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Chamada de inscrições: ICONIC AWARDS 2021 - Arquitetura Inovadora

Começa hoje o período de inscrições para a premiação internacional ICONIC AWARDS 2021: Innovative Architecture. O prêmio reconhece as melhores realizações em arquitetura, design de interiores e de produto inovadores, bem como conceitos de comunicação de destaque e materiais singularmente inovadores. Os/as vencedores/as serão homenageados/as na cerimônia de premiação em 11 de outubro de 2021 na Pinakothek der Moderne, em Munique, onde terão ampla oportunidade de networking com outros nomes importantes do cenário nacional e internacional.

Memorial do Povo Indígena no Parque das Hortênsias: espaço de resgate, conexão e aprendizado

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O Memorial do Povo Indígena foi idealizado para ser parte integrante do projeto de revitalização do Parque das Hortênsias, antigo zoológico de Taboão da Serra. O pavilhão estruturado em madeira homenageia às arquiteturas e culturas indígenas do Brasil com suas formas orgânicas de se estabelecer, cuidar, ser e estar.

Em 2016, por determinação do Prefeito, o Parque deixou de ser zoológico com a transposição cuidadosa dos animais. Foi estipulado pela Prefeitura Municipal que em 2019 o equipamento público com 48.000 m² de exuberante mata, nascentes, corpos e cursos d´água passassem por um zeloso processo de revitalização. 

Construindo história: espaço e cultura através da arquitetura dos museus alemães

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Museus são estruturas responsáveis por preservar a história e o patrimônio de uma sociedade. Como instituições culturais intimamente conectadas à vida moderna, estas estruturas operam como uma janela para a história, oferecendo espaços de reflexão e conexão com o passado. Concebidos para promover a compreensão e instigar novas ideias, esses edifícios monumentais muitas vezes nos convidam a transitar em um outro território, entre o passado, o presente e por que não, o futuro. Com um patrimônio histórico invejável, a Alemanha é o lar de uma série de instituições museais, tão diversas quanto renomadas. Visitar estes edifícios nos oferece não apenas uma oportunidade para redescobrir o passado, mas principalmente para explorar novas abordagens de curadoria, taxonomia e organização espacial.

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O que o mercado imobiliário nos diz sobre as migrações de volta às cidades?

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Quase um ano após o início da pandemia de COVID-19, parece que estamos começando a recuperar minimamente o sentido de normalidade—ou de uma nova normalidade. Com a esperança injetada pela chegada das primeiras vacinas, voltamos a pensar sobre o futuro e os impactos da pandemia em nossos modos de vida. Durante o primeiro lockdown, testemunhamos um esvaziamento da maioria dos grandes centros urbanos, passando a habitar cidades fantasmas à medida que aqueles que podiam, buscavam refúgio em áreas menos densas e próximas à natureza. Passamos a nos questionar se estávamos de fato vivendo um fenômeno de êxodo urbano, contrário ao alarmante incremento da população urbana testemunhado ao longo das últimas décadas. Esta tendência, entretanto, foi apenas temporária e as pessoas estão finalmente voltando para a cidade.

Viver em Dakar, um estudo sobre a habitação e o desenvolvimento futuro do Senegal

Lançada pelo Goethe Institut, Habiter Dakar (Habitar em Dakar) é uma exposição virtual que aborda a habitação na capital senegalesa. O estudo foi liderado por Nzinga Mboup e Caroline Geffriaud, ambas arquitetas baseadas em Dakar. Elas observaram que a atual oferta habitacional da cidade está particularmente distante das necessidades de seus habitantes, seja a nível cultural, social ou ambiental.

As arquitetas analisaram a progressão que havia ocorrido no desenvolvimento da paisagem urbana e nas moradias da capital senegalesa, desde o tradicional estilo de vida até os atuais modelos internacionais de moradias que parecem desconectados da realidade cotidiana da maioria dos habitantes da cidade. O estudo centra-se na Habitação, que é uma parte essencial da formação e evolução de Dakar e sugere importantes reflexões teóricas e concretas para o futuro desenvolvimento da metrópole africana.

