
Taiwan propõe que a arquitetura tem o poder de transformar um lugar e, para representar essa ideia, o trabalho de Sheng-Yuan Huang e seu escritório, o Fieldoffice, foram escolhidos para a Representação de Taiwan na La Biennale di Venezia em 2018, intitulada Living with Sky, Water, and Mountain: Making Places in Yilan. Sheng-Yuan e o Fieldoffice demonstraram que a noção de criar lugares vai além da construção de um espaço físico, tratando-se igualmente de estabelecer vínculos entre as pessoas, assim como entre as pessoas e seu ambiente.
Alessandro Martinelli analisa Sheng-Yuan e sua equipe no Fieldoffice como a vanguarda de um novo movimento arquitetônico em seu livro, The City Beyond Architecture, que busca produzir uma nova forma de vida coletiva sob a ótica do design e da cultura, tangenciando o que a cultura projetual da maior parte da futura urbanização poderia se tornar. A seguir, discutiremos o impacto de Sheng-Yuan na arquitetura taiwanesa, considerando como ele liderou o chamado para integrar e imaginar espaços públicos capazes de estruturar uma paisagem específica, proporcionando tanto espaços de socialização quanto um senso de identidade para as pessoas que os habitam.





















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