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O BricsCAD® Shape é uma nova ferramenta gratuita de modelagem 3D da Bricsys
Tire os projetos da cabeça e apresente-os diretamente a seus clientes. Em um fluxo de trabalho convencional, um projeto começa com uma entrevista com o/a cliente. Depois, você volta ao escritório para desenvolver a proposta e elaborar o projeto. Em seguida, acontece uma nova reunião para apresentar o conceito. E o ciclo se repete.
Não seria excelente se você e seu/sua cliente pudessem se sentar para uma sessão de projeto interativa? Para isso, seria necessária uma ferramenta que funcionasse como uma “argila digital”. Seria preciso um software tão fácil de usar e responsivo que permitisse capturar, esculpir e modificar o conceito livremente.
Foi em Granada, mais especificamente no Palácio de Alhambra, que, nos dias 14 e 15 de outubro de 1952, um grupo de arquitetos e arquitetas espanhóis — entre os quais figuravam nomes como Miguel Fisac, Secundino Zuazo e Fernando Chueca — se reuniu para refletir e estabelecer os novos rumos ou as novas bases da arquitetura moderna espanhola. O que resultou desse encontro foi resumido em um documento escrito cujas premissas possuem um caráter contemporâneo ainda aplicável em nossos dias, conhecido como o Manifesto de Alhambra [pdf].
Sessenta e cinco anos depois, e embora sob intenções e circunstâncias históricas, sociais e culturais muito distintas daquelas da época, arquitetos e arquitetas de toda a Espanha são convocados a se reunir novamente em Granada para o III Congresso Nacional do Futuro do(a) Arquiteto(a), que ocorre desde ontem, quinta-feira, 11 de abril, até amanhã, sábado, 13 de abril, e que servirá para compartilhar experiências, analisar o estado atual do setor da arquitetura e debater o futuro e as possibilidades que esta apaixonante profissão pode oferecer.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117747/o-futuro-da-arquitetura-espanhola-passa-por-granadaJavier García Librero
"Casas en el valle del río Simpson: el patrimonio desconocido de Aysén",de Lorena Pérez, Tomás Errázuriz e Carlos Castillo, publicado pela Fundación ProCultura, resgata a arquitetura vernácula desenvolvida durante o período de colonização tardia nas residências da região, abordando suas formas de habitar, transformações ao longo do tempo e sistemas construtivos.
O livro investiga um tipo de autoconstrução que não obedece a projetos nem a modelos arquitetônicos, mas sim à resposta ao meio ambiente, às tradições, aos materiais disponíveis e a um sem-fim de fatores que resultaram em um patrimônio único no Chile.
Novos ares, novas cores: Uma intervenção FUCSIA na faculdade de CCSS (Ciências Sociais) da PUCP. No impressionante jardim desta faculdade, os/as estudantes sempre costumavam se sentar e deitar no gramado para debater suas ideias; no entanto, com o aumento de atividades “sociais”, havia a necessidade de mais assentos, equipamentos e sombra. Com uma cobertura têxtil vazada que flutua entre as árvores e pneus empilhados que se adaptam organicamente ao jardim, este projeto cria um ponto de cor e um espaço de encontro ideal que INTEGRA em vários sentidos: os/as estudantes deste curso e suas ideias, toda a comunidade estudantil do campus entre si e os diversos materiais reciclados que dão forma ao FUCCSSIA-INNTEGRA.
O surgimento de um projeto como este em pleno "tontódromo" — rua movimentada onde os/as universitários/as da la cato costumam passar o tempo — ganha grande relevância, tanto pela mensagem do projeto em si quanto pela visibilidade e acessibilidade de sua localização. O “Ocupa Tu Calle”, uma iniciativa cidadã que costuma realizar intervenções urbanas nas ruas de Lima, desta vez intervém na rua principal de uma universidade, convocando, em parceria com a Faculdade de Ciências Sociais, a participação de estudantes para contribuir com o desenho e a melhoria de seu próprio campus por meio de um concurso de ideias. Além disso, propõe uma reflexão sobre a apropriação de um espaço privado com noções de espaço público. A proposta vencedora reinterpreta a ágora grega em um espaço flexível e lúdico que permite aos/às estudantes debater e simplesmente estar. A seguir, conheça os detalhes, desde o processo de projeto até a construção.