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Como Medellín entende o que é urbanismo social?

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Conforme o arquiteto Alejandro Echeverri, Medellín soube disseminar a ideia de que esteve imersa em processo de inclusão e transformação urbana. Anualmente a cidade recebe incontáveis visitantes que, segundo o colombiano, parecem mais convencidos do que os próprios moradores sobre como a cidade encontrou respostas aos seus desafios sócio-espaciais. Atuando com a Universidade Nacional da Colômbia e famílias vítimas de conflitos armados entre final de 2014 e início de 2016, observei nuances entre os avanços que a cidade vivenciou a partir de sua atuação direta em territórios em situação de vulnerabilidade e desafios que persistem com o aumento da desigualdade sócio-econômica.

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Urbanismo social: repensando o desenho espacial e os discursos da América Latina

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Social Urbanism: Reframing Spatial Design – Discourses from Latin America, novo livro de Maria Bellalta, ASLA, reitora da Escola de Arquitetura da Paisagem da Boston Architectural College, é uma adição bem-vinda ao crescente número de publicações sobre questões de justiça social na forma de urbanismo, arquitetura e espaço público que emanam de Medellín e da Colômbia. As conquistas do urbanismo social tornaram-se um sinônimo de Medellín no mundo do paisagismo, do planejamento e projeto urbano, e da arquitetura de forma geral.

Há algo mais natural que a própria natureza? O argumento das casas “verdes”

Muitas vezes eu mesmo não fui capaz de decifrar se um edifício em meio ao bosque poderia ser considerado “sustentável”. Ao longo do caminho, fui obrigado a convencer amigos e familiares de que este ou aquele edifício poderia ser completamente a antítese do próprio termo.

O greenwashing transformou-se em uma importante ferramenta de marketing na arquitetura contemporânea. O conceito de sustentabilidade na arquitetura foi banalizado a tal ponto que já não significa absolutamente nada de concreto. Neste contexto, é praticamente impossível diferenciar um projeto que contribui de fato para minimizar o impacto ambiental e para construir ambientes mais saudáveis daqueles que simplesmente pretendem estar fazendo algo similar. Quando observamos projetos residenciais sob esta lente, esta questão se torna ainda mais nebulosa.

Pensando nisso, decidimos perguntar aos nossos leitores: O que faz com que uma casa seja considerada "verde"? Seria apenas saber de onde vem e quem comercializa os materiais utilizados para construí-la? Seria o fato de produzir toda a energia necessária para a sua manutenção a partir de fontes renováveis?

O feminismo é compatível com a arquitetura e o urbanismo?

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A voz de arquitetas, acadêmicas, designers, urbanistas e ativistas ganhou força diante da oportuna recepção de temas como a inclusão e a perspectiva de gênero. A cada 8 de março — dia em que as mulheres ocupam as ruas como ato de resistência e de exercício da cidadania —, cabem algumas breves reflexões que evidenciam o vínculo existente entre cidade, acontecimentos políticos e sociais, bem como com as disciplinas afins à arquitetura e ao urbanismo.

Como tirar proveito de tetos altos em renovações

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A altura do teto de um espaço influencia muito da nossa percepção sobre o mesmo. Geralmente, códigos construtivos locais definem as dimensões mínimas, que são calculadas para proporcionar uma qualidade de vida adequada no ambiente. Mas a altura exata dos pés-direitos é, muitas vezes, definida pela dimensão dos materiais que constituem a edificação, a altura das lajes ou, até, por conta do arredondamento nas dimensões dos degraus da escada. É comum que, com a densificação das cidades e visando um aumento na lucratividade, os empreendedores optem por criar pés-direitos mínimos em habitações e escritórios, reduzindo os custos de construção. Por outro lado, nas arquiteturas mais antigas, são observados pés-direitos mais generosos, que geralmente possibilitam um maior grau de liberdade projetual. Mas como tirar partido da melhor forma destes espaços?

