1. ArchDaily
  2. Artigos

Artigos

O Programa PILARES busca levar um belo design aos bairros negligenciados da Cidade do México

Acesso exclusivo | 

A maioria dos visitantes da Cidade do México passa o tempo explorando bairros tranquilos e idílicos como Roma e Condesa, repletos de edifícios charmosos, calçadões movimentados e atrações cosmopolitas. No entanto, a vida na capital mexicana coloca a maior parte da população do lado desfavorecido de uma desigualdade vertiginosa, marcada por salários baixos, pela constante ameaça de violência e por uma gritante falta de infraestrutura pública. As tentativas do governo de lidar com esta última questão frequentemente fracassaram; é prática comum que projetos que demandam especialidade arquitetônica sejam atribuídos a empreiteiras, resultando em propostas desprovidas de qualquer sensibilidade de design. Isso ocorre apesar de a Cidade do México ostentar hoje uma das cenas de design mais férteis do mundo e possuir um forte legado de arquitetos/as renomados/as trabalhando em parceria com o governo para realizar obras públicas excepcionais — dos conjuntos habitacionais urbanos de Mario Pani aos edifícios monumentais de Pedro Ramírez Vázquez.

O Programa PILARES busca levar um belo design aos bairros negligenciados da Cidade do México - Imagen 1 de 4O Programa PILARES busca levar um belo design aos bairros negligenciados da Cidade do México - Imagen 2 de 4O Programa PILARES busca levar um belo design aos bairros negligenciados da Cidade do México - Imagen 3 de 4O Programa PILARES busca levar um belo design aos bairros negligenciados da Cidade do México - Imagen 4 de 4O Programa PILARES busca levar um belo design aos bairros negligenciados da Cidade do México - Mais Imagens+ 7

O Center for Architecture de Manhattan imagina o futuro do Desenho Universal

Acesso exclusivo | 

Como o Desenho Universal pode superar as divisões que deixaram tantas pessoas nos Estados Unidos isoladas em suas próprias comunidades? Em sua mais recente exposição, o Center for Architecture de Manhattan propõe uma “reconfiguração”. Em cartaz até 3 de setembro, Reset: Towards a New Commons apresenta projetos que “incentivam novos modos de vida colaborativa” e “abordagens mais holísticas de inclusão”.

O Center for Architecture de Manhattan imagina o futuro do Desenho Universal - Imagen 1 de 4O Center for Architecture de Manhattan imagina o futuro do Desenho Universal - Imagen 2 de 4O Center for Architecture de Manhattan imagina o futuro do Desenho Universal - Imagen 3 de 4O Center for Architecture de Manhattan imagina o futuro do Desenho Universal - Imagem de DestaqueO Center for Architecture de Manhattan imagina o futuro do Desenho Universal - Mais Imagens

Um pavilhão flutuante na Eslovênia e uma ciclovia entre as copas das árvores na Itália: 10 projetos de espaços públicos não construídos enviados ao ArchDaily

Acesso exclusivo | 

Uma das principais responsabilidades de urbanistas e designers é criar locais na cidade para encontros, manifestações, lazer e descanso. A seleção a seguir de espaços públicos não construídos apresenta projetos que expandem essas áreas para além de margens ou orlas fluviais, devolvem às comunidades locais espaços antes subutilizados e buscam otimizar áreas frequentemente negligenciadas. Intervenções desse tipo são fundamentais para melhorar a qualidade de vida da população e tornar as cidades mais agradáveis de se viver.

A seleção desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily. Localizados próximos a um patrimônio mundial da UNESCO na Itália, sobre um lixão ilegal em Dallas, no Texas, ou em uma cidade medieval no norte da Espanha, os projetos reunidos nesta curadoria mostram como arquitetos/as e urbanistas reconhecem o potencial dos espaços urbanos.

