marco histórico: a publicação de mais de 250 entrevistas com as mulheres que moldam nosso mundo. “Criada para romper com o molde do/a arquiteto/a tradicional”, a plataforma foi fundada há três anos por Julia Gamolina, arquiteta que traçou o seu próprio caminho na área e hoje é Diretora de Estratégia na Trahan Architects, com foco no negócio, seu desenvolvimento, crescimento e evolução.

Christele Harrouk, do ArchDaily, teve a oportunidade de conversar com Julia Gamolina, fundadora e editora-chefe da Madame Architect, além de uma das indicadas na lista "20 Under 40" da Professional Women in Construction, para discutir suas escolhas de carreira, a revista digital, os negócios na arquitetura e a comunicação.

Quais materiais são mais fáceis de reciclar em uma construção?

A indústria da construção civil é responsável pelo consumo de cerca de 75% dos recursos naturais do planeta. Pedras, areia, ferro e outros tantos recursos finitos são retirados em enormes quantidades para suprir os mercados. Além da exploração, a grande quantidade de resíduos gerados nos canteiros de obra é algo preocupante, seja durante as obras ou em demolições e remodelações. No Brasil, por exemplo, os Resíduos da Construção Civil podem representar entre 50% e 70% da massa dos resíduos sólidos urbanos [1]. O destino dado a esses entulhos é outro fator chave, uma vez que muitas vezes são postos em caçambas que acabam indo para aterros e lixões sem um destino correto e adequado, sobrecarregando os sistemas de limpeza pública municipais e criando locais de deposição informais. 

Verdades e mitos sobre o uso de contêineres na arquitetura

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Quase meio milhão de novos edifícios desembarcaram no porto de Los Angeles este ano, ou melhor, mais de 490.000 contêineres passaram pelo porto de LA neste período. Se existe uma tendência duradoura na arquitetura contemporânea, é a predisposição em transformar contêineres em estruturas habitáveis. Neste contexto, nos cabe avaliar e discutir se esta tendência em converter contêineres em edifícios é apenas uma moda passageira ou algo que chegou para ficar?

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MVRDV desenvolve catálogo com soluções para requalificar coberturas de edifícios

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Voltando a atenção para um recurso espacial ainda pouco explorado, o MVRDV produziu um catálogo com 130 ideias inovadoras para coberturas planas em Roterdã, apresentando uma potencialidade para o desenvolvimento da cidade. Encomendado pela prefeitura e desenvolvido em conjunto com o Rotterdam Rooftop Days, o Rooftop Catalogue ilustra como a requalificação de coberturas pode contribuir em questões como escassez de solo urbano e mudanças climáticas, ao passo que também aborda o lado prático de se reaproveitar esses espaços.

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Explorando princípios do novo urbanismo no século XXI

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A discussão sobre como planejamos as cidades em que queremos viver é uma conversa sem fim. À medida que nosso mundo passa por mudanças que afetam os projetos urbanos de maneiras previsíveis e imprevisíveis, alguns princípios se mantém verdadeiros: as cidades que dependem menos do transporte privado, criam bairros onde se pode caminhar, possuem uma infinidade de parques e espaços públicos e são projetadas de uma maneira mais próxima à escala humana tendem a ser favorecidas e bem recebidas pelas pessoas que a habitam. O conceito do Novo Urbanismo se apoia nessas ideologias e soma um toque moderno, resultando em como elas podem ser introduzidas ao nosso estilo de vida no século XXI. O Novo Urbanismo pode ser visto como uma estratégia de planejamento que tem sido elogiada e criticada desde sua implementação.

Sem desperdício: 10 intervenções econômicas na arquitetura

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O sistema de economia circular visa eliminar o desperdício e alcançar o uso sustentável de recursos. Indo além do atual modelo industrial extrativista de “extrair, produzir, descartar”, a economia circular busca redefinir o conceito de crescimento, com foco em benefícios positivos para toda a sociedade. Para tanto, pressupõe a dissociação gradual da atividade econômica do consumo de recursos finitos, além da eliminação ativa de resíduos do sistema por meio do design. No contexto da transição para fontes de energia renováveis, o modelo circular reconstrói o capital econômico, natural e social.

O modelo fundamenta-se em três princípios:

  • Projetar sem gerar resíduos e poluição
  • Utilizar plenamente produtos e materiais
  • Regenerar os sistemas naturais

Tapeçaria natural: jardins verticais internos em diferentes tipologias de projetos

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Como condição intrínseca à essência do homem, buscamos constantemente o contato com a natureza, independente das qualidades físicas ou geográficas nas quais nos encontramos. Cada vez mais afastados da natureza dita selvagem, articulamos meios e estratégias para que ela ainda se mantenha presente em nosso cotidiano, mesmo que seja por ínfimos instantes.

Nesse sentido, existem inúmeras maneiras pelas quais se faz possível domesticar a natureza, gesto que acompanha a história da humanidade, sempre desafiando limites técnicos e causando fascínio. Os jardins internos verticais são um exemplo disso.

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