Para um futuro equitativo: Dia Internacional da Mulher 2021

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Mais um ano e mais um Dia Internacional da Mulher. Embora recentemente o debate sobre gênero tenha recebido considerável atenção, a batalha pela equidade está longe de acabar. Mesmo no século XXI, a arquitetura ainda pode ser uma profissão desafiadora para as mulheres. No entanto, o progresso está acontecendo e, em 2020, Yvonne Farrell e Shelley McNamara se tornaram a 4ª e 5ª mulheres a receber o prêmio Pritzker desde a sua criação em 1979.

Sem limitar nossa cobertura do tema ao dia 8 de março, o ArchDaily reconhece todos os dias a força feminina que está moldando o ambiente construído em todo o mundo. Na verdade, Mulheres na Arquitetura é um dos principais pilares da nossa estratégia de conteúdo. Este ano, para o Dia Internacional da Mulher, o ArchDaily decidiu apresentar uma semana inteira de conteúdo dedicado, com entrevistas exclusivas e editoriais instigantes. Junte-se a nós e conheça mulheres que estão se destacando no universo da arquitetura, do design e do ambiente construído.

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Conserve recursos e planeje a demolição com a construção digital

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A indústria da construção é tradicionalmente um dos setores que mais consomem recursos. No entanto, por meio de um planejamento rigoroso e do uso de ferramentas digitais, o processo construtivo pode, pelo contrário, contribuir ativamente para a proteção ambiental. Energia, recursos e materiais podem ser economizados intencionalmente durante a obra, ampliando o debate para além do edifício sustentável como produto final, englobando também a sustentabilidade no próprio processo de construção. As soluções digitais podem desempenhar um papel decisivo, mas, até o momento, o setor tem aproveitado pouco as inúmeras possibilidades disponíveis. A seguir, especialistas do Nemetschek Group apresentam algumas das oportunidades que essas tecnologias oferecem.

Principais tendências mundiais no paisagismo de interiores

Já não há dúvidas sobre os muitos benefícios que as plantas trazem para o espaço doméstico uma vez incorporadas a um projeto de “paisagismo de interiores” ou Plantscaping, como tal prática tem sido chamada. Integrar jardins e hortas em projetos residenciais atende a muitos propósitos, sejam eles práticos, estéticos ou psicológicos. Embora existam alguns requisitos básicos que devemos considerar ao incorporar plantas e jardins em nossos espaços interiores, as espécies de plantas assim como as soluções técnicas de projeto costumam variar enormemente de acordo com a sua localização. Ao explorarmos alguns dos principais projetos de interiores que incorporam plantas e jardins em seus espaços, identificamos uma série de padrões recorrentes, cada um refletindo características relevantes ao clima, ao estilo e às soluções construtivas específicas.

Enquanto as espécies de plantas escolhidas costumam variar de acordo com as condições climáticas do lugar, as principais diferenciações nos projetos avaliados estão relacionadas ao espaço em si e como os projetistas procuram aclimatá-las. Embora saibamos da importância do contanto direto com a natureza para a nossa saúde física e mental, plantas também são utilizadas em projetos residenciais com a finalidade de criar micro-climas ou para oferecer espaços onde as pessoas podem cultivar seus próprios alimentos. 

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Do passado ao futuro: a urgência do "verde" na Arquitetura

A crise climática revelou o mau planejamento de nossas cidades e dos espaços que habitamos. Tanto a construção quanto seus projetos contribuem para altas emissões de gás carbônico. Felizmente, há várias formas de intervir para trazer mudanças neste cenário, seja através dos materiais e técnicas adotadas em cada iniciativa ou mesmo através do impacto geográfico e social. Neste cenário, a única certeza é que para pensar o futuro não podemos ignorar o "verde" em todos os seus recentes significados: natureza, sustentabilidade, ecologia. 

Os melhores projetos de estudantes na América Latina e Espanha 2021

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Com o objetivo de dar visibilidade à valiosa produção das universidades latino-americanas e espanholas, lançamos este ano uma convocatória aberta convidando estudantes de arquitetura a enviarem seus projetos de conclusão de curso realizados em 2020.