Um pavilhão flutuante na Eslovênia e uma ciclovia entre as copas das árvores na Itália: 10 projetos de espaços públicos não construídos enviados ao ArchDaily - Imagem 11 de 4Um pavilhão flutuante na Eslovênia e uma ciclovia entre as copas das árvores na Itália: 10 projetos de espaços públicos não construídos enviados ao ArchDaily - Imagem 44 de 4Um pavilhão flutuante na Eslovênia e uma ciclovia entre as copas das árvores na Itália: 10 projetos de espaços públicos não construídos enviados ao ArchDaily - Imagem 30 de 4Um pavilhão flutuante na Eslovênia e uma ciclovia entre as copas das árvores na Itália: 10 projetos de espaços públicos não construídos enviados ao ArchDaily - Imagem 53 de 4Um pavilhão flutuante na Eslovênia e uma ciclovia entre as copas das árvores na Itália: 10 projetos de espaços públicos não construídos enviados ao ArchDaily - Mais Imagens+ 56

Como o design pode ajudar a garantir que todas as comunidades se beneficiem da adaptação climática

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

A urgência para reduzir as emissões de gases de efeito estufa nunca foi tão grande, e alcançá-la exigirá medidas ousadas para edifícios, infraestrutura e comunidades. Reduções incrementais não são suficientes; precisamos focar na descarbonização total, o que significa eliminar as emissões de carbono causadas pelo nosso ambiente construído. 

Essas grandes mudanças na forma como a energia é gerada e consumida trarão questões importantes sobre quem se beneficia e quem arca com os custos. Programas de incentivo focados em tecnologia podem acabar deixando nossas comunidades mais vulneráveis para trás, exacerbando um legado de subinvestimento e disparidades de saúde, além de falharem em atingir as metas essenciais de uma transição energética completa. Em vez disso, precisamos de soluções holísticas que priorizem as comunidades desfavorecidas e promovam a transição de edifícios que, de outra forma, seriam deixados de fora, gerando uma transformação de mercado de baixo para cima que beneficie a todas as pessoas. 

Como o design pode ajudar a garantir que todas as comunidades se beneficiem da adaptação climática - Imagen 1 de 4Como o design pode ajudar a garantir que todas as comunidades se beneficiem da adaptação climática - Imagen 2 de 4Como o design pode ajudar a garantir que todas as comunidades se beneficiem da adaptação climática - Imagen 3 de 4Como o design pode ajudar a garantir que todas as comunidades se beneficiem da adaptação climática - Imagem de DestaqueComo o design pode ajudar a garantir que todas as comunidades se beneficiem da adaptação climática - Mais Imagens

Quando se trata de design para pessoas com deficiência, deixe que a ciência conduza o processo

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge

A empresa de Steven J. Orfield, a Orfield Laboratories (OL), atua há 50 anos nas áreas de projeto, pesquisa e ensaios arquitetônicos, orientada pela premissa de que o aspecto fundamental do design é o usuário final, pois projetar sem considerar o conforto, a preferência e a satisfação do usuário constitui um fracasso. Nesse processo, a empresa desenvolveu normas de desempenho de edifícios para a maioria das tipologias comerciais e, agora, incorporou a essas diretrizes as necessidades de metade da população mundial: pessoas com deficiências perceptivas e cognitivas (DPC). O investimento financeiro para viabilizar essa iniciativa foi expressivo, mas esta se tornou uma das buscas mais importantes na vida de Orfield.

Quando se trata de design para pessoas com deficiência, deixe que a ciência conduza o processo - Imagem de DestaqueQuando se trata de design para pessoas com deficiência, deixe que a ciência conduza o processo - Imagem 1 de 4Quando se trata de design para pessoas com deficiência, deixe que a ciência conduza o processo - Imagem 2 de 4Quando se trata de design para pessoas com deficiência, deixe que a ciência conduza o processo - Imagem 3 de 4Quando se trata de design para pessoas com deficiência, deixe que a ciência conduza o processo - Mais Imagens

Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022: Descubra a lista completa de projetos

Acesso exclusivo | 

Os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Inverno de Pequim 2022 começaram oficialmente em 4 de fevereiro de 2022. Esta edição dos Jogos de Inverno adotou uma abordagem ousada ao adicionar duas zonas de neve em Zhangjiakou e Yanqing à zona de gelo em Pequim, criando um sistema inédito de três zonas.

O Instituto de Pesquisa e Design Arquitetônico da Universidade de Tsinghua (THAD) liderou o planejamento e o projeto arquitetônico geral de todas as instalações na Zona de Zhangjiakou e da Arena Shougang na Zona de Pequim. O planejamento e o projeto das instalações da Zona de Yanqing foram elaborados pelo China Architectural Design & Research Group (CADG). Arquitetos e arquitetas chineses assumiram o protagonismo da criação, pautando-se pelo princípio do desenvolvimento sustentável e integrando de forma estreita as metodologias de planejamento urbano e projeto arquitetônico ao longo do ciclo de construção de aproximadamente seis anos. A equipe propôs a estrutura de projeto de "intervenção espacial em escala integral" baseada no "Plano Geral, Plano Regulatório, Desenho Urbano, Projeto de Arquitetura e Projeto de Sistemas de Equipamentos", consolidando a prática chinesa para uma Olimpíada de Inverno sustentável.

Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022: Descubra a lista completa de projetos - Imagem 1 de 4Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022: Descubra a lista completa de projetos - Imagem 2 de 4Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022: Descubra a lista completa de projetos - Imagem 3 de 4Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022: Descubra a lista completa de projetos - Imagem 4 de 4Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022: Descubra a lista completa de projetos - Mais Imagens+ 43

A resposta biofílica à madeira: pode promover o bem-estar dos ocupantes de edifícios?

Acesso exclusivo | 

Embora o termo possa parecer recente, o conceito de biofilia vem sendo utilizado há décadas na arquitetura e no design. O princípio orientador é bastante simples: conectar as pessoas no interior dos edifícios com a natureza para promover seu bem-estar e qualidade de vida. Com a consolidação das tendências de design decorrentes dessa abordagem, a demanda passou a se concentrar em materiais orgânicos que emulam ambientes externos. Entre todas as opções, a madeira destaca-se como um dos materiais mais populares para trazer a natureza para os ambientes internos, não apenas por sua funcionalidade, mas também por seus múltiplos benefícios fisiológicos e psicológicos.

Concéntrico 2022: Explorando ideias de domesticidade, inclusividade e ecologia

Acesso exclusivo | 

Todos os anos, o festival Concéntrico em Logroño, na Espanha, reúne arquitetos/as e designers de todo o mundo com o intuito de usar a criatividade para construir uma cidade melhor. Na edição deste ano, alguns temas transversais se destacaram como pontos de interesse fundamentais para os/as profissionais de arquitetura e design participantes. Diversas instalações urbanas buscaram ajudar os cidadãos a redescobrir pontos de interesse em suas cidades e arredores, enquanto outras desafiaram as ideias frequentemente engessadas sobre como uma casa deve se parecer e funcionar. Muitos/as designers viram oportunidades no conceito do brincar livre, uma vez que essa atividade exploratória pode ativar espaços públicos subutilizados e engajar pessoas de todas as idades.

Desde 2015, o festival Concéntrico já apresentou 91 instalações e pavilhões ao longo de suas sete edições. O festival é conhecido principalmente por reunir arquitetos/as e designers emergentes, que recebem total liberdade para experimentar em novas vertentes do design ambiental. O festival é organizado pela Fundação Cultural dos Arquitetos de La Rioja juntamente com Javier Peña Ibáñez, idealizador da iniciativa, em colaboração com a Prefeitura de Logroño, o Governo de La Rioja, a Garnica e as Bodegas LAN, além de outras 30 instituições de apoio.

Concéntrico 2022: Explorando ideias de domesticidade, inclusividade e ecologia - Imagem 1 de 4Concéntrico 2022: Explorando ideias de domesticidade, inclusividade e ecologia - Imagem 2 de 4Concéntrico 2022: Explorando ideias de domesticidade, inclusividade e ecologia - Imagem 3 de 4Concéntrico 2022: Explorando ideias de domesticidade, inclusividade e ecologia - Imagem 4 de 4Concéntrico 2022: Explorando ideias de domesticidade, inclusividade e ecologia - Mais Imagens+ 19

"Como pensam os designers": Vencedores do German Design Awards 2022

Acesso exclusivo | 

A décima edição do German Design Awards foi apresentada pelo German Design Council. Os prêmios, de prestígio internacional, são concedidos a empresas cujos produtos e projetos inovadores se destacam nas categorias de “Excellent Product Design”, “Excellent Communications Design” e “Excellent Architecture”. Além das distinções “Winner” e “Special Mention”, o júri concedeu um total de 81 prêmios “Gold” — a honraria máxima da premiação.

A Voz das Mulheres na Arquitetura Chinesa

Acesso exclusivo | 

Os estudos sobre as mulheres começaram oficialmente na China no início da década de 1980. À medida que a sociedade se desenvolvia, as mulheres despertaram e passaram a assumir papéis de maior relevância. Embora já houvesse mulheres atuando na arquitetura há um século, Lin Huiyin só foi reconhecida como a primeira arquiteta do país na década de 1920, devido ao desenvolvimento tardio da profissão na China. Hoje, no entanto, cada vez mais arquitetas ocupam posições cruciais no setor.