Os espaços públicos estão vivendo um momento de destaque. Pessoas de fora do campo do planejamento urbano começam a notar as contribuições vitais que eles trazem para a nossa qualidade de vida: inserindo a natureza e a memória cultural no cotidiano, lembrando-nos de nossas responsabilidades coletivas e apoiando a expressão democrática. Também se começa a perceber as formas sutis como essas contribuições vêm sendo erodidas pelas ameaças de privatização, apropriação corporativa e apatia.
De forma mais evidente, esse momento nos é apresentado pela Apple, que iniciou um agressivo esforço de reposicionamento de marca no varejo para reconceitualizar suas lojas como "praças públicas", o que gerou uma onda de preocupações bem fundamentadas. A tecnologia continua a nos afastar da necessidade de sair de casa ou de interagir cara a cara com outros seres humanos. Se para toda ação há uma reação igual e oposta, conclui-se que as oportunidades de interação interpessoal tornam-se um luxo que passamos a buscar, um chamado para lembrar nossa origem como seres sociais.
No dia 4 de fevereiro, Minneapolis receberá o New England Patriots e o Philadelphia Eagles para a 52ª edição do Super Bowl. Com uma audiência estimada em mais de 100 milhões de pessoas neste domingo, todas as atenções estarão voltadas para Minneapolis — uma cidade conhecida por não deixar que o clima rigoroso atrapalhe suas celebrações — e para o novíssimo US Bank Stadium, cuja imensa cobertura permanente garantirá que, faça chuva, sol ou neve, a população local tenha um espaço para se reunir e se divertir.
O escritório HKS Architects assumiu o desafio de projetar o estádio que substituiria a antiga casa do Minnesota Vikings, o Metrodome, conhecido como "a sala de estar de Minneapolis" pela forte relação que mantinha com a população, funcionando tanto como centro cívico quanto como arena esportiva. Ao contrário de outros estádios projetados pelo escritório sediado em Dallas, o US Bank Stadium exigiu uma abordagem diferente, com foco na criação de um catalisador para a infraestrutura pública e de um espaço de convivência que estimulasse a interação com a comunidade. Como, então, foi possível conceber uma estrutura capaz de sediar o Super Bowl e, ao mesmo tempo, permanecer como um marco urbano relevante nos anos seguintes? Conversamos com a liderança responsável pelo projeto do US Bank Stadium, Lance Evans, sobre como projetar e construir a peça central de um dos maiores eventos esportivos do ano.
A arquitetura vive em constante debate sobre as inúmeras questões que impactam nossa prática profissional e como esse trabalho pode — e deve — impactar o mundo ao nosso redor. Como presidente do Young Architects Forum do AIA, estou bastante ciente dos problemas enfrentados pela próxima geração de líderes do setor: modelos de atuação ineficientes que resultam em equipes sobrecarregadas, mal remuneradas e profundamente insatisfeitas. Ouvimos repetidamente que é necessária uma mudança estrutural profunda na forma como os escritórios operam para fazer a profissão avançar com sucesso e reter talentos.
Em outubro, o AIA realizou o seu primeiro Practice Innovation Lab, com o objetivo de desenvolver novos modelos de atuação que elevem o valor de arquitetos/as e dos serviços que oferecem a seus clientes, promovendo um debate capaz de desafiar o status quo da gestão de escritórios. Foram formadas dez equipes de seis pessoas com o intuito de criar dez novos modelos de negócios inovadores, apresentados no estilo "Shark Tank" após uma maratona de desenvolvimento de um dia inteiro. Os participantes votaram no melhor modelo para receber o prêmio de escolha do público (People’s Choice Award). Entre as dez propostas apresentadas, destacaram-se cinco temas principais desenvolvidos no Practice Innovation Lab, detalhados a seguir:
https://www.archdaily.com.br/pt/1117922/5-modelos-de-negocios-inovadores-para-jovens-escritorios-de-arquiteturaEvelyn Lee
A impressão 3D — também conhecida como fabricação aditiva — transforma modelos digitais tridimensionais em objetos sólidos por meio da sobreposição de camadas. Desenvolvida na década de 1980, a tecnologia desde então passou a fazer parte do nosso cotidiano, além de consolidar sua presença na arquitetura e no design de interiores. O escritório de arquitetura DUS possui ampla experiência em impressão 3D aplicada à arquitetura e agora direciona essa especialidade para interiores e espaços comerciais.