Após avaliar exaustivamente 305 propostas, nossa equipe de editores selecionou e destacou, em primeiro lugar, 10 projetos que apresentam um elevado pensamento crítico em relação às problemáticas propostas. A seleção não apenas valorizou os projetos que entregaram a melhor arquitetura possível por meio de um projeto eficiente, adequado ao seu contexto, ao seu programa e aos seus usuários, mas também aqueles que dedicaram atenção significativa à escala humana, à experimentação e a novas formas de abordar a arquitetura nas cidades. Em segundo lugar, fazemos menção a outros 10 projetos cuja grande dedicação e qualidade como trabalho acadêmico seria impossível não reconhecer.

Metodologia BIM e a criação de edifícios inteligentes

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Simplesmente colocar a palavra "inteligente" antes de qualquer tipo de termo arquitetônico ou tecnológico, ou qualquer termo nesse sentido, parece convertê-lo em algo novo e futurístico. Alguns exemplos, como cidade inteligente, indústria inteligente ou comércio inteligente nos mostram que o adjetivo já é mais comum do que pensamos e que não parece mais tão estranho. O edifício inteligente também é um conceito inovador usado no mundo arquitetônico de hoje. A dificuldade de discutir esse conceito, como todo termo inovador e ambíguo, é encontrar uma definição clara dele. Já há muito escrito sobre isso, e não encontraremos uma definição absolutamente clara, mas de forma geral, poderíamos definir um edifício inteligente como: "Uma construção que busca a plena eficiência energética em seu uso, atingindo este objetivo graças a integração e gestão e controle automatizados de todos os seus sistemas. "

Arquitetura e território: residências nas cinco regiões do Brasil

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O arquiteto italiano Vittorio Gregotti, autor de Território da arquitetura (1966), acreditava que a arquitetura tem origem no gesto de fincar a primeira pedra no chão. O reconhecimento do lugar é, voluntariamente ou não, o primeiro passo em um projeto arquitetônico. A compreensão do contexto em que a obra será inserida é responsável pela fundamentação de uma série de decisões de desenho, configurando-se assim como uma atividade substancial no ofício dos arquitetos e arquitetas.

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É hora de começar a pensar em edifícios industriais de madeira?

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Possivelmente as edificações industriais sejam as que melhor exemplificam a célebre frase proferida por Louis Sullivan de que “a forma segue a função”. Geralmente, elas se tratam de edificações funcionais, eficientes, de construção rápida e sem ornamentos. É por isso que, ao estudarmos o patrimônio industrial das cidades e países, somos capazes de entender sobre os materiais locais, as tecnologias e tradições construtivas da época, além de relembrar o passado da indústria. As fábricas de tijolos vermelhos da Inglaterra logo vêm à mente, bem como os lanternins nos telhados utilizados para proporcionar iluminação natural às fábricas e muitas outras soluções típicas. Estruturas metálicas e de concreto pré-moldado atualmente são as mais utilizadas por conta da combinação entre eficiência construtiva, custo e possibilidade de vãos expressivos. Muitas vezes, estes galpões industriais também caracterizam-se por serem extremamente frios e impessoais, além de conterem uma pegada de carbono considerável. Mas a experiência do Canadá, nos últimos anos, chama a atenção. Há cada vez mais aceitação de edifícios de madeira para programas industriais.

A religião da cidade: carros, transporte coletivo e Coronavírus

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A religião é uma realidade exclusivamente humana. Assim como as cidades. À medida que emergimos de nosso isolamento, as cidades silenciosas e locais de adoração serão novamente humanizados, em comparação com a triste memória do que já foram.

Vamos nos recuperar dessa estranha realidade, a pandemia e, quando o fizermos, seremos forçados a responder a algumas questões. Antes deste século, o automóvel já foi visto como a forma como os americanos podiam criar uma nova realidade: uma enorme classe média que podia controlar sua vida usando a liberdade que os carros lhes davam para ir onde quisessem, quando quisessem e viver onde eles quisessem viver. Entretanto, antes do isolamento, essa visão do que os carros significavam para nossa cultura estava mudando - especialmente nas cidades.