A Voz das Mulheres na Arquitetura Chinesa - Imagem 1 de 4A Voz das Mulheres na Arquitetura Chinesa - Imagem 2 de 4A Voz das Mulheres na Arquitetura Chinesa - Imagem 3 de 4A Voz das Mulheres na Arquitetura Chinesa - Imagem 4 de 4A Voz das Mulheres na Arquitetura Chinesa - Mais Imagens+ 8

Leclercq Associés explora o uso da madeira na arquitetura urbana e avalia o futuro da construção em madeira

Acesso exclusivo | 

Para documentar de forma abrangente um panorama sobre o estado das florestas francesas, a indústria da madeira e a pesquisa e desenvolvimento (P&D) florestal, François Leclercq e Paul Laigle, do escritório de arquitetura e urbanismo Leclercq Associés, colaboram com a editora de arquitetura Michèle Leloup e com o fotógrafo Cyrille Weiner.

The Wood That Makes Our Cities explora os desafios ambientais, econômicos, industriais e técnicos envolvidos no uso da madeira em grandes estruturas e na arquitetura urbana, além de avaliar o futuro da construção em madeira. A publicação resgata os vinte anos de experiência do escritório com a construção em madeira por meio de cinco de seus projetos, contando com contribuições de especialistas em história, pesquisa acadêmica, manufatura, produção madeireira e silvicultura.

Leclercq Associés explora o uso da madeira na arquitetura urbana e avalia o futuro da construção em madeira - Imagem 1 de 4Leclercq Associés explora o uso da madeira na arquitetura urbana e avalia o futuro da construção em madeira - Imagem 2 de 4Leclercq Associés explora o uso da madeira na arquitetura urbana e avalia o futuro da construção em madeira - Imagem 3 de 4Leclercq Associés explora o uso da madeira na arquitetura urbana e avalia o futuro da construção em madeira - Imagem 4 de 4Leclercq Associés explora o uso da madeira na arquitetura urbana e avalia o futuro da construção em madeira - Mais Imagens+ 7

Mobiliário de Escritório Sustentável: Promovendo o Design Circular no Ambiente de Trabalho

Acesso exclusivo | 

Profissionais de arquitetura de interiores e de design costumam afirmar que um espaço de escritório bem projetado se traduz em maior produtividade, criatividade e satisfação no trabalho — contudo, o impacto é ainda maior do que a maioria costuma imaginar. Estudos recentes sugerem que o bom design impacta positivamente a cultura da empresa, fomenta o senso de comunidade e cria um ambiente saudável, feliz e motivador. De fato, ele influencia diretamente o recrutamento e a retenção de talentos: “o design do espaço de trabalho aumenta significativamente a atratividade das empresas empregadoras para profissionais em potencial”. Iluminação adequada, um layout flexível e recursos biofílicos são fatores importantes a serem considerados na fase de planejamento. No entanto, para atender plenamente ao conforto e ao bem-estar de quem utiliza o espaço, esses elementos devem ser combinados com um excelente design de mobiliário. Afinal, integrar peças ergonômicas de alta qualidade é uma maneira simples de elevar o ânimo, além de aprimorar a funcionalidade e a estética ao criar ou redecorar o espaço de trabalho.

Desenvolvimento de Negócios na Snøhetta: Um Olhar por Dentro

Acesso exclusivo | 

O Snøhetta foi fundado com base nos três pilares principais do desenvolvimento sustentável estabelecidos pela Comissão Brundtland da Organização das Nações Unidas em 1987: crescimento econômico, proteção ambiental e igualdade social. Suas operações, fortemente pautadas por valores e propósitos, expandiram-se desde então para 330 profissionais em sete escritórios pelo mundo — desde sua cidade natal, Oslo, até Adelaide, Hong Kong, Paris e Innsbruck, além de seus escritórios parceiros em Nova York e São Francisco.

Apartamentos duplex em Buenos Aires: 15 exemplos em planta

Acesso exclusivo | 

Nas grandes cidades, é cada vez mais comum encontrar edificações que comportam diferentes configurações e distribuições em seus espaços internos. No final dos anos 1960, começaram a surgir as tipologias de duplex em edifícios entre empenas na cidade de Buenos Aires, quando o Código de Edificação permitia que fossem implantados nos recuos obrigatórios dos pavimentos superiores.