“A impressão 3D é a técnica ideal para a produção sob medida voltada a um espaço ou marca”, afirma Inara Nevskaya, designer-chefe do DUS. “Podemos associar a funcionalidade de um mobiliário a características formais singulares para criar peças de destaque, pontos focais especiais que configuram novas experiências para o consumidor no mercado varejista.”
https://www.archdaily.com.br/pt/1117916/design-de-interiores-e-impressao-3d-dando-formas-unicas-a-espacos-funcionaisLidija Grozdanic for Archipreneur.com
Caro/a arquiteto/a, parabéns pelo seu empenho ao longo deste ano!
Agradecemos por sua dedicação à arquitetura: por projetar considerando cada detalhe da vida humana, buscando um ambiente residencial mais qualificado; por integrar tecnologia e inovação ao design, elevando nossa época a um patamar estético superior; e por cada esforço que, passo a passo, ajuda a escrever a epopeia da arquitetura na China.
Apresentamos a seguir os projetos chineses mais populares de 2017, selecionados com base no volume de acessos em nosso site (ordenados por data de publicação; clique no título para ver mais informações sobre cada obra). Em 2018, o ArchDaily continuará acompanhando os/as arquitetos/as em sua jornada!
https://www.archdaily.com.br/pt/1117915/os-projetos-chineses-mais-populares-de-2017韩爽 - HAN Shuang
Os arquitetos Rafael Pina e Fabián B. Di Giammarino, do Coletivo ARKRIT, fazem uma crítica objetiva a um clássico da arquitetura chilena, o Edifício Copelec. Trata-se de uma obra que, para além dos múltiplos exercícios descritivos existentes ao seu redor — como afirmam os autores deste artigo —, conquistou uma posição inquestionável exatamente por não ser questionada.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117759/a-arquitetura-da-copelec-marco-e-mitoRafael Pina & Fabián B. Di Giammarino
Construir é complexo. Se você já esteve lá, no canteiro de obras, entenderá isso. Não se trata apenas de ter atitude e compreender como liderar uma equipe de artesãos talentosos, pedreiros e especialistas, mas também de fornecer — ou, no mínimo, conhecer — os instrumentos necessários e corretos para que eles possam realizar cada tarefa da melhor forma possível.
É possível que os conhecimentos de construção adquiridos durante a sua graduação sobre este aspecto sejam mínimos até que você tenha acumulado a experiência de algumas obras, mas garantimos que conhecer as ferramentas disponíveis no mercado não apenas permitirá economizar, mas também acelerar o processo de construção e reduzir os esforços físicos, o que traz grandes vantagens.
Nesta ocasião, apresentamos um panorama geral dos diferentes equipamentos, ferramentas e máquinas mais utilizados na construção de obras de arquitetura.
Projetos complexos geralmente exigem sistemas estruturais robustos para suportar formas imaginativas. No entanto, a tecnologia de impressão 3D já demonstra o potencial de liberar possibilidades infinitas de design arquitetônico, sem comprometer a estética ou a durabilidade. A equipe de pesquisa do ETH Zurich, liderada por Benjamin Dillenburger, desenvolveu uma nova tecnologia de impressão 3D em areia que permite uma prototipagem rápida e a reutilização de materiais.
A tecnologia foi utilizada no projeto “DFAB House” para construir uma laje de concreto leve de 80 metros quadrados, o maior componente já fabricado com esse método. Sobre essa laje inteligente (Smart Slab), foi montada uma unidade habitacional de madeira com dois pavimentos, demonstrando como é possível simplificar projetos que combinam a resistência e a durabilidade das estruturas de concreto.
Espera-se de arquitetos e arquitetas a criação dos edifícios mais emblemáticos da sociedade. Ficamos maravilhados com museus, centros de artes cênicas e templos religiosos espalhados pelo globo, representações da singularidade de diversas culturas do mundo. No entanto, o cerne do papel e da responsabilidade desses profissionais deve residir na necessidade humana mais fundamental: o abrigo.