A Arquitetura dos Espaços Liminares

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Os espaços liminares estão por toda parte — seja no sentido literal, seja como um tema de grande interesse no Reddit e em outras plataformas de compartilhamento de imagens. A publicação de fotos de espaços vazios e deteriorados, acompanhada por lembranças coletivas de experiências de infância, tem se tornado uma atividade bastante popular ultimamente. Em algum momento do passado, os espaços retratados nessas imagens inquietantes pareceram uma boa ideia, uma solução útil para abrigar multidões em trânsito ou em atividades comerciais. A arquitetura também desenvolveu termos específicos para essas áreas, definindo-as por meio de teorias que explicavam seu papel em nossa cultura. Neste vídeo, docente de arquitetura Stewart Hicks apresenta como os/as arquitetos/as pensam os espaços liminares, o que os constitui, por que existem e por que alguns/as arquitetos/as e artistas ainda trabalham para produzir esse efeito.

Carbono incorporado nos materiais de construção: O que é e como calcular

Qualquer atividade humana impacta de alguma forma o meio ambiente. Algumas menos, outras muito mais. Segundo o United Nations Environment Programme (Unep), o setor da construção é responsável por até 30% de todas as emissões de gases que contribuem ao efeito estufa. Atividades como mineração, processamento, transporte, operação de indústria e combinação de produtos químicos resultam na liberação de gases como o CO2, CH4, N2O, O3, halocarbonos e vapor d' água. Estes, quando lançados na atmosfera, absorvem uma parte dos raios do sol e os redistribuem em forma de radiação na atmosfera, aquecendo o planeta. Com uma quantidade desenfreada de gases sendo lançados cotidianamente, essa camada é engrossada, fazendo com que a radiação solar entre e não consiga sair do planeta, acarretando em impactos quase incalculáveis para a humanidade, como desertificação, derretimento das geladeiras, escassez de água, tempestades, furacões, inundações, alterações de ecossistemas, redução da biodiversidade.

Como arquitetos, uma das nossas maiores preocupações deveria ser de que forma é possível diminuir as emissões de carbono incorporados nas construções. Conseguir mensurar, quantificar e qualificar os impactos é um primeiro caminho. 

Harriet Pattison sobre o processo criativo de Louis Kahn e fazer história

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

O documentário de 2003 de Nathaniel Kahn, My Architect, tinha em seu cerne a busca de um filho por seu pai. O filme, que foi indicado ao Oscar e será relançado ainda este ano, explorava a complexa vida familiar de Louis Kahn: três filhos, de três parceiras diferentes, que cresceram quase sem saber da existência uns dos outros. No entanto, o longa-metragem tratava tanto da obra de Louis Kahn quanto de sua vida pessoal. Com isso, reacendeu o interesse por seus edifícios, tanto na cultura geral quanto no meio acadêmico da arquitetura.

A importância da comunicação entre arquitetos e clientes: Betoneira entrevista Stephanie Ribeiro

Como explicar para o publico geral a importância de contratar um arquiteto? No décimo terceiro episódio do Betoneira a convidada é Stephanie Ribeiro, que nos conta como venceu esse desafio com a oportunidade de estar a frente do programa Decore-se da GNT. A conversa gira em torno dos erros e acertos dos arquitetos e clientes na hora de se comunicar.

O que é patrimônio material e imaterial?

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A palavra patrimônio vem do latim “patrimonium”, na junção das palavras pater (pai) e monium (sufixo que indica condição, estado, ação). Por meio dessa etimologia, entende-se a relação do termo com a ideia de herança, daquilo que era transmitido de geração para geração.

De uma concepção individual e privativa, com o passar do tempo, – mais precisamente no período entre guerras –, o conceito de patrimônio adquiriu uma abordagem abrangente, passando a ser aplicado em diferentes áreas.

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