O que fazer com as casas do império?

Acesso exclusivo | 

Em junho de 2020, a estátua do traficante de escravizados do século XVII Edward Colston foi derrubada na cidade de Bristol, no sudoeste da Inglaterra. Antes disso, o monumento ficava sobre um pedestal em um proeminente parque público, até ser arrastado e jogado no porto de Bristol por manifestantes do movimento Black Lives Matter. O ato desencadeou um confronto com o passado há muito esperado no Reino Unido e em outras nações ocidentais — um debate que exige uma análise mais profunda sobre os monumentos que ocupam nossas cidades e sobre quão profundamente o imperialismo pode estar interligado a elementos do ambiente construído. Diante disso, a eterna questão que se coloca é: o que fazemos com esses edifícios?

O que fazer com as casas do império? - Imagem 1 de 4O que fazer com as casas do império? - Imagem 2 de 4O que fazer com as casas do império? - Imagem 3 de 4O que fazer com as casas do império? - Imagem 4 de 4O que fazer com as casas do império? - Mais Imagens+ 6

'In Praise of Caves': a mostra de arquitetura orgânica no México que reúne projetos de Carlos Lazo, Mathias Goeritz, Juan O'Gorman e Javier Senosiain

Acesso exclusivo | 

No último dia 19 de outubro, foi inaugurada em Nova York a exposição 'In Praise of Caves: Organic Architecture Projects from Mexico, de Carlos Lazo, Mathias Goeritz, Juan O\'Gorman e Javier Senosiain', que ocupa diversas galerias no primeiro andar do Museo Noguchi. O espaço – concebido pela Fundação Isamu Noguchi e Garden Museum, fundado em 1985 pelo artista que desafia categorizações, Isamu Noguchi – reúne uma seleção de projetos desses quatro artistas-arquitetos que exploram a adaptação de estruturas naturais à vida moderna, os benefícios práticos e ambientais de habitar o subsolo e como a humanidade poderia se reconectar com a felicidade essencial de viver em harmonia com a natureza.

Grandeza Compacta: Como o Safdie Architects realiza megaprojetos sem um megaescritório

Acesso exclusivo | 

O Safdie Architects é um escritório de arquitetura e desenho urbano focado em pesquisa, atuando em uma ampla variedade de tipologias, escalas e setores. A prática global do escritório é coordenada a partir de sua sede em Boston, Massachusetts, contando também com escritórios satélites em Jerusalém, Xangai e Singapura. Os projetos são concebidos, gerenciados e executados por uma equipe global de cerca de 65 pessoas! O escritório é estruturado como uma sociedade e opera sob o modelo de um estúdio de design intimista. A sociedade do escritório – na qual muitos membros ingressaram logo após a graduação – trabalha em conjunto há décadas.

Podemos comer edifícios? Reflexões sobre edifícios comestíveis feitos de terra

Acesso exclusivo | 

O uso de materiais à base de terra manifesta-se em duas práticas ao longo da história: na construção de edifícios e – de forma muito menos conhecida ou compreendida conclusivamente – em certos padrões de consumo alimentar. Simplificando, a terra, o coletor de nutrientes mais importante do planeta, pode ser utilizada tanto para construir quanto para comer. 

Utopia pragmática: como a realidade finalmente alcançou a ficção na mais recente monografia do BIG

Acesso exclusivo | 

A arquitetura, com seus/suas profissionais, acadêmicos/as e teóricos/as, há muito tempo explora ideias utópicas na esperança de transformá-las em algo concreto em prol de um mundo melhor. Contudo, à medida que o mundo caminha para uma polarização ainda maior do que a atual, a prática da arquitetura viu-se obrigada a se adaptar aos sistemas vigentes do planeta, limitada por condicionantes em constante crescimento. Aos poucos, quem atua na área percebeu que a utopia não pode ser vista de fato como a solução ideal, necessitando ser readaptada ou fundida a outros conceitos para que realmente funcione. A mais recente monografia da DETAIL, BIG. Architecture and Construction Details / BIG. Architektur und Baudetails — uma relação entre as utopias imaginativas e não construídas do BIG e sua arquitetura construída e funcional —, explora 20 projetos desenvolvidos pelo escritório.