Isso não significa que esses profissionais participem do projeto de todas as formas de abrigo. Contudo, uma compreensão profunda das maneiras de habitar pode proporcionar uma percepção mais clara sobre a diversidade, a resiliência e a adaptabilidade humanas. The Human Shelter é um documentário sobre o que as pessoas valorizam ou necessitam em suas vidas, conectando-se a uma qualidade fundamental que todos os profissionais da arquitetura deveriam cultivar: a capacidade de escutar e de perceber o que faz alguém se sentir em casa.
A gentrificação não é apenas um tema atual, mas um assunto que preocupa muitas pessoas. Pode ser que hoje faça mais sentido falar em turistificação, ou que o fenômeno em si tenha mudado, mas, de certa forma, podemos englobar sob o termo gentrificação todos esses conceitos relacionados à expulsão de moradores "originais" de um bairro para serem substituídos por outros com maior poder aquisitivo ou por aluguéis de temporada.
Trata-se de um assunto que atrai o interesse de pessoas de todos os tipos, e não apenas de profissionais ligados ao urbanismo ou à arquitetura. Ele desperta a atenção de cidadãos que, como eu, buscam explicações ou tentam obter pistas sobre o que o futuro reserva em relação a essa tendência.
Do meu ponto de vista como engenheiro —mas, sobretudo, como morador de Madri—, decidi investigar os dados publicados pela Prefeitura sobre os estabelecimentos comerciais da cidade para ver se era possível extrair alguma conclusão a respeito. Este estudo surgiu com uma finalidade puramente exploratória, de forma independente. Eu não tinha nenhuma hipótese ou meta preconcebida, além de identificar certos bairros como gentrificados; a partir daí, iniciou-se a análise, sem descartar possibilidades.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117768/quao-gentrificado-esta-o-seu-bairro-luis-nadal-explora-o-caso-de-madriLuis Nadal
De que maneira o ambiente construído — seja fictício ou totalmente baseado na realidade — impacta a forma como vivenciamos e processamos o cinema? De produções independentes de menor circulação a grandes blockbusters, o modo como a arquitetura e o ambiente construído influenciam desde a ambientação e o cenário até os diálogos e o desenvolvimento das personagens tem efeitos profundos na experiência cinematográfica do público. A seguir, uma seleção que vai de lançamentos recentes a clássicos adorados pelos cinéfilos revela as inúmeras maneiras pelas quais o cinema utiliza a arquitetura para alcançar uma narrativa mais autêntica e abrangente.
Ao analisar detalhadamente a produção audiovisual contemporânea, não é exagero dizer que os vídeos de renderização digital de superarranha-céus emergiram como um novo gênero cinematográfico. Profissionais da arquitetura sabem muito bem que essas produções costumam ser lançadas muito antes da conclusão física dos edifícios. Como colegas de profissão, também é fácil notar um padrão recorrente: a estrutura narrativa desses vídeos digitais segue quase sempre um formato “padrão”. Ao som de uma trilha sonora imponente, o horizonte da cidade desliza pela tela, guiando o olhar do espectador até o topo de um arranha-céu. Lá em cima, os vídeos revelam invariavelmente a mesma cena: um homem de negócios em silêncio, contemplativo, observando a paisagem urbana através da janela. Esse arquétipo do “executivo de elite” é quase sempre representado por um homem branco, elegantemente vestido e imerso em seus pensamentos. A seguir, apresentamos alguns exemplos emblemáticos desse fenômeno:
Como arquitetos/as, todos/as temos uma queda por paredes, janelas e tudo o que há entre elas. A conta do Instagram apropriadamente batizada de @ihaveathingforwalls celebra a beleza das paredes—descascadas, pintadas, coloridas ou em ruínas. A partir de uma curadoria de imagens enviadas por seus/suas seguidores/as, a página exibe fotografias de paredes que vão de Varsóvia a Hong Kong, em verdadeiros instantâneos da beleza cotidiana.
Faça um tour por paredes de todo o mundo a seguir e inspire-se a prestar um pouco mais de atenção às superfícies ao seu redor:
Os templates de Revit são o ponto de partida para se trabalhar no software, pois contêm os elementos e configurações básicas necessárias para qualquer tipo de projeto. Dessa forma, cada escritório de arquitetura vai criando diferentes templates para os seus diversos projetos.
Se você está começando a trabalhar no Revit ou quer complementar os seus templates já criados, apresentamos a seguir dois templates que contêm tudo o que você precisa para iniciar de forma eficaz no mundo BIM, em suas versões 2017 e 2018.
Por ocasião do falecimento do prolífico arquiteto equatoriano Rubén Moreira (1939-2018), no último dia 13 de julho, em Quito, a equipe da Revista Trama, integrada por Evelia Peralta, Rolando Moya Tasquer e Rómulo Moya Peralta, compartilhou as seguintes palavras como homenagem ao histórico arquiteto, acadêmico e presidente de associação profissional.
Despedimo-nos de Rubén Moreira com pesar, profundamente consternados por sua partida, em um momento no qual ele ainda tinha muito a pensar e desenvolver, a dar e viver.
Não esqueceremos o ser humano e o arquiteto que deixou uma marca indelével na arquitetura do Equador. Podemos atestar sua profunda qualidade humana; ele foi solidário e amigo, coerente com seus ideais e convicções. Encontramo-nos com ele em diversas ocasiões ao longo de mais de 42 anos, sempre buscando contribuir para uma construção mais justa e bela da sociedade, da cidade, da arquitetura, das instituições, da docência e dos seres humanos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117959/homenagem-postuma-a-ruben-moreira-um-nome-historico-na-arquitetura-equatorianaRevista Trama
Verão. Férias. Duas palavras mágicas que certamente aliviarão toda a fadiga e o esgotamento de um ano inteiro de trabalho ou estudos. Com a chegada dessa época do ano, a maioria das pessoas já está ocupada planejando seus roteiros de viagem. Seja em uma viagem urbana a Paris para ver a Torre Eiffel e o Louvre, ou em uma jornada para caminhar pela Grande Muralha da China, a maior parte dos viajantes optará por riscar marcos icônicos de sua lista de desejos. No entanto, Londres vai muito além da Tower Bridge e do Palácio de Buckingham, assim como Barcelona é muito mais do que as obras de Gaudí. Na verdade, existem centenas de estruturas extraordinárias e subestimadas que passam completamente despercebidas.
Se você está planejando uma escapada em breve, apresentamos aqui uma lista de joias arquitetônicas escondidas que valem a visita.
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Vista noturna da Europa Ocidental: Inglaterra (canto superior direito), Paris (cidade brilhante perto do centro da imagem), Bélgica e Países Baixos (centro-direito do quadro). Imagem cortesia da Earth Science and Remote Sensing Unit, NASA Johnson Space Center
As imagens de satélite que revelam a Terra à noite são de uma beleza impressionante, mas também expõem a gravidade da nossa poluição luminosa. Por que desperdiçamos tanta energia iluminando áreas desnecessárias? Imagens de alta definição revelam como a humanidade ilumina o céu noturno e evidenciam o avanço da urbanização. Atualmente, esses dados integram o desenvolvimento de diversos projetos, uma vez que fenômenos ecológicos, políticos e sociais podem ser observados diretamente por meio dessas imagens noturnas.
Toda cidade tem uma história. Ao longo do tempo, transformações de ordem natural ou antrópica alteraram o desenho original de muitos centros urbanos. Em alguns casos, a forma urbana desenvolveu-se como resultado de disputas políticas, divisões religiosas ou segregações de classe. Em outros, uma abordagem mais híbrida gerou atmosferas de uma pluralidade cultural única. Embora o desenvolvimento urbano costume ser um processo lento, de tempos em tempos as cidades sofrem alterações drásticas e imediatas em sua malha — frutos de desastres naturais, conflitos armados ou catástrofes industriais.
O desdobramento desses episódios revela muito não apenas sobre o próprio município, mas também sobre a cultura local. As cidades se reconstroem exatamente como eram antes? Ou utilizam a tragédia como uma oportunidade de reinvenção? A seguir, apresentamos uma seleção de cidades que superaram catástrofes para renascer das cinzas.