Utopia pragmática: como a realidade finalmente alcançou a ficção na mais recente monografia do BIG - Image 1 of 4Utopia pragmática: como a realidade finalmente alcançou a ficção na mais recente monografia do BIG - Image 2 of 4Utopia pragmática: como a realidade finalmente alcançou a ficção na mais recente monografia do BIG - Image 3 of 4Utopia pragmática: como a realidade finalmente alcançou a ficção na mais recente monografia do BIG - Image 4 of 4Utopia pragmática: como a realidade finalmente alcançou a ficção na mais recente monografia do BIG - Mais Imagens+ 5

Modernismo abandonado na Libéria e em Moçambique: a sobrevida dos hotéis de luxo

Acesso exclusivo | 

O hotel de luxo, como tipologia arquitetônica, é singular. Com efeito, trata-se de uma comunidade autossuficiente, um edifício que submerge o/a visitante abastado/a em seu contexto local. Ainda que possam ser comunidades fechadas em si mesmas, esses hotéis também são receptáculos do caráter socioeconômico mais amplo de um lugar, onde a vida de luxo frequentemente convive lado a lado com assentamentos informais, nos exemplos mais extremos de desigualdade social.

Modernismo abandonado na Libéria e em Moçambique: a sobrevida dos hotéis de luxo - Imagen 1 de 4Modernismo abandonado na Libéria e em Moçambique: a sobrevida dos hotéis de luxo - Imagen 2 de 4Modernismo abandonado na Libéria e em Moçambique: a sobrevida dos hotéis de luxo - Imagen 3 de 4Modernismo abandonado na Libéria e em Moçambique: a sobrevida dos hotéis de luxo - Imagen 4 de 4Modernismo abandonado na Libéria e em Moçambique: a sobrevida dos hotéis de luxo - Mais Imagens+ 9

Construa um escritório resiliente identificando oportunidades de colaboração remota

Acesso exclusivo | 

Empresas de todos os portes, grandes ou pequenas, enfrentaram desafios sem precedentes nos últimos anos — no entanto, um dos desdobramentos positivos da pandemia global é a consolidação da ideia de que o trabalho pode ser realizado de qualquer lugar do mundo. Embora a dinâmica de trabalho tenha mudado, as expectativas continuam as mesmas. As equipes precisam atuar com a mesma rapidez, eficiência e segurança de quando compartilhavam o mesmo espaço físico. Cabe agora ao setor de TI responder a esse desafio com soluções adequadas para atender às novas demandas de uma força de trabalho híbrida. O trabalho remoto — e a colaboração remota — vieram para ficar. 

Tecnologias construtivas para o habitat sustentável: O CEVE e a aplicação de novos materiais na Argentina

Acesso exclusivo | 

O Centro Experimental de la Vivienda Económica (CEVE) é um centro de pesquisa, experimentação, desenvolvimento e transferência de tecnologias da construção e da gestão integral focado na produção social do habitat. Fundado por volta de 1967 pelo arquiteto Horacio Berretta no âmbito da Faculdade de Arquitetura da Universidade Católica de Córdoba (UCC), o CEVE possui dupla subordinação ao Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET) e à Asociación de Vivienda Económica (AVE).

CONIBOX: Módulo habitacional em contexto de emergência para a comunidade Shipibo-Konibo em Lima

Acesso exclusivo | 

No âmbito do projeto "Preparação inclusiva, resposta eficaz: Fortalecimento dos sistemas comunitários de preparação e proteção contra desastres por meio de uma abordagem inclusiva e de gênero, das comunidades da região de Cantagallo em Lima", desenvolvido pelo consórcio composto pela Plan International, COOPI - Cooperazione Internazionale e Humanity Inclusion, o escritório Arquitectura del Medio de Alejandro Merino e Gianella Díaz busca implementar uma obra demonstrativa na Comunidade Shipibo Konibo de Cantagallo, no distrito do Rímac, Lima, considerando aspectos ambientais e o potencial de replicabilidade.

A confusa realidade dos estilos arquitetônicos

Acesso exclusivo | 

Qual é o estilo deste edifício? Esta é uma pergunta inicial comum que as pessoas fazem para saber mais sobre uma edificação. Para arquitetos e arquitetas, contudo, esse parece um ponto de partida inadequado, e a pergunta inicial pode soar ingênua e trivial. Essa disparidade de atenção dada ao estilo de uma edificação gera um impasse entre o público geral — que deseja compreender o ambiente construído — e os profissionais da arquitetura, ávidos por compartilhar as nuances de sua disciplina.